• Sonuç bulunamadı

Şekil 4.8 Oda sıcaklığında 10 kGy doz değerinde ışınlanmış L-alanin metil ester hidroklorür için

Est e capít ulo t em por obj et ivo t raçar um panoram a do sist em a m óvel celular no Brasil, desde a sua im plant ação at é a fase de consolidação, iniciada no final de 2002. A sua elaboração est á baseada em levant am ent os de dados secundários em font es diversas, sendo as principais os sit es da Agência Nacional de Telecom unicações – ANATEL - , da Revist a Exam e, no link específico sobre t elefonia m óvel, da Revist a World Telecom , publicada pelo I nt ernat ional Dat a Corporat ion do Brasil – I DC - , líder m undial em inform ações sobre t elecom unicações, de t odas as operadoras do SMC no Brasil e os principais j ornais e revist as de circulação nacional, sendo a Gazet a Mercant il o único veículo que garant e pont uação j unt o à CAPES, no caso de publicação de art igos. O capít ulo versará sobre as caract eríst icas de um sist em a m óvel celular e do SMC no Brasil, enfocando quest ões de t ecnologia, crescim ent o do m ercado e est ágios de com pet ição.

Durant e a elaboração dest e t rabalho, ocorreram várias alt erações no cenário com pet it ivo: novas em presas ent raram no m ercado, houve fusões e aquisições e, por isso, est e capít ulo e a part e prát ica da pesquisa sofreram alt erações no sent ido de t ornar o t ext o o m ais at ualizado possível. Ent ret ant o, com o será apresent ado a seguir, o set or de t elefonia m óvel é t ão dinâm ico e, no Brasil, est á longe de um a acom odação, que é provável que, j á no prim eiro m ês após a conclusão dest a dissert ação, haj a m uit a inform ação a acrescent ar. I sso não quer dizer que o t rabalho será invalidado, pois ele busca reflet ir um m om ent o vivido pelo set or, que pode cont ribuir para o aprendizado de out ros t ipos de negócios, ainda em est ágios de desenvolvim ent o de m ercado ant eriores ao da t elefonia celular.

4.1 O que é o sist em a m óvel celular

Os serviços m óveis de t elecom unicações são t odos aqueles nos quais os usuários ut ilizam , para se com unicar, t erm inais ou est ações m óveis. Reúnem o SMC, o Serviço Móvel Global por Sat élit e – SMGS - , o Serviço Móvel Especializado – SME - e o Serviço Especial de Rádio Cham ada – SER - , t am bém conhecido com o

paging. Out ro serviço que t em essa caract eríst ica é a Rádio Det erm inação.

A ANATEL ( 2000) define o SMC com o

o ser v iço de t elecom unicações m óv el t er r est r e, aber t o à cor r espondência pública, que ut iliza um sist em a de r adiocom unicações, com t écnica celular , int er conect ado à r ede pública de t elecom unicações, e acessado por m eio de t er m inais por t át eis, t r anspor t áv eis ou v eicular es, de uso indiv idual ( ANATEL, 2000, p. 78) .

Além da com unicação por voz, no SMC, t am bém são oferecidas out ras funcionalidades, com o serviços de valor adicionado. Dent re esses serviços, a caixa post al ou correio de voz é o m ais conhecido. Perm it e ao usuário t er um a m ensagem de voz arm azenada para ser ouvida post eriorm ent e. Além desse, um a série de out ros serviços com o cham ada em espera, ident ificador de cham adas e serviço de m ensagens curt as – SMS - são oferecidos pelas oper ador as.

A t elefonia m óvel evoluiu a part ir dos ant igos sist em as de com unicação via rádio, at é ent ão ut ilizados pelos bom beiros, frot as de t áxi, depart am ent os de polícia e segurança pública dent re out ros. A dist inção m arcant e é que os sist em as de com unicação via rádio funcionam a part ir de um a única est ação de rádio- base, com um t ransm issor de grande pot ência e um núm ero lim it ado de canais - dez, ao t odo. Est a est ação é inst alada no pont o m ais alt o da área que se pret ende cobrir, com pondo um a grande célula, cuj o alcance é lim it ado por obst áculos nat urais, com o m ont anhas, e art ificiais, com o edifícios. Norm alm ent e, as t ransm issões são m ais pot ent es que na t elefonia celular, m as se rest ringem a um raio próxim o a 30 km .

