5. SONUÇLAR VE ÖNERİLER
5.2. Öneriler
Este indicador calcula quantidade de leitos hospitalares disponíveis para cada mil habitantes.
Quadro 15 Metodologia da OCDE para o Indicador de Quantidade de Leitos
Fórmula de Cálculo do Indicador Quantidade de Leitos Hospitalares / Número de Habitantes x 1.000
Critérios de Inclusão Leitos, ocupados ou não, em todos os hospitais, incluindo hospitais gerais, psiquiátricos e outros hospitais especializados
Critérios de Exclusão Mesas cirúrgicas, macas de recuperação ou emergência, leitos de hospital-dia, leitos não disponíveis por alguma razão, leitos temporários e home care
Este indicador é atualmente calculado para o Brasil pela OCDE, e tem como fonte de informação o CNES, onde é calculada a média mensal para o ano de análises da quantidade de leitos registrados o CNES, incluindo SUS e não SUS.
Neste trabalho o indicador será calculado também com base no CNES, no entanto, optou-se por utilizar a quantidade de leitos no meio do ano (junho/2013) ao invés de usar a média mensal do ano. Esta escolha é justificada pelo fato do denominador ser representado pela quantidade de habitantes no meio do ano, e não a média mensal de habitantes no ano. Desta forma, numerador e denominador ficam compatíveis na mesma competência.
Para atender aos critérios de exclusão do indicador da OCDE, foram excluídos do cálculo os leitos de hospital-dia.
O CNES engloba tanto estabelecimentos públicos quanto privados, no entanto há uma variável que indica se o leito está ou não disponível para o SUS. No entanto não há distinção se o leito está disponível para plano privado, ou outras fontes de
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financiamento. Portanto, o indicador calculado neste trabalho só apresenta seu valor total para o Brasil e para o SUS, não sendo calculado segmentado por plano privado e outras fontes de financiamento.
Tabela 9 Proposta para o cálculo do indicador de Leitos Hospitalares no Brasil
Foi contada a quantidade de leitos existentes (QT_EXISTE) e de leitos disponíveis para o SUS (QT_SUS) cujo tipo de leito (TP_LEITO) fosse diferente de hospital-dia .Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO—C— Filtros—aplicados—em—cada variável , bem como o script em SQL utilizado para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos—SQL—utilizados—para—o—cálculo—dos—indicadores .
Segmento
Numerador
Medida Fonte Denominador
Financiamento Público Quantidade de Leitos Hospitalares Disponíveis para o SUS Tabela de leitos do CNES/SUS População Total Financiamento pela Saúde Suplementar Demais Fontes de Financiamento
Total Brasil Quantidade Total de Leitos Hospitalares
Tabela de leitos do CNES/SUS
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3.3.3.2 Quantidade de Leitos por Tipo de Cuidado
Este indicador calcula quantidade de leitos hospitalares disponíveis para cada mil habitantes segmentado pelos tipos de cuidado: psiquiátrico, longo-termo, curativo (agudo) e outros.
Quadro 16 Metodologia da OCDE para o Indicador de Quantidade de Leitos por Tipo de Cuidado Fórmula de Cálculo do Indicador Quantidade de Leitos Hospitalares / Número de
Habitantes x 1.000
Critérios de Inclusão Psiquiátrico: leitos em hospitais psiquiátricos, leitos em departamentos de psiquiatria em hospitais gerais e especializados
Longo Termo: leitos de cuidados de longo termo em hospitais gerais e hospitais especializados (que não psiquiátricos), e leitos para cuidados paliativos
Curativo: Leitos que acomodem pacientes onde o objetivo principal seja: parto, cura de doenças não mentais ou provimento de tratamento definitivo, cirurgia, melhorar os sintomas de doenças não mentais (excluindo cuidados paliativos), redução da severidade de doenças não mentais, proteção contra a complicação de doenças não mentais que poderiam causar impactos na vida ou em funções normais, procedimentos diagnósticos ou terapêuticos Outros: leitos para reabilitação ou outros leitos que não foram classificados nas categorias anteriores
Critérios de Exclusão Psiquiátrico: leitos para cuidados curativos de doenças não mentais, leitos para cuidados de longo têrmo de doenças não mentais, leitos para reabilitação e leitos para cuidados paliativos Longo Termo: leitos em hospitais psiquiátricos, leitos para reabilitação
Curativo: leitos para outras funções: cuidados psiquiátricos, de reabilitação, de longo termo e paliativos, leitos em hospitais psiquiátricos Outros: -
Este indicador não é atualmente calculado para o Brasil pela OCDE, no entanto como há a informação do tipo de leito no CNES, isto permite o cálculo do indicador. De acordo com os critérios de inclusão e exclusão da OCDE descritos no quadro acima, observamos que na classificação de leitos por tipo é levado em consideração o tipo de leito, exceto para hospitais psiquiátricos, que além de considerar leitos psiquiátricos, inclui tambem todos os leitos em hospitais especializados em psiquiatria.
