G) Cinsiyete Göre T Testi Sonuçları
5. Öneriler
Bem longe de dizer que o obj et o pr ecede o pont o de v ist a,
dir íam os que é o pont o de v ist a que cr ia o obj eto.
( Saussur e)
3 .1 . Q u e st õe s pre lim ina r e s a p r opósit o d o e nsino do lé x ico
Num a prim eir a et apa, con cluída há t em po, Bar bosa apr esent av a um m odelo que se sust ent a em dois par âm et r os: o da necessidade de ser obser v ada no pr ocesso ensino- apr endizagem do léx ico, a coocor r ência das v ar iedades de nor m as linguíst icas div ersas, conv er gent es e conflit ant es no m esm o suj eit o falant e- ouv int e; o da im pr escindibilidade de t or nar - se com o pont o de part ida e de r efer ência o univ erso linguíst ico e sociocult ur al do aluno ( BARBOSA, 1984) .
TD
Sust entação do Discur so Pedagógico
Fig u ra 1 – Discur so de ped agogia do l éxico
Font e: Bar bosa, 20 08
Em seguida, consider av a, nesse m esm o processo, o pr im eiro par âm et r o apont ado e as difer ent es fun ções sem iót icas e m et assem iót icas, ou sej a, as div er sas r elações ent re o plano do cont eúdo e o plano da ex pr essão, suas t r ansform ações e t ransposições, sua dist ribuição n as per spect iv as diat ópicas, diast rát ica, diafásica e m esm o diacr ônica da língua, as r elações int ra e int er univ erso de discurso ( BARBOSA, 1992, p. 258- 264) .
A aut or a art iculou aquelas et apas e obt ev e m ecan ism os que t orn aram viáv el o pr ocesso pr opost o. Dem onst raram - se r elev ant es, nest a et apa, o desenv olv im ent o dos pr ocessos de aut om at ização das for m as vocabulares e t erm inológicas, de sua adequada at ualização e sint agm at ização às sit uações de enunciação e de discur so, ao cont ex t o sociocult ur al, em condições de sinfasia e sinst r at ia, de diast rat ia e diafasia.
Norm a padrão
Não- dem ais norm as
Dem ais norm as
Não- norm a padrão
Ø
Discur so dem agógico Discur so
Esses pr oblem as com plex os exigir am o est udo das art iculações e da int eração ent re dialet os st r ict o sensu, socioletos, t ecnolet os, idiolet os, de sua conver gência e conflit o, no suj eit o falant e- ouv int e.
Ex am inou, ela ainda, t endo em cont a esses crit ér ios e v ar iáv eis, as r elações est r ut urais- funcionais, m orfo- sem ânt ico- sint áx icas e léx ico- sem ânt icas da par assinoním ia, da hiperoním ia, da hiponím ia, da co- hiponím ia, da par oním ia. Essa análise t r oux e subsídios v aliosos, por sua r iqueza e com plex idade, par a um a m elhor com preensão dos pr ocessos de desenvolv im en to do v ocabulár io at ivo
e passivo, dos m ecanism os de enunciação de
codificação/ decodificação que conduzem a for m ular m ét odos suscet ív eis de cont r ibuir subst ancialm ent e par a a am pliação da com pet ência lex ical e para o apr im or am en to do desem penho lingüíst ico, em sit uação de discur so, dos m ecanism os de pr odução de significação e infor m ação det er m inant es da eficácia discur siv a.
Num a et apa subsequen te, fazendo dos aspect os acim a consider ados, o alicer ce de suas r eflex ões sobr e a pedagogia do léx ico, dir ecionou sua pesquisa, nessa subár ea, par a um t ipo de conj u nt o vocabulário bast ant e específico: o das m et alinguagens t écnico- cient íficas ( BARBOSA, 1993 , p. 56- 63) , ex am inando- o no âm bit o da pr oblem át ica do desenv olv im ent o da com pet ência e do desem penho lexicais.
Todas as r eflex ões a seguir , dir ecionam - se par a o ensino de linguagens de especialidade.
