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As plantas a serem utilizadas nas aulas podem variar de acordo com a disponibilidade no local onde se encontra sua escola. Contudo, elencamos algumas possibilidades que em nossa prática se mostraram interessantes. Vale pontuar, a pertinência de se escolher plantas que despertem diferentes sentidos, como plantas aromáticas e não aromáticas, plantas com texturas e sabores diferentes, etc. Algumas possibilidades são: aromáticas hortelã (Mentha sp.), alecrim (Rosmarinus officinaislis), poejo (Mentha pulegium), alfavaca (Ocimum gratissimum), arruda (Ruta graveolens); não aromáticas goiabeira (Psidium guajava), cavalinha (Equisetum arvense), quebra-pedra (Phyllanthus niruri) barbatimão (Stryphnodendron adstringens); texturas e sabores diferentes boldo (Plectranthus barbatus), erva cidreira (Lippia alba), funcho ou erva doce (Foeniculum vulgare), bálsamo (Sedum dendroideum), folha de maracujá (Passiflora edulis), entre outras.

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SequênciaS didáticaS:

propostas,

discussões e reflexões teórico-metodológicas

Para consulta de imagens referentes a essas e outras plantas medicinais recomendamos a consulta dos seguintes materiais:

Livro Plantas Medicinais na Brasil: nativas e exóticas de Henri Lorenzi, 2ª edição, 544 p., 2008.

Kew Garden - www.kew.org

MOBOT (Missouri Botanical Garden) - www.mobot.org

Reflora (Apresenta dados apenas de plantas nativas da flora brasileira) - http:// floradobrasil.jbrj.gov.br

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SequênciaS didáticaS:

propostas,

discussões e reflexões teórico-metodológicas

ReFeRênciaS

ANDRADE, E.C.D.; COUTINHO, F.A. Uma análise das realidades colaterais performadas em uma aula de biologia com abordagem CTSA. In: ENCONTRO REGIONAL DE ENSINO DE BIOLOGIA REGIONAL, 4., 2015, Juiz de Fora. Anais do Encontro Regional de Ensino de Biologia Regional 4, Juiz de Fora: UFJF, p. 1-12, 2015.

ANDRADE, R.C.; LIMA-TAVARES, M.; DUMONT, E.; SILVEIRA JÚNIOR, C.; VALADARES, J.M. Classificação biológica: uma experiência pedagógica junto a estudantes de um curso de formação intercultural de educadores indígenas. Revista SBEnBIO, São Paulo, n. 7, p. 6392-6402, 2014.

ARAÚJO, R. F.; CARDOSO, A. M. P. A Ciência da Informação como Rede de Atores: reflexões a partir de Bruno Latour. VIII ENANCIB – Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, Salvador, out. 2007.

ARENDT, R. J.; DA COSTA, C. A. Mi. O corpo como fe (i) tiche. Possíveis contribuições do pensamento de Bruno Latour para a Psicologia. Mnemosine, v. 1, n. 2, 2005. ARTAXO, P. Uma nova era geológica em nosso planeta: o Antropoceno? Revista USP, São Paulo, n. 103, p. 13-24, 2014.

BRAGA, S. A. M. et al. Construindo consciências: ciências, 6º ano. Apec – Ação e Pesquisa em Educação em Ciências. São Paulo: Scipione, 2012.

BRASIL. Decreto 7352 de 4 de novembro de 2010. Brasília, 7 p., 2010

BRASIL. Ministério da Educação (MEC), Secretaria de Educação Média e Tecnológica (Semtec). Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: MEC/ Semtec, 109 p., 1999.

CALLON, M.; LASCOUMES, P.; BARTHE, Y. Acting in an uncertain world: An essay on technical democracy. Paris: Seuil, 2001.

COUTINHO, F. A.; MATOS, S. A.; RODRIGUES e SILVA, F. A. Aporias dentro do movimento ciência, tecnologia, sociedade e ambiente. Apontamentos para uma solução. Revista de Ensino de Biologia da Associação Brasileira de Ensino de Biologia (SBEnBio), v. 7, p. 2176-2185. 2014.

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SequênciaS didáticaS:

propostas,

discussões e reflexões teórico-metodológicas

DOLWICK, J. S. The Social and beyond: introducing actor-network theory. Journal of Maritime Archaeology, v. 4, n. 1, p. 21-49, 2009.

FARIA, E. S. Cartografia de controvérsias: conexões entre o conhecimento científico e a disputa sobre a instalação do Projeto Apolo na Serra do Gandarela. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 191 f., 2014.