No CNES há estas duas variáveis, tipo de leito e tipo de estabelecimento, no entanto na classificação— por— tipo— de— estabelecimento— não—há— a— categoria— Hospital— Psiquiátrico ,— estando— este— tipo— de— estabelecimento— classificado— como— Hospital— Especializado .— Portanto não temos como distinguir dentre os hospitais especializados os que são para cuidados psiquiátricos.
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Apesar de não conseguirmos diferenciar na tabela de leitos do CNES o tipo do estabelecimento, podemos observar diretamente na classificação dos leitos a existência de categorias específicas para leitos psiquiátricos e saúde mental. Portanto, na proposta de cálculo do indicador neste trabalho será levada em consideração a classificação por tipo do leito como segue:
Psiquiátrico leitos classificados como psiquiatria ou saúde mental, excluindo os que são para hospital-dia.
Longo-têrmo leitos classificados como crônicos, excluindo os leitos de hospital-dia. Curativo leitos de várias especialidades para procedimentos cirúrgicos e clínicos, leitos de outras especialidades, leitos obstétricos e leitos pediátricos. São considerados também os leitos complementares que englobam os leitos de UTI. Todos os leitos nestas especialidades classificados como hospital-dia foram excluídos.
Outros leitos classificados como reabilitação, unidade de isolamento ou acolhimento noturno, excluindo os leitos de hospital-dia.
Tabela 10 Proposta para o cálculo do indicador de Leitos Hospitalares no Brasil Segmento
Numerador
Medida Fonte Denominador
Financiamento Público Quantidade de Leitos Hospitalares por Tipo Disponíveis para o SUS
Tabela de leitos do CNES/SUS População Total Financiamento pela Saúde Suplementar Demais Fontes de Financiamento
Total Brasil Quantidade Total de Leitos Hospitalares por Tipo
Tabela de leitos do CNES/SUS
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Foi contada a quantidade de leitos existentes (QT_EXISTE), por código do leito (CODLEITO) cujo tipo de leito (TP_LEITO) fosse diferente de hospital-dia .Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO—C— Filtros—aplicados—em—cada— variável , bem como o script em SQL utilizado para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos—SQL—utilizados—para—o—cálculo—dos—indicadores .
3.3.3.3 Taxa de Ocupação de Leitos de Cuidados Curativos e Agudos
Este indicador calcula a taxa de ocupação para leitos de cuidados curativos e agudos no ano.
Quadro 17 Metodologia da OCDE para o Indicador de Taxa de Ocupação de Leitos de Cuidados Curativos e Agudos
Fórmula de Cálculo do Indicador Leitos-Dia para Cuidados Curativos e Agudos / (Número de Leitos para Cuidados Curativos e Agudos x 365)
Critérios de Inclusão Leitos que acomodem pacientes onde o objetivo principal seja: parto, cura de doenças não mentais ou provimento de tratamento definitivo, cirurgia, melhorar os sintomas de doenças não mentais (excluindo cuidados paliativos), redução da severidade de doenças não mentais, proteção contra a complicação de doenças não mentais que poderiam causar impactos na vida ou em funções normais, procedimentos diagnósticos ou terapêuticos
Critérios de Exclusão Curativo: leitos para outras funções: cuidados psiquiátricos, de reabilitação, de longo termo e paliativos, leitos em hospitais psiquiátricos
Este indicador não é atualmente calculado para o Brasil pela OCDE. A taxa de ocupação é calculada dividindo o número de leitos-dia de cuidados curativos (agudos) pelo número de leitos de cuidados curativos (agudos) disponíveis, multiplicado por 365. O número de leitos-dia de cada paciente significa o seu tempo médio de permanência internado, que é contado como a data de sua alta menos a data de sua admissão. Por exemplo, um paciente admitido no dia 25 e que teve alta no dia 26 é contado como 1 dia de permanência.