Já no SMC, várias est ações de rádio- base, t orres com t ransm issores e recept ores, são est rat egicam ent e dispost as em diversos pont os da região que se pret ende cobrir. Elas form am células que se assem elham a um a colm éia – daí o nom e celular - dim inuindo as áreas de som bras provocadas pelos obst áculos. Nesse caso, a pot ência dos t ransm issores em cada célula é m enor, m as, com o o núm ero de canais disponíveis é bem m aior, as células podem ser cont inuam ent e adicionadas ao sist em a at é o lim it e físico da cent ral de com unicação e cont role. O result ado é a am pliação da área de cobert ura celular.

A t elefonia celular foi dividida em t rês gerações, com um a int erm ediária ent re a segunda e a t erceira fases. A prim eira geração ( 1g) da t elefonia m óvel corresponde às redes analógicas (am ps) , que perm it iam apenas a t ransm issão de voz. A segunda geração equivale à era digit al, que m arcou a ent rada das em presas concessionárias da Banda B, e com port a serviços int eligent es com o caixa post al, t ransferência de cham ada, conferência na linha e t ransm issão de dados em baixas velocidades, só para pequenos t ext os e sem im agem .

A 2,5 g ( segunda geração e m eia) de celulares perm it e um a velocidade de at é 144 Kbps para t ransm issão de dados, dez vezes m ais rápida que a segunda geração, além de ser cerca de t rês vezes m ais veloz que o t elefone fixo.

A t erceira geração - 3g - é a int ernet sem fio, que t erá exat am ent e os m esm os recursos de áudio e im agem hoj e disponíveis na t elefonia fixa. Os aparelhos da 3g perm it irão t ransm it ir im agens de alt a resolução e vídeo em t em po real. Alguns prot ót ipos desenvolvidos apresent am t elas m aiores, coloridas e incor por am com put ador es de m ão (palm t ops) e câm aras fot ográficas digit ais, que perm it em capt urar a im agem e enviá- la inst ant aneam ent e pela web.

Exist em quat ro diferent es t ecnologias celulares: a analógica, Advanced Mobile

Phone Service - AMPS – Serviço avançado de t elefonia m óvel e as digit ais, a Tim e Division Mult iple Access – TDMA – Acesso m últ iplo por divisão de t em po, a Code Division Mult iple Access – CDMA – Acesso m últ iplo por divisão de código e

a Global Sy st em Mobile - GSM – Sist em a global para com unicação m óvel. A t ecnologia GSM é a m ais usada no m undo, com 70% do t ot al de usuários. As t ecnologias digit ais apresent am vant agens em relação à analógica, com o m elhor

aproveit am ent o do espect ro, m elhor gerenciam ent o de rede e um a vast a quant idade de serviços adicionais, inclusive acesso a dados e à int ernet . Por isso, elas est ão subst it uindo, gradat ivam ent e, a t ecnologia analógica, proporcionando m elhor at endim ent o ao usuário e am pliando as possibilidades de uso dos sist em as com ganhos para as operadoras e conseqüent e redução dos preços dos serviços. A t ecnologia TDMA t am bém é considerada ult rapassada, se com parada à GSM, m as os especialist as se dividem quant o ao seu fut uro no Brasil: enquant o alguns afirm am que t odas as redes que a ut ilizam com eçarão a ser t ransform adas, em 2003, em redes com t ecnologia GSM, com expect at iva de invest im ent os de 3 bilhões de reais com a m udança, out ros a defendem , dizendo que ela não desaparecerá nos próxim os quat ro anos, porque boa part e do m ercado est á sat isfeit a com apenas o serviço de voz.

