• Sonuç bulunamadı

4. İÇERİK DÜZENLEME İLKELERİ

4.1. Ön Kısım Düzenleme İlkeleri

Conforme já vimos antecipando ao longo deste capítulo ‒ com destaque para a nota 36 ‒, esta pesquisa, originalmente, não contemplava a colaboração de um único ator social com o qual pudéssemos concretizar o propósito de construir um conhecimento compartilhado.

Conquanto reconhecêssemos que a participação de dois redatores de textos técnicos ainda poderia redundar numa amostra considerada bastante reduzida sob a perspectiva de quantidade, estimamos que, dado o propósito de compreender o seu processo de produção ‒ e, sobretudo, pela necessidade de empreender uma meticulosa reconstituição acerca do seu exercício intelectual ‒, a contribuição de um par desses profissionais (cada qual com os seus textos correspondentes, com os relatórios gerados a partir da redação desses textos e a sua própria autoconfrontação) já nos forneceria vultoso material para análise. E foi assim que, para lograrmos a aceitação

final de dois protagonistas, suplantamos antes a recusa de 27 potenciais colaboradores, dos 29 aos quais nos reportamos.

No geral, o contato com os 29 redatores se efetivou preponderantemente via internet. À parte um número muito pequeno de profissionais com os quais conversamos por telefone, mediante indicações que recebemos de familiares e amigos, priorizamos a nossa apresentação por e-mail, na qual abordávamos o tema deste estudo, sintetizando os seus respectivos objetivos e metodologia para, logo na sequência, efetuar o convite à participação do profissional em questão. E, haja vista estarmos atentos ao número definido de protagonistas, cuidamos para que cada convite apenas fosse reproduzido mediante a resposta negativa do contato realizado anteriormente. Isto porque, do contrário, se, a pretexto de otimizar o nosso tempo, propuséssemo-nos a disparar e-mails simultâneos para um grupo de ao menos três pessoas, correríamos o risco de precisar rejeitar uma das adesões, caso as três manifestassem a sua anuência ‒ destrato este que preferimos evitar.

Além das apresentações formais enviadas por e-mail, também nos utilizamos das possibilidades viabilizadas por duas redes sociais: Facebook e LinkedIn. No Facebook, tal como relatamos nas Considerações Iniciais, já sabíamos da existência de grupos de redatores cujas páginas tanto se dedicavam à troca de experiências entre eles quanto à divulgação dos seus trabalhos; no LinkedIn, sabíamos que a busca por profissão poderia nos disponibilizar currículos completos, bem como os meios para alguns contatos individuais. No mais, conforme iam se acumulando as recusas daqueles potenciais protagonistas por cujas experiências mais nos interessávamos nessas redes, passamos a estender a nossa procura por profissionais que compusessem a equipe de sites especializados, como “redatorias” ou outros endereços eletrônicos nos quais os autores/redatores escrevessem a respeito de dicas ou sobre o mercado de redação em geral.

Em comum, os critérios adotados para entrarmos em contato com esses atores sociais em potencial observavam:

(1) a necessidade de que o profissional fosse identificado como um redator, sendo esta, portanto, a principal atividade pela qual deveria ser remunerado, não importando que, paralelamente a essa ocupação, ele também atuasse em duas outras atividades muito comuns na sua área (ainda que não categorizadas pela CBO 2002

dentro de um mesmo agrupamento), como a de revisor de textos e a de tradutor41. Portanto, ainda que a sua prática abrangesse majoritariamente a produção de textos, não atendiam às nossas expectativas aqueles profissionais contratados sob o título de jornalistas, colunistas, cronistas, escritores, autores, assessores de imprensa ou assessores de comunicação, preparadores de textos ou, ainda, redatores publicitários ‒ tampouco revisores de textos e tradutores exclusivamente;

