Kadıköy Üsküdar
Harita 1 - Ankara'nın Konumu
Os resultados do projeto foram positivos para os seus objetivos, onde cada protótipo que foi elaborado apresentou boa funcionalidade na aquisição em tempo real dos dados atmosféricos (temperatura, umidade relativa do ar e ventos), de forma a se determinar a sensação térmica do ambiente amostrado, além das particularidades dessas grandezas nos locais de aplicação dos protótipos.
Com relação aos gastos monetários para a construção do protótipo, teve-se um custo muito baixo em comparação à um equipamento comercial, gerando uma economia em torno de R$ 7.300 reais. Mediante a esse aspecto, o desenvolvimento de estudos ambientais pode ser facilitado.
O protótipo pode ser utilizado em outras aplicações envolvendo a climatologia em espaços urbanos, o que proporciona um conhecimento de suas potencialidades e limitações, em aplicações futuras. Melhorias no protótipo podem ser realizadas, como por exemplo, uma autonomia energética, de forma a facilitar o seu uso nessas aplicações.
Diante dos resultados da aplicação do protótipo, em locais distintos da cidade de Fortaleza, os dois índices utilizados na determinação da sensação térmica, apontaram níveis de desconforto em todos os pontos amostrados, apresentando uma maior intensidade no período diurno. É importante ressaltar a necessidade de outras abordagens que complementem tais resultados e que possam identificar outros fatores, os quais interfiram nas condições climáticas de cada local.
É fundamental evidenciarmos que os resultados desta pesquisa são indicativos e não conclusivos, portanto fazem-se necessários novos estudos e aplicações para que as
conclusões definitivas possam ser formadas acerca da sensação térmica na cidade de Fortaleza. Com os resultados obtidos, pretende-se contribuir como fonte de dados a respeito dessa temática, uma vez que fatores naturais e antrópicos influenciam em sua determinação.
Apesar das pesquisas acerca da sensação térmica, terem se desenvolvido à décadas em vários países, ainda há poucos estudos no Brasil, principalmente com a utilização de índices, para determinação da sensação térmica. Os poucos estudos que existem, devido às disparidades de cada região do país, acabam dificultando abordagens comparativas.
De modo geral, faz-se necessário desenvolver estratégias de planejamento para a cidade de Fortaleza, de modo que os níveis de desconforto não sejam acentuados com o passar dos anos e venham a interferir ainda mais no bem estar dos indivíduos, assim como na qualidade ambiental.
REFERÊNCIAS
ABREU, L. V.; LABAKI, L. C. Conforto térmico propiciado por algumas espécies arbóreas: avaliação do raio de influência através de diferentes índices de conforto. ANTAC, Porto Alegre, v. 10, n. 4, p. 103-117, 2010.
ALÉ, J. A. V.; SIMIONI, G. S.; HACK, P. S. Importância da calibração de anemômetros nos empreendimentos eólicos In: Congresso Internacional de Metrologia Mecânica - CIMMEC, 1, 2008, Rio de Janeiro, Anais... Rio de Janeiro, 2008.
ALVIM, G. P. Projeto e construção de uma estação meteorológica aplicada a uma embarcação teleoperada. 2016. 129 f. Monografia (Graduação em engenharia elétrica) – Faculdade de engenharia, Universidade do estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016. AOSONG. Temperature and humidity module. AM2302 product manual, Aosong Electronics, Guangzhou. China. 10 p. 2013. Datasheet. Disponível em: <
http://akizukidenshi.com/download/ds/aosong/AM2302.pdf>. Acesso em: 27 dez. 2016. ASSIS, E. S. Aplicações da climatologia urbana no planejamento da cidade: revisão dos estudos brasileiros. Revista de Arquitetura e Urbanismo, v. 9, p. 20-25, 2007.
ATMEL. Atmel 8-bit microcontroler with 4/8/16/32 Kbytes in-sytem programmable flash. Estados Unidos. 651 p. 2015. Datasheet. Disponível em: <
http://www.atmel.com/images/atmel-8271-8-bit-avr-microcontroller-atmega48a-48pa-88a- 88pa-168a-168pa-328-328p_datasheet_complete.pdf>. Acesso em: 28 dez. 2016.
