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2. ALANYAZIN

2.3. Öğrenme Ortamları

VIII - PONTOS DE INTERSECÇÃO IX- DETERMINAÇÃO DA FUNÇÃO X- RELAÇÃO ENTRE DUAS FUNÇÕES

XI - ZEROS DA FUNÇÃO XII - SINAL - RAÍZES

A prova diagnóstica foi elaborada pelos idealizadores do projeto e seu intuito desta prova era a verificação do nível de conhecimento que os alunos tinham com relação a alguns conceitos associados ao estudo de funções em geral, desde conceitos básicos até a interpretação gráfica e geométrica. Os itens que foram analisados na prova diagnóstica estão evidenciados na Figura 01.

Os alunos não tinham o conhecimento prévio da avaliação, eles tinham o conhecimento apenas de suas participações no projeto e, também, sobre a finalidade deste como parte integrante do término da defesa de um Mestrado.

Os itens que foram analisados na prova diagnóstica estão na Figura 01 a seguir. A prova diagnóstica (Apêndice B- pág. 197) consistia de 10 questões dissertativas. Cada questão foi elaborada pelos idealizadores do projeto, ou seja, eram questões inéditas. Cada questão abordava um ou vários conceitos matemáticos, mas sempre concentrados na Álgebra e Geometria Analítica.

O aluno respondeu individualmente cada questão com a preocupação única e exclusiva de indicar com suas respostas qual o conhecimento que ele tinha sobre os conceitos envolvidos nas questões. Muitos questionaram se era possível deixar em branco alguma questão, pois alguns alunos estavam bastante relutantes quanto ao fato de não conseguir ou mesmo que sua resposta estivesse errada. E neste caso foi explicado a eles que poderia responder livremente e em qualquer ordem, pois o intuito desta avaliação era analisar o que ele sabia. Deixou-se bem claro que: - resolvam livremente, mostrem o que vocês sabem, se não souberem, deixem em branco.

Havia também uma grande preocupação em como dar a resposta. Acreditou-se que neste caso eles estavam preocupados com toda a formalização das respostas, resquício das exigências quando foi abordado um determinado conceito em sala de aula.

Foi dado ao aluno um tempo de 60 minutos para a realização da prova, a única preocupação era que eles não consultassem nenhum material e nem mesmo o colega, para que as respostas fossem coerentes aos seus conhecimentos e não houvesse algo que desabonasse os dados obtidos.

Cada resposta dos alunos foi analisada e cada questão foi conceituada em S (satisfatório), R (regular) e I (insatisfatório). O conceito satisfatório foi dado quando o aluno realmente respondeu corretamente a questão, e que fique bem claro, que não foi analisado como ele respondeu, mas sim o que ele respondeu. O conceito regular foi dado quando a resposta encontrada foi incompleta ou quando não foi muito clara. O insatisfatório foi dado quando o aluno respondeu erroneamente ou deixou em branco.

Os conceitos foram tabulados (Apêndices C e D, pág.202) numa planilha para que fosse possível uma análise dos conhecimentos dos alunos e desta forma seriam determinados os conceitos a serem trabalhados nas atividades do projeto.

Com esta análise, percebeu-se que foram poucos os alunos que conseguiram o conceito S em mais de 40% dos conceitos analisados. Apesar destes conceitos já terem sido trabalhado em sala de aula, percebeu-se que, assim mesmo, eles tinham um conhecimento parco sobre a maioria dos conceitos que era relacionado ao estudo de funções, principalmente aos conceitos básicos.

2.9 O projeto

Resolveu-se trabalhar com todos os alunos das duas turmas que o mestrando ministrava aula, então fora aplicado o projeto em duas turmas da terceira série do Ensino Médio totalizando 70 alunos. O ambiente de aprendizagem e de aplicação, além do virtual, era também a sala de aula e o laboratório de informática.

As aplicações foram feitas durante os horários das aulas em datas específicas. O intervalo de uma até a próxima aplicação foi de duas semanas ou três semanas; isto se deu para não comprometer o conteúdo e para não sobrecarregar os alunos, haja vista que os alunos estavam bastante concentrados para os vestibulares, que iriam prestar no final do ano.

Iniciou-se a aplicação no mês de agosto, terminando-o no mês de novembro. As atividades foram desenvolvidas, e idealizadas e aplicadas logo em seguida, ou seja, tinha-se a

ideia dos assuntos que iriam ser abordados, mas as dinâmicas das atividades e todos os passos que formariam o corpo das atividades foram elaboradas à medida que eram aplicadas.

O estudo da Matemática se torna mais atraente quando é possível utilizar outros métodos de ensino mais inovadores que permitem ao aluno uma interação maior com os processos de ensino. Ou seja, aliando este método de ensino à distância com a sala de aula, é possibilitado ao aluno um contato maior com os conceitos vistos de forma tradicional com uma modalidade de estudo mais elaborado e dinâmico. Além disso, aproximou-se o aluno a uma nova realidade tecnológica, evidenciando-se a necessidade do mesmo ter conhecimentos prévios suficientes para dominar e utilizar estas novas tecnologias.

O gerenciamento das atividades, a aplicação dos questionários, envio de arquivos e avaliação foram feitos na plataforma que utiliza o sistema Moodle,

Desse modo, pode-se, também, observar quais são as vantagens e desvantagens na aplicação de um conjunto de atividades aplicadas em parte à distância, ou seja, sem a presença do professor. Era importante que os alunos soubessem e pudessem acessar este sistema Moodle. Então, todos os alunos foram cadastrados e com todas as senhas criadas os alunos foram instruídos para o acesso. Em sala de aula, numa breve apresentação, os alunos tiveram o primeiro contato com o ambiente, tendo sido explicado qual seriam os procedimentos iniciais feitos pelos alunos, tais como:

1 - Ler sempre com muita atenção as instruções;

2 - Observar o que deveria ser feito e completar todas as atividades; 3 – Analisar e refletir sobre os conceitos abordados nas aulas;

4 - Responder a todos os questionários que estava no final das atividades;

5 – Respeitar os prazos de entregas e enviar todos os arquivo que forem pedidos; Além desta preparação para a utilização do AVA, criou-se um grupo chamado Projeto de Mestrado – UFSCar no Facebook para que se pudesse, como já referido, ter mais um meio de comunicação.

Na figura 02 tem-se um vídeo em que é explicado como os alunos poderiam instalar o GeoGebra em seus respectivos computadores. A ideia principal era que os alunos instalassem o programa e que pudessem ter um contato inicial com o software antes de se aplicar a primeira atividade. Neste grupo também publicou-se as primeiras instruções de acesso ao sistema Moodle (Figura 2.1). Este arquivo pode ser visto no Apêndice E (pág. 205).

Figura 02: Vídeo sobre como baixar o software GeoGebra

Fonte: Acervo do autor.

Figura 2.1: Instruções para o primeiro acesso publicado no Facebook