(2) a necessidade de que, ainda que eventualmente ocorresse de esses redatores produzirem textos publicados em seu próprio nome (como no caso de espaços nos quais fossem convidados para tratar assuntos de seu próprio interesse, assumindo os seus próprios posicionamentos acerca de determinados temas), a maior parte da sua produção profissional exigisse o seu anonimato, de modo que as suas redações enunciassem, efetivamente, as vozes dos locutores pelos quais eram/são contratados;

(3) a necessidade de que, mesmo que inseridos na atividade de redatores anônimos, responsáveis por dar voz a outros locutores, a formação desses profissionais não contemplasse a sua graduação em cursos de Jornalismo ou de Publicidade e Propaganda. Isto porque, uma vez que buscávamos estabelecer um paralelo com as prescrições elaboradas pela CBO 2002, optamos por nos precaver de determinados diferenciais que poderiam colocar ainda mais em xeque não apenas os critérios instituídos pelo documento normalizador do MTE, como também a definição de um espaço próprio no qual estimaríamos, ao final, situar esse redator, tendo em vista que o próprio espaço no qual ele hoje se classifica parece passível de questionamentos. Desta forma, uma vez que a CBO 2002 estabelece que para o exercício de redator de publicidade “requer-se curso superior em Publicidade e Propaganda” (ver item 3 do Quadro 8 do capítulo 1), que para o exercício das ocupações jornalísticas se “requer formação em Jornalismo” (ver item 3 do Quadro 9 do capítulo 1) e que, quanto ao exercício dos Profissionais da Escrita ‒ tal como o do redator de textos técnicos ‒, este “não requer formação escolar definida” (ver também item 3 do Quadro 8 do capítulo 1), adotamos como critério a busca por redatores cuja formação diferisse daquela especificada pela CBO 2002 aos dois outros profissionais com os quais os redatores de textos técnicos já são tão frequentemente confundidos.

41 Apesar da recorrência com que, na condição de profissionais da área de redação, encontramos redatores

de textos técnicos (aqui tomados como uma grande rubrica) atuando também como revisores de textos e/ou tradutores (a exemplo da nossa própria experiência), lembramos que, de acordo com a CBO 2002, os filólogos, tradutores, intérpretes e afins pertencem a uma mesma Família, identificada pelo código 2614 (ver Quadro 6 no capítulo 1) e que os revisores de textos, por sua vez, são classificados como Profissionais do Jornalismo ‒ Família cujo código é o 2611 (ver Quadro 7 do mesmo capítulo).

Assim, orientados por essas especificidades quanto ao perfil dos atores sociais sobre os quais empreenderíamos esta pesquisa e já tendo realizado as três adaptações que se tornaram essenciais em relação ao método da autoconfrontação (principalmente após as 27 recusas já mencionadas), finalmente conversáramos com dois potenciais participantes que não só atendiam aos nossos pré-requisitos, como também se sentiam confortáveis com as etapas metodológicas que lhes foram detalhadamente explicitadas.

Quadro 11 – Em 28/3/2015, aceites dos dois atores sociais inicialmente definidos. Ator(a) Social Aceitações Formalizadas ‒ trechos iniciais

Protagonista 1 (P1) [...] sim podemos fazer este estudo sem problemas,Minha formação é na

área de Pedagogia e Analise de Sistemas(Informática) e sim boa parte de meus textos saem no nome de pessoas físicas [...]

Protagonista 2 (P2) [...] Seu trabalho/pesquisa é bem interessante, até porque, pouco se fala disso

e, quando se fala, como você disse, é direcionado a jornalistas e publicitários (inclusive, meu marido é publicitário).

[...] cada vez que leio sobre sua proposta de estudo me identifico, já que

compartilhamos das mesmas “dificuldades” da profissão, tanto na falta de “prestígio” quanto no fato das pessoas acharem que qualquer um pode fazer.

[...]

Fonte: Elaborado pela autora, 2015.