FREIRE, L. L. Seguindo Bruno Latour: notas para uma antropologia simétrica. Revista Comum, v.11, n. 26, p. 46-65, 2006.

GARRAFA, V. Bioética e ética profissional: esclarecendo a questão. Jornal do Conselho Federal de Medicina, v.12, n.98, 1998. Disponível em: <http://www.portalmedico.org. br/jornal/jornais1998/0998/SaberPensar.htm>. Acesso em 28 abr. 2016.

GARRAFA, V. Da bioética de princípios a uma bioética interventiva. Revista do Conselho Regional de Medicina, v.13, n.1, p.125-34, 2006.

LATOUR, B. Week 1: How to patrol the borderlines between science and politics In: Scientific Humanities. France Université Numeriquè. Massive Open Online Course (MOOC), fev-abr. 2015a.

LATOUR, B. Para distinguir amigos e inimigos no tempo do Antropoceno. Revista de Antropologia, São Paulo, v. 57, n. 1, p. 11-31, 2014.

LATOUR, B. Reagregando o Social: uma introdução a teoria do ator-rede. Bauru, SP: EDUSC, 2012.

LATOUR, B. Como falar do corpo? A dimensão normativa dos estudos sobre a ciência. In: Nunes, J. A. & Roque, R. (Orgs.) Objetos impuros. Experiências em estudos sociais da ciência. Porto: Edições Afrontamento, p.39-61, 2008.

LATOUR, B. A esperança de Pandora: ensaios sobre a realidade dos estudos científicos. Bauru, SP: EDUSC, 2001.

LATOUR, B. Ciência em ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora. São Paulo: Editora UNESP, 2000.

LATOUR, B; WOOLGAR, S. A vida de laboratório: a produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1997.

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SequênciaS didáticaS:

propostas,

discussões e reflexões teórico-metodológicas

LATOUR, B. Jamais Fomos Modernos. Rio de Janeiro, RJ: Ed. 34.1994.

LAW, J. Notes on the theory of the actor-network: Ordering, strategy, and heterogeneity. Systems practice, v. 5, n. 4, p. 379-393, 1992.

LOURO, G. L. Corpo, escola e identidade. Educação & Realidade, v. 25, n. 2, 2000. MAHNER, M; BUNGE, M. Is religious education compatible with science education? Science & Education, v.5, n.2, p. 91-99, 1996.

MARACCI, M.T. Povos indígenas. In: CALDART, R.S. et al (Orgs.). Dicionário da Educação do Campo. São Paulo: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz, p. 602- 614, 2012.

MAYR, E. Biologia, ciência única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. MONASTERSKY, Richard. The human age. Nature, v. 519, p. 144-147. 2015.

MORAES, M; CARDOSO-MANSO, C; LIMA-MONTEIRO, A. Afetar e ser afetado: corpo e cognição entre deficientes visuais. Universitas Psychologica, v. 8, n. 3, p. 785-792, 2009.

MORAIS, J.M.F. O Antropoceno: desafios da mudança global. Revista Lusófona de Humanidades e Tecnologias, n. 11, p. 15-25, 2008.

MUNFORD, D. & LIMA, M. E. C. C. Ensinar ciências por investigação: em que estamos de acordo? Ensaio: Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 9, n. 1, p. 72-89, 2007.

PRADO, D.; COUTINHO, F. A. & RODRIGUES e SILVA, F. A. Materialidade da aprendizagem: seguindo os objetos. In: IX ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENSINO DE CIÊNCIAS. 2013, Águas de Lindóia. Anais do IX Encontro nacional de pesquisa em ensino de ciências. Águas de Lindóia. 2013.

REICH, W. Deliberative democracy in the classroom: a sociological view. Educational Theory, 57 (2): 187-197, 2007.

ROBERTSON, E. Teacher education in a democratic society, In: COCHRAN-SMITH, M., FEIMAN-NEMSER, S., McINTYRE, D. J. and DEMERS, K. E. Handbook of research on teacher education. New York: Routledge, p. 27-44, 2008.

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SequênciaS didáticaS:

propostas,

discussões e reflexões teórico-metodológicas

ROTH, W.-M. & DÉSAUTELS, J. (Eds.). Science education as/for sociopolitical action. New York: Peter Lang, 2002.