BANZI, Massimo. Getting Started with Arduino. 2. ed. USA: O’Reilly Media, 2011, 128 p. BARAÚNA DOS SANTOS, J.; AMORIM, R. F. C. ; CAVALCANTE, L. P. A. Análise do conforto térmico humano no município de Arapiraca - Alagoas, utilizando Software MATLAB. Revista Brasileira de Geografia Física. Recife, PE. Edição especial, v.7, n. 5, p. 939–948, 2014.
BELDING, H.; HATCH, T. Index for evaluating heat stress in terms of resulting physiological strain. Heating, Piping, Air Conditioning, v.27, n. 8, p. 129-42, 1955. BORGES, G. A. et al. Desenvolvimento com microcontroladores Atmel AVR. Brasília , DF. 38 p. 2008. Disponível em: <https://lara.unb.br/~gaborges/recursos/notas/nt.avr.pdf>. Acesso em: 20 nov. 2016.
BRAGA, N. C. Como funciona o Reed-Switches (MEC089). 2014. Disponível em: < http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/como-funciona/3860-mec089>. Acesso em: 28 dez. 2016.
DUARTE, D. H. S. Padrões de ocupação do solo e microclimas urbanos na região de clima tropical continental. 2000. 278 f. Tese (Doutorado em Arquitetura) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo. 2000.
FANGER, P. O. Thermal Comfort: Analysis and Applications in Environmental Engineering, Copenhagen: Danish Technical Press. 1970.
FIELD, A. P. Descobrindo a estatística usando o SPSS. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 688p.
FUNDAÇÃO CEARENSE DE METEOROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS – FUNCEME. Glossário Técnico. Fortaleza. Ceará. 2014. Disponível em: <
http://www.funceme.br/index.php/component/glossary/Gloss%C3%A1rio- 3/page,13/?Itemid=0>. Acesso em: 15 nov. 2016.
GILES, B. D.; Balafoutis, C. H. The Greek heatwaves of 1987 and 1988. International Journal of Climatology, v.10, p.505–517, 1990.
GIVONI, B. Man, climate and architecture. New York: J. Wiley & Sons, 1969.
GOBO, J. P. A.; GALVANI, E. Aplicação do Índice de Temperatura Efetiva com Vento (TEv) nos estudos de conforto térmico para o estado do Rio Grande do Sul. Revista GeoNorte, v. 3, n. 8, p. 403-413, 2012.
HONJO, T. Thermal comfort in outdoor environment. Global environmental research. Japão: AIRIES, v. 13, p 43-47, 2009.
HOUGHTEN, F. C.; YAGLOU, C. P. Determining lines of equal comfort. ASHVE Transaction, v. 29, n. 4, p.163-176, 1923.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE. Informações completas sobre Fortaleza. 2010. Disponível em:
<http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=230440&search=ceara|fortaleza|i nfograficos:-informacoes-completas>. Acesso em: 29 nov. 2016.
INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE. Perfil básico municipal de Fortaleza. 2015. Disponível em:
<http://www.ipece.ce.gov.br/perfil_basico_municipal/2015/Fortaleza.pdf>. Acesso em: 10 jan. 2017.
JOHANSSON, E. et al. Instruments and methods in outdoor thermal comfort studies – The need for standardization. In: ICUC8: The 8th International Conference on Urban Climate and the 10th Symposium on the Urban Environment, 8., 10., 2014. Dublin, Ireland. Urban Climate, Dublin: Elsevier. v. 10, p. 346-366, 2014.
LITTLE, M. Low-cost wind datalloger. 2014. Disponível em: <http://www.re-
innovation.co.uk/web12/index.php/en/projects/wind-datalogger>. Acesso em: 25 dez. 2016. LOMBARDO, M. A. Análise das mudanças climáticas das metrópoles: o exemplo de São Paulo e Lisboa. In: Silvia Ap. Ortigoza; Ana Tereza C. Cortez. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socio-ambientais no espaço urbano. 1. ed. Rio Claro: Unesp (Cultura Acadêmica), v. 1, p. 112-147, 2009.
MASTERTON, J. M.; RICHARDSON, F. A. Humidex: a method of quantifying human discomfort due to excessive heat and humidity. In: Environment Canada: CLI 1-79. Ontario, Downsview: Atmospheric Environment Service, 1979.