3 .1 .1 N a t u r e z a e f unçã o da s m e t a lin gua ge ns t é cn ico- cie n t íf ica s
Ciências e t ecnologias const it uem un iv er sos de discurso que const roem um a m et alinguagem específica e um a “ visão de m un do” segunda. Apr ender um a ciên cia básica, um a ciência aplicada ou um a t ecnologia, com o dissem os no capítu lo ant erior, cor r esponde a
apr ender ( adquir ir com pet ência e desem penho) a linguagem de especialidade r espect iv am ent e constit uída.
Os m odelos cient íficos e t ecnológicos aperfeiçoam - se com a pr ópr ia m udança dos “ fat os” que const it uem o seu obj et o de est udo, com os av anços da invest igação. Ev oluem concom it ant em ent e, os seu s discur sos linguíst icos, daí r esult ando a necessidade do r ediscur so const ant e da ciência e da tecnologia, de sua definição e lim it es, do seu obj et o, dos seus m ét odos e t écnicas, da sua m et alinguagem .
Com o dissem os ant er iorm ent e, t oda ciência ou t ecnologia, sej a do pont o de v ist a epist em ológico, sej a do m et odológico, sej a, ainda, daquele da const r ução do seu saber m et alin guíst ico, est abelece est r eit as r elações de cooper ação int er disciplinar es no n ível das ciências básicas ou no nív el das ciências aplicadas, e de alim ent ação e r ealim ent ação ent re est as e aqu elas com out r as ciências básicas, ciências aplicadas e/ ou t ecnologias. Esse pr ocesso de cont r ibuição r ecípr oca ent re t ais disciplinas não lh es ret ira, cont udo, a especificidade do obj et o de est udo, cam po, m ét odos e t écnicas e, at é m esm o, de m odelos e de m et alinguagem . Em sem ânt ica profunda, t em os:
Fig u ra 2 – Especificidade x I nt er di sciplin aridade
3 .1 .2 Um p e rcu r so d e t r a nsm issã o d a m e t a lingua g e m t é cnico- cie n t íf ica
For m alizando o problem a do ensino de léx ico no cont ex t o da t eor ia da com unicação, definem - se v árias sit uações pedagógicas. A aut or a apr esent a algum as dessas situações ( BARBOSA, 1984) .
Há discur sos pedagógicos, em nív el do léx ico, qu e oper am com um falso diassist em a: supõe se par t e de elem ent os linguíst icos, sociais e cult ur ais com u ns ao em issor ( conj unt o A, do professor ) e ao r ecept or ( conj un to B, do aluno) , qu ando, na v er dade, produz- se apenas, ou sobr et udo, no univ erso de A. Esses discu rsos acar ret am , ent r e out ras coisas, aum ent o do cur so de ar m azenagem e codificação, per da do r endim ent o sint agm át ico. Seu result ado t r aduz- se num esquem a de com unicação em que a int er secção m ínim a ent re o conj unt o discur siv o e vocabular de A e o de B, pequena, t ende a zer o daí decorr endo a falt a de com unicação e pouco apr ov eit am ent o.
Com part ilhado
Não- Exclusiv o
Ex clusivo
Não- Com part ilhado
Ø TD
Processo de const rução do conhecim ent o ( front eiras)
Discur sos im posit iv os não r espeit am a com pet ência do aluno. Seu efeit o é o sufocam ent o do univ erso linguíst ico e sociocult ur al pr eex ist ent e do aluno.
Por out r o lado, o ensino que oper a som ent e no dia- norm a ( professor- alun o) r eit er a os r ecort es do univer so linguíst ico e sociocult ur al do aluno. Dele r esult a a não am pliação do conj unt o de elem ent os disponív eis em sua com pet ên cia e a anulação da com unicação pedagógica dialógica desej áv el.
Pr ocesso de t al form a r eit erat iv o t em sit uação com par áv el à da com unicação m onológica ( diálogo int er ior ) , em que o subsist em a de A e o subsist em a de B t endem à ident idade.