SEPULVEDA, C. & EL-HANI, C.N. Quando visões de mundo se encontram: religião e ciência na trajetória de formação de alunos protestantes de uma licenciatura em Ciências Biológicas. Investigações em Ensino de Ciências, v. 9, n. 2, p. 137-175, 2004. SESSA, P. S. Interações discursivas na sala de aula de ciências: a construção de significados e a aprendizagem de conceitos científicos. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, 8., 2009, Florianópolis. Anais do VII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, Florianópolis: ABRAPEC, p. 1-7, 2009. VANZELA, E. C.; BALBO, S. L. & DELLA JUSTINA, L. A. A integração dos sistemas fisiológicos e sua compreensão por alunos do nível médio. Arquivos do Museu Dinâmico Interdisciplinar, v. 11, n. 3, p. 12-19, 2013.

WATER, C N.; ZALASIEWICZ, J.; SUMMERHAYES, C.; BARNOSKY, A. D.; POIRIER, C.; GALUSZKA, A.; CEARRETA, A.; EDGEWORTH, M.; ELLIS, E. C.; JEANDEL, C.; LEINFELDER, R.; MCNEILL, J. R.; RICHTER, D. deB.; STEFFEN, W.; SYVITSKI, J.; VIDAS, D.; WAGREICH, M.; WILLIAMNS, M.; ZHISHENG, N.; GRINEVALD, J.; ODADA, E; ORESKES, N., WOLFE, A. P. The Anthropocene is functionally and stratigraphically distinct from the Holocene. Science, v. 351, n. 6269. 2016.

WEBSTER, A. Introduction. Bio-objects: exploring the boundaries of life. In: VERMEULEN, N.; TAMMINEN, S.; WEBSTER, A. Bio-objects. Life in the 21st century. Burlington: Ashgate, p. 1-10, 2012.

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SequênciaS didáticaS:

propostas,

discussões e reflexões teórico-metodológicas

OS autOReS

Alexandre Fagundes Pereira

Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014). Atualmente é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Educação – Conhecimento e Inclusão Social da Faculdade de Educação da UFMG. Pesquisa o aprendizado de Ciências de crianças da Educação Infantil, a partir dos pressupostos da Teoria Ator-Rede.

ana carla da cruz

Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (2016), ex-bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à docência (2012 - 2016), subprojeto Interdisciplinar de Ciências com ações voltadas para o planejamento e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais para o ensino de Ciências no Ensino Fundamental II. Atualmente é professora do Ensino Básico, na rede municipal de ensino da cidade de Ouro Preto, MG.

ana cláudia Reis amaral

Possui graduação em Engenharia Ambiental pela Universidade FUMEC (2012). Atualmente é Licencianda em Ciências Biológicas pela UFMG.

ana Paula da Silva

Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013), mestrado em Educação em andamento pela Universidade Federal de Minas Gerais (início em 2015). Atualmente é professora de educação básica na Escola Estadual Sandoval Soares de Azevedo, em Ibirité (MG). Tem experiência nas áreas de epidemiologia de doenças infecciosas e parasitárias, educação integral e, atualmente, na área de formação de professores do campo, tema da sua pesquisa de mestrado.

ellen carolina de deus andrade

Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2011) e especialista em Ensino de Ciências por Investigação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014). É professora da Educação Básica, atuando na rede municipal de Belo Horizonte e no Colégio Tiradentes da PMMG. Tem experiência na área de Educação, com interesse principalmente nos seguintes temas: ensino de Ciências e Biologia, Ensino por Investigação, CTSA, relações entre conhecimento científico, conhecimento cotidiano e conhecimento escolar, avaliação do ensino e aprendizagem.

Fábio Augusto Rodrigues e Silva

Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2000), mestrado em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006), doutorado em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2011). Atualmente é professor do Departamento de Biodiversidade, Evolução e Meio Ambiente do Instituto de Ciências Exatas e Biológicas da Universidade Federal de Ouro Preto. Tem experiência na área de Educação (ensino e pesquisa), com interesse principalmente nos seguintes temas: formação de conceitos na Ciência e no Ensino de Biologia, formação de professores inicial e continuada, perfil conceitual, educação ambiental, relações entre conhecimento científico, conhecimento cotidiano e conhecimento escolar.

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SequênciaS didáticaS:

propostas,

discussões e reflexões teórico-metodológicas

Francisco Ângelo Coutinho

Graduado em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (1990), mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1996), com ênfase em Lógica e Filosofia da Ciência, e doutor em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2005). Professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, onde atua na graduação e na pós-graduação em Educação. Foi professor do ensino fundamental e médio, na rede pública e particular. É líder do grupo Processos e Relações na Produção e Circulação do Conhecimento. Este grupo interessa- se pelo desenvolvimento de um quadro teórico-metodológico que permita estudar a aprendizagem em diferentes práticas sociomateriais e as relações entre o conhecimento científico europeu e as ciências de outros povos.

