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2. KURAMSAL ÇERCEVE ve LİTERATÜR ÇALIŞMASI

2.3. Araç Rotalama Problemi ve Literatür Araştırması

3.1.3N NAcumulação e legitimação do Estado Capitalista e a educação profissionalN N

AN partirN doN queN atéN agoraN construímos,N noN sentidoN deN situarN aN políticaN educacionalNcomoNintegranteNdeNumNaparelhoNideológicoNdoNEstadoNcapitalistaNqueNserveN

paraN aN reproduçãoN doN capitalismoN (Althusser,N 1985),N nãoN perdemosN deN vistaN queN dialeticamenteNesseNmesmoNEstadoNéNcompreendidoNcomoNumaNcondensaçãoNmaterialNdeN umaN relaçãoN deN forçasN (Poulantzas,N 2000).N Atendendo,N portanto,N emN determinadosN momentos,NàsNdemandasNdaNclasseNdominadaNparaNaNchamadaN“harmoniaNsocial”.NAssim,N procuraremosNampliarNessesNentendimentosNenfocandoNtambémNosNestudosNdeNClausNOffeN (1984,N1990)NeNO’ConnorN(1977).N

AsN análisesN deN O’ConnorN (1977)N chamamN aN nossaN atençãoN porqueN esseN teórico,N aoN tomarN aN criseN fiscalN comoN objetoN deN estudo,N passaN aN investigarN oN papelN doN EstadoNnoNprocessoNdeNacumulaçãoNdeNcapitalNeNsuaNinterfaceNcomNosNsetoresNeconômicosN eNosNchamadosN gruposNdeNinteressesN emNdisputa,NnaNsociedadeNcapitalista.N ParaNoNautor,N duasN funçõesN básicasN condicionariamN asN intervençõesN doN Estado,N queN seriaN aN deN criarN condiçõesN favoráveisN paraN aN reproduçãoN doN capitalN e,N aoN mesmoN tempo,N assegurarN aN reproduçãoNdaNforçaNdeNtrabalho,NinclusiveNnoNsentidoNdeNfazerNcomNqueNelaNreconheçaNoN seuN lugarN naN divisãoN socialN eN técnicaN doN trabalhoN (eN éN aquiN queN situamosN aN políticaN deN educaçãoNprofissional,NtantoNmedianteNasNteoriasN deNAlthusserN comoNasNdeNClausNOffe).N Assim,N paraN O’ConnorN (1977),N oN EstadoN Capitalista,N emN outrasN palavras,N teriaN duasN grandesNfunções,NaNdeNacumulaçãoNeNdeNlegitimação.N

ÉN nessaN esferaN daN funçãoN deN legitimaçãoN doN EstadoN CapitalistaN apresentadaN porNO’ConnorN(1977)NqueNprocuraremosNapresentarNasNconstruçõesNdeNClausNOffeN(1990),N noN queN seN refereN àsN relaçõesN doN sistemaN educacionalN eN sistemaN ocupacional,N porN continuarmosNinsistindoNqueNesseNcaminhoNcontribuiNparaNumaNcompreensãoNmaisNcríticaN acercaN doN objetoN deN estudo.N AntesN disso,N exploraremosN deN maneiraN geralN oN textoN “AN teoriaN doN EstadoN eN PolíticaN Social”,N deN autoriaN deN ClausN OffeN eN GeroN LenhardtN (1984),N buscandoNelucidarNasNquestõesNqueNmaisNseNrelacionamNcomNaNnossaNinvestigação.NN

AoNabordaremNaNpolíticaNsocial,NOffeNeNLenhardtN(1984,Np.N15)NafirmamNqueN correspondeN “àN formaN pelaN qualN oN EstadoN tentaN resolverN oN problemaN daN transformaçãoN duradouraN deN trabalhoN nãoN assalariadoN emN trabalhoN assalariado”.N ParaN explicaremN essaN teseNosNreferidosN autoresNfazemNumaNdistinçãoNentreNproletarizaçãoN“passiva”NeN “ativa”,N estabelecendoNqueNoNavançoNdaNindustrializaçãoNcapitalistaNéNacompanhadaNdeNprocessosN deN desorganizaçãoN daN forçaN deN trabalhoN queN acabaN “desapropriando”N asN condiçõesN deN utilizaçãoN doN trabalhoN eN deN subsistênciaN deN umN determinadoN grupo,N levando-osN àN umaN “proletarizaçãoNpassiva”.NN

ONproblemaNdaN“proletarizaçãoNpassiva”,NdeN acordoNOffeNeN LenhardtN(1984,N p.N17),NnãoNseNresolveriaNporNsiNsó,NeNdianteNdissoNdefendemNque,NN