Portanto, o indicador pode ser calculado com base no indicador de Quantidade de Leitos por Tipo de Cuidado já calculado neste trabalho, e no número de leitos-dia para cuidados curativos e agudos.
O número de leitos-dia para cuidados curativos será retirado da base de dados da AIH Reduzida para o SUS e da CIHA para outras fontes de financiamento que não o SUS. Tanto na base de dados da AIH Reduzida quanto na CIHA é possível filtrar as internações por tipo de especialidade do leito.
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Para filtrarmos as internações em leitos para cuidados curativos e agudos usamos as seguintes categorias:
- 01-Cirúrgico - 02-Obstétricos - 03-Clínico
- 06-Pneumologia Sanitária (Tisiologia) - 07-Pediátricos
- 64-Unidade Intermediária
- 65-Unidade Intermediária Neonatal - 74-UTI I
- 75-UTI Adulto II - 76-UTI Adulto III - 77-UTI Infantil I - 78-UTI Infantil II - 79-UTI Infantil III - 80-UTI Neonatal I - 81-UTI Neonatal II - 82-UTI Neonatal III - 83-UTI Queimados
Excluimos as internações classificadas como: 04-Crônicos, 05-Psiquiatria, 08- Reabilitação, 09-Leito Dia / Cirúrgicos, 10-Leito Dia / AIDS, 11-Leito Dia / Fibrose Cística, 12-Leito Dia / Intercorrência Pós-Transplante, 13-Leito Dia / Geriatria, 14-Leito Dia / Saúde Mental, Não discriminado ou que não tivesse classificação da especialidade do leito preenchida.
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Tabela 11 Proposta para o cálculo do indicador de Leitos Hospitalares no Brasil
Para quantidade de leitos-dia para cuidados curativos e agudos no âmbito do SUS foram somados os leitos-dia das AIHs cuja especialidade do leito (ESPEC) fosse para cuidados curativos e agudos que tiveram motivos selecionados de alta (COBRANCA). Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO—C— Filtros—aplicados— em cada— variável , bem como o script em SQL utilizado para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos—SQL—utilizados—para—o—cálculo—dos—indicadores . Para a quantidade de leitos-dia para cuidados curativos e agudos com outras fontes de remuneração foram somados os leitos-dia cuja especialidade do leito (ESPEC) fosse para cuidados curativos e agudos por motivos selecionados de alta (COBRANCA). Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO—C— Filtros—aplicados— em— cada— variável , bem como o script em SQL utilizado para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos—SQL—utilizados—para—o—cálculo—dos—indicadores .
Segmento
Numerador
Medida Fonte Denominador
Financiamento Público Quantidade de Leitos- Dia para cuidados curativos e agudos para o SUS Tabela de leitos do CNES/SUS Quantidade de Leitos disponíveis para cuidados curativos e agudos para o SUS
Financiamento pela Saúde Suplementar
Demais Fontes de Financiamento
Total Brasil Quantidade Total de Leitos-Dia para cuidados curativos e agudos Tabela de leitos do CNES/SUS Quantidade Total de Leitos disponíveis para cuidados curativos
70 / 149 3.3.4 Indicador de Altas Hospitalares
3.3.4.1 Altas Hospitalares Global
Este indicador calcula a quantidade de altas hospitalares para cada cem mil habitantes.
Quadro 18 Metodologia da OCDE para o Indicador de Altas Hospitalares
Fórmula de Cálculo do Indicador Quantidade de altas hospitalares durante o ano / Número de Habitantes x100 000
Critérios de Inclusão Altas de todos os hospitais, incluindo hospitais gerais, psiquiátricos e hospitais especializados Mortes em hospitais
Transferências para outros hospitais Altas de recém-nascidos
Critérios de Exclusão Transferências para outra unidade dentro do mesmo hospital
Este indicador é atualmente calculado para o Brasil pela OCDE e indica o número total de altas hospitalares de pacientes admitidos para tratamento ou cuidado e que permaneceram no mínimo uma noite. No entanto no valor divulgado pela OCDE só são considerada as altas ocorridas no âmbito do SUS.
Na proposta de cálculo deste trabalho utiliza-se como fonte de informações a soma das altas hospitalares ocorridas no SUS informadas através do SIH/SUS com as altas hospitalares provenientes de outras fontes de informação que vêm da CIHA.