Ent r et ant o, o ensino que par t e do univer so de B ou, se pr efer ir m os do dia- sist em a e do dia- nor m a do conj unt o A e do conj u nt o B ( conj unt o univ erso do aluno) e conduz paulat inam ent e à incorporação em B dos elem ent os do conj unt o- difer ença pr im it iv o de A ( conj un t o universo do pr ofessor ) t em com o consequência a am pliação da int er secção ent r e am bos. Tal solução é, sem dúv ida, m elhor . Esse t ipo de discur so pedagógico sust ent a- se n a tensão dialét ica ent r e univ er so conhecido/ u niver so desconhecido e m inim iza a possibilidade do efeit o de r upt ur a, t ant o no pr ocesso de a, quant o no de B; per m it e pr ogr essiv a am pliação da com pet ência linguíst ica e v isão do m undo, sem anular ou sufocar o univer so linguíst ico e sociocult ur al ant er ior ; e a sua reorganização.
Assim , o pr ofessor - dest inador , na est r at égia de sua int er venção cognit iv a, dot a o aluno- dest inat ár io de um a du pla com pet ência nar r at iv a e cient ífica: um a geral, pois se in ser e num a sit uação em que se passa de um est ado de não- saber a um est ado de saber , out r a, específica, j á que reconst rói a sucessão de ações que const it ui essa t r ansform ação. O discur so do não- saber n unca dev e, a nosso v er , par t ir do conj unt o diferen ça de A e ser im post o ao conj unt o B. A dinâm ica da passagem do “ não- saber ” par a o “ saber” r equer, pois, fazer u m per cur so que com eça no conj u nto difer ença de B ou na
int er seção ent r e A e B, v em par a o conj unt o diferença de A, ret or na par a os dois ant eriores, am pliando- os e reform u lando- os. Os universos do professor e do aluno enr iquecem - se sim ult aneam ent e.
Par a v iabilizar esse pr ocesso, prin cipalm ent e no caso do v ocabulár io t écnico- cient ífico, que se opt e pelo m odo par adigm át ico ( form a dicionar íst ica) ou pelo m odo sint agm át ico ( discur so disser t at ivo) de t r ansm issão desse “ saber” . A aut ora m ost ra que, no que concerne ao vocabulár io, é im por t ant e dot ar o aluno de um núm ero ex pr essiv o de par assinônim os lex icais diast r át icos e diafásicos, de m ecanism o de at u alização e devida cont ex tualização dessas for m as equiv alent es e procur ar fazer dos vocábulos banais, v ulgares ou popular es ( “ saber ” do aluno) o pont o de par t ida par a o acesso aos t er m os cor r espon dent es ( int egrados no “ saber” do pr ofessor ) e para o acesso à t eor ia a eles subj acent e.
Ressalt a nesse processo a im port ância não só do dom ín io do m aior núm ero possív el de par assinônim os, com o t am bém da aut om at ização de m ecanism o de com ut ação, segundo o cont ex t o discur siv o, dessas for m as lex icais parassinônim as, quase sinôn im as ou “ equiv alent es” .
Em pr ega aqui o t er m o “ equiv alent e” em sent ido am plo, conform e a concepção de Ly ons ( 1979, p.478) que define a sinoním ia em função da am pliação recípr oca ou equiv alência, e não no sent ido específico que t em na ár ea da Ter m inologia, onde é defin ida com o a r elação est abelecida ent r e designações de línguas diferent es que r epr esen t am a m esm a noção ( BOUTI N- QUESNEL, 1985) .
As m et alinguagens t écnicas são const ruídas m uit as v ezes a par t ir da língua com um , logo, para ensinar a um suj eit o falant e- ouvin te um a “ língua de especialidade” , é necessár io com eçar da língua com um e passar paulat in am ent e para a linguagem especializada; n esse pr ocesso, a linguagem banalizada fun ciona com o inst r um ent o eficaz de int er m ediação. Ao fazer essa int er m ediação,
ela est abelece um a função- r elação de dependên cia ent r e os elem ent os do discurso t ranscodificador e t r anscodificado.