[...]N aN transformaçãoN emN massaN daN forçaN deN trabalhoN despossuídaN emN

trabapho assapariadoN nãoN teriaN sidoNnemN éN possívelNsemN uma popítica estatap,NqueNnãoNseria,NnoNsentidoNrestrito,N“políticaNsocial”,NmasNqueNdaN

mesmaN formaN queN estaN contribuiN paraN integrarN aN forçaN deN trabalhoN noN mercadoNdeNtrabalhoN(grifoNdosNautores).NN

N N

Assim,NoNEstado,NporNmeioNdaNpolíticaNsocial,NapresentariaNcomoNestratégiaNaN integraçãoN daN forçaN deN trabalhoN naN relaçãoN deN trabalhoN assalariado,N ouN seja,N fazerN comN queNdeterminadosNgruposNsaiamNdaNproletarizaçãoNpassivaNparaNaNativa,NmasNnãoNapenasN voltadoNparaNaNgarantiaNdeNsubsistênciaNdaNforçaNdeNtrabalho,NeNsim,Nigualmente,NparaNumaN racionalizaçãoN necessáriaN direcionadaN paraN manutençãoN doN capitalismo,N comN aN criaçãoN deN umN “exércitoN deN reserva”.N NessesN termos,N OffeN eN LenhardtN (1984,N p.23)N demarcamN queNaNforçaNdeNtrabalhoNéNtratadaNcomoNmercadoria,NmasNdiferenteNdeNoutrasNmercadoriasN suaNexistênciaNnãoNseNfundamentaNapenasNemNexpectativasNdeNvenda,NtendoNemNvistaNqueN paraNmanutençãoNdoNsistemaNsãoNimprescindíveisN“mecanismosNreguladoresNdosNvolumesN quantitativos,N capazesN deN estabeleceremN oN equilíbrioN entreN aN proletarizaçãoN ‘passiva’N eN ‘ativa’”.N N NessaN ordem,N comN baseN nosN autoresN estudados,N podemosN afirmarN queN asN políticasNpúblicasNvoltadasNparaNaNmanutençãoNdaNproletarizaçãoN“passiva”NapresentamNaN funçãoNdeNlegitimação.NN

ÉNjustamenteNnessaNconstruçãoNqueNsituamosNoNPronatec,NconsiderandoNqueNoN ProgramaNapareceNcomoNintegranteNdeNumaNpolíticaNestatalNqueNmesmoNapresentando-seN comoN umaN políticaN deN legitimaçãoN paraN garantiaN daN popularidadeN doN governo,N tambémN emN certaN medidaN caminhaN naN direçãoN deN tornarN aN proletarizaçãoN “passiva”N emN “ativa”,N masNnumaNmedidaNbemNinferiorNàNqueNseNpropõeNaNexercerNaNfunçãoNdeNlegitimação.NENéN essaNcompreensãoNqueNdiscutiremosNnoNpróximoNcapítulo,NaNpartirNdaNavaliaçãoNpolíticaN doNPrograma.NN

OsNestudosNdeNClausNOffeN(1990)NtambémNtrazemNelementosNimportantesNqueN nosNajudamNaNrefletirNsobreNaNpolíticaNdoNPronatec,NaoNapontarNaspectosNqueNdirecionamNaN umaN avaliaçãoN políticaN dasN políticasN educacionais,N mesmoN semN utilizarN oN termoN deN avaliação,NquandoNoNautorNenfatizaNqueNoNsistemaNeducacionalNnãoNdeveNserNanalisadoNaN partirN dasN intençõesN declaradas.N AlémN disso,N apresentamN queN aN funçãoN doN EstadoN porN meioN daN políticaN educacionalN comN vistasN aoN atendimentoN dasN demandasN doN sistemaN ocupacionalNéNreferenteNàNmaterializaçãoNdaNqualificaçãoNdaNforçaNdoNtrabalhoNe/ouNcomN viésN ideológicoN deN fazerN acreditarN queN qualificaçãoN éN diretamenteN proporcionalN àN ocupaçãoNdeNdeterminadoNespaçoNnoNmercadoNdeNtrabalho,NentreNoutrasNquestões.NN

AoN discutirN sobreN aN relaçãoN doN sistemaN educacionalN comN oN sistemaN ocupacional,NOffeN(1990)NtrazNaNnecessidadeNdeNseNanalisarNasNfunçõesNsociaisNdoNsistemaN educacionalN paraN alémN dasN finalidadesN declaradasN pelaN Política,N considerandoN queN analisarN asN funçõesN doN sistemaN educacionalN porN meioN dasN intençõesN expostasN nosN documentosNdaNpolíticaNacarretariaNtrêsNfontesNdeNerro.NN

