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2. TAŞITLARDA AYNA TİTREŞİMLERİ

2.1 Ayna Üstündeki Görüntünün Bulanıklaşma Sınırının Saptanması

2.1.2 Ayna üstündeki görüntünün bulanıklaşma sınırı

O CSCMP (2015) divide a cadeia de suprimentos em dois grandes grupos de funções: o grupo de gerenciamento da cadeia de suprimentos (que inclui a Logística inbound) e o grupo de gerenciamento da demanda. Para Council of Supply Chain Management

Professional (CSCMP, 2015), a Logística normalmente inclui atividades de transporte

inbound e outbound (entrada e saída respectivamente), gerenciamento de rotas, estoques, movimentação de material, atendimento de pedidos, gerenciamento de inventários, layout das relações logísticas e planejamento de demanda. Em graus variados, a Logística pode também ser responsável pela aquisição de material e pelo planejamento de produção. Cabe destacar que CSCMP (2015) se refere ao transporte inbound e não à Logística inbound. Portanto outras atividades comentadas pela entidade acima citada além do transporte inbound podem ser atribuídas à Logística inbound.

Ainda no que se refere às atividades Logísticas, Bowersox, Closs e Cooper (2007) afirmam que a Logística preocupa-se em levar produtos e serviços aonde eles são necessários no momento desejado. Para este autor, a Logística envolve a gestão do processamento de pedidos, os estoques, os transportes, o manuseio de materiais e embalagem, de forma integrada. Ainda de acordo com Bowersox, Closs e Cooper (2007), a Logística tem o objetivo de apoiar as necessidades operacionais de Compras, Produção e Atendimentos às expectativas do cliente. Burcher, Lee e Sohal (2005) destacam a diversidade de atividades cobertas pela Logística, sendo que nesse estudo 11 áreas diferentes foram encontradas (operações de estocagem, gerenciamento de transportes, planejamento logístico estratégico, planejamento de material, compras e suprimentos, previsão de demanda, qualidade dos fornecedores, gerenciamento de recursos humanos, planejamento de produção, desenho de sistemas e comércio eletrônico entre empresas). Como se pode observar, as áreas e as atividades vão desde aspectos tradicionais até os menos óbvios como comércio eletrônico entre empresas. Além de tais atividades, Burcher, Lee e Sohal (2005) definem algumas áreas de melhoria que podem ser consideradas como responsabilidade da Logística, a saber:

58 Redução de Custos, Organização do Trabalho, Organização de Pessoal, aumento da Produtividade, Tecnologia e qualidade dos fornecedores e Desenho de Sistemas. Ainda no que se refere às atividades Logísticas, Marchesini e Alcântara (2014), partindo da análise de Lambert (2008), mapearam as 25 atividades logísticas e atribuem classificações a essas atividades, sendo elas básicas/obrigatórias (devem existir em todas as empresas) e opcionais (podem ou não ser atribuídas à Logística). Novamente, fica evidente a possibilidade de variações das atividades atribuídas à Logística nas empresas.

A saber, em síntese, as atividades mapeadas por Marchesini e Alcântara (2014) são: i) auxiliar a segmentação de clientes, provendo informações sobre as capacitações e os custos logísticos atuais; ii) prover a visão das capacitações logísticas atuais e futuras para competir no mercado e avaliar as forças e as fraquezas logísticas dos competidores; iii) identificar o valor criado pelo serviço logístico para que seja oferecido e vendido aos clientes; iv) auxiliar na avaliação e na segmentação de fornecedores; v) definir as exigências logísticas impostas aos fornecedores, em termos de serviço logístico a ser prestado e de níveis de desempenho exigidos; vi) auxiliar no desenvolvimento de gatilhos e sinais que permitam a detecção de falhas logísticas pelo grupo de gestão do serviço ao cliente; vii) auxiliar a recuperação de falhas do serviço ao cliente, sejam elas de origem Logística ou não, fornecendo informações e capacitações logísticas; viii) considerar as capacitações logísticas no projeto dos procedimentos de resposta apropriada para cada evento padronizado (falhas, mudanças); ix) participar do projeto de previsão de demanda, de forma a gerar informações adequadas às necessidades logísticas (informações disponíveis no tempo adequado e com nível de detalhamento relativo ao horizonte de tempo, produto e desagregação geográfica); x) fornecer informações sobre as restrições e as capacitações logísticas para a realização da sincronização entre operações e demanda; xi) auxiliar a análise dos custos; xii) auxiliar na gestão de contingências; xiii) auxiliar no projeto ou análise da rede; xiv) auxiliar na avaliação das competências centrais (capacitações, recursos e tecnologias) necessárias ao processo de atendimento dos pedidos; xv) operacionalizar o ciclo do pedido (receber, processar, preencher e entregar o pedido); xvi) prover as capacitações Logística e os custos necessários à operacionalização do tempo adequado de atravessamento dos produtos e à implantação do nível desejado de flexibilidade na manufatura; xvii) auxiliar na análise das alternativas de postergação por meio da análise das capacitações e dos custos logísticos; xviii) contribuir na atividade de desenvolvimento de novos produtos, com o conhecimento das restrições e das capacitações logísticas; xix) auxiliar no cálculo da lucratividade potencial de novos produtos, provendo os custos logísticos associados ao suprimento; xx) identificar as implicações