A figura 11 apresent a as opções de padrão t ecnológico exist ent es no m ercado de t elefonia m óvel, que são a TDMA, a CDMA e a GSM. Ainda exist em aparelhos analógicos no Brasil, m as não há m ais habilit ação de novos com essa t ecnologia, que deve perm anecer ainda por um a década.

O const ant e desenvolvim ent o t ecnológico t em cont ribuído para o avanço do set or, possibilit ando a redução dos cust os e o aum ent o da com pet ição nos serviços. De acordo com a ANATEL ( 2000) , o aum ent o da densidade do SMC ( núm ero de acessos por cem habit ant es) faz cair o preço dos serviços e, dessa form a, a t elefonia m óvel t orna- se m ais com pet it iva. O SMC vem crescendo em rit m o m uit o m ais acelerado que a t elefonia fixa, em t odo o m undo. Em ent revist a à Revist a Exam e de m arço de 2003, um a analist a do Yankee Group afirm ou que o núm ero de celulares deve ult rapassar o de linhas fixas em 2003 ou, no m áxim o, em 2004. Em países com o a Dinam arca, o órgão regulador perm it e que as operadoras de celulares criem um a zona dom ést ica, onde o client e paga um a t arifa reduzida – pert o de sua casa. Alem anha e I t ália t êm esquem as sem elhant es e, no Brasil, as operadoras j á fornecem descont os para ligações dent ro de det erm inadas áreas. Nesse sent ido, a t elefonia celular se apresent a com o um grande concorrent e da t elefonia fixa, dispensando os invest im ent os na rede física, chegando pelo ar aos consum idores.

TD M A

Ut iliza um núm er o m enor de gr andes ant enas r et r ansm issor as, as quais por sua v ez cent r alizam um núm er o m aior de t r ansm issor es em um a só unidade. Os cust os, ger alm ent e, são infer ior es aos out r os sist em as. Ele det ém 10% do m er cado de t elefonia m óv el no m undo, é pr edom inant e no Br asil, m as a t endência é que sej a cada v ez m enos ut ilizado, pois não ofer ece o m esm o leque de opções de ser v iços que os out r os padr ões

CD M A

Acesso m últ iplo por div isão de código. Cada cir cuit o de v oz é r ot ulado com um único código e adot a um núm er o m aior de pequenas ant enas r et r ansm issor as, descent r alizando as t r ansm issões par a v ár ias unidades. A qualidade do ser v iço, assim , t ende a aum ent ar . É ut ilizado basicam ent e nos Est ados Unidos e Cor éia. Não of er ece r oam ing int er nacional

GSM

Sist em a Global par a com unicação m óv el. É o m ais ut ilizado no m undo, conhecido com o padr ão digit al eur opeu. Ele v em acom panhado do GRPS, t ecnologia de pacot es que possibilit a a t r ansm issão de dados celular e a int er net sem fio de alt a v elocidade. O padr ão aum ent a em m ais de dez v ezes a v elocidade de t r ansm issão de dados, dos at uais 9,6 k bit s/ s par a 115 k bit s/ s. Usando ser v iços de pacot es de dados, os assinant es passam a est ar sem pr e conect ados e sem pr e on- line de m odo que os ser v iços e aplicações possam ser fáceis e r apidam ent e acessados. Ofer ece

r oam ing int er nacional e dificult a a clonagem

Figura 11 – Quadro com os padrões t ecnológicos da t elefonia celular m óvel Font e - Jornal Est ado de Minas, 28 abr de 2003, Caderno de Econom ia, p.9.

O crescim ent o da indúst ria m undial de t elefonia celular não apresent a sinais de est abilização. At é nos Est ados Unidos, onde havia um a expect at iva de est abilidade, o serviço cresce. Segundo a ANATEL ( 2000) , esse m ercado vem apresent ando crescim ent o superior a 40% ao ano há quase um a década, t endo at ingido o t ot al de 480 m ilhões de t elefones celulares ao final de 1999, núm ero que j á represent a cerca de oit o t erm inais por 100 habit ant es do planet a.

