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Öğretmen Adaylarının Konuların Öğretiminde Kullanılan GeoGebra

4.3. Üçüncü Alt Probleme Ait Bulgular

4.3.2. Öğretmen Adaylarının Konuların Öğretiminde Kullanılan GeoGebra

....o m eu propósit o não é ensinar aqui o m ét odo que cada u m dev e seguir par a bem conduzir a sua pr ópr ia r azão, m as som ent e de que m aneir a pr ocur ei conduzir a m inha.

4 .1 . Et a p a s da pe squisa

4 .1 .1 D e lim it a çã o do u niv e rso da pe squisa

A delim it ação de um cam po de conhecim ent o, em bora sej a um a t ar efa r elat iv am en t e ár dua, é fundam ent al par a se dar início a qualquer at iv idade de pesquisa.

As ciências e as t ecnologias, para alcançarem t ais est at ut os, pr ecisam delim it ar seu obj et o form al, pr ocesso que se efet ua por m eio da percepção, est r ut ur ação, apr eensão e m odelagem dos fat os, que passam a exist ir para as ár eas conform e for am est r ut ur ados.

Com v ist as a facilit ar o nosso t r abalho de colet a de dados, t ent am os est abelecer um a h ier ar quia com post a de t rês nív eis de abr angên cia: cam po de est udo, t em a e obj eto de est udo. Desse ângulo, escolhem os a linguagem com o cam po de nossa pesquisa; a m et alin guagem cient ífica com o t em a, e a t r anscodificação de t ex t os cient íficos em t ex t os de lit er at ur a de cor del ( et nolit erár ios) com o obj et o de est udo. Esses n ív eis de abrangência encont r am - se, assim , r epr esen t ados:

Cam po de est udo

Tem a

Obj et o de est udo

4 .1 .2 Est a be le cim e n t o do cor pus

Após as delim it ações do cam po, t em a e obj et o de est udo, um a das et apas m ais im por t ant es para a r ealização de um a pesquisa com fins acadêm icos é a que t r at a do est abelecim ent o do cor pus. É pois, a par t ir da const it uição do cor pus ou cor por a que as dem ais et apas são desenvolv idas.

Na definição de Auger e Rousseau ( 1987) , cor pus é um conj u nt o de enunciados suscet íveis de análise. Do seu cr it er ioso lev ant am ent o depende t ant o o r igor do t r abalho a ser em preendido quant o o v alor do léx ico.

Consider ando as obser v ações acim a, bem com o a de out r os aut or es, no m om ent o da escolha do corpu s de nossa pesquisa for am ut ilizados os cr it ér ios de confiabilidade e adequação. O prim eir o dev e at est ar que as font es selecionadas são fr equent em ent e ut ilizadas pelos especialist as da ár ea em quest ão, com gr ande alcance no t em po e no espaço; o segundo, im por t ant e e fundam ent al – o da adequ ação - “ envolv e os cr iadores do cor pus, m as at inge pr incipalm ent e seus usuár ios” .

Em relação ao crit ério da r epr esent at ividade, t ido por div ersos aut or es com o um dos m ais im port an tes, m as não ar r olado nest e t rabalho, par ecem de gr ande r elev ância as palav r as de Berber Sar dinha a esse respeito:

Por m ai s que m u it os dos cor por a t en t em ser r epr esent at ivos de um a língua com o um t odo ou de um a v ar i edad e dela, n ão são necessar iam ent e ad equados à i nvest igação de qualquer car act er íst i ca linguística. ( SARDI NHA, 2 004, p.28 - 29) .

O aut or obser v a, ainda, que, m esm o um cor pus consider ado r epr esen t at iv o possui seus lim it es. E não garan t e que t odas as per gunt as da pesquisa sej am respondidas. Ele aj uda a responder apenas algum as quest ões. Em sum a, a r epr esent at iv idade de um

cor pus pouco significa se prescindir da adequação. Nest e sent ido, cabe r essalt ar que a adequação de um corpus pressupõe per gunt as e/ ou hipót eses adequadas aos pr opósit os da invest igação, pois sem isso a pesqu isa per de o sent ido. Em out ras palav r as, o cor pus ou os cor por a dev em est ar dir et am ent e r elacion ados e afinados com os obj et iv os da pesquisa.

Tendo em v ist a as obser v ações acim a, e con sider an do a nat ur eza t r ansdisciplin ar dest a pesquisa, est abelecem os dois tipos de cor por a, assim , classificados:

( i) cor pus ba se ou f u nda m e nt a l10 - const it uído das leit ur as de obr as que pr eencher am a necessidade de fundam ent ação t eór ica e m et odológica nas ár eas de Linguíst ica, Sem iót ica, Sem ânt ica e Ter m inologia. Assim , por ex em plo, r ecorr em os a obras de aut or es com o: GREI MAS ( 1976; 1979) , BARTHES ( 1972; 1991) , HJELMSLEV ( 1 968) , PAI S ( 1993) , LYONS ( 1979) , BOUTI N- QUESNEL ( 1985) , LOPES ( 19 76 ) , MARCUSCHI ( 2005) , ARRI VÈ ( 1 975) , BARBOSA ( 1 984; 1 992; 1 993) , CABRÉ ( 1993; 1999) , et c.

( ii) cor pus de a ná lise11 - const it uído por dois conj unt os de obr as, classificadas, no âm bito dest a pesquisa, com o t ex t os cient íficos ou t r anscodificados e t ext os et nolit erár ios ou t ranscodificant es. Per t encem ao prim eiro conj u nt o A Nov a Gram át ica do Por t uguês Cont em por âneo, de Celso Cunh a & Lindley Cint r a e o Cur so de Linguística Ger al, de Fer dinand de Saussur e; r epr esen t am o segundo conj unt o Lições de Gr am át ica em Ver sos de Cor del, de Ju nduhí Dant as, e A v ida e as idéias gen iais e dicot ôm icas do pai da ciência da linguíst ica Fer dinand de Saussur e, de Car los Lir a.

A seguir , ser á apr esen t ado o det alham ent o do cor pus de análise.

10

Denom inação nossa 11

4 .1 .3 O corp us de Aná lise

4 .1 .3 .1 Ficha t é cnica da s ob ra s const it uin t e s do corpus de a ná lise

Te x t os cie n t íf icos

Benzer Belgeler