Como no SIP/ANS não temos a informação de quantidade de altas hospitalares utilizamos como proxy as altas hospitalares informadas na CHIA que tiveram como fonte de remuneração planos privados de saúde.
Para a AIH foram desconsideradas as altas do tipo 5 longa permanência para evitar dupla contagem da mesma internação, uma vez que segundo as características da base de dados, a informação de data de entrada e saída bem como informações como o motivo da alta encontram-se na AIH original de entrada também. Por exemplo, um paciente admitido através de uma AIH normal e que teve uma AIH de continuidade registrada por ter que permanecer mais tempo internado, terá no banco de dados da AIH a informação sobre a sua alta na AIH original também, que gerou a internação.
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Tabela 12 Proposta para o cálculo do indicador de Altas Hospitalares no Brasil
Para a quantidade de altas hospitalares durante o ano no âmbito do SUS foi contada a quantidade de AIHs de tipo diferente de continuidade (IDENT) que tiveram motivos selecionados de alta (COBRANCA) cuja quantidade de diárias (QT_DIARIAS) fosse superior a 1, para excluir os casos de hospital-dia. Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO— C— Filtros— aplicados— em—cada— variável , bem como o script em SQL utilizado para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos—SQL— utilizados para o cálculo—dos—indicadores .
Para a quantidade de altas hospitalares durante o ano com outras fontes de remuneração foi somada a quantidade de altas (PROC_REA) por motivos selecionados (COBRANCA), cuja quantidade de diárias (DIAS_PERM) fosse superior a 1, para excluir os casos de hospital-dia, e que tiveram fonte de financiamento diferente de plano privado de saúde (FONTE). Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO—C— Filtros—aplicados—em—cada—variável , bem como o script em SQL utilizado para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos— SQL— utilizados— para— o— cálculo—dos—indicadores .
Para saúde suplementar também foram utilizados os mesmos filtros na CIHA descritos acima com exceção do tipo de financiamento que considerou somente a saúde
Segmento
Numerador
Medida Fonte Denominador
Financiamento Público 1 - Quantidade de Altas Hospitalares ocorridas durante o ano no âmbito do SUS SIH/SUS (base de dados de AIH reduzida) População Total Financiamento pela Saúde Suplementar 2 - Quantidade de Altas Hospitalares ocorridas durante o ano no âmbito da Saúde Suplementar
CIHA/SUS Beneficiários de Planos Privados Médicos
Demais Fontes de Financiamento
3 - Quantidade de Altas Hospitalares ocorridas durante o ano com outras fontes de financiamento
CIHA/SUS População Total
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suplementar. Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO C Filtros—aplicados—em—cada—variável , bem como o script em SQL utilizado para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos— SQL— utilizados— para— o— cálculo— dos— indicadores .
3.3.4.2 Altas Hospitalares para Pacientes com Problemas Circulatórios
Este indicador calcula a quantidade de altas hospitalares para pacientes com problemas circulatórios para cada cem mil habitantes.
Quadro 19 Metodologia da OCDE para o Indicador de Altas Hospitalares para Pacientes com Problemas Circulatórios
Fórmula de Cálculo do Indicador Quantidade de altas hospitalares para pacientes com problemas circulatórios durante o ano / Número de Habitantes x100 000
Critérios de Inclusão Altas de todos os hospitais, incluindo hospitais gerais, psiquiátricos e hospitais especializados Mortes em hospitais
Transferências para outros hospitais Altas de recém-nascidos
Critérios de Exclusão Transferências para outra unidade dentro do mesmo hospital
Este indicador não é atualmente calculado para o Brasil pela OCDE e indica o número total de altas hospitalares para pacientes com problemas circulatórios admitidos para tratamento ou cuidado e que permaneceram no mínimo uma noite. Na proposta de cálculo deste trabalho utilizam-se como fonte de informações tanto as altas hospitalares por diagnóstico ocorridas no SUS informadas através do SIH/SUS quanto as altas hospitalares provenientes de outras fontes de informação que vêm da CIHA. Como no SIP/ANS não temos a informação de quantidade de altas hospitalares utilizamos como proxy as altas hospitalares por diagnóstico informadas na CHIA que tiveram como fonte de remuneração planos privados de saúde.