O im por t ant e, pois, é o est abelecim ent o de u m a r elação de depen dência ent r e o vocábulo e o t erm o e o enr iquecim ent o do v ocabulár io, do suj eit o falan te- ou vint e e o ganho de pr ecisão nos m ecanism os de subst it uição aut om át ica dos v ocábulos, na passagem de um univ er so de discur so a ou t ro.
Segundo Andr ade ( 1999, p.12- 22) ,
[ .. .] obser v a- se que a com u ni cação ent r e especi ali st as dos vár ios dom ínios e o público ger al, não especi ali st a, apr esen t a- se com o u m fenôm eno bem m ais com plexo do que ap ar ent a, poi s ocor r e t am bém n o sen t ido inver so, dos não esp ecialist as par a os especialist as e deve levar em cont a o gr au de esp ecifi ci dade, em fu nção do em i ssor , do su port e e do dest in at ár io [ ...] assim com o há gr aus de especi ficidade na lingu agem t écnico- científica, deve h av er gr au s de com plexidade no univer so de discu r so da vulgar ização, pois dest in at ár ios dest e t ipo de discu r so não pert encem t odos às classes popular es.
No eixo do con t inuum cient ificidade- banalização, a autora m ost r a que podem - se det ect ar t erm os/ v ocábulos que se sit u am na int er face ent r e o discurso cient ífico e o discur so banal, com o, por ex em plo, o t er m o/ v ocábulo câncer . Esse t ipo de t erm o gar ant e a com unicação ent r e especialist as de um a ár ea, ent r e leigos, en t r e os pr im eir os e os segundos. Por conseguint e, ent r e o m ais alto gr au de cient ificidade e o m ais alt o gr au de banalização, ex ist e sem pr e um subconj unt o que t em dupla nat ur eza, a de t erm o e a de vocábulo. Vej am os essas r eflexões nos oct ógonos abaix o:
Fig u ra 3 – Cienti ficidade x popularização
Fig u ra 4 – Tensão vocábulo x t er m o
Font e: Bar bosa, 19 98
Cient ificidade
Não- Popularização
Popularização
Não- Cient ificidade
Ø TD Circulação do Conhecim ent o Met alinguagem Científica Vocábulo Não- t erm o Term o Não- v ocábulo Ø TD Unidade Léx ica Et noliterária Língua geral Linguagem de Especialidade Dissem inação da inform ação
I nt er essa- n os, agor a, m ost rar que essa alt er nância de um a unidade lex ical, ora v ocábulo, or a t er m o, se desfaz e, nos discursos et nolit er ár ios, as unidades lexicais são sim ult aneam ent e vocábulos e t er m os. Subsum em elas as funções de uns e de out r os, j á que o universo de discur so em que ocor rem são bast ant e peculiar es: et no- lit er ár ios, com car act er íst icas de linguagem de especialidade e de linguagem lit er ár ia.
Fig u ra 5 – Docu m ent ais x fi ccionais
3 .2 A ling ua ge m de not a t iv a e a ling ua ge m nã o de n ot a t iv a . O t e x t o in t e r pr e t a n t e e o t e x t o in t e rp r e t a do: a q ue st ã o da m e t a lingu a ge m e da se m iose ilim it a d a
Nest e pont o da nossa ex posição, é im port ant e dizer que o obj et o de nosso est udo é a r elação que se est abelece ent re um t ex t o t écnico e cient ífico ( A) e um segundo t ex t o ( B) , que é t ranscodificação do pr im eiro. Os processos de ban alização, v ulgarização, popu lar ização, ex post os no últ im o par ágrafo do it em
Docum en t ai s Não- Ficcionais Fi ccionais Não- Docum en t ai s Ø TD Discu r sos Et nolit er ár ios) Discursos Sociais Não-Literários Discur sos Lit er ár ios
ant er ior , const itu em o cer ne de nossas r eflex ões a part ir dest e m om ent o. Não nos det er em os, assim , nos subprocessos subj acent es aos t r ês pr ocessos cit ados – a paráfrase, a r et ór ica – dent re out r os. I nt eressa- nos, ant es, ver o su bpr ocesso qu e im plica a relação que se est abelece ent r e o t ex t o A, reescrit o e t ran scodificado em univ er so de discur so difer ent e, o t ex t o B, num a r elação horizont al, em que o t ex t o B é necessar iam ent e int ert ex tu al, j á que m ant ém com A não um a r elação ev ent ual e, sim , necessár ia de int er t ex t ualidade.
