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Büyük Taarruz Hazırlıkları ve Mali Kaynak Yetersizliğin Doğurduğu Problemler, Aranan Çözüm Yolları:

H. Sakarya Meydan Muharebesi Döneminde ki İdari Faaliyetler ( 26 Temmuz 10 Ekim 1921)

I. Büyük Taarruz Hazırlıkları ve Mali Kaynak Yetersizliğin Doğurduğu Problemler, Aranan Çözüm Yolları:

As estratégias para o desenvolvimento da competência leitora não são fixas, não há um caminho rígido a ser seguido, há apenas indícios, mas dois itens que fazem parte das estratégias devem ser considerados, que são: a autodireção que indica o objetivo que se quer atingir e o autocontrole que possibilita a supervisão, a análise do caminho percorrido e a percorrer e as possíveis alterações necessárias para se chegar ao objetivo final. Elas, as estratégias, buscam e possibilitam ao estudante, meios para promover a leitura de uma maneira ampla e se situar perante ela quanto à motivação e a disponibilidade para a ação de leitura, aprender e tirar suas hipóteses e conclusões a partir dos textos, fazer analogias entre o que se lê e aquilo que se sabe, fazer conexões para que o aprendizado adquirido possa ser aplicado em várias situações, formando dessa maneira, leitores autossuficientes, capazes de efetuar leituras de qualquer gênero (SOLÉ, 1998).

[...] As estratégias de ensino considerando que são procedimentos de ordem elevada que envolvem o cognitivo e o metacognitivo, no ensino elas não podem ser tratadas como técnicas precisas, receitas infalíveis ou habilidades específicas. O que caracteriza a mentalidade estratégica é a sua capacidade de representar e analisar os problemas e a flexibilidade para encontrar soluções. Por isso, ao se ensinar estratégias de compreensão leitora, entre os alunos deve predominar a construção e o uso de procedimentos de tipo geral, que possam ser transferidos sem maiores

dificuldades para situações de leitura múltiplas e variadas (SOLÉ, 1998, p. 70).

Palincsar e Brown (1984), apud Solé (1998) aponta que as atividades cognitivas dos estudantes deverão ser estimuladas conforme determinadas estratégias que a estudiosa apresenta por meio de questionamentos que devem ser realizados ao leitor em busca do entendimento por ele mesmo, daquilo que ele lê (Ibid., p. 73).

[...] 1. Compreender os propósitos implícitos e explícitos da leitura. Que tenho que ler? Porque/para que tenho que lê-lo? 2. Ativar e aportar à leitura os conhecimentos prévios relevantes para o conteúdo em questão. Que sei sobre o conteúdo do texto? Que sei sobre conteúdos afins que possam ser úteis para mim? Que outras coisas sei que podem me ajudar: sobre o autor, gênero, o tipo de texto...? 3. Dirigir a atenção ao fundamental, em detrimento do que pode parecer mais trivial (em função dos propósitos perseguidos). Qual é a informação essencial proporcionada pelo texto e necessária para conseguir o meu objetivo de leitura? Que informações posso considerar pouco relevantes, por sua redundância, seu detalhe, por serem pouco pertinentes para o propósito que persigo? 4. Avaliar a consistência interna do conteúdo expressado pelo texto e sua compatibilidade com o conhecimento prévio e com o “sentido comum”. Este texto tem sentido? As ideias expressadas no mesmo têm coerência? É discrepante com o que eu penso, embora siga uma estrutura de argumentação lógica? Entende-se o que quer exprimir? Que dificuldades apresenta? 5. Comprovar continuamente se a compreensão ocorre mediante a revisão e a recapitulação periódica e a autointerrogação. Que se pretendia explicar neste parágrafo – subtítulo, capítulo? Qual a ideia fundamental que extraio daqui? Posso reconstruir as ideias contidas nos principais pontos? Tenho uma compreensão adequada dos mesmos? 6. Elaborar e provar inferências de diversos tipos, como interpretações, hipóteses e previsões e conclusões. Qual poderá ser o final deste romance? Que sugeriria para resolver o problema exposto aqui? Qual poderia ser – por hipótese – o significado desta palavra que me é desconhecida? Que pode acontecer com este personagem? (SOLÉ, 1998, p. 73 -74).