ON primeiroN deles,N paraN OffeN (1990),N consisteN noN perigoN deN queN oN grandeN númeroNdeNheterogêneasNfinalidadesNdaNpolíticaNpodeNlevarNaNapresentaçãoNarbitráriaNdoN pesquisador,N deN quaisN finalidadesN devemN serN vistasN comoN dominantes.N DessaN forma,N existeNumaNdiscrepânciaNentreNosNfinsNdeclaradosNeNosNcritériosNeNpontosNdeNvistaNqueNnaN realidadeNseNfazemNpresentesNnaNprática.N

ANsegundaNfonteNdeNerro,NseNaNpolíticaNforNanalisadaNsóNaNpartirNdasNintençõesN declaradas,N refere-seN àN determinaçãoN deN queN oN conjuntoN dasN funçõesN sociaisN deN umN subsistemaNsocialN(noNnossoNcaso,NoNsistemaNeducacional)NsóNpoderiaNapoiar-seNsobreNasN funçõesN porN eleN mesmoN indicadasN seN esteN subsistemaN dispusesseN deN umaN amplaN capacidadeN autônomaN deN atuação.N MesmoN queN oN aparelhoN educacionalN possuaN certaN autonomiaNemNrelaçãoNaosNdemaisNaparelhos,NnãoNháNdeNseNnegarNque,N comoNdemonstraN OffeN (1990),N asN funçõesN doN sistemaN educacional,N sãoN influenciadasN porN circunstânciasN queN nãoN sãoN levadasN emN contaN porN nenhumN dosN atoresN (professores,N especialistas,N gestoresN eN demaisN funcionáriosN ligadosN aoN ensino)N aoN estabeleceremN objetivosN ouN formularemN planos.N NaN verdadeN emN geral,N estasN condiçõesN agemN contraN asN finalidadesN declaradas11.N

EmN terceiroN lugar,N OffeN (1990)N assinalaN queN oN sistemaN educacionalN temN funçõesNsociaisNmaisNrelevantesNdoNqueNasNqueNsãoNconhecidasNeNque,NmesmoNaNformaNdaN aula,N independentementeN dosN conteúdosN eN dosN objetivosN daN aprendizagemN queN aN atravessam,N preencheN importantíssimasN funçõesN noN processoN deN socializaçãoN escolar.N Isso,N deN acordoN comN aN nossaN leitura,N reforçaN aN necessidadeN deN seN desvelarN asN intençõesN implícitasN daN políticaN educacional,N porN meioN deN umaN investigaçãoN amplaN doN contextoN social,NpolíticoNeNeconômicoNemNqueNsãoNformuladasNdeterminadasNpolíticasNeNprogramasN educacionais.NN

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NKuenzerN(2009)NdiscuteNNtambémN nessaNperspectiva,NquandoNassinalaNqueNaNpedagogiaNtoyotistaNtemNseN apropriadoN deN concepçõesN elaboradasN pelaN pedagogiaN socialista,N estabelecendo-seN umaN talN ambiguidadeN nosNdiscursosNeNnasNpráticasNqueNtemNlevadoNmuitosNaNacreditarNque,NNdianteNdasNnovasNdemandasNdoNcapitalN noNregimeNdeNacumulaçãoNflexível,NasNpolíticasNeNpropostasNpedagógicasNcontemplamNosNinteressesNdosNqueN vivemNdoNtrabalho.NDessaNmaneira,NéNnecessárioNumNolharNmaisNampliadoNacercaNdessasNquestões.N

FrenteN aN essasN questõesN queN nosN remetemN aN umaN avaliaçãoN políticaN doN sistemaN educacional,N OffeN (1990)N apreendeN oN cerneN daN análiseN orientadaN paraN aN compreensãoNdaNescola,NdaNuniversidadeNeNdaNeducaçãoNprofissionalNdentroNdaNsociedadeN globalN nãoN éN oN que,N nemN deN quemN partemN asN intençõesN queN orientamN oN sistemaN educacionalNeNsuaNreforma,NmasNqueNestruturasNeleNcriaNeNtransformaN–NeNaNqueNinteressesN eleN estáN abertoN eN porN quaisN interessesN permaneceN fechado.N ParaN tanto,N elucidaN tambémN queN aoN invésN daN soluçãoN deN problemas,N tratouN deN problematizaçãoN deN soluções,N destruiçãoN deN conhecimentosN aparentesN que,N comoN tais,N constituemN fundamentoN daN reflexãoNcientíficaNeNdaNpráxis,Npolítico-administrativa.NN ComoNformaNdeNdemonstrarNaNmaneiraNcomoNsãoNconstruídasNasNassociaçõesN entreNsistemaNeducacionalNeNsistemaNocupacional,NOffeN(1990)NcitaNJ.H.NVonNThunen,NnaN suaNobraN“ONEstadoNemNrelaçãoNàNagriculturaNeNàNeconomiaNnacionalN(1828)”N12,NquandoN esteNdizNqueN“tambémNentreNosNartesõesNumaNeducaçãoNmaisNlongaNmelhoraNsuaNatuaçãoN profissionalN(sic)”NeNqueNaN“aNmelhorNeducaçãoNdoNpovo,NmantidasNestáveisNasNcondiçõesN materiais,N provocaN aN elevaçãoN doN ingressoN daN populaçãoN semN instrução...”,N OffeN afirmaN queNfoiNaNpartirNdaíNqueNseNiniciavaNumNmodoNdeNpensarNqueNaindaNhojeNconstituiNaNbaseN tantoN deN textosN liberaisN quantoN deN escritosN marxistasN relativosN aoN planejamentoN educacionalNeNàNeconomiaNdaNeducaçãoN(OFFE,N1990,Np.14).N