Gabriela Guerra de almeida

Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007) e mestrado em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2015). Atualmente é educadora do Projeto Colabora, de educação integral, promovido pela Associação Imagem Comunitária em parceria com a Secretaria de Educação de Minas Gerais. É co-fundadora do Coletivo Black Horizonte, com o qual realiza performances desde 2010. Tem experiência nas áreas de Arte e Educação (criação, ensino e pesquisa), com interesse principalmente nos seguintes temas: artes e culturas no Atlântico negro, relações étnico- raciais, juventude e educação na cidade, processos e relações na produção e circulação do conhecimento.

Juliana Roberto de Oliveira

Licenciada e Bacharel em Ciências Biológicas Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2009), especialização em Ensino de Ciências por Investigação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2012), mestranda em Ensino de Ciências pela Universidade Federal de Ouro Preto (MPEC/UFOP). Atualmente é técnica administrativa em educação no Instituto Federal Minas Gerais campos Ouro Preto. Tem experiência na área de Educação (ensino nos níveis básico, técnico e superior), com interesse principalmente nos seguintes temas: formação de professores inicial e continuada, perfil conceitual, relações entre conhecimento científico, conhecimento cotidiano e conhecimento escolar.

Magno Inácio dos Santos

Licenciado em Ciências Biológicas (nov. 2002) na Universidade Federal de Minas Gerais, Especialista em ensino de ciências por investigação (2013) ENCI-UFMG. Professor de Biologia da Rede Estadual de Educação (desde 2002), professor de ciências da Rede Municipal de Ensino de Contagem-MG. Professor supervisor do PIBID da área de biologia (2011-2013). Professor bolsista da Fapemig (2014-2016).

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SequênciaS didáticaS:

propostas,

discussões e reflexões teórico-metodológicas

natália Ribeiro almeida

Licenciada e bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2010), mestrado em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013). Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-graduação em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (iniciado em 2015), com projeto de pesquisa acerca das relações que crianças pequenas, de uma Instituição de Educação Infantil, produzem com o mundo e fenômenos naturais. Doutorado realizado com auxílio de bolsa da FAPEMIG. Participa como monitora-bolsista do curso de Licenciatura Formação Intercultural para Educadores Indígenas, da Faculdade de Educação da UFMG. Tem experiência na área de Educação com pesquisas na escola básica no Ensino Fundamental na EJA, com crianças do primeiro ciclo e no Ensino Médio com adolescentes.

Rebeca cássia andrade

Bacharel em Agronomia pela Universidade Federal de Lavras (2010), licenciada em Biologia pelo Programa Especial de Formação Docente do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (2014), mestrado em Agronomia/ Entomologia pela Universidade Federal de Lavras (2013). Atualmente é doutoranda em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência na área de educação e agronomia, com especial interesse nos seguintes temas: produção e circulação do conhecimento; sistemas de conhecimento em diferentes práticas sociotécnicas; relações entre conhecimento científico, cotidiano e escolar; educação intercultural; educação do campo; educação ambiental; entomologia; agroecologia; agricultura urbana e orgânica.

Sasha Luísa de azevedo nunes

Bacharel (2012) e licenciada (2014) em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente é mestranda na Pós-graduação em Neurociências com interface na área de Educação. Voluntária atualmente no Projeto: Estudo de métodos alternativos às aulas práticas com Modelos animais vertebrados, para o ensino em Fisiologia. Experiência em docência durante os estágios da licenciatura (2012-2014). Participação como voluntária no Projeto de Educação Ambiental: Projetos Quatis (2012). Tem experiência na área de Educação, com interesse principalmente nos seguintes temas: formação e persistência de memórias, aprendizagem, métodos de ensino, práticas docentes, atenção e percepção sensorial.

Victor Marcondes de Freitas Santos

Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (2012) e mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2016). Atualmente é professor de Biologia do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais. Tem experiência na área de Educação (ensino e pesquisa), com interesse principalmente nos seguintes temas: ensino de Ciências e Biologia, produção e circulação do conhecimento; formação de professores inicial e continuada, práticas docentes e escolares, relações entre conhecimento científico, conhecimento cotidiano e conhecimento escolar.

Benzer Belgeler