Quanto ao Protagonista 1 (doravante “P1”), encontráramo-lo num dos grupos do Facebook; já à Protagonista 2 (doravante “P2”) tivemos acesso por meio da sua página profissional no Facebook e do blogue de sua autoria. Em ambos esses espaços, P2 publicava dicas próprias sobre como escrever bem, considerando também a sua formação em Letras ‒ português/inglês e a atividade como tradutora e revisora de textos. Já P1 era/é formado em Pedagogia e Análise de Sistemas. P1 e P2 atuavam/atuam como redatores freelancers, produzindo textos sobre temas diversos publicados e assinados pelos seus contratantes.

Tanto com P1 quanto com P2, avançamos para além das apresentações formais e dos esclarecimentos de todas as suas possíveis dúvidas. Um e outro concluíram a primeira etapa do método (em junho de 2015), respondendo ao questionário que lhes foi proposto em substituição à observação desses atores em situação de trabalho. Além disso, com P1 também passamos à assinatura do Spymaster, dando-lhe toda a assistência necessária para a instalação do software e a sua correta configuração.

No mesmo período em que prosseguimos com a segunda etapa em relação a P1 (em julho de 2015), fomos informados de que P2 estava focada nos preparativos para a sua mudança de residência da capital paulista para uma cidade no Nordeste.

Embora P2 já tivesse antecipado a questão da mudança quando de nossos primeiros contatos, acreditávamos que esta não seria um empecilho, posto que toda a dinâmica proposta poderia ser muito bem operada a distância, mediante os recursos tecnológicos de que dispúnhamos e dos quais P2 seguiria se valendo para dar continuidade ao seu trabalho no novo município. E, segundo a sua estimativa, somente no início de agosto ela estaria novamente “na ativa”, tendo em vista que o mês de julho seria dedicado à procura da sua nova casa naquele local.

No começo de julho, portanto, supúnhamos já ter cuidado de todos os quesitos para dar início às capturas do Spymaster a partir da atividade de produção de textos desempenhada por P1. Apenas por garantia, combináramos que a gravação do

software se estenderia por dois dias, pois, de acordo com o participante, a sua produção atingia uma média de 30 redações diárias. No entanto, ocorreu que, no prazo acordado, P1 não apresentava demanda para a criação das três redações, e, compreendendo essa intercorrência, adiamos em mais alguns dias a conclusão dessa etapa do método. Contudo, surpreendemo-nos quando, ao receber o material enviado por P1, deparamo-nos com artigos acompanhados por relatórios que não atendiam às configurações sobre as quais o orientáramos algumas vezes durante a instalação do programa da Syncsoft.

Em suma, os relatórios gerados pelo Spymaster apresentavam conteúdos de cunho bastante pessoal, e em número maior do que aqueles registros relacionados à redação profissional de P1. E, dada a nossa intenção de publicar ao menos parte desses relatórios nesta pesquisa, defrontaríamos enorme dificuldade na tentativa de selecionar unicamente os trechos relativos ao desenvolvimento do trabalho do redator, uma vez que nos comprometêramos quanto a preservar totalmente qualquer dado desses relatórios que, de algum modo, extrapolasse as configurações assinaladas e se traduzisse em algum tipo de exposição da vida íntima do participante (tal como o acesso ao site de um banco, uma mensagem de e-mail, etc.). Todavia, divergindo das nossas recomendações via contatos telefônicos e e-mail (ver Anexo A), nos relatórios associados ao exercício profissional de P1 sobressaíam mensagens privadas e diversos registros feitos principalmente em redes sociais.