59 logísticas (necessidades de tempo e custo) associadas às alternativas de canais de distribuição; xi) analisar e desenvolver a rede Logística reversa; xxii) auxiliar na identificação e implantação de oportunidades de evitar os retornos; xxiii) auxiliar no projeto e na execução do controle de entrada de produtos, definindo os procedimentos para atendimento dos pedidos e as rotas de coleta; xxiv) auxiliar com informações dos custos logísticos, na avaliação das opções de conduta Logística reversa; xv) operacionalizar o ciclo de retorno.

Marchesini e Alcântara (2014) observam ainda que a configuração da Logística nas empresas depende fortemente das características da empresa e que muitos processos- chave de negócio do gerenciamento da cadeia de suprimentos pertencem à função Logística. Sendo assim, esta pode muitas vezes influenciar, coordenar e realizar muitos processos de negócio tais quais como: o Gerenciamento do Relacionamento com Cliente, a Gestão do Serviço ao Cliente, o Atendimento de Pedidos, a Gestão de Retorno, a Gestão do Relacionamento com Fornecedores, a Gestão da Demanda e a Gestão do Fluxo de Manufatura. Tal observação demonstra que essa área funcional pode influenciar a estratégia das empresas.

No que se refere à Logística inbound, para Dehning, Richardson e Zmud (2007), essa área envolve os processos de aquisição e recebimento de materiais que serão processados, envolvendo atividades internas como compras e sequenciamento e atividades externas tais quais suprimentos e transporte. Este trabalho considerará como atividades da Logística inbound, todas as atividades que estão relacionadas à entrada, à aquisição, à recepção e à estocagem inicial dos materiais, processos considerados como de aquisição e de recebimento de materiais que serão processados (DEHNING; RICHARDSON; ZMUD, 2007). Este trabalho considerará também as variabilidades entre as atividades atribuídas à Logística inbound existente entre as empresas (BURCHER; LEE; SOHAL, 2005; LAMBERT, 2008; MARCHESINI; ALCÂNTARA, 2014). No capítulo a seguir, o mapeamento das atividades que podem ser atribuídas à Logística inbound será apresentado.

60 4 REVISÃO SISTEMÁTICA DE LITERATURA

Esta seção foi construída a partir dos resultados da revisão sistemática e responde as questões de revisão propostas na Seção 2.2.2. Iniciando-se pelos facilitadores à resiliência na cadeia de suprimentos, esses serão apresentados e discutidos na Seção 4.1 e 4.2, que respondem a questão: Quais os facilitadores à geração de resiliência na cadeia de suprimentos? Em seguida serão apresentadas as atividades da Logística inbound e suas discussões nas Seções 4.3 e 4.4 que respondem a questão: Quais as atividades da Logística

inbound? Ao final do capítulo, as atividades da Logística inbound e os facilitadores à resiliência na cadeia de suprimentos serão relacionados na Seção 4.5, respondendo a questão: Como os facilitadores auxiliam as atividades de Logística inbound na geração de resiliência na cadeia de suprimentos?

Benzer Belgeler