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3. HAZIR GİYİM MAĞAZALARINDA TASARIM VE MARKA KİMLİĞİ

4.1 Polo Garage Mağazalarının Marka Kimliğini Oluşturan Temel Nitelikler

4.1.3 Ürünler

%l{h] ~['l.Bi !aeme Wrm.aYOw: ql'B'-la, WaboY"w: ba'Am yref' WmWqY"w:

14

`WnM'[i

14E [se] levantaram os sarim [chefes, príncipes] de Moabe e voltaram [foram] para [a]

Balaque e disseram: desde não Balaão andar conosco [recusou-se ir conosco].

`hL,aeme ~ydIB'k.nIw> ~yBir; ~yrIf' x;l{v. ql'B' dA[ @s,YOw:

15

15. E acrescentou [continuou] ainda, Balaque enviar sarim [chefes, príncipes] muitos e mais[e os que eram] honradosdo que estes [eles].

an"-la; rAPci-!B, ql'B' rm;a' hKo Al Wrm.aYOw: ~['l.Bi-la, WaboY"w:

16

`yl'ae %l{h]me [n:M'ti

16. E vieram [foram] a Balaão [para] e disseram para ele: assim diz [disse] Balaque, filho de Zipor: não rogo [por favor] demores [te deixarás deter] desde andar [em ir] a mim.

aN"-hk'l.W hf,[/a, yl;ae rm;aTo-rv,a] lkow> daom. ^d>B,k;a] dBek;-yKi

17

`hZ<h; ~['h' tae yLi-hb'q'

17. Pois pesar [porque honrar] eu [te honrarei] tornarei pesado a ti muito e tudo o que disseres [disser] a mim farei e vem rogo [e vai, por favor] e amaldiçoa [maldize] para mim o povo [o] este.

134

tAf[]l; yh'l{a/ hw"hy> yPi-ta, rbo[]l; lk;Wa al{ bh'z"w> @s,K, Atybe

`hl'Adg> Aa hN"j;q.

18. E respondeu Balaão, e disse para [aos] servos de Balaque: se desse [que desse] para mim Balaque cheia [o conteúdo de] sua casa [a casa dele], prata e ouro; não poderia [poderei] para ultrapassar [atravessar] a boca [ordem, palavra de] YHWH o meu Deus [Eloah] para fazer pequeno ou grande.

hw"hy> @seYO-hm; h['d>aew> hl'y>L'h; ~T,a;-~G: hz<b' an" Wbv. hT'[;w>

19

`yMi[i rBeD;

19. E agora, vem [ficai] rogo [por favor] aqui [nesta] também vós a noite; e saberei o que acrescentaráYHWH dirá [falar] a mim [comigo].

WaB' ^l. aroq.li-~ai Al rm,aYOw: hl'y>l; ~['l.Bi-la, ~yhil{a/ aboY"w:

20

Atao ^yl,ae rBed;a]-rv,a] rb'D'h;-ta, %a;w> ~T'ai %le ~Wq ~yvin"a]h'

`hf,[]t;

20. E veio [foi] Deus [Elohim] para [a] Balaão de noite, e disse para eles [a ele]: e para [se] chamar para [a] ti vieram os homens, levanta-te, [vai] com eles; e somente a palavra que eu falarpara [a] ti a ele [ela] farás.

`ba'Am yref'-~[i %l,YEw: Antoa]-ta, vbox]Y:w: rq,BoB; ~['l.Bi ~q'Y"w:

21

21. E levantou-se Balaão em manhã [pelo amanhecer] e albardou [selou] a sua [dele] jumenta; e andou [foi] com os sarim [chefes, príncipes] de Moabe.

Ainda, nos versos 13-14, Balaão instrui os chefes de Balaque a retornarem à sua terra, porque YHWH recusou-se a permitir-lhe acompanhá-los. A raiz verbal

!am

503 “recusar” implica, embora isso nunca é afirmado explicitamente, que o pedido tenha sido feito por Balaão a YHWH para permitir que ele aceitasse a oferta de Balaque. Assim, como YHWH se recusou a permitir a ida de Balaão, assim os chefes de Balaque lhe disseram que Balaão

!aEme

“recusou-se” acompanhá-los.

Nos versos 15-17 Balaque despacha chefes muito mais importantes que os anteriores e oferecem a Balaão maiores honrarias. Enfatizando o desejo de que nada

503 KIRST Nelson. et al. Dicionário Hebraico-Português. São Leopoldo/Petrópolis: Sinodal/Vozes, 2004.

135 pudesse atrapalhar a vinda de Balaão. Alonso Schökel504 acredita que Balaque interpretou a negativa de Balaão como um desacordo sobre o preço e as condições da contratação de Balaão “e por isso despacha a nova embaixada com algo a mais que o preço do conjuro.”

