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AB Eğitim Politikası, Avrupa Kimliği Oluşturmanın bir Aracı Olabilir mi?

III. AB EĞİTİM POLİTİKASI: KAVRAMSAL BİR ANALİZ

III.2. AB Eğitim Politikası, Avrupa Kimliği Oluşturmanın bir Aracı Olabilir mi?

Nossa análise foi baseada, primariamente, em dados secundários, coletados retrospectivamente, e, por isso, restringiu-se às variáveis sociodemográficas e clínico- epidemiológicas disponíveis nos documentos consultados.

Então, a qualidade das informações dos prontuários-família foi uma limitação. Neles, essas informações estavam precariamente registradas, ou seja, queixas de corrimento, diagnósticos de DSTs, tabagismo, resultados do Papanicolau com alterações cervicais, sexarca, número de parceiros, uso e tempo de uso de anticoncepcionais orais, nem sempre estavam disponíveis nos registros. Não encontramos nenhum tipo de informação sobre a situação do seguimento das mulheres que receberam resultado com alterações cervicais.

Como consequência, durante as entrevistas face a face, ficamos sujeitas unicamente às respostas fornecidas pelas mulheres, situação que, como é sabido, está sujeita ao viés de memória, pois, algumas entrevistadas ficaram confusas ao responder o formulário, principalmente as de menor escolaridade, implicando, também, no viés de informação.

Outra limitação encontrada foi a dificuldade de localização das mulheres nos endereços previamente selecionados, em decorrência da rotatividade das famílias na área.

Da mesma forma, pelo fato de parte das mulheres da amostra ser trabalhadora, foi necessário utilizar horários além daqueles do funcionamento da USF Nova Natal II, para revisitá-las, ocasionando demora na coleta de dados.

A coleta de dados, sempre que chovia, teve que ser interrompida, devido a alagamentos na área, impedindo o acesso na casa das mulheres.

Finalmente, não foi possível verificar associações entre as variáveis estudadas devido à limitação do tamanho amostral, situação que pode ser resolvida, em futuros estudos, incluindo as demais áreas da Estratégia Saúde da Família da USF Nova Natal II.

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APÊNDICE A UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

FORMULÁRIO DE ENTREVISTA PARA O CONTROLE DA NEOPLASIA MALIGNA DO COLO DE ÚTERO NA ATENÇÃO BÁSICA

Nº: ____ Iniciais da usuária: ______Nº do prontuário:_______SISCOLO □ Sim □ Não Endereço:______________________________________________________________

MÓDULO A: Variáveis de caracterização sociodemográfica das mulheres da área 47 da Unidade de Saúde da Família Nova Natal II.

A.1 Idade* □18 |–| 24 anos

□25 |–| 64 anos □65 anos e +

A.2 Etnia** □Parda □Branca □ Negra □Indígena □Amarela A.3 Escolaridade □Até ensino fundamental

□Até ensino médio □Até ensino superior □Sem escolaridade A.4 Casada ou em

convivência marital

□Sim □Não A.5 Ocupação dona-de-

casa

□Sim □Não

MÓDULO B: Variáveis de diagnóstico clínico-epidemiológico das mulheres da área 47 da Unidade de Saúde da Família Nova Natal II.

B.6 Primeira relação sexual Idade: B.7 Parceiros sexuais Nº: B.8 Tabagismo □Sim □Não B.9 Corrimento □Sim □Não B.10 Sangramento □Sim □Não

B.11 DSTs (inclusive HPV) □Sim □Não □Não sabe

B.12 Uso de

contraceptivos orais

□Não

□Sim, há quanto tempo: B.13 Resultado do último

exame

preventivo***

□Metaplasia escamosa imatura

□Células atípicas escamosas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásicas

□Células atípicas escamosas de significado indeterminado, quando não se pode excluir lesão intra-

epitelial de alto grau

□Células glandulares atípicas de significado indeterminado tanto para as possivelmente não neoplásicas quanto para aquelas em que não se pode afastar lesão intra-epitelial de alto grau

□Células atípicas de origem indefinida, possivelmente não neoplásicas e que não se pode afastar lesão de alto grau

□Lesão intra-epitelial de baixo grau (compreendendo efeito citopático pelo HPV e neoplasia intra-epitelial cervical grau I)

□Lesão intra-epitelial de alto grau (compreendendo neoplasias intra-epiteliais cervicais grau II e III)

□Lesão intra-epitelial de alto grau, não podendo excluir micro-invasão

□Carcinoma epidermóide invasor □Adenocarcinoma in situ

□Adenocarcinoma invasor (cervical, endometrial, sem outras especificações)

□Outras neoplasias malignas

MÓDULO C: Variáveis de seguimento das mulheres da área 47 da Unidade de Saúde da Família Nova Natal II.

C.1 A senhora recebeu informações sobre o seguimento que deveria ser realizado após o resultado do seu último exame preventivo?

C.1. 14 □Não

C.1. 15 □Não lembra/não sabe

C.1. 16 □Sim. Caso sim, qual a informação dada? C.1. 16.1 □Retorno para saber o resultado

C.1. 16.2 □Retorno para novo preventivo C.1. 16.3 □Colposcopia

C.1. 16.4 □Biopsia

C.1. 16.5 □CAF

C.1. 16.6 □Prevenção do câncer de colo de útero C.1. 16.7 □Periodicidade do exame

C.1. 16.8 □Outros

C.2 A senhora fez o seguimento que foi orientado com relação ao diagnóstico do seu último exame preventivo?

C.2. 17 □Sim

C.2. 18 □Não. Caso não, por quê?

C. 2.18.1 □Não entendeu as informações dadas

C. 2.18.2 □Teve dificuldade de acesso ao seguimento. Descrever: C. 2.18.3 □ Está fazendo o seguimento em outro serviço

C. 2.18.4 □Abandonou ou recusou o seguimento

C. 2.18.5 □Outros (alta, óbito, não localizada no endereço, sem informação) Nome do pesquisador que preencheu o instrumento:

* Fonte: BRASIL, 2011. ** Fonte: IBGE, 2004. ***Fonte: BRASIL, 2006 b.

APÊNDICE C UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Título do Projeto: “Controle da neoplasia maligna do colo de útero: a resolutividade na Atenção Básica”

Benzer Belgeler