MAXIM INTEGRATED. DS1307: 64 x 8, Serial, I2C Real-Time Clock. Maxim Integrated Products.14 p. 2015. Datasheet. Disponível em: <
https://datasheets.maximintegrated.com/en/ds/DS1307.pdf>. Acesso em: 10 dez. 2016. MAYER, H.; HOPPE, P. Thermal comfort of man in diferent urban environments. In: Theoretical and Applied Climatology. [Munique]: Springer-Verlag, p. 43-49, 1987.
MENON, M. G. K. O papel da ciência no desenvolvimento sustentável. Estud. av. v.6, n.15, p. 123-127, 1992.
MIRANDA, R. A.C.; PEREIRA, F. R. Desenvolvimento de plataforma para monitoramento “automatizado” de dados termo-pluviométricos. Geosul, Florianópolis, v. 26, n. 52, p 129- 144, 2011.
MISSENARD, A. Equivalences thermiques dês ambiences; equivalences de passage; equivalences de sejour. Chaleurs et Industrie, Juillet-Août, 1948.
MOURA, M. O. ; SALES, M. C. L. ; ZANELLA, M. E. . Ilhas térmicas na cidade de Fortaleza/CE. Boletim Goiano de Geografia, v.28, n. 2, p. 33-44, 2008.
MONK, S. Programação Arduino: começando com sketches. Porto Alegre: Bookman, 160 p, 2013.
MONTEIRO, L. M.; ALUCCI , M. P. Questões teóricas de conforto térmico em espaços abertos: consideração histórica, discussão do estado da arte e proposição de classificação de modelos. Ambiente Construído, Porto Alegre, v.7, n. 3, p. 43-58, 2007.
NIKOLOPOULOU, M. Designing open spaces in the urban environment: a bioclimatic approach. Centre for Renewable Energy Sources – CRES. Department of Buildings: Greece. 2004. Disponível em: <
http://www.cres.gr/kape/education/1.design_guidelines_en.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2017. OLIVEIRA et al. Conforto térmico em praças na cidade de Natal/RN: Um diagnóstico
psicofísico usando modelos de ITU E CHILL. Revista Interface, [S.1.]: Porto Nacional, v. 3, n.3, p. 77-88, 2006. Disponível em:
<https://sistemas2.uft.edu.br:8004/index.php/interface/article/view/347>. Acesso em: 15 dez. 2016.
PALMIERI, A. M. et al. Sistema automatizado para coleta de dados de umidade relativa e temperatura do ar. Engenharia Agrícola, Jaboticabal, v. 34, n. 4, p.636-648, 2014.
Disponível em: < http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69162014000400004>. Acesso em: 04 dez. 2016.
REBOUÇAS FILHO, P. P. Microcontroladores PIC: linguagem C utilizando CCS para leigos. Maracanaú: [s.n.], 209 p, 2013.
REPELLI, C.A. et al. Sensação Térmica para Fortaleza - CE. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE METEOROLOGIA. 1998, Brasília-DF. Anais... Brasília, 1998.
REZENDE, S. M. Materiais e dispositivos eletrônicos. 3. ed. São Paulo: Livraria da Física, 440 p, 2014.
ROCHA. C. A. Pressão sonora, sensação térmica, poluição do ar e seus riscos associados como indicadores da qualidade ambiental em áreas usadas para esporte e lazer –
Fortaleza, CE. 2014. 76 f. Monografia (Bacharelado em Ciências Ambientais) – Instituto de Ciências do Mar (Labomar) , Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. 2014.
SAMPAIO, C. A. de P.; ULLMAN, M. N.; CAMARGO, M. Desenvolvimento e avaliação de anemômetro de copos de fácil construção e operação. Rev. Ciênc. Agron., Lages,v.4, n.1, p. 11-16, out. 2005.
SANCHEZ TORRECILLA, J. R. Sistema de monitorición y telegestión remota basado en Arduino para Smart Buildings. 2014. 55 p. Monografia (Grado en Ing. Sist . de Telecom. , Sonido e Imagen). Universidad Politecnica de Valencia, Gandia, 2014. Disponível em: < http://hdl.handle.net/10251/47319 >. Acesso em: 15 dez. 2016.
SANTOS, A. A. M.; AMORIM, H. S.; DERECZYNSKI, C. P. Investigação do fenômeno ilha de calor urbana através da utilização da placa Arduino e de um sítio oficial de meteorologia. Rev. Bras. Ensino Fís., v. 39, n.1, 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/1806- 9126-RBEF-2016-0143>. Acessado em: 25 jan. 2017.