Outro fator que nos chamou atenção foi que, nessa mesma ocasião, devido a participarmos do mesmo grupo de redatores do Facebook do qual P1 era componente, visualizamos alguns dos seus comentários em discussões propostas por outros membros. Nesses comentários, P1 ratificava que a sua média de produção

correspondia à elaboração de 30 artigos/dia (Figura 15). Porém, dada a incompatibilidade da informação com o que constatáramos quando de nossa passagem à segunda etapa do método, buscamos mais alguns dados do trabalho anunciado pelo colaborador. Aí, então, soubemos que P1 também atuava em outras atividades que não nos interessavam, como a de redator de publicidade e escritor42. No seu blogue de escritor, inclusive, P1 acrescentou como diferencial: “Participo de um projeto de pesquisa da PUC-SP” (Figura 16) ‒ informação esta que ele também passou a incorporar em seus currículos, conforme era possível averiguar em alguns endereços eletrônicos por ele mesmo propagados.

Figuras 15 e 16 – Declarações de P1 quanto à sua produção textual diária e informação referente à PUC-SP acrescida em sua apresentação profissional.

Diante desses imprevistos, e principalmente em decorrência do comprometimento constatado nos relatórios, cuja publicação não nos seria possível nesta pesquisa nem mesmo parcialmente, vimo-nos obrigados a interromper o andamento da metodologia com P1, pois a impossibilidade de tornar público o resultado promovido pelo método adotado poderia suscitar dúvidas acerca da nossa análise, uma vez comprometida a transparência de uma das principais etapas do processo. Além disso, em decorrência da própria maneira como conteúdos pessoais e profissionais se mostravam indissociáveis, a análise se tornaria não apenas ainda mais

42 Acrescente-se ainda que, na sequência, também acessamos alguns conteúdos disponíveis na internet em

que P1 se apresentava profissionalmente como “analista de sistemas” e nos quais aparecia como responsável por cursos nessa área, de modo que não tínhamos mais como assegurar que era da atividade de produção textual que P1 extraía a sua principal remuneração financeira.

desafiadora, como ainda resvalaria por apreciações que, contrariamente à nossa vontade, exporiam a intimidade do participante ‒ o que não poderíamos admitir sob nenhuma hipótese.

Assim, ante a necessária dispensa de P1, voltamo-nos à participação de P2, com quem acabamos tendo muita dificuldade de contato após concretizada a sua mudança residencial. Somente no dia 3 de setembro foi que obtivemos notícias da atora social, nas quais ela compartilhava o porquê de ter permanecido incomunicável durante o período que se passara. E, embora P2 desejasse que os seus imprevistos não comprometessem o desenvolvimento desta pesquisa, ela mesma acrescentava: “[...]

também não sei como podemos dar andamento, uma vez que tive baixas em meu trabalho. Estou tentando me ambientar à cidade nova [...]”.

Nossos prazos nos preocupavam sobremaneira. Não bastassem aquelas revisões naturais do percurso, estávamos cientes do tempo de que precisáramos para, finalmente, cativar a adesão de dois protagonistas aos quais o método da autoconfrontação não representasse um entrave ‒ isto depois do tempo dedicado às reformulações a que o submetemos. Portanto, de acordo com o cronograma, não poderíamos nos demorar ainda mais na introdução e na conclusão da segunda etapa, sendo que as baixas que P2 sofrera em seu trabalho poderiam nos levar a estender o tempo de acompanhamento da sua atividade, agora não mais desempenhada com a mesma regularidade.

Nesse contexto, foi ainda nos últimos dias do mês de julho, no espaço entre a dispensa de P1 e o adiamento do próximo passo com P2, que precisamos retroceder ao estágio de contatar novos potenciais colaboradores para esta pesquisa e, já sem perspectivas de onde encontrar participantes cujo perfil se alinhasse aos nossos critérios (de certo modo, esgotáramos as possibilidades ao nosso alcance com aquelas 27 recusas), retomamos a conversa com Aline Veingartner, 24 anos, redatora de textos técnicos formada em Letras ‒ com habilitação em português e espanhol ‒ pela Universidade de São Paulo (USP)43.