PartindoN deN ThunenN (1828),N OffeN (1990)N afirmaN queN entenderN queN aN qualificaçãoNdaNforçaNdeNtrabalhoNéNimportanteNparaNaNprodutividade,NapresentaNumNcunhoN ideológicoN queN corroboraN paraN aN manutençãoN doN sistemaN capitalista,N constituindoN naN produçãoN doN sistemaN educacionalN funçõesN queN seN aliamN diretamenteN aoN sistemaN ocupacional,NqueNparaNnós,NcomNbaseNtambémNemNO’ConnorN(1977),NcorrespondemNtantoN àNfunçãoNdeNlegitimaçãoNquantoNàNdeNacumulaçãoNdoNcapitalNnoNEstadoNcapitalista.N

AcercaN dessaN teseN deN queN aN qualificaçãoN daN forçaN deN trabalhoN éN importanteN paraNaNprodutividade,N OffeN(1990)N afirmaNqueNelaNapoia-seN emNdoisNsupostosNempíricosN queN precisamN serN desmitificados.N N ON primeiroN dizN respeitoN aN determinadasN transformaçõesN daN demandaN doN sistemaN ocupacionalN queN sãoN subordinadasN aoN tipoN eN àN quantidadeN dasN exigênciasN feitasN àN forçaN deN trabalho.N EssasN transformações,N aoN ladoN daN demandaN doN mercadoN deN trabalho,N resultariaN deN umN deslocamentoN secularN entreN osN setoresN primários,N secundárioN eN terciárioN (agricultura,N construção,N indústriaN deN transformação,Nserviços)NemNfavorNdoNsetorNsecundárioNe,Nsobretudo,NdoNterciário.NDessaN

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maneira,N porN meioN dessaN suposiçãoN defende-seN queN determinadosN setoresN exigemN maisN qualificaçãoNprofissionalNqueNoutros.NNParaNOffeN(1990),Nentretanto,NnãoNháNestudosNqueN comprovemNessaNtese.N

AN segundaN suposiçãoN empíricaN queN fundamentaN asN interpretaçõesN teóricasN relativasNàNqualificaçãoNeNprodutividadeNnoNdesenvolvimentoNdoNsetorNeducacionalNpodeN serN resumidaN naN hipóteseN deN queN oN processoN deN educaçãoN formalN realmenteN conduzN àN produçãoNdaquelasNqualificações,Nque,NdeNformaNcrescente,NsãoNdemandadasNpeloNsistemaN ocupacional.N ConformeN OffeN (1990),N essaN suposiçãoN tambémN seN tornaN frágilN porqueN muitosN estudosN empíricosN têmN demonstradoN queN paradoxalmenteN oN queN temN ocorridoN éN umaN formaçãoN baseadaN naN generalidadeN eN nãoN voltadaN paraN umN conteúdoN específicoN deN umaNdeterminadaNprofissão.NAsNexigênciasNestariamNvoltadasNparaNumaNqualificaçãoNqueN seNapresentaNsobNasNsiglasNdeN“mobilidade”,N“disponibilidade”,N“educaçãoNpermanente”,N suprimindoN aN separaçãoN entreN aN demandaN eN aN utilizaçãoN dasN qualificações,N entreN aN aprendizagemNeNoNtrabalhoN(OFFE,N1990,Np.N21).N

OffeN (1990)N aindaN afirmaN queN sãoN absolutamenteN questionáveisN essasN suposiçõesNquandoNseNpensaNnoNqueNseNentende,NporNqualificaçãoNdaNforçaNdeNtrabalhoNeN comoN éN possívelN operacionalizá-la,N deN modoN aN poderN fazerN afirmaçõesN queN permitamN comparaçõesNtantoNsobreNoNnívelNdeNqualificaçãoN“necessário”NemNdiversosNperíodosNeNemN diferentesN etapasN doN desenvolvimentoN daN sociedadeN industrial,N masN tambémN sobreN oN nívelN deN qualificaçãoN deN diferentesN gruposN ouN indivíduosN queN trabalham.N ON autorN consideraN lamentávelN queN estasN questõesN sejamN respondidasN atravésN daN propostaN deN seN tomarN aN duraçãoN daN escolaridadeN ouN daN instruçãoN profissionalN formalN comoN indicadorN paraNaNqualificação,NouNseja,NdoNmedirNaNqualificaçãoNpeloNtempo.NN

