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2. BAĞLAMLI DİZİN VE İŞLEVSEL SÖZLÜK OLUŞTURULURKEN

2.4. Arapça İfadelerin Anlamlandırılması

Nesta competência a capacidade de análise e da evidência produzida trazem cuidados enriquecidos e melhoram a prática clínica. Ao longo do PIS utilizámos vários métodos de diagnóstico, como Visitação domiciliaria, FMEA, Analise SWOT e questionários.

a) Analisa, concebe e implementa resultados de investigação e contributos da evidência para a resolução de problemas, com especial ênfase nos que emergem da área dos estudos especializados, considerando os aspetos sociais e éticos relevantes;

Neste relatório final, foram apresentados os resultados deste projeto e ao analisar e implementar as necessidades de cuidados de enfermagem na área da Saúde Mental, em contexto domiciliário, e na área em estudo no quadro de demência e os familiares cuidadores, teve que se ter em conta o contexto social, de forma a dar resposta aos problemas associados às necessidades de cuidados de enfermagem de saúde mental prestando um contributo importante para a evidência.

Durante o curso de pós -licenciatura e do curso de mestrado em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria publicamos alguns trabalhos de investigação.

Os modelos teóricos que fundamentam a prática clínica especializada são fundamentais para consistência e a evidência científica.

b) Usa capacidades de investigação apropriadas para melhorar e fazer evoluir a prática.

No decorrer do PIS desenvolvemos metodologia, para dar resposta à intervenção e para saber quais as necessidades de cuidados de enfermagem de saúde mental, na unidade de cuidados da comunidade, em contexto domiciliário, de modo a melhorar a qualidade dos cuidados de enfermagem.

Na avaliação de diagnóstico dos utentes com quadro demencial ou com depressão do idoso aplicámos várias escalas validadas como a MMS, QASCI, DGS de forma a aperfeiçoar a prática clínica e com a investigação, estudámos novas realidades.

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7.6-realiza análise diagnostica, planeamento, intervenção e avaliação na

formação dos pares e de colaboradores, integrando formação, a

investigação, as politicas de saúde e a administração em saúde em geral e

em Enfermagem em particular

Ao longo desta avaliação das competências de Mestre, foi demonstrado que realizámos uma avaliação de diagnóstico, com o planeamento de atividades, para a problemática existente com a intervenção e uma avaliação ajustada às necessidades de formação quer das parcerias ou da equipa multidisciplinar de forma a melhorar os cuidados, divulgando os resultados obtidos de modo a justificar a necessidade do PIS e os ganhos em saúde obtidos. A formação é um aspeto importante para a qualidade de cuidados e com competências acrescidas na área específica da saúde mental. É fundamental promover através de várias intervenções: Estar presente nas reuniões com as equipas de Enfermagem para aconselhamento; Realizar visitação domiciliária, quando ou sempre que solicitado, com as equipas das diversas unidades funcionais de Enfermagem de forma promover ensino; promover ações de sensibilização e formação na área da Enfermagem Saúde Mental; realizar formação e fornecer informação às equipas de Enfermagem comunitárias do ACES; monitorizar as necessidades de formação das equipas.

A informação e formação quer entre os enfermeiros, e a restante equipa multidisciplinar, quer na forma de referenciação, ou ainda no encaminhamento de pessoas com necessidades deste tipo de intervenção, sempre a ter em conta os princípios éticos, e dar resposta às políticas de saúde, que atualmente vigoram, sendo um tema emergente quer em contexto social como prioridade em saúde mental. Foi por vezes solicitada, pelas parcerias, formação na área da saúde mental devido a sentirem dificuldade na abordagem ao utente com doença mental. Ao orientarmos ensinos clínicos do curso de licenciatura enfermagem tivemos um papel importante na formação e na sensibilização dos cuidados de saúde mental dos utentes e família.

Consideramos que o trabalho desenvolvido foi de encontro às nossas expetativas, contribuindo assim para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional, pois ao longo da elaboração deste relatório apercebemo-nos da grande importância que é compreender melhor o conceito de competência de mestre.