Contatáramos Aline a fim de lhe apresentar a nossa proposta de estudo em setembro de 2014, quando, disposta a dividir conosco a maneira como desempenhava a sua atividade de trabalho, a redatora indicou o contato do coordenador da empresa

43 Aqui, sintetizamos a apresentação da protagonista. Mais informações sobre a sua formação acadêmica,

tempo de experiência profissional, regime de contratação e outros pareceres próprios acerca da sua atividade de trabalho podem ser encontradas ‒ na íntegra ‒ no Anexo B.

especializada em “assessment” na qual atuava. Foi daí, a propósito, que recebemos a negativa reproduzida no item 2.1.3, em que constava a não autorização da diretoria para a permanência de pessoas de fora da sua equipe ‒ tampouco para a instalação de programas ou filmagens do ambiente ‒, dado se tratar de um negócio voltado ao desenvolvimento de novos produtos e serviços. Na ocasião, coube-nos somente agradecer a solicitude da profissional em cujo exercício vislumbrávamos uma grande contribuição para a nossa análise, a começar pelo seu registro em carteira como “redatora de textos técnicos”.

A aproximadamente dois meses de completar quase um ano daquela troca de e-mails, soubemos de Aline que, por uma necessidade financeira da empresa, a sua jornada de trabalho semanal fora reduzida e que, daí a mais algum tempo, era provável o seu total desligamento daquela instituição. Paralelamente a essa condição, Aline vinha aumentando a sua oferta de trabalho como redatora, revisora de textos e tradutora em regime freelancer, cuidando, inclusive, da produção de um site próprio ‒ ao qual deu o título de “Soluções Linguísticas”44 (Figura 17) ‒ por meio do qual disponibilizaria esses serviços (Figura 18). E foi a partir dessas intercorrências que surgiu, afinal, a oportunidade de que precisávamos para tornar a convidá-la como protagonista desta pesquisa ‒ o que Aline aceitou prontamente.

44 SOLUÇÕES LINGUÍSTICAS. Disponível em: <http://www.solucoeslinguisticas.com/>. Acesso em:

Figura 17 – Reprodução parcial da home page do site “Soluções Linguísticas”, criado pela nossa protagonista.

Figura 18 – Página do site “Soluções Linguísticas” relativa aos serviços oferecidos pela atora social.

Fonte: SOLUÇÕES LINGUÍSTICAS, 2016, destaque nosso.

Novamente orientados pelos prazos, contamos com a gentil colaboração de Aline para logo passar da primeira à segunda etapa da metodologia. Por essa razão, cumpre destacar que, quando das suas respostas ao questionário que lhe enviamos (e que nos foi devolvido em 28 de julho), a atora social contemplava prioritariamente o seu exercício profissional dentro da empresa da qual era contratada em regime CLT, pois era ainda aí que se concentrava o seu maior volume de trabalho. Somente depois do seu efetivo desligamento da instituição foi que, de eventual, o trabalho como

freelancer se tornou a sua principal fonte de renda.

A princípio, a entrada de Aline substituiria somente o lugar antes assumido por P1, devido aos motivos já especificados. Por fim, em face das dificuldades assinaladas por P2 no e-mail enviado somente em setembro, bem como pela impossibilidade de dar prosseguimento à sua participação em tempo de cumprirmos as atividades programadas, vimo-nos novamente ante a necessidade de dispensar mais uma colaboração. E, tanto pelo desafio de ‒ à altura em que nos encontrávamos ‒ contar com a adesão de um novo redator que atendesse aos nossos critérios quanto pela nossa estimativa de que a adesão da nova atora social nos propiciaria resultados bastante promissores, definimos, com o devido consentimento da orientadora desta pesquisa,

que o presente estudo se daria com uma única protagonista. Uma única protagonista cujo comprometimento assumido conosco foi essencial não somente para que pudéssemos diagnosticar as limitações que a própria fabricante do software não admitiu que ele tivesse, mas, sobretudo, para que, apesar disto e de todos os impasses enfrentados, a nossa análise não sofresse qualquer prejuízo, tendo em vista todo o valioso material produzido pela redatora.

Benzer Belgeler