SANTOS, J. S. et al. Análise das condições do conforto térmico em ambiente urbano:
Estudo de caso em campus universitário. Revista Brasileira de Geografia Física: Paraíba v. 4, n. 2, p. 336 – 353, 2011.
SILVA, C. F. e. Caminhos bioclimáticos: desempenho ambiental de vias públicas na cidade de Teresina – PI. 2009. 140 f. Dissertação (Mestrado em arquitetura e urbanismo) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília, Brasília, 2009.
SILVA, Í. S. L; KASCHNY, J. R. A. Aplicações de dispositivos I2C em sistemas microcontrolados. 2012. Disponível em:
<http://physika.info/physika/documents/Itallo2012.pdf>. Acesso em: 16 dez. 2016.
SILVA, F. T.; SCARIONE, P.; ALVAREZ, C. E. A influência da rugosidade e porosidade da tipologia urbana na ventilação em área litorânea e a percepção de conforto do transeunte. In: XIV ENTAC - Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído, 2012, Juiz de Fora. Anais... Juiz de Fora: UFES, p. 731-736, 2012.
carbonílicos e btex em postos de gasolina na cidade de Fortaleza-CE. 212 f. Tese (Doutorado em Engenharia Civil-Saneamento Ambiental) - Departamento de
Engenharia Hidráulica e Ambiental, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2011.
SOUSA FILHO, M. R. P.; SALES, M. C. L. Estudo do comportamento dos ventos na cidade de Fortaleza nos últimos trinta e cinco anos: 1974 - 2009 (resultados preliminares). In: XVI Encontro Nacional de Geógrafos, 2010, Porto Alegre. Anais... Porto Alegre, 2010.
SUPING, Z.; GUANGLIN, M.; YANWEN, W.; JI, L. Study of the relationships between weather conditions and the marathon race, and of meteorotropic effects on distance runners. Int. J.Biometeorol., v. 36, p. 63-8, 1992.
THOM, E. C. The discomfort index. Weatherwise, Washington, v.12, n. 2, p.57–60, 1959. TRENTIN, M. P. Data-logger SD/MMC com Arduino. 2011. Disponível em: <
http://www.paulotrentin.com.br/eletronica/data-logger-sdmmc-com-arduino/>. Acesso em: 12 dez. 2016.
UM10204. I2C-bus specification and user manual. 64 p. 2014. Datasheet. Disponível em: <http://www.nxp.com/documents/user_manual/UM10204.pdf>. Acesso em: 16 dez. 2016. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÀ. Guia de normalização de trabalho acadêmicos da Universidade Federal Ceará. Ceará: Biblioteca Universitária, 173 p. 2013.
VERNON, H. M.; WARNER, C. G. The influence of the humidity of the air on capacity for work at high temperatures. J. Hyg., v. 32, p. 431–462, 1932.
GLOSSÁRIO
Arduino: é uma tecnologia desenvolvida no Ivrea Interction Design Institute, na Itália, onde um de seus fundadores é o Massimo Banzi. Quando se fala de Arduino deve considerar que envolve três aspectos: plataformas de prototipagem; linguagem de programação; e um software de compilação.
Arquitetura RISC: (Reduction Instruction Ser Computer) é uma arquitetura utilizada em dispositivos eletrônicos (ex.: microcontroladores), que apresenta como característica a “rapidez” no processamento das informações.
Barramento: refere-se às vias de transmissão de dados e informações nos sistemas computacionais e dispositivos eletrônicos.
Bit: é a contração de “binary digit” (dígito binário), esse sistema representa dois estados em circuitos eletrônicos: ligado (1) ou desligado (0). A combinação desses números pode ser usada para representar quantidade de transmissão de dados, armazenamento de dispositivos, pacotes de informações, entre outras “condições” no meio eletrônico e digital.
Capacitância: característica de armazenar cargas elétricas.
Capacitor: componente eletrônico, que tem como característica armazenamento de carga elétrica na forma de campo eletrostático, o qual se mantém por determinado período. Nos circuitos eletrônicos podem desempenhar diversas funções, dentre elas podem servir como filtro na passagem de corrente elétrica, evitando que variações danifiquem os circuitos. Compilador: é o programa que converte o código escrito em determinada linguagem de
programação, para a linguagem que sistemas computacionais reconhecem.