Lem brem os, nest e pont o, as palav ras de Lopes ( 1976, p. 18 ) sobre a t r anscodificação:
Os sist em as sem ióticos, ver dadeiros códigos cult ur ais são
t ranscodificáveis: eles se deixam t r aduzir , com m aior ou
m enor gr au de adequ ação, u ns em out ros. O sist em a linguísti co t r adu zi do cham a- se língua- obj et o; a lín gua t radu t or a d e um a lín gu a- obj et o cham a- se m et alín gua.I sso indica que um a pr opr i edade essen cial do sign o é a d e poder com por t ar - se t ant o com o signo-obj et o – quando su bstit ui, por assim dizer , o “ obj et o” do qual esse signo é signo – , quant o poder com por t ar - se com o m et a- signo – quando su bst it ui não j á um “ obj et o” , dir et am ent e, m as, sim , out r os signos.
Logo, a base da t ran scodificação ( t ex t o A) ser á aqui consider ada com o língua obj et o e, o t ex t o B, com o m et alíngua. Est abelece- se um a r elação m uit o ínt im a ent r e o t ex t o t r anscodificado e o t ex t o t r anscodificant e. O t r anscodificado é um a sem iót ica denot at iv a e o t r anscodificant e um a m et assem iót ica.
I m por t ant e lem brar a dist inção que Hj elm slev faz ent re sem iót ica denot at iv a e m et assem iót ica:
O que se poder á sur preender aqu i é qu e t en ham os encon t r ado um a sem iótica cuj o pl ano de expr essão é u m a sem ióti ca. Os r ecen t es d esenvolvim en t os da lógica t ais com o os conhecem os at r avés dos t r abalhos dos lógicos polareses, n os pr epar ar am , com efeit o, par a r econh ecer a exi st ência de sem iótica cuj o plano do cont eúdo é, ele pr óprio u m a sem ióti ca. Foi a isso que se denom inou m et alin gu agem ( diríam os n ós, m et assem ióti ca) , ist o é, um a sem iótica qu e t r at a de um a sem ióti ca; em n ossa t er m inologia, isso deve si gnificar u m a sem iótica cu j o con t eú do é
um a sem iótica. A pr ópri a linguísti ca dev e ser um a m et assem iót ica. ( HJELMSLEV, 1968, pág. 1 26) .
Vej am os essas r elações na figur a:
Sem iót icas
denot at iv as não denot at iv as
conot at iv as m et assem iót icas
Fig u ra 6 – Funções Sem ióticas − semiótica denotativa e não- den ot at iva
O m esm o aut or cont inua afirm ando que um a sem iót ica conot at iv a é um a sem iót ica não- cient ífica, da qual o plano da ex pr essão é um a sem iót ica, e um a m et assem iót ica com o um a sem iót ica cient ífica cu j o plano do cont eúdo é um a sem iót ica. Ele assim se m anifest a:
Assim , a fim de explicit ar n ão apenas os fun dam ent os da linguísti ca m as t am bém su as con sequ ên ci as últ im as, a t eori a da lingu agem vê- se obr igada a acr escent ar aos est udos das sem i óticas d en ot at ivas um est udo das sem i óticas con ot at iva e d as m et assem iologias. Est a obrigação cab e a lin guística por qu e ela só pode ser resolvida de m odo sat isfat ór io a par t i r das pr em issas específicas à linguística. ( HJELMSLEV, 19 68 , p. 127 ) .
C E C C C E E E
Já t em os condições de ir delim it ando e car act er izando cada v ez m ais o t ex t o- obj et o- t ranscodificador , base de nossa pesqu isa: é um