EntendemosN queN OffeN (1990)N procuraN defender,N nesseN sentido,N queN nãoN háN umaNutilizaçãoNtãoNdiretaNdaNqualificaçãoNconteudísticaNparaNoNexercícioNdeNdeterminadaN funçãoN (qualificaçãoN profissionalN direta).N Todavia,N consideramosN contraditóriaN aN suaN argumentaçãoN deN queN nãoN háN umaN ligaçãoN diretaN entreN sistemaN educacionalN eN ocupacional,NpoisNeleNlevantaNcomoNpressuposto,NmesmoNsemNcitarNdiretamente,NqueNnoN modeloN deN acumulaçãoN flexívelN tem-seN outrasN demandasN deN qualificaçãoN (queN seriamN essasNjáNcitadasNdeN“mobilidade”,N“disponibilidade”NeN“educaçãoNpermanente”).NN

AchamosN interessanteN OffeN (1990)N tentarN desmitificarN queN qualificaçãoN daN forçaNdeNtrabalhoNnãoNimplicaNdiretamenteNnaNprodutividade,NporNentendermosNqueNcomN essaN teseN eleN tentouN demonstrarN maisN oN caráterN ideológicoN assumidoN pelaN políticaN deN educação,N doN queN umaN realidadeN maisN materializadaN daN funçãoN daN educaçãoN paraN aN

manutençãoNdoNcapitalismo,NcomNaNideiaNdeNqueNaNqualificaçãoNtemNresultadosNdiretosNnaN produtividade.NEmNalgumaNmedida,NdiríamosNqueNosNdesenvolvimentosNdeNsuasNanálisesN acabaram,N peloN menosN nesseN caso,N porN fortalecerN osN supostosN empíricosN queN eleN tentouN derrubarN(sobretudoNaoNatacarNoNNúltimoNsupostoNempírico).NNN

NoN casoN daN nossaN investigaçãoN sobreN oN Pronatec,N refletimosN tambémN queN essaNéNumaNdiscussãoNrelevanteNaNserNtratada,NtomandoNporNbaseNqueNosNcursosNvoltadosN paraN aN classeN trabalhadora,N aquelesN compreendidosN comoN deN formaçãoN inicialN eN continuadaN (FIC),N apresentam-seN comN aN propostaN oficialN deN qualificarN osN trabalhadoresN paraNoNexercícioNdeNdeterminadasNfunçõesNnaNsociedadeNnumNtempoNbastanteNcurtoN(entreN trêsNaNquatroNmesesNdeNduração).NDessaNmaneira,NháNdeNseNanalisarNcomoNumNcursoNdeNtãoN poucoN tempoN éN capazN deN contribuirN paraN umaN formaçãoN queN incidiráN naN produtividade?N AlémN disso,N comoN umN cursoN deN trêsN ouN quatroN meses,N frenteN àsN novasN exigênciasN doN modoN deN produçãoN flexível,N temN condiçõesN deN ofertarN umaN formaçãoN queN garantaN aN polivalência,NouNnosNtermosNdeNOffe,N“umNaltoNnívelNdeNgeneralidade”13?NN

PorNtudoNisso,NafirmamosNqueNoNlegadoNmaisNlatenteNqueNficaNdessaNdiscussãoN deN OffeN (1990)N éN queN aN políticaN educacionalN (nosN termosN deN Althusser,N oN aparelhoN ideológicoNeducacional)NassumeNfunçõesNmaisNamplasNe,NmuitasNvezes,Ndiferentes,NdoNqueN asNqueNcomumenteNsãoNdivulgadasNeNformalmenteNregistradas.NN

NaN mesmaN tentativaN deN demonstrarN comoN oN sistemaN educacionalN consolidaN suasNfunçõesNvoltadasNparaNoNsistemaNocupacional,NOffeN(1990)NasseveraNqueNaNeconomiaN daN educaçãoN procuraN esclarecerN determinadoN nívelN deN rendaN ouN deN crescimentoN atravésN dosN efeitosN doN sistemaN educacional.N SendoN assim,N oN planejamentoN educacionalN tentaN atuarN sobreN oN nívelN deN rendaN existenteN ouN doN crescimentoN econômico,N vinculando-se,N dessaNforma,NoNsistemaNeducacionalNaoNsistemaNocupacional.NN

PorN outroN lado,N mesmoN tendoN essaN disponibilidadeN diretaN deN oN sistemaN educacionalNatuarNemNprolNdoNsistemaNocupacional,NoNcitadoNteóricoNafirmaNqueNaNpolíticaN educacionalNeNoNsistemaNdeNeducaçãoNpodemNoferecerNumaNqualificaçãoNdaNcapacidadeNdeN trabalhoN socialN adequadoN àN demandaN doN mercadoN apenasN seN (e,N segundoN Offe,N mesmoN semNtotalNcredibilidade)NnãoNtransformamNestasNfunçõesNemNseusNmotivosNprincipais.N