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8-REFLEXÃO FINAL

Ao terminar este relatório e ao termos chegado a esta etapa, cremos ter atingido todos os objetivos que nos propusemos no início deste relatório.

Ao nível das competências do Mestre, julgamos tê-las desenvolvido, tal como nos tínhamos proposto, desenvolvendo uma prática clínica especializada com a capacidade de desempenhar determinadas funções com rapidez, precisão e eficácia.

“A ineficácia dos programas públicos de saúde de cuidados ao domicílio, não só traz graves prejuízos a todo o sistema, como também à grande massa de cuidadores. Monis, et al (2005) relatam que o cuidado formal de saúde prestado no domicílio não é mais de que a ponta do iceberg, no qual o sistema informal constitui um verdadeiro sistema invisível de cuidados de saúde. “ (cit. por Silva, 2011:37)

Este trabalho permitiu um avanço no conhecimento para novas descobertas da investigação em relação à prática clínica, aumentando uma prática baseada na evidência, orientada para os resultados sensíveis aos cuidados de enfermagem de saúde mental, desenvolvendo competências dentro da especialização.

Foi um momento privilegiado de reflexão sobre as necessidades de autoformação e o estabelecer prioridades. Foi um processo de planeamento que humildemente deverá contribuir para a melhoria da qualidade dos cuidados de enfermagem prestados aos utentes portadores de doença mental, suas famílias e comunidade e na promoção da saúde em contexto comunitário.

A elaboração deste PIS resultou de uma necessidade real da Unidade de Cuidados na Comunidade, pelo que a sua realização além de um desafio foi uma imensa satisfação. Este projeto contribuiu, para além da mobilização de nós mesmos como instrumento terapêutico, desenvolver vivências, conhecimentos e capacidades de âmbito terapêutico que permitiram durante a prática profissional mobilizar competências psicoterapêuticas, socio terapêuticas, psicossociais e psicoeducacionais.

A enfermagem existe porque é necessária, porque existe “Outro”, porque há um outro com alguma necessidade a que nós, como enfermeiros, conseguimos responder, solucionando ou aliviando.

127 Ao finalizar este trabalho, houve um enriquecimento pessoal, nos cuidados na comunidade, na prática clínica e uma consciencialização dos problemas e necessidades dos familiares, o que permite irmos ao encontro da satisfação dessas mesmas necessidades. Possibilita, ainda, ser mais objetivo e tirar o máximo proveito do eu, para estar com o outro em termos profissionais. Acreditamos, que este possa também contribuir como um estímulo para o desenvolvimento de novos trabalhos, no mesmo âmbito, já que se trata de uma área pouco investigada e atualmente pouco valorizada.

A evolução do conceito de Saúde Mental Comunitária coloca novos desafios aos enfermeiros, exigindo-se um conjunto de nova s intervenções e formas de ser e fazer e esta r que se prendem essencialmente com a capacidade de responder à s necessidades da pessoa

e comunidade.” (cit. por Bidarra, 2011: 149)

Ordem dos Enfermeiros, (2001). Apoiar os cuidadores informais de acordo com as suas necessidades e as suas perspetivas, neste processo súbito de resposta a um processo de transição inesperado, fornecer informação, motivação ou substituição nas suas necessidades, promover a sua saúde, prevenir complicações decorrentes do desempenho do seu papel e exercer uma advocacia eficaz na defesa dos cuidados a que têm direito na satisfação das necessidades que apresentam, é Enfermagem.

Pensamos que este projeto deverá contribuir para a melhoria da qualidade dos cuidados de enfermagem de saúde mental, aos utentes com necessidades de cuidados de enfermagem neste âmbito, do ACES.

Como Mestres em enfermagem de saúde mental e psiquiátrica, pretendemos ocupar um papel mais ativo, quer na equipa, quer na profissão.

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9- REFERÊNCIAS

Benzer Belgeler