4.2 O Sist em a m óvel celular no Brasil

Cerca de um século após ser a pioneira no sist em a de t elefonia fixa no Brasil ( final do século XI X) , a cidade do Rio de Janeiro t am bém foi a prim eira cidade do País a cont ar com o SMC. Est e serviço foi int roduzido em 1990 e com eçou a funcionar no dia 30 de dezem bro, com capacidade para dez m il t erm inais.

I nicialm ent e, a t elefonia m óvel foi operada pelas em presas do Sist em a de Telecom unicações Brasileiro - TELEBRAS - e por quat ro out ras organizações independent es. Nessa época, apesar de o governo t er realizado m aciços invest im ent os nas em presas t elefônicas - ent ão predom inant em ent e est at ais, o que propiciou avanços significat ivos nas t elecom unicações - o at raso do País nesse set or era not ório, ficando m uit o aquém das necessidades da população. Milhões de brasileiros est avam privados de desfrut ar dos serviços básicos de t elefonia, principalm ent e pelos elevados cust os. Out ro agravant e é a dim ensão cont inent al do t errit ório brasileiro.

Para am pliar a ofert a desses serviços, m elhorar a qualidade dos m esm os e t ornar os preços m enores era vit al at rair invest im ent os privados, nacionais e est rangeiros, direcionados, sobret udo, para aprim orar a expansão da infra- est rut ura. Com a abert ura do m ercado de t elefonia à concorrência, o Brasil est aria m ais preparado para acom panhar a evolução t ecnológica e se adequar às m udanças do m ercado. No ent ant o, um a grande barreira para que esse cenário se inst alasse no Brasil era o fat o de a Const it uição Federal de 1988 det erm inar o m onopólio est at al das t elecom unicações.

Em agost o de 1995, foi aprovada pelo Congresso Nacional a quebra do m onopólio est at al. A prom ulgação da Lei n. 9.295/ 96, denom inada Lei Mínim a, possibilit ou a ent rada de novos prest adores no SMC.

A Lei Geral de Telecom unicações ( Lei n. 9.472 de 16/ 07/ 1997) que criou um novo órgão regulador, a Agência Nacional de Telecom unicações – ANATEL - , at ualizou a regulam ent ação do set or e est abeleceu os princípios básicos para a privat ização, t raçando, assim , o novo m odelo para as t elecom unicações no Brasil. A base era a universalização dos serviços e a livre com pet ição, m arcada pela t ransição de um a fase de m onopólio para um a de duopólio. Esse novo sist em a de concorrência iniciou- se pela t elefonia celular.

O duopólio est abelecido a part ir de 1997 dividiu o País em dez áreas de concessão para a prest ação do SMC e inaugurou a licit ação da exploração da banda B, faixa de 800 MHz, por em presas nacionais e est rangeiras.

Para a im plant ação do novo m odelo, o Sist em a TELEBRAS foi dividido em doze com panhias holding: t rês cont roladoras de com panhias de t elefonia fixa, oit o cont roladoras de com panhias de t elefonia celular, um a operadora dos serviços de longa dist ância nacional e int ernacional. As quat ro organizações independent es, cit adas ant eriorm ent e, t am bém sofreram cisões. Na área de t elefonia m óvel, as concessionárias est aduais foram agrupadas em holdings da banda A. Em j ulho de 1998, foram levadas a leilão. Depois de privat izadas, reuniram - se em dez áreas de exploração.

A abert ura da banda B do SMC, a part ir de 1998, deu nova dinâm ica ao segm ent o, com visíveis vant agens para o usuário. A ent rada de novos com pet idores acabou com as filas e t um ult os para a habilit ação de um aparelho celular. Desde ent ão, são crescent es as facilidades para se adquirir um t elefone m óvel: além da redução dos cust os e t arifas, os planos alt ernat ivos m ult iplicaram - se, sendo possível com prar e habilit ar um celular em shoppings e superm ercados, m uit as vezes, at é sem cust os de aquisição, em prom oções. O celular deixa de ser privilégio de um a m inoria e se t orna um m eio de com unicação acessível a qualquer t rabalhador.