Conversor analógico-digital: é um periférico presente nos microcontroladores, onde é realizada conversão do valor de tensão em valores digitais, nos MCU há pinos específicos onde realizam a conversão.
Corrente elétrica: deslocamento de cargas elétricas dentro de algum condutor, devido a diferença de potencial existente no circuito.
Diodo: dispositivo semicondutor de dois terminais, que deixa a corrente elétrica “fluir” em um só sentido.
Função: em programação, esse termo pode ser entendido como uma instrução ou comando que executa determinada ação. Também pode ser utilizado para se referir a um bloco de comandos ou instruções criados por programadores, que executa um conjunto de ações.
Hertz: é a unidade de medida, utilizada para representar a quantidade de ocorrência de algum evento, representado pelas letras “Hz”.
Integrated Development Enviroment (IDE): traduzindo significa Ambiente de Desenvolvimento Integrado, e refere-se a um software que detém ferramentas, editores e compiladores empregados no desenvolvimento de aplicativos e códigos de programação, ou seja, é na IDE que o código de programação é construído, portanto não confundir com o termo linguagem de programação.
Java: é uma linguagem de programação e uma plataforma computacional, utilizada para a construção de programas, páginas na internet e ambiente de alguns softwares.
LED: (Light Emitting Diode) é um diodo emissor de luz, presente em circuitos eletrônicos, servindo para indicar o funcionamento de circuitos, sinais de alerta, transmissão de dados, entre outros propósitos.
Linguagem de programação: é um conjunto de instruções e comandos, que são utilizados no desenvolvimento de um programa.
Memória Flash: é um tipo de memória não volátil, é um marco no desenvolvimento para dispositivos compactos (Ex.: cartões de memória).
Memória EEPROM: (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory) é um tipo de memória não volátil de somente leitura, onde os registros nela contidos só podem ser apagados por meio de pulsos elétricos e luz ultra-violeta.
Memória RAM: (Random Acess Memory) é um tipo de memória volátil (temporário) presente em alguns dispositivos eletrônicos, que possibilita tanto escrita quanto leitura de dados, quando o dispositivo é desligado, os dados presentes na RAM são apagados.
Módulo: nesse trabalho, refere-se às placas com componentes eletrônicos.
Ohm: é a unidade que expressa resistência à passagem da corrente elétrica, sendo representada pela letra grega Ω.
Periféricos: nos microcontroladores são circuitos presentes em seu interior, que realizam procedimentos específicos, por meio da programação inserida no microcontrolador. Por
exemplo, temporização ações determinadas, conversão de sinais analógicos em digitais, e outros.
Protocolo de comunicação: pode ser descrito como um conjunto de procedimentos e especificações, que regem a comunicação entre dispositivos, plataformas e sistemas computacionais (ex.: SPI, I2C e outros).
Reset: pode ser entendido como a ação de reiniciar determinado processo, no meio eletrônico ou da informática.
Resistência elétrica: é a propriedade que alguns componentes ou circuitos possuem em apresentar resistência a passagem de corrente elétrica, sua unidade de medida é Ohms. Resistor: é um dispositivo utilizado em circuitos eletroeletrônicos, que limita a passagem
da corrente elétrica. Servindo, de forma geral, como uma proteção aos dispositivos que necessitem de determinadas faixas de tensão e/ou corrente.
Resistor pull-up: responsável por manter determinado pino (seja “entrada” ou “saída”) de algum dispositivo eletrônico em “nível alto”, impedindo que ocorra o fenômeno “estado flutuante”.
Sensor capacitivo: sensor que a partir de determinada condição externa (ex. umidade relativa do ar) ocasiona variação na sua capacitância, o que pode gerar uma alteração da tensão ou da frequência do sinal de saída do sensor.
Temporizador: também conhecido por timer, é um periférico presente nos microcontroladores, o qual permite que seja configurado uma “contagem” para executar ações que necessitem um controle de tempo.
Tensão elétrica: é a diferença de potencial (ddp) entre determinados pontos, dentro de um circuito ou dispositivo eletrônico. Sua unidade é o volt.
Termistor: é um tipo de sensor de temperatura constituído de material semicondutor, o qual apresenta seu valor de resistência elétrica alterada, conforme variações na temperatura.
APÊNDICE A – FIGURAS DOS COMPONENTES E ITENS UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO DO PROTOTIPO.
