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Araştırma Verilerinin Değerlendirilmesi 1. Demografik Veriler

Belgede II. CİLT / VOLUME II / TOM II (sayfa 88-98)

ÜNİVERSİTE GENÇLİĞİ VE KÜRESELLEŞME

III. Araştırma Verilerinin Değerlendirilmesi 1. Demografik Veriler

O objetivo da auditoria independente é expressar opinião sobre a propriedade das demonstrações contábeis de uma entidade e verificar se estas representam a situação patrimonial e financeira, suas mutações patrimoniais, o resultado e os fluxos de caixa.

O parecer dos auditores independentes é o instrumento pelo qual o auditor expressa essa opinião, em obediência às normas de auditoria, ou seja, é o produto final do auditor.

Há autores que afirmam que “a parte mais importante de todo o trabalho de auditoria resume-se em umas poucas linhas denominadas ‘O Parecer do Auditor’.” (KANITZ, 1979, p. IV).

Attie (2009, p. 74) ressalta que “a emissão do parecer do auditor reflete o seu entendimento acerca dos dados em exame, de uma forma padrão e resumida que dê, aos leitores, uma noção exata dos trabalhos que realizou e o que concluiu.”

A Resolução CFC nº 820/1997 em seu item 11.3.1.1., traz a seguinte definição:

O Parecer dos Auditores Independentes, ou o Parecer do Auditor Independente, é o documento mediante o qual o auditor expressa sua opinião, de forma clara e objetiva, sobre as demonstrações contábeis nele indicadas.

A referida Resolução complementa, citando alguns elementos que devem ser considerados na emissão do parecer dos auditores independentes:

• É dirigido aos acionistas, cotistas ou sócios, ao conselho de administração ou à diretoria da entidade, ou outro órgão equivalente, segundo a natureza deste. Em circunstâncias próprias, o parecer é dirigido ao contratante dos serviços.

• Deve identificar as demonstrações contábeis sobre as quais o auditor está expressando sua opinião, indicando, outrossim, o nome da entidade, as datas e os períodos a que correspondem.

• Deve ser datado e assinado pelo contador responsável pelos trabalhos, e conter seu número de registro no Conselho Regional de Contabilidade.

• Caso o trabalho tenha sido realizado por empresa de auditoria, o nome e o número de registro cadastral no Conselho Regional de Contabilidade também devem constar do parecer.

• A data do parecer deve corresponder ao dia do encerramento dos trabalhos de auditoria na entidade.

• Deve expressar, clara e objetivamente, se as demonstrações contábeis auditadas, em todos os aspectos relevantes, na opinião do auditor, estão adequadamente representadas ou não, consoantes os Princípios Fundamentais de Contabilidade, as Normas Brasileiras de Contabilidade e, no que for pertinente, a legislação específica.

O Parecer dos Auditores Independentes, segundo a natureza da opinião que contém, pode se classificar em quatro tipos:

(i) Parecer sem ressalva. (ii) Parecer com ressalva. (iii) Parecer adverso.

(iv) Parecer com abstenção de opinião.

A seguir tratamos das principais características de cada um desses pareceres.

2.3.1. Parecer Sem Ressalva

É emitido quando o auditor conclui, sobre todos os aspectos relevantes, que as demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade e há apropriada divulgação de todos os assuntos relevantes às demonstrações contábeis. Esse tipo de parecer aplica-se para empresas que tenham informações contábeis auditadas confiáveis, ou que, mesmo apresentando alguma irregularidade

contábil ou problemas operacionais e de gestão, em seu conjunto, não afetam os resultados auditados.

No anexo I deste estudo apresentamos um modelo de Parecer Sem Ressalva.

2.3.2. Parecer Com Ressalva

O parecer com ressalva é emitido quando o auditor conclui que o efeito de qualquer discordância ou restrição na extensão de um trabalho deve ser informado. No entanto, o efeito dessa discordância ou restrição não é de tal magnitude que seja requerido parecer adverso ou abstenção de opinião.

Esse tipo de parecer é aplicado para as empresas que apresentam algum tipo de irregularidade relevante, porém, permanecem com as demais informações sendo confiáveis.

O parecer com ressalva deve obedecer ao modelo do parecer sem ressalva, com a utilização das expressões “exceto por”, “exceto quanto” ou “com exceção de”, referindo-se aos efeitos do assunto objeto da ressalva.

O IBRACON, por meio da NPA 01 - Parecer dos Auditores Independentes sobre Demonstrações Contábeis, item 44, traz o seguinte comentário acerca desse modelo de parecer:

Quando o auditor emite parecer com ressalva, deve incluir descrição clara de todas as razões que fundamentaram sua opinião e a quantificação dos efeitos sobre as demonstrações contábeis. Essas informações devem ser apresentadas em parágrafo específico do parecer, precedendo ao da opinião, e, também, se for o caso, fazer referência à divulgação mais ampla em nota explicativa às demonstrações contábeis.

No anexo II deste estudo apresentamos um modelo de Parecer Com Ressalva.

Quando o auditor independente verificar a existência de efeitos que, isolados ou conjuntamente, forem de tal relevância que comprometam o conjunto das demonstrações contábeis, deve emitir parecer adverso.

No seu julgamento deve considerar tanto as distorções provocadas, quanto a apresentação inadequada ou substancialmente incompleta das demonstrações contábeis.

Ou seja, é um tipo de parecer que deve ser emitido para entidades que não apresentam informações confiáveis.

De acordo com o IBRACON, por meio da NPA 01 - Parecer dos Auditores Independentes sobre Demonstrações Contábeis, item 48:

O auditor deve, portanto, emitir parecer adverso quando verificar efeitos que, em sua opinião, comprometam em tal magnitude as demonstrações contábeis examinadas a ponto de não ser suficiente a simples ressalva no parecer. Nessas circunstâncias, uma ressalva não é considerada apropriada, uma vez que o auditor possui informações suficientes para declarar que as demonstrações contábeis não estão adequadamente apresentadas.

No anexo III deste estudo apresentamos um modelo de Parecer Adverso.

2.3.4. Parecer com Abstenção de Opinião

O parecer com a abstenção de opinião é aquele em que o auditor deixa de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis, por não ter obtido comprovação suficiente para fundamentá-la.

A abstenção de opinião em relação às demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, não elimina a responsabilidade do auditor de mencionar no parecer, qualquer desvio relevante que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações.

No anexo IV deste estudo apresentamos um modelo de Parecer Com Abstenção de Opinião.

No capítulo que segue apresentamos as questões relativas às Responsabilidades e aos Órgãos Reguladores da atividade de Auditoria Independente.

Belgede II. CİLT / VOLUME II / TOM II (sayfa 88-98)