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delas deverão fazer contato com os Conselheiros da Região para acionar a Comissão de Obras do Bairro.

§ 1o Antes do início da obra, será realizada a primeira reunião com a Comissão para conhecimento do projeto e da rotina de acompanhamento da obra.

§ 2o Após o término da obra a Comissão deve apresentar parecer por escrito da mesma, para sua efetiva conclusão.

CAPÍTULO II - Das Competências

ARTIGO 11 - Ao Conselho do Orçamento Participativo compete:

I - Apreciar, discutir e opinar sobre as diretrizes da política tributária e de

arrecadação do poder público municipal.

II - Apreciar, emitir opinião e indicar alteração no todo ou em parte sobre

o conjunto de obras e atividades constantes do planejamento de Governo e orçamento anual apresentados pelo Executivo, em conformidade com o processo de discussão do Orçamento Participativo;

III - Acompanhar a execução orçamentária anual e fiscalizar o

cumprimento do Plano de Investimentos, opinando sobre eventuais incrementos, cortes de despesas/investimentos ou alterações no planejamento;

IV - Opinar e decidir em comum acordo com o Executivo a metodologia

adequada para o processo de discussão e definição da peça orçamentária e do Plano de Investimentos;

V - Apreciar, emitir opinião e indicar alteração no todo ou em parte sobre

investimentos que o Executivo entenda como necessários para a cidade;

VI - Solicitar a Coordenação do Orçamento Participativo documentos

imprescindíveis à formação de opinião dos Conselheiros(as) no que tange fundamentalmente a questões técnicas;

VII - Indicar 04 Conselheiros (02 titulares e 02 suplentes) que irão

compor a Comissão Paritária;

VIII - Indicar 06 Conselheiros (03 titulares e 03 suplentes) como

representantes do COP para compor a Comissão Tripartite.

a) A Comissão Tripartite é composta pelo COP, pela Prefeitura

Municipal e pelo Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de São Carlos, e tem a finalidade de acompanhar os processos de concurso público para provimento dos cargos na Prefeitura Municipal de São Carlos, com a finalidade de garantir transparência no processo de seleção;

b) Os representantes deverão consultar o Conselho sobre as posições a

serem levadas à Comissão Tripartite;

IX - Acompanhar a Prestação de Contas do Governo, ao final de cada

exercício, baseando-se no relatório informatizado, com o detalhamento por demanda do que foi orçado, do que foi empenhado e do que foi realmente executado;

X - Indicar representantes do Conselho do Orçamento Participativo em

outros Conselhos, quando solicitado;

XI - Garantir a possibilidade de participação para todos os Conselheiros

e delegados portadores de necessidades especiais, em todas as atividades em que sua presença seja necessária.

ARTIGO 12 - Para instalação da reunião do COP (Conselho Municipal

do Orçamento Participativo) é necessário o quorum de metade mais uma das Regiões e Temáticas e/ou metade mais um dos Conselheiros.

§ 1º Será adotado o mesmo critério de maioria simples para aprovação

das deliberações do Conselho.

§ 2º Na primeira reunião do COP deverá ser definida sua dinâmica de funcionamento (dia, hora e local das reuniões, tempo de intervenção, período de informe, etc.).

§ 3º - As resoluções aprovadas serão encaminhadas ao Executivo. ARTIGO 13 - Fica o Executivo incumbido de abrir o processo de

discussão anual da peça Orçamentária até 30 de março, ou seja, 30 dias antes de enviar a proposta da LDO - Lei de Diretrizes Orçamentárias - à Câmara de Vereadores.

ARTIGO 14 - Anualmente, até o final de abril, o Município deverá efetuar

a Prestação de Contas do Plano de Investimentos (obras e atividades definidas no exercício anterior) e do Orçamento do Município do ano anterior (despesas X receitas), através de Assembléias Regionais e Plenárias Temáticas.

ARTIGO 15 - A Comissão Paritária deverá propor, no início do processo

de discussão, uma metodologia adequada para proceder ao estudo da peça Orçamentária e levantamento das prioridades da comunidade, bem como o cronograma de trabalho.

Parágrafo único – As Comissões Paritária e Tripartite deverão divulgar,

na reunião subseqüente do COP, as cópias das atas de suas reuniões, com as deliberações e encaminhamentos.

ARTIGO 16 - O COP terá a seguinte organização interna: I - Comissão Paritária; II - Secretaria Executiva; III - Conselheiros; IV - Coordenação de Comunicação; V - Fórum de Delegados. VI – Seminário Anual SEÇÃO 1º - Da Coordenação

ARTIGO 17 - O Conselho Municipal do Orçamento Participativo será

coordenado pela Comissão Paritária.

Parágrafo Único - A Comissão Paritária será composta por 4 (quatro)

membros do Poder Executivo Municipal e 4 (quatro) Conselheiros do COP.

ARTIGO 18 - À Comissão Paritária compete:

I - Convocar e coordenar as reuniões ordinárias e extraordinárias do

Conselho.

a) A presidência das reuniões do Conselho deverá ser ocupada entre os

representantes do Governo;

II - Convocar os membros do Conselho para se fazerem presentes às

suas atividades, dando-lhes conhecimento prévio da pauta;

III - Agendar o comparecimento dos órgãos do Poder Público Municipal,

quando a matéria exigir;

IV – Submeter à apreciação do Conselho a proposta metodológica do

Governo para discussão e definição da peça Orçamentária das Obras e Atividades que deverão constar no Plano de Investimentos e Custeio;

V - Encaminhar ao Executivo Municipal as deliberações do Conselho; VI - Consultar a Plenária sobre a necessidade de reservar um período

de tempo no início das reuniões do Conselho para informes;

VII - Conhecer, cumprir e fazer cumprir o presente Regimento Interno; VIII - Coordenar e planejar as atividades do Conselho;

IX - Discutir e propor as pautas e o calendário das reuniões; X - Reunir-se, em sessão ordinária quinzenalmente;

XI - Prestar contas ao Conselho de suas atividades;

XII - Informar as ausências dos Conselheiros titulares e suplentes ao

Conselho, bem como às respectivas Regiões ou Temáticas;

XIII - Apreciar e mediar conflitos nas Regiões e Temáticas referente à

divergências quanto à priorização de obras, serviços e diretrizes políticas;

XIV - Organizar Seminário anual sobre a dinâmica do Orçamento

Participativo, sempre no início de cada gestão do Conselho, com o objetivo de qualificar e ampliar o conhecimento dos Conselheiros e Delegados;

XV - Discutir e apresentar propostas de solução para assuntos que

envolvam duas ou mais regiões.

SEÇÃO 2º - Da Secretaria Executiva

ARTIGO 19 - A Secretaria Executiva será mantida pela Administração

Municipal, através da Coordenação do Orçamento Participativo.

Benzer Belgeler