DessaNforma,NéNimprescindívelNparaNprópriaNmanutençãoNdoNcapitalismoNqueN oN planejamentoN daN políticaN educacionalN sejaN sensívelN àN problemáticaN social,N assumindoN critériosNeNobjetivosNpróprios,NoNqueNvaiNfazerNcomNqueNoNaparelhoNeducacionalNsejaNumN

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dosN aparelhosN ideológicosN queN maisN possuiN autonomia.N Isso,N comN aN intençãoN deN poderN atenderNàsNexigênciasNeconômicasNdoNsistemaNocupacionalNcomoNumaNentreNsuasNmuitasN funções.NTodavia,NOffeN(1990)NressaltaNqueNapesarNdessaNautonomiaNrelativa,NnãoNexisteN motivoN paraN afirmarN queN aN políticaN educacionalN tenhaN absolutaN liberdadeN paraN decidirN arbitrariamenteN aN respeitoN daN suaN expansãoN quantitativaN ouN dosN esforçosN noN sentidoN daN reformaNqualitativo-curricular.NEmNoutrasNpalavras,NideologicamenteNéNinteressanteNqueNaN políticaNeducacionalNpossaNdefinirNcritériosNpróprios,NcomoNformaNdeNocultarNasNintençõesN diretasNdeNmanutençãoNdaNdominaçãoNcapitalista.NN

EntendemosN maisN umaN vezN queN essaN problematizaçãoN deN OffeN (1990)N nosN trazNreflexõesNimprescindíveisNparaNumaNavaliaçãoNpolíticaNdoNPronatec,NaoNpassoNqueNoN Programa,N mesmoN apresentandoN comoN objetivoN explícitoN eN oficialN contribuirN paraN oN desenvolvimentoN econômicoN doN país,N tambémN denotaN algumaN preocupaçãoN naN perspectivaN daN inclusãoN socialN eN deN elementosN mínimosN doN exercícioN daN cidadania.N Contudo,N paraN nós,N oN queN nosN instigaN aN reflexãoN éN quaisN sãoN asN intençõesN reaisN doN Programa,N considerandoN queN cursosN deN curtaN duraçãoN nãoN cumpremN essesN objetivos.N Assim,N instigou-nosN aN desvelarN osN objetivosN eN teoriaN implícitosN doN Pronatec,N comoN tambémNaNideologiaNqueNalicerçaNoNprograma.N

OutraNdiscussãoNimportanteNlevantadaNporNOffeN(1990)NparaNaNnossaNpesquisaN éNaNdoNprocessoNdeNqualificaçãoNdaNforçaNdeNtrabalhoNvoltadoNparaNadaptaçãoNnormativaNaN determinadasN“relaçõesNdeNprodução”NeNnãoNNmaisNcomNumaNNqualificaçãoNconteudísticaN daN forçaN deN trabalhoN deN modoN aN torná-laN “forçaN produtiva”,N eN queN OffeN denominaN deN “estabilizaçãoNpreventiva”.NEssaNadaptação,NnoNnossoNentendimento,NaNpartirNdeNAthusserN (1985),N estariaN maisN voltadaN paraN oN “adestramento”N daN forçaN deN trabalhoN aN situaçãoN deN dominaçãoN (funçãoN ideológicaN daN educação).N CompreendemosN queN esseN entendimentoN temN relevânciaN paraN oN nossoN estudoN porN considerarmosN queN oN PronatecN apresenta-seN muitoNmaisNligadoNaNumaNpolíticaNdeNlegitimaçãoNdaNordemNdeNdominaçãoNcapitalistaNdoN queN comoN umN programaN queN seN propõeN aN qualificarN deN formaN conteudísticaN aN forçaN deN trabalho.NN

OffeN (1990),N aN respeitoN doN EstadoN Capitalista,N descreveN queN eleN sóN possuiN legitimidadeNeNsóNpodeNexercerNumNmonopólioNadministrativoNdeNcredibilidadeNporNmeioN daNutilizaçãoNdoNprincípioNdaNigualdadeNformalNdeNtodosNosNcidadãos,NlograndoNconquistarN oNapoioNeNreconhecimentoNdaNsociedade,NouNseja,NseNapresentaNcomoN“instânciaNneutra”,N comoN procuradorN deN umaN “patologiaN social”N emN relaçãoN àsN contradiçõesN deN gruposN eN classes.N Assim,N porN meioN daN políticaN educacionalN oN EstadoN CapitalistaN procuraN seN

legitimarN disseminandoN aN ideiaN deN queN aN partirN doN sistemaN escolarN éN possívelN corrigirN aN desigualdadesNsociaisNeNcabeNaoNEstado,NcomoN“instânciaNneutra”,NrepartirNasN“chancesNdeN vida”,NcabendoNaosNsujeitosNindividualmenteNaNsuaNascensãoNsocial,Nocultando,Nportanto,N oNcaráterNdeNdominaçãoNcapitalista.N