A forma verbal

dBek;

“honra”, às vezes sugere presentes, concedendo uma

sensação de que seria mais apropriado aqui, particularmente à luz do verso seguinte, e também apropriado geralmente na narrativa Balaão (Nm 22.37)

^d<)B.K;

, “o teu honrar?” (24.11)

dBeK;

“honrar” e conforme Jz 9.9

WdïB.k;y>

“honram” 13.17

^Wn*d>B;kiw>

“e te honremos?” (1Sm 2.29)

dBeÛk;T.w:

, “e honras”. Mais uma vez, a palavra-chave para a maldição é da raiz

bbq

“maldize para mim”

yLiê-hb'q")

retomando a linguagem de Nm

22.11.

No verso 18, Balaão responde dizendo aos príncipes de Balaque, na verdade temos diferentes termos de referência para os emissários de Balaque: (Nm 22.5)

~ykiøa'l.m;

“mensageiros” (Nm 22.7)

ynEq.zI

“anciãos ou os velhos de” (Nm 22.8,12,14,15)

yrE(f'

“chefes tribais” (Nm 22.9)

~yvin"a]h'

“os homens” e aqui:

ydEäb.[;

“servos”, Balaão rejeita a oferta de Balaque de uma maneira um tanto proverbial, referindo-se

bh'_z"w> @s,K,ä

“prata e ouro”, e usando

hl'(Adg> Aað hN"j;q

, literalmente: “pequeno ou grande”, ou seja, “qualquer coisa.” Simpson505, assumi que: “se Balaão

estava sob o controle divino durante uma parte de sua vida, ele deve ter estado sob o mesmo controle durante toda a sua vida.”

Nos versos 19 e 20, mais uma vez, há outro período de espera durante a noite, de modo que Balaão pode experimentar uma segunda comunicação noturna com YHWH. YHWH visita Balaão e lhe concede permissão para aceitar o convite dos homens, admoestando-o a falar apenas o que Ele lhe permitisse falar.

No verso 21, Balaão se levanta no dia seguinte. Há uma dúvida sobre se o versículo 21 inicia a perícope da jumenta, ou se a narrativa começa no versículo 22. A evidência favorece a visão de que o versículo 21 conclui a seção anterior da narrativa. Pode-se notar que a narrativa da jumenta é concluída em Nm 22.35b com um pós-

504

ALONSO SCHÖKEL, Luis. Pentateuco II Levítico, Números, Deuteronomio. Madrid: Cristiandad, 1970. P. 210.

505 SIMPSON. B.F. The Story of Balaam Reconsidered. The Old Testament Student, Vol. 5, No. 3 (Nov.,

136 escrito, relatando que Balaão foi na companhia de chefes de Balaque, dos quais não há menção explícita em nenhum versículo de Nm 22.22-35a. De uma maneira similar, vemos que a narrativa primária poderia ser concluída em Nm 22.21b com um pós- escrito, relatando que Balaão acompanhou os chefes de Moabe. Mais adiante do mesmo modo, Nm 24.25 conclui com o relato de que Balaão se levantou para voltar ao seu lugar. Todos estes pós-escritos são formulados em termos similares

~q'Y"w:

“Ele se levantou para ir...” são as formas convencionais de apresentar o fim das seções da narrativa pelo movimento de sinalização de um lugar para outro como em Nm 23.6

bv'Y"w:

“E retornou a ele, e eis que.... Para sustentar esta análise da composição é necessário, contudo, assumir uma “duplicidade” em Nm 22.22, em que o nome de Balaão foi substituído por um pronome pessoal,

èaWh

“ele”, o início do verso 22 poderia ter a seguinte redação:

~['l.Bi %lEåAh-yKi( é~yhil{a/ @a:å-rx;YI)w:

“E se inflamou a

fúria de YHWH, porque o que ia Balaão.”

Parece-nos que o nome de Balaão, a partir do versículo 22, foi retirado por um redator que fez que o nome de Balaão desse versículo fosse substituído pelo pronome

pessoal

èaWh

“ele” depois do versículo 21. Da mesma forma, Nm 22.35b serve como

um fechamento independente da narrativa sobre a jumenta de Balaão.No verso 21, que

relata sobre Balaão e sua jumenta, ecoa o texto de Gn 22.1-19 sobre a narrativa da jornada de Abraão ao Monte Moriá para sacrificar seu filho Isaque. É claro que não podemos propor que a narrativa da jumenta estava conscientemente sendo escrita como uma história espelho da jornada de Abraão, Nm 22.21 não é realmente parte dela, mas não é difícil perceber uma similaridade ligando Gn 22.3 e Nm 22.21: Em ambas as fontes, temos o destinatário de uma comunicação divina resultante de uma atitude no início da manhã o hebraico

vbox]Y:w:)

“e selou” da raiz verbal

vbx

significa prontamente carregar um animal; um

Armox

“o jumento” em Gênesis, e uma

An=toa]

“a

jumenta” em Números. É também relevante que tanto Abraão quanto Balaão levaram

dois escudeiros ao longo da viagem Gn 22.3, Nm 22.22, embora isto fosse,

provavelmente, uma prática comum conforme 2Rs 5.23 “E disse Naamã: sê do agrado,

pega talentos. E instou com ele, e amarrou talentos sobre os dois de os jovens dele, e carregaram perante ele.” (ATI-2)

137

Benzer Belgeler