3. BULGULAR 1 Makroskopik inceleme
3.3. Ġstatistiksel bulgular
Est e t rabalho s e inici ou com um a pes qui s a bibliográfi ca a res peit o do t em a a s er abordado e tam bém com um l evantament o dos document os cartográficos da regi ão est udada. Aqui s e bus cou os pri me i ros trabal hos a respeit o do t em a de eros ão, l evando em conta al guns itens i mportantes para est e trabal ho, a s aber: tipos de eros ão, processos erosivos, tipos de feições erosi vas e os m ecanismos que podem l evar ao des encadeamento do proces so. Foram pesquis ados diversos livros, arti gos, di ssert ações e t es es naci onais e i nt ernacionais , m apas topográficos, fotografi as aéreas, im agens de s at élit e e m apas geot écni cos , bus cando ins eri r est e trabalho em um cont exto gl obal.
4.1.2 Documentos Cartográficos
Na et apa de com pilação das informações dest e trabalho, foi realiz ad o u m levant am ent o dos documentos cartográficos exist ent es da regi ão de es tudo, a princí pio, para s e defi ni r uma área de i nteress e e que atendes se as condi ções des ej adas para o des envolvim ento deste estudo.
A etapa s egui nt e, defini ção da área de es tudo , foi realiz ada com bas e nos docum entos cartográfi cos e de s ensores remotos (m apas t opográfi cos, m apas geotécni cos , fot ografias aéreas e imagens de s at élit e ) pesquisados na et apa de com pilação das inform ações. Os document os cartográfi cos utiliz ados nest e trabalho s erão apres entados a segui r.
4.1.2.1 Mapas Topográficos
A área es col hida para est e pres ente est udo pos sui aproximadament e 7 km² e est á i ns eri da em 4 mapas t opográfi cos do IGC (Insti tuto Geográfi c o e Cartográfi co do Est ado de S ão P aulo ), na es cala 1:10.000 , além de estar na zona de mudança de fuso UTM , do fus o 23S para o fuso 22S. Os mapas topografi cos utilizados foram:
São Pedro II (SF-23-Y-A-IV-1-NO-C) em escala 1:10.000 do ano de 1979 (Primeira edição), Datum UTM Córrego Alegre;
São Pedro III (SF-23-Y-A-IV-1-NO-D) em escala 1:10.000 do ano de 1979 (Primeira edição), Datum UTM Córrego Alegre;
São Pedro I (SF-23-Y-A-IV-1-NO-F) em escala 1:10.000 do ano de 1979 (Primeira edição), Datum UTM Córrego Alegre; e
Ribeirão do Meio (SF-23-Y-A-IV-1-NO-E) em escala 1:10.000 do ano de 1979 (Primeira edição), Datum UTM Córrego Alegre.
Definição da Área de Estudo Fotointerpretação / Trabalho de Campo I Ortorretificação Trabalho de Campo II Geração do Índice de Erosão Validação do Índice Fotografias Aéreas Mapas Geotécnicos (Gomes, 2002) Mapa de Landform
Mapa de Materiais Inconsolidados Mapa de Substrato Rochoso Mapas Topográficos
Fotografias Aéreas Imagens de Satélites
Digitalização
Georreferenciamento Delimitação das Bacias Estereoscopia
Delimitação das Bacias Delimitação das Bacias
Etapa I
Etapa II
Reconhecimento de Campo Implantação do Pluviógrafo e do marco do GPS de precisão
Validação do marco
do GPS de precisão Pontos de Controle de Campo Digitalização das Curvas
de Nível
Delimitação das Erosões por fotointerpretação
Curvas de Nível Digitalizadas MDT
Fotografia Aérea
Certificado de Calibração da Câmara Pontos de Controle de Campo Levantamento das Erosões com
GPS de Precisão
Dados de Chuva
Caracterização das Chuvas da Região
Mapa Topográfico Digitalizado MDT Carta de Declividade
Carta de Direção de Fluxo Watershed
Fotografias Aéreas Estereoscopia Ortorretificação
Delimitação das Áreas de Contribuição das Erosões
4.1.2.2 Mapas Geotécnicos
Para a caract erização geológi co -geotécnica da área de estudo foram utilizados dados de divers os t rabal hos realiz ados pela EES C/USP (Es col a de Engenhari a de São Carlos – Universidade de São Paulo) e em diversas escalas, des de 1:100.000 até 1:10.000 (Pejon, 1992; P ejon & Zuquett e, 1999; Gom es, 2002; Zuquett e, 200 2; Dantas -Ferrei ra, 2004, 2008) . Os m ap as de Landfor m, Subst rat o Rochos o e Mat eri ais Inconsolidados util izados foram os de Gom es (2002), por t er trabalhado s om ent e na Baci a do Ribei rão do Meio, no muni cípi o de S ão Pedro, onde estão ins eridas as duas Sub -bacias aqui est udadas.
4.1.3 Documentos de Sensores Remotos 4.1.3.1 Imagens de Satélite
As im agens de s at éli tes utiliz adas nest e t rabalho foram obtidas a parti r do program a Googl e™ Earth , e correspondem a im agens do satélit e Qui ckBi rd d e set embro de 2007 e que utiliza m um a câmara com di st ância focal de 8.900 mm e apresent a tam anho do pixel i gual a 0, 70 m (Sal vini et al ., 2004) e t ambém pel a imagem do m esmo sat élit e, genti lment e sedida pela P refeit ura de São Pedro, obtida em 07/09/ 2007, e que cobre part e da área escolhi da para est e es tudo e não sua t otalidade. Estas duas primeiras im agens foram utiliz adas na part e inici al dest e estudo como auxílio para a es col ha da área de est udo. Depois de decidi da a área a s er t rabalhada, foi comprada im agem do s at élit e WorldView , imagens pancrom áti cas com resol uç ão de 0,50m , onde foram ut ilizadas principalm ent e na et apa de validação do índice, em toda a Bacia do Ribei rão do Mei o .
4.1.3.2 Fotografias Aéreas
As fot ografi as aéreas util izadas aqui podem ser obs ervadas na Tabela 4.1, onde est á indicado o ano das fot ografias aéreas, bem como o núm ero do proj eto, faix a do vôo, n úm ero da fotografia e es cal a. Todos os vôos mostrados na Tabela 4.1 possuem o Certi ficado de C alibração da C âm ara utilizada no vôo, o que é preciso para s e faz er a ortorreti fi cação das fotografias aéreas em um a et apa post erior e que s erá explicada m ai s a frente. A delimit ação da área de est udo, em princi pio, foi real izada at ravés da técnica de est ereos copia das fotografi as aéreas.
Tabela 4.1 – Fotografias aéreas utilizadas neste estudo. Ano / Projeto Faixa Foto Escala 1995 / B-0576 08 01 02 1:25.000 09 05 2000 / B-0719 361 0072 1:30.000 037 0060 2005-2006 / B-0917 030 9539 9540 1:30.000 131 3780 3781
4.2 FOTOINTERPRETAÇÃO E TRABALHO DE CAMPO I