A) Muhasebe Karı veya Zararı, R) Toplam Vergi Gideri ve T) Dönem Net Karı veya Zararı
3.2. Özkaynaklar ve Kapsamlı Karla İlgili Ertelenmiş Vergiler
3.5.1. Fase de caracterização e fase laboratorial
Solicitou-se aos sujeitos motivados a participar do estudo, que preenchessem um consentimentos informado (Anexo C) em que no mesmo, os participantes concordavam a participar dos procedimentos referentes ao estudo, e ficassem a par dos conceitos éticos envolvidos na investigação, e só então receberam documento de caracterização da amostra citado no subcapítulo 3.4.3.
Após pedir aos sujeitos que se despissem, foi-lhes solicitado que fixassem o olhar a um ponto fixo na parede predeterminado pelos examinadores e se mantivessem de pé com
os braços relaxados e descaídos lateralmente ao tórax, com os pés distanciados entre si, numa largura compatível à distância entre os ombros, para que assim pudessem ser visualizados e fossem submetidos à palpação sem interferência alguma.
3.5.1.1. Mensuração da cinemática da omoplata em três dimensões
O FOB proporciona um sistema de feedback que emite um som quando as posições desejadas de serem investigadas são alcançadas, assim, como possui também uma projeção (através de um computador) a uma tela onde é indicado um retângulo (quando atinge a posição desejada dentro do plano de observação e o ângulo de elevação do MS dentro de uma margem de erro de 5º) que orienta visualmente o movimento do sujeito, isto é, quando a posição “desejada” pelos investigadores é atingida, uma cruz é posicionada dentro do retângulo indicando que o movimento está a ser bem feito dando também um feedback ao executante, garantindo o posicionamento correto dentro do plano e das elevações do MS a serem realizadas.
Quanto ao posicionamento dos sensores eletromagnéticos, os mesmos foram selecionados por meio da palpação e dispostos de acordo com as recomendações feitas no estudo de Meskers et al. (1998), no qual para realizar a medição dos movimentos do úmero, tórax e da omoplata foram utilizados quatro receptores.
Três sensores foram “fixados” às estruturas pré-determinadas que serão apresentados a seguir, e um quarto conhecido como Stylus que é basicamente um ponteiro de 65mm de tamanho (Meskers et al., 1998; Meskers, Fraterman, van der Helm, Vermeulen, & Rozing, 1999).
As referências ósseas digitalizadas com o stylus para construção dos sistemas de coordenadas, distribuíram-se de acordo com o movimento e plano a ser estudado, assim como é previsto pelas recomendações de Wu et al. (2005) descritos através da tabela 17. Portanto, a disposição espacial e posicionamento do sensor Stylus, em ação conjunta aos demais sensores, fornecia e recebia informações ao receptor (Meskers et al., 1998, 1999).
Assim, a localização do primeiro sensor foi posicionada na apófise espinhosa de C7 (tórax); um segundo sensor foi posicionado com o uso de uma braçadeira distal e externamente no úmero; e o terceiro foi fixado na omoplata, na face superior do acrómio.
Tabela 18: Referências ósseas digitalizadas com o stylus para construção dos sistemas de coordenadas27 (adaptado de Wu et al., 2005).
Segmentos corporais Proeminência óssea
Tórax Apófise espinhosa de C7 Apófise espinhosa de T2 a T8 e T12 FE AX Omoplata AI RE AA ACo Úmero Centro de rotação da GU Epicôndilo Epitróclea 3.5.1.2. Sistema de Coordenadas
Foram utilizadas as recomendações do ISB (Wu et al., 2005) para construção dos sistemas de coordenadas do tórax, omoplata e úmero. Os locais de recolha e os respectivos eixos podem ser melhor observados nas tabelas 19 e 20 (van der Helm, 1997; Karduna et al., 2000).
O ponto de referência para o sistema dá-se no AA, e através da figura 3, os eixos e os movimentos da omoplata correlacionados a eles podem ser vistos de maneira simples, e sugerem exatamente que em uma reta paralela ao ângulo formado pela triangulação entre o AI a RE e o AA constituem o eixo X, e o eixo Y originasse da correlação entre os eixos X e Z perpendicularmente, como demonstrado na figura 8 (Roy et al., 2007).
27 Tabela 18, legendas: C7- Apófise espinhosa da 7ª vértebra cervical; T2- Apófise espinhosa da 2ª vértebra
torácica; T8- Apófise espinhosa da 8ª vértebra torácica; T12- Apófise espinhosa da 12ª vértebra torácica; FE- Fúrcula esternal; AX- Apêndice Xifóide; AA- Ângulo acromial; AI- Ângulo inferior da omoplata; RE- Raiz da espinha da omoplata; ACo- Apófise coracóide; GU- Gleno-umeral (adaptado de Wu et al., 2005).
Figura 8: Sistema de coordenadas local para os movimentos da omoplata28 (adaptado
de Meskers et al., 1999).
Tabela 19: Divisão dos ângulos de Euler e suas descrições para o sistema de coordenadas global (adaptado de Wu et al., 2005).
Segmento corporal Eixo Movimento
Tórax
X Inclinação anterior e posterior
Y Rotação
Z Flexão lateral
Tabela 20: Divisão dos ângulos de Euler e suas descrições para o sistema de coordenadas local do tórax (adaptado de Wu et al., 2005).
Segmento corporal Eixo Movimento
Omoplata
X Báscula anterior e posterior
Y Protração e retração
Z Rotação interna e externa
Úmero
X Plano de elevação relacionado ao tórax
Y Elevação do úmero
Z Rotação do úmero
28 Figura 8, legendas: AA- Ângulo acromial; AI- Ângulo inferior da omoplata; RE- Raiz da espinha da
3.5.1.3. Medições com o uso da fita métrica
Antes do início da aferição das medidas lineares feitas com a fita métrica, 14 pontos pré-definidos foram marcados com um marcador cuja tinta seria facilmente removida com o uso de álcool após cada recolha, nomeadamente: FE e o ACo; as apófises espinhosas de C7, T2, T3, T4, T5, T6, T7, T8 e T12 na CVe, e o AA, AI, e RE na omoplata.
Depois de marcados os pontos, e determinar os planos de avaliação da posição e orientação da omoplata, respectivamente o plano frontal, plano sagital e plano da omoplata (Borsa et al., 2003), são efetivamente realizadas as medições na posição inicial da omoplata (0º) (Guerreiro & Matias, 2007) e aos 90º.
Foram efetuadas portanto cinco medidas, nomeadamente M1, M2, M3, M4 e M5, entre pontos pré-determinados conforme demonstrado na tabela 21, e anotadas em um registro, cujo modelo pode ser visto no Anexo B.
Tabela 21: Recolha das medidas entre pontos pré-estabelecidos (adaptado de Afonso & Matias, 2012).
Medidas Pontos de referência
M1 RE à apófise espinhosa mais próxima na horizontal
M2 RE à apófise espinhosa de C7
M3 AA à apófise espinhosa de T3
M4 AI à apófise espinhosa mais próxima na horizontal
M5 FE à ACo
As recolhas das medidas feitas com a fita métrica foram realizadas simultaneamente à captura das medidas realizadas pelo FOB nas duas posições de elevação do MS (0º e 90º) e nos planos sagital, plano frontal e plano da omoplata nesta ordem, por dois investigadores na mesma ocasião, e refeita em uma data diferente.