Para a AIH foram desconsideradas as altas do tipo 5 longa permanência para evitar dupla contagem da mesma internação, uma vez que segundo as características da base de dados, a informação de data de entrada e saída, bem como informações sobre o motivo da alta encontram-se na AIH original de entrada também. Por exemplo, um paciente admitido através de uma AIH normal e que teve uma AIH de continuidade registrada por ter que permanecer mais tempo internado, terá no banco de dados da AIH a informação sobre a sua alta na AIH original, que gerou a internação, também.
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Tabela 13 Proposta para o cálculo do indicador de Altas Hospitalares para Pacientes com Problemas Circulatórios no Brasil
Para a quantidade de altas hospitalares para pacientes com problemas circulatórios durante o ano no âmbito do SUS foi contada a quantidade de AIHs de tipo diferente de continuidade (IDENT) por diagnóstico principal (DIAG_PRINC) que tiveram motivos selecionados de alta (COBRANCA) cuja quantidade de diárias (QT_DIARIAS) fosse superior a 1, para excluir os casos de hospital-dia. Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO— C— Filtros— aplicados— em—cada— variável , bem como o script em SQL utilizado para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos—SQL— utilizados para o cálculo dos indicadores .
Para a quantidade de altas hospitalares para pacientes com problemas circulatórios durante o ano com outras fontes de remuneração foi somada a quantidade de altas (PROC_REA) por diagnóstico principal (DIAG_PRINC) por motivos selecionados (COBRANCA), cuja quantidade de diárias (DIAS_PERM) fosse superior a 1, para excluir os casos de hospital-dia, e que tiveram fonte de financiamento diferente de plano privado de saúde (FONTE). Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO C Filtros—aplicados—em—cada—variável , bem como o script em SQL utilizado
Segmento
Numerador
Medida Fonte Denominador
Financiamento Público 1 - Quantidade de altas hospitalares para pacientes com
problemas circulatórios ocorridas durante o ano no âmbito do SUS SIH/SUS (base de dados de AIH reduzida) População Total Financiamento pela Saúde Suplementar 2 - Quantidade de altas hospitalares para pacientes com problemas circulatórios ocorridas durante o ano no âmbito da Saúde Suplementar
CIHA/SUS Beneficiários de Planos Privados Médicos Demais Fontes de Financiamento 3 - Quantidade de altas hospitalares para pacientes com problemas circulatórios ocorridas durante o ano com outras fontes de financiamento
CIHA/SUS População Total
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para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos— SQL— utilizados— para— o— cálculo—dos—indicadores .
Para saúde suplementar também foram utilizados os mesmos filtros na CIHA descritos acima com exceção do tipo de financiamento que considerou somente a saúde suplementar. Os códigos utilizados nos filtros dos dados encontram-se no ANEXO C Filtros—aplicados—em—cada—variável , bem como o script em SQL utilizado para gerar o numerador encontra-se no ANEXO A— Códigos— SQL— utilizados— para— o— cálculo— dos— indicadores .
3.3.4.3 Altas Hospitalares para Pacientes com Câncer
Este indicador calcula a quantidade de altas hospitalares de pacientes com câncer para cada cem mil habitantes.
Quadro 20 Metodologia da OCDE para o Indicador de Altas Hospitalares para Pacientes com Câncer Fórmula de Cálculo do Indicador Quantidade de altas hospitalares de pacientes
com câncer durante o ano / Número de Habitantes x100 000
Critérios de Inclusão Altas de todos os hospitais, incluindo hospitais gerais, psiquiátricos e hospitais especializados Mortes em hospitais
Transferências para outros hospitais Altas de recém-nascidos
Critérios de Exclusão Transferências para outra unidade dentro do mesmo hospital
Este indicador não é atualmente calculado para o Brasil pela OCDE e indica o número total de altas hospitalares de pacientes com câncer admitidos para tratamento ou cuidado e que permaneceram no mínimo uma noite. Na proposta de cálculo deste trabalho utilizam-se como fonte de informações tanto as altas hospitalares ocorridas no SUS informadas através do SIH/SUS quanto as altas hospitalares provenientes de outras fontes de remuneração que vêm da CIHA.
Como no SIP/ANS não temos a informação de quantidade de altas hospitalares utilizamos como proxy as altas hospitalares de pacientes com câncer informadas na CHIA que tiveram como fonte de remuneração planos privados de saúde.
Para a AIH foram desconsideradas as altas do tipo 5 longa permanência para evitar