Assim sendo, Palincsar e Brown (1984), apud Solé (1998), elaboraram um conjunto de estratégias de ensino de compreensão leitora intitulado modelo de ensino recíproco, em que o aluno adota uma postura ativa dentro de todo o processo, em busca de conseguir “... formular previsões, formular questões sobre o texto, esclarecer dúvidas e resumi-lo” (Ibid, p.80). A ideia é propor uma discussão sobre um trecho de um texto que se busca compreender e essa discussão deve ocorrer por turmas formadas pelos participantes, elaborando perguntas, pedindo esclarecimentos sobre algo não entendido do texto e assim por diante. Cabe ao professor, encargos essenciais, trabalhando inicialmente como um “demonstrador” de como se faz, por ser apto a isso. Posteriormente, seu trabalho é auxiliar os

estudantes para que o foco não se perca quanto aos objetivos pré-determinados assegurando dessa maneira, o uso das estratégias que está disposto a aplicar. Por fim, o professor confere e retifica os alunos que coordenam a discussão com a finalidade principal de fazer com que os alunos chamem pra si a responsabilidade irrestrita e a direção da atividade (SOLÉ, 1998, p. 80-81).

Collins e Smith (1980), apud, Solé (1998) sugerem um ensino de estratégias para desenvolver a competência leitora em três etapas. A primeira é a etapa do Modelo, que consiste na figura do professor atuando como modelo para a classe por meio de sua própria leitura. Propõe-se que o professor demonstre seus mecanismos de entendimento do texto lido; a segunda etapa é voltada à participação dos alunos. O professor conduz, elaborando perguntas em busca de sugestões, hipóteses sobre o conteúdo do texto, levando o aluno a compreensão do que está lendo; e a terceira etapa é voltada a uma leitura silenciosa, fase está em que os estudantes caminham sozinhos pela atividade, promovendo a elaboração de hipóteses, identificando os problemas de compreensão, e assim por diante.

O método de estratégias formuladas por Baumann (1985;1990), citado por Solé (1998, p. 78-79) é denominado de “ensino direto” ou “instrução direta” e se subdivide em cinco etapas:

[...] 1. Introdução. Explica-se aos alunos os objetivos daquilo que será trabalhado e a forma em que eles serão úteis para a leitura; 2. Exemplo. Depois da introdução, exemplifica-se a estratégia a ser trabalhada mediante um texto, o que ajuda os alunos a entenderem o que vão aprender; 3. Ensino direto. O professor mostra, explica e descreve a habilidade em questão, dirigindo a atividade. Os alunos respondem às perguntas e elaboram a compreensão do texto, mas o professor é o encarregado do ensino; 4. Aplicação dirigida pelo professor. Os alunos devem por em prática a habilidade aprendida sob o controle e a supervisão do professor. Este pode realizar um acompanhamento dos alunos e, em caso de necessidade, tornar a ensinar; 5. Prática individual. O aluno deve utilizar independentemente a habilidade com material novo.

Solé (1998) ressalta que as estratégias de leitura propiciam uma trajetória ao leitor, um curso para que o mesmo possa explorar a potencialidade do texto que está sendo lido, além de auxiliar o leitor quando se confrontar com algum problema na leitura.

A referida estudiosa (SOLÉ, 1998) menciona três ideias a cerca da concepção construtivista no que diz respeito ao ensino da leitura e de suas estratégias.

A primeira delas, vinda de Edwards e Mercer (1988) apud Solé (1998) apresenta a concepção de uma educação vinculada, em que os autores denominaram o momento educativo, ou “situação educativa” como um processo de construção conjunta, ou seja, professor e estudante são parceiros dentro do processo educativo, sendo o aluno o protagonista.

Em seguida, a pesquisadora cita Coll (1990) e Rogoff (1984) para apresentar a segunda ideia que é o professor assumindo o papel de guia. É ele que deve assegurar a ligação entre o que o estudante busca ou necessita aprender e as idealizações regidas pela sociedade através dos conteúdos prescritos nos currículos. Rogoff (1984) define o processo de construção conjunta como uma participação guiada pelo professor, em que aos poucos e durante o processo de construção do conhecimento, os estudantes vão criando autonomia até se tornarem competentes na aplicação do que foi assimilado.

A terceira ideia está baseada no entendimento de Wood, Bruner e Ross (1976), apud Solé (1998), da construção do conhecimento por meio da descrição dos processos de “andaimes”. Esse processo ocorre gradativamente – começa com o professor trabalhando como guia, dando subsídios e servindo de alicerce aos alunos para aos poucos, deixando de assisti-los até o domínio das estratégias.

Conforme ressalta Solé (1998), as estratégias utilizadas para desenvolver a competência leitora nos estudantes, devem se modificar e se ajustar ao modelo de texto que se pretende manusear, a cada contexto, a cada situação.