Conector de 2 vias - KRE Placa perfurada de fenolite Fios (jumpers)
Capacitor cerâmico 22 pF LED 5 mm Regulador de tensão L7805
Capacitor eletrolítico 10
µF Resistor Abraçadeira tipo “D” com cunha
Cristal oscilador de
quartzo Diodo 1N4007 Soquete DIP 28 pinos
Chave gangorra Barramento fêmea de 40 pinos Microcontrolador Atmega328p
Módulo micro SD Card Módulo RTC DS1307 Módulo Sensor AM2302
APÊNDICE B – CÓDIGO DE PROGRAMAÇÃO ELABORADO PARA O PROTÓTIPO /*********************************************************************/ #include <DHT.h> #include <DS1307.h> #include <SdFile.h> #include <SdFat.h> #include "LowPower.h" #define P 3.14 #define RAIO 0.02 #define PINO_VENTO 2 #define DHT_PINO A1 #define DHT_TIPO DHT22 double Velocidade;
unsigned long MillisAtras = 0;
uint16_t start = 0;
volatile uint16_t Giro = 0;
const int chipSelect = 10;
float h, t; SdFat sdCard; SdFile baseDados; DHT dht(DHT_PINO, DHT_TIPO); DS1307 rtc(SDA, SCL); /*********************************************************************/ void func_cabecalho() {
baseDados.println("Nova coleta - Ponto XXX\t"); baseDados.print("Data\t");
baseDados.print("\tHora\t\t"); baseDados.print("Humi\t");
baseDados.print("Temp\t "); baseDados.println("Vento-m.s"); } /*********************************************************************/ void func_erro_led() { digitalWrite(8, HIGH); } /*********************************************************************/ void func_Contador() { Giro++; } /*********************************************************************/ void func_Veloc_Vento() {
Velocidade = ((2 * P * RAIO) * (Giro / 30)); } /*********************************************************************/ void func_DHT() { h = dht.readHumidity(); t = dht.readTemperature(); if (isnan(h) || isnan(t)) { Serial.println("Falha no DHT!"); func_erro_led(); return; } } /*********************************************************************/ void func_SD_erro()
{ if (!sdCard.begin(chipSelect, SPI_HALF_SPEED)) { func_erro_led(); sdCard.initErrorHalt(); }
if (!baseDados.open("DADOS.txt", O_RDWR | O_CREAT | O_AT_END)) {
func_erro_led();
sdCard.errorHalt("Erro na abertura do arquivo DADOS.txt!"); }
}
/*********************************************************************/ void func_Dormir()
{
for (int i = 0; i <= 7; i++) // Intervalo de 56 segundos para ''dormir'' {
LowPower.powerDown(SLEEP_8S, ADC_OFF, BOD_OFF); } } /*********************************************************************/ void setup() { Serial.begin(9600); dht.begin(); rtc.halt(false); pinMode(PINO_VENTO, INPUT_PULLUP); pinMode(8, OUTPUT);
//rtc.setTime(00, 27, 0); // Hora do dia 12:00:00 (Formato 24h) //rtc.setDate(05, 11, 2016); // Data (Formato: DD/MM/AAAA)
func_SD_erro(); func_cabecalho();
attachInterrupt(0, func_Contador, RISING); start = millis(); } /*********************************************************************/ void loop() { if (millis() - MillisAtras >= 30000) {
detachInterrupt(0); //INTERRUPÇÃO - desativando func_Dormir(); func_DHT(); func_Veloc_Vento(); baseDados.print(rtc.getDateStr(FORMAT_SHORT)); //DATA baseDados.print("\t"); baseDados.print(rtc.getTimeStr()); //HORA baseDados.print("\t"); baseDados.print(h); //UMIDADE baseDados.print("\t"); baseDados.print(t); //TEMPERATURA baseDados.print(" \t "); baseDados.println(Velocidade); //VENTOS
baseDados.close(); //CARTÃO SD – fechando e salvando dados
baseDados.open("DADOS.txt", O_RDWR | O_CREAT | O_AT_END); attachInterrupt(0, func_Contador, RISING); //INTERRUPÇÃO - reativando Giro = 0;
MillisAtras = millis(); }
APÊNDICE C – VERSÕES ANTERIORES DO PROTÓTIPO
Protótipo – Versão I
Protótipo – Versão II