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Üriner Đnkontinanslı Kadınların Tanıtıcı Özellikler

GEREÇ VE YÖNTEM

I- QOL ve Alt Boyutları

5.1. Üriner Đnkontinanslı Kadınların Tanıtıcı Özellikler

Nos últimos anos, novas estratégias têm sido desenvolvidas na obtenção de incrementos da produtividade agrícola associados à manutenção da qualidade do solo. No entanto, as terras agrícolas vêm perdendo a sua qualidade física decorrente dos processos de compactação a que estão sendo expostas, sendo fato comprovado que o manejo agrícola inapropriado resulta na deterioração da qualidade do solo (DEXTER, 1988; LIMA et al. 2004).

O conceito de qualidade do solo evoluiu até o final da década de 90, em resposta ao destaque dado ao enfoque holístico sobre a sustentabilidade da terra e de que a sua administração requer mais do que o controle da erosão (LIMA et al., 2007).

Doran (2002) entende por qualidade do solo a sua capacidade funcional, num ecossistema, de sustentar a produtividade biológica, manter a qualidade ambiental e promover a sanidade vegetal e animal.

Em qualquer ecossistema o solo tem uma função a desempenhar. Para Gregorich (2006), as funções primárias do solo são: sustentar a vida vegetal e animal, regular os fluxos de água, de gases e energia, tamponar ou filtrar contaminantes ambientais.

Segundo Karlen e Stott (1994), um índice quantitativo de qualidade do solo pode servir como indicador da capacidade do mesmo para a produção sustentável de plantas e de animais de forma economicamente viável, socialmente aceitável e ambientalmente amigável.

Segundo Zill et al. (2003), a indagação de como avaliar a perda de qualidade de um determinado solo, em função do manejo agrícola, é antiga, controversa e pertinente. A resposta mais adequada parece ser a utilização de características presentes no agroecossistema, que sejam indicativas do estado de qualidade do solo. Entre todos os indicadores, os relacionados à qualidade física dos solos possuem especial importância, visto que, quando deteriorada, é difícil de recuperar (IMHOFF, 2002).

De acordo com Karlen et al. (1997), a apreciação do impacto do manejo sobre qualidade de solo, exige uma análise do estado de um indicador atual em comparação com outro já conhecido. Indicadores físicos, como a quantificação da densidade,

da porosidade, da agregação e da resistência do solo à penetração, revelam grande importância no monitoramento da qualidade do solo (LIMA et al., 2007).

A qualidade do solo não pode ser medida diretamente, mas os atributos do solo, que são sensíveis às mudanças dos manejos, poderão ser usados como indicadores (ANDREWS et al., 2004), identificando, de preferência, aqueles que respondem rapidamente a essas mudanças (ROMIG et al., 1995).

O avanço sobre o estudo de qualidade do solo está atrasado, porque ainda não se tem um consenso desenvolvido para quantificar ou implementar um conjunto mínimo de dados para este tipo de avaliação (WANDER; BOLLERO, 1999). Uma das maiores dificuldades encontradas está na escolha de variáveis que sejam realmente sensíveis para detectar alterações em solos submetidos a diferentes sistemas de manejo (LIMA et al., 2007).

Larson e Pierce (1994) e Gregorich et al., (1994) relatam que se deve definir um mínimo de dados dos atributos do solo, para ser selecionado, quantificado e aplicado para a avaliação da sua qualidade. Doran e Parkin (1996) propuseram uma série mínima de dados para caracterizar e monitorar a qualidade do solo. Os indicadores quantitativos de qualidade do solo, na série mínima de dados proposta, incluíam atributos do solo como: textura, profundidade e enraizamento, densidade, infiltração, curva característica de retenção da água, matéria orgânica, condutividade elétrica, N, P, e K extraível, biomassa microbiana e respiração.

A importância de um indicador depende do resultado de interesse (NISSEN; WANDER, 2006). Karlen e Stott (1994) selecionaram indicadores e apresentaram uma metodologia para estimar um índice de qualidade do solo que teve como função principal resistir à erosão hídrica. Segundo Souza et al. (2003), a metodologia proposta pode ser utilizada para avaliar e identificar problemas de manejo do solo dentro do enfoque de sustentabilidade, melhorar seus recursos e, conseqüentemente, orientar decisões relacionadas às correções a serem implementadas.

A metodologia empregada por Karlen e Stott (1994), também foi utilizada por Glover et al. (2000), avaliando três sistemas de produção de maçã no Estado de Washington/EUA. Os autores afirmaram que a metodologia apresentou flexibilidade e facilidade de utilização.

Souza et al. (2003), utilizando à mesma metodologia, com enfoque na produção vegetal, para a cultura do citros, concluíram que a metodologia empregada para estimar o índice de qualidade do solo, foi prática e adequada, permitindo, inclusive, identificar as funções principais, os indicadores limitantes e orientar intervenções, visando melhorá-los.

Hussain et al. (1999), buscando determinar um índice de qualidade do solo, para avaliar os efeitos de três sistemas de manejo, a longo-prazo, no Sul de Illionis/EUA, concluíram que o uso de um índice de qualidade do solo ajudou a combinar as informações obtidas através da medição de vários indicadores. Sendo, então, uma ferramenta que pode ser utilizada para melhorar decisões relacionadas ao manejo do solo.

Govaerts et al. (2006), utilizando-se de uma série mínima de dados (estabilidade de agregados, ponto de murcha permanente, resistência à penetração e indicadores químicos) para avaliação da qualidade do solo, cultivado durante 12 anos, com rotação de trigo e milho, em diferentes práticas de manejo, observaram que o plantio direto sem remoção dos resíduos das culturas melhorou as condições físicas e químicas do solo. Ao contrário, o plantio direto com remoção dos resíduos das culturas favoreceu ao elevado acúmulo de Mn no solo, à baixa estabilidade dos agregados, à elevada resistência, à penetração, à baixa infiltração de água e aos valores elevados de enxurradas.

Moraes et al. (2002), avaliaram dois sistemas de manejo para um Nitossolo Vermelho: a) preparo convencional (uma aração e duas gradagens pesadas), por 20 anos, para a cultura do milho; b) preparo convencional (uma aração e duas gradagens pesadas), por 13 anos, seguido de semeadura direta por sete anos, com aveia-preta como cultura de inverno e milho como cultura de verão; c) e floresta nativa (testemunha). Nesta pesquisa, concluíram que a substituição do preparo convencional pela semeadura direta melhorou a qualidade física do solo.

Costa et al. (2006) avaliando a qualidade de um Latossolo Vermelho, submetido a sistemas de cultivo com preparo convencional e plantio direto, verificaram que a qualidade do solo, em ambos os sistemas de cultivo foram similar quanto aos atributos físicos, mas em relação aos atributos químicos, a sua capacidade de troca catiônica foi mais alta no solo sob plantio direto.

Um sistema de manejo somente poderá ser considerado sustentável se ele mantiver ou melhorar a qualidade do solo, não comprometendo a qualidade ambiental além

de um nível que seja aceitável pela sociedade. Somente entendendo e promovendo a qualidade do solo, é que, se poderá garantir, às gerações futuras, no grau requerido, a proteção ambiental e a utilização dos solos de uma forma proveitosa (COGO et al., 2003).