A figura 12 t raz um panoram a inicial das holdings e das principais prest adoras de t elefonia m óvel no Brasil, nas bandas A e B, apresent adas pela ANATEL que, com o dest acado a seguir, sofreu grandes t ransform ações a part ir de 2002, com a abert ura do m ercado para out ras bandas de operação e com um processo de fusões e aquisições.

Em dezem bro de 1999, as com panhias da Banda B j á det inham 28,4% do m ercado nacional de t elefonia m óvel; em dezem bro de 2001, sua part icipação correspondia a 32,9% da plant a.

Figura 12 – Quadro com as prest adoras do SMC

Font e - < ht t p: / / w w w .ANATEL.gov.br / BI BLI OTECA/ PUBLI CACAO/ TECNI CAS/ DEFAULT. ASP> .

A plant a inst alada som ava, no final de 1999, 15 m ilhões de acessos, o que represent a um crescim ent o de aproxim adam ent e 18 vezes, quando se considera o período com preendido ent re 1994 a 1999, com um a t axa m édia de crescim ent o anual de 79,7% . A figura 13 m ost ra o avanço do serviço de t elefonia m óvel no Brasil at é dezem bro de 2001 e apont a a expect at iva de t elefones em operação em 2004 e 2005.

Figura 13 – Gráfico com a evolução do núm ero de acessos do SMC

Font e- < ht t p: / / w w w .ANATEL.gov.br / BI BLI OTECA/ PUBLI CACAO/ TECNI CAS/ DEFAULT.ASP> . Acesso em 9 j an. 2 0 0 3 .

Out ra m edida im port ant e que dem onst ra o grande salt o da t elefonia m óvel nos anos seguint es à sua im plant ação é a densidade de t elefones celulares, ou sej a, o núm ero de t elefones celulares por grupo de 100 habit ant es, que passou de 13,6, em 1998, para 17, em 2001, e 29, em 2003.

A com pet ição no SMC brasileiro at ingiu, em 2000, padrão int ernacional. Tal est ágio é alcançado, segundo indicadores adot ados em t odo o m undo, quando, na concorrência em duopólio, a organização m enor alcança 35% do m ercado, e a dom inant e declina para 65% .

A expansão da m odalidade de serviço pré- pago cont ribuiu, decisivam ent e, para o crescim ent o do SMC brasileiro. O t elefone pré- pago, lançado em dezem bro de 1998, consist e na habilit ação de um aparelho celular sem cont a no final do m ês. O usuário recebe cham adas sem cust os, m as, para fazer ligações, deve adquirir um cart ão de crédit o de m inut os. Port ant o, é ideal para aqueles que desej am receber m ais cham adas do que realizar.

A redução do preço dos aparelhos celulares e das t arifas foi conseqüência diret a do acirram ent o da concorrência. As t elecelulares passaram a oferecer um a variedade de m odelos m ais barat os e a lançar freqüent es prom oções, que, ent re out ras vant agens, isent avam o usuário da t axa de habilit ação.

Os usuários de celulares pós- pagos e pré- pagos dispõem , além do plano de serviço básico, de diversos planos alt ernat ivos oferecidos pelas prest adoras desde 1996, que se adequam às necessidades de consum o. No caso do serviço pós- pago, há, por exem plo, planos corporat ivos, com vant agens e preços especiais para grupos em presariais e planos not urnos, para aqueles que usam o celular com m aior freqüência durant e a noit e. At é dezem bro de 2001, segundo a ANATEL ( 2002) , os planos alt ernat ivos hom ologados som avam 968, dos quais 814 são alt ernat ivos em relação ao plano básico do serviço pós- pago, e 154 deles referem - se ao pré- pago.

De acordo com a ANATEL, foram at ivados 6 m ilhões de novos celulares no País ent re dezem bro de 2001 e j aneiro de 2003, chegando a um t ot al de aproxim adam ent e 35,2 m ilhões de client es em j aneiro de 2003, quase a m et ade

Benzer Belgeler