DianteN dessasN hipóteses,N OffeN (1990)N ressaltaN queN seN elasN puderemN serN testadasNeNcomprovadasNháNdeNseNafirmarNqueNaNpolíticaNeducacionalNrealmenteNpreencheN umaNfunçãoNideológica.NTambémNadverteNqueNnãoNseNdeveNesperarNqueNumaNtalNestratégiaN paraNlograrNlegitimaçãoNpossaNserNlevadaNaNefeitoNsemNcontradiçõesNeNproblemas.NNesseN caso,NoNqueNseNentendeNéNqueNoNsistemaNeducacional,NmesmoNdesempenhandoNumaNfunçãoN ideológica,N podeN serN queN emN algumasN situaçõesN contribuaN paraN umaN formaçãoN numaN perspectivaN daN emancipaçãoN social.N EN procuramosN atentarN paraN esseN aspectoN naN nossaN avaliaçãoNpolítica.NN

OutroNpontoNrelevanteNdescritoNporNOffeN(1990)NdizNrespeitoNaoNcrescimentoN dasN funçõesN doN Estado,N umaN vezN que,N segundoN ele,N asN escolasN profissionaisN assumemN umaNfunçãoNqueNantesNestavamNvoltadasNparaNasNempresas.NNesseNcontexto,NoNprocessoNdeN aprendizagemNantesNrealizadoNnaNprópriaNunidadeNdeNproduçãoNapareceNaosNempresáriosN individuaisN comoN demasiadoN dispendiosoN ouN comoN demasiadoN ineficienteN emN seusN resultados,N sendoN porN issoN aN educaçãoN profissionalN crescentementeN “entregue”N aN instituiçõesNdeNeducaçãoNformalNeNgovernamental.NN

AlémNdisso,NoNsistemaNdeNeducaçãoNformalNpreencheNfunçõesNsubstitutivasNnaN medidaN emN queN assumeN aN organizaçãoN institucionalN daN forçaN deN trabalhoN queN nãoN foiN assimiladaN peloN sistemaN ocupacional;N substitui,N portanto,N asN tarefasN organizacionaisN daN esperaNdoNpróprioNtrabalhoNprofissional.NEsseNaspectoNpodeNserNreferenciadoNtambémNnumN textoN queN jáN foiN citadoN anteriormente,N deN autoriaN doN próprioN OffeN eN LenhardtN (1984),N quandoN apresentamN comoN funçãoN doN EstadoN nasN políticasN públicasN tornarN aN forçaN deN trabalhoN deN “proletariadoN passivo”N paraN “proletariadoN ativo”,N mantendoN oN percentualN necessárioN deN “proletariadoN passivo”.N DessaN feita,N podemosN tambémN pressuporN queN oN Pronatec,N igualmente,N assumeN esseN caráter,N entretanto,N mesmoN funcionandoN comoN umN programaNqueNbuscaNcontribuirNparaN aNlegitimaçãoNdoNEstadoNcapitalista,N serveNtambémN paraNmanterNoNequilíbrioNentreN“proletariadoNpassivo”NeN“proletariadoNativo”.N

DianteN dosN referenciaisN aquiN discutidos,N consideramosN pertinenteN elaborarN umNquadroNdasNprincipaisNteoriasNapresentadasNcomoNformaNdeNsubsidiarNaNanáliseNsobreNaN educaçãoN profissionalN noN BrasilN (nossosN próximosN tópicos),N comoN tambémN paraN

dinamizarN noN momentoN daN nossaN avaliaçãoN políticaN doN Pronatec,N vejamos,N então,N emN seguida:N N N N N N

Quadro 3: ReferenciaisNteóricosNparaNaNavaliaçãoNpolíticaNdoNPRONATECNnaNdiscussãoNsobreNEstadoNeNaNpolíticaNdeNeducação

TEÓRICO(S) IDEIAS PRINCIPAIS PARA A PESQUISA INFERÊNCIAS EM RELAÇÃO AO PRONATEC

N

POULANTZASN (1971,N1975,N

1977,N2000)N

-N ConceitoN deN hegemoniaN aN partirN deN GramsciN (constituiçãoN políticaN daN classeN dominante):NdominaçãoNparticularNdeNumaNdasNclassesNouNfraçõesNdominantes;N -N ConceitoN deN ideologia:N matériaN deN coesãoN dosN diversosN níveisN deN práticaN eN estruturaN sociais;N IdeologicamenteN oN EstadoN seN apresentaN comoN defensorN dosN interessesNgerais;N

-N ON EstadoN capitalistaN éN entendidoN comoN umaN condensaçãoN deN umaN relaçãoN deN forças;NN

-N SituamosN algumasN alteraçõesN naN políticaN doN PRONATECN (substituiçõesN deN legislações)N comoN frutoN desseN processoN deN condensaçãoNdeNrelaçãoNdeNforças,NemNqueNoNEstadoNpassaNaNatenderN algumasNdemandasNdaNclasseNtrabalhadora;N N ALTHUSSERN (1985)N -NONEstadoNcapitalistaNapresentaNcomoNumaNdeNsuasNfunçõesNaNcoesãoNparaNgarantirN asNcondiçõesNparaNaNreproduçãoNcapitalista;N

-AparelhoNideológicoNescolarNcomoN mecanismoNdeN sujeiçãoNeNcomoN umNconjuntoN deNpráticasNnecessáriasNaNreproduçãoNdasNrelaçõesNdeNprodução;N

-N EntendemosN queN oN PRONATECN apresentaN umN lugarN paraN reproduçãoNdasNforçasNprodutivas,NqueNcolaboraNparaNaNmanutençãoN daN dominaçãoN capitalistaN eN oN discursoN construídoN deN queN quantoN maisN oN sujeitoN seN qualificaN profissionalmenteN maisN possibilidadesN eleNtemNdeNascensãoNsocial,NfazNparteNdeNumaNconstruçãoNideológicaN paraNocultarNoNprocessoNdeNdominaçãoNcapitalista.N

O’CONNORN (1977)N

-NONEstadoNcapitalistaNteriaNduasNfunçõesNbásicas:NacumulaçãoN(criarNasNcondiçõesN favoráveisN paraN aN reproduçãoN doN capital)N eN legitimaçãoN (reproduçãoN daN forçaN deN trabalho,N inclusiveN noN sentidoN deN fazerN comN queN eleN reconheçaN oN seuN lugarN naN divisãoNsocialNeNtécnicaNdoNtrabalho;N

-N LevantamosN comoN hipóteseN queN oN PRONATECN apresenta-seN comoN umaN políticaN queN temN funçãoN principalN deN contribuirN paraN aN legitimaçãoN doN EstadoN Capitalista,N semN deixarN deN agirN tambémN naN funçãoNdeNacumulação.N

CLAUSNOFFENeN LENHARDTN

(1984)N

-NAbordagemNdeNpolíticaNsocialNcomoNaNformaNpelaNqualNoNEstadoNtentaNresolverNoN problemaN daN transformaçãoN duradouraN deN trabalhoN nãoN assalariadoN emN trabalhoN assalariado;N

-NConceitoNdeNproletarizaçãoNpassivaNeNativaNeNnecessidadeNdeNequilíbrioNentreNeles;N

-N ON PRONATECN caminhaN naN direçãoN deN tornarN aN proletarizaçãoN “passiva”NemN“ativa”,NentretantoNnumaNmedidaNbemNinferiorNaNqueNseN propõeNaNexercerNaNfunçãoNdeNlegitimação.N CLAUSNOFFEN (1990)N -NecessidadeNdeNanalisarNasNfunçõesNsociaisNdoNsistemaNeducacionalNparaNalémNdasN finalidadesNdeclaradasNpelaNPolítica;N

-ON SistemaN educacionalN precisaN definirN critériosN deN relevânciaN eN objetivosN próprios,NaNfimNdeNpoderNatenderNàsNexigênciasNeconômicasNdoNsistemaNocupacionalN comoNumaNentreNsuasNmuitasNfunções.NN

-AN “InstânciaN neutra”N doN EstadoN comoN formaN deN legitimarN N aN “igualdadeN deN condições”;NN

-N ON PRONATECN assumeN funçõesN maisN amplasN doN queN asN queN comumenteNsãoNdivulgadasNeNformalmenteNregistradas.NN

N

AN partirN dasN discussõesN apresentadasN eN resumidasN noN quadroN anterior,N procuramosN analisarN aN formaN comoN EstadoN temN implementadoN aN políticaN deN educaçãoN profissionalN eN asN respectivasN influências.N N TentamosN enxergarN oN papelN doN EstadoN capitalistaN brasileiroN frenteN àsN demandasN doN capitalismoN eN oN processoN deN correlaçãoN deN forçasNqueNinstiga,NemNalgunsNmomentos,NpolíticasNpúblicas,NqueNemNcertaNmedidaNatentaN paraN asN necessidadesN daN classeN trabalhadoraN eN porN outroN ladoN tambémN acabaN servindoN paraNlegitimarNesseNmesmoNEstado.N

N

3.2 ON CONTEÚDON DAN POLÍTICAN DEN EDUCAÇÃON PROFISSIONALN NON

Benzer Belgeler