• Sonuç bulunamadı

entrevista. No segundo exce que a Fernanda responde a Marília pergunta se a atriz filhos. Fernanda responde: “Não, eu acho que eu passei p bandeia pro lado dos seus pais Tudo que você jovem diz “tem parir. Então, hoje eu sou uma Aliás, outro dia com eles mam Eu já estou do seu lado”.”

0 1 2 3 4 INDIC

o ocorreu nos quatro enunciados estudados ne lustra o modo verbal comparativamente. Não h ativa, nem mesmo do subjuntivo.

ura 91: O modo verbal da 1ª entrevista, 1º excerto. rma indicativa foi a única registrada neste fragmento.

TO

M parece se manter durante quase todas as oco excerto, temos cinco ocorrências do dêitico no

e a uma pergunta sobre seu relacionamento co triz passou a compreender melhor os pais dep

e:

sei pro lado deles. Não há dúvidas. Depois que voc pais. Você passa a entender qualquer tipo de medo,

tem nada a ver esse medo”. Você passa a ter instan uma pessoa totalmente passada para o outro lado

amãe tava falando. Eu falei: “ Mamãe, você não e

NDICATIVO SUBJUNTIVO IMPERATIVO

MODO

173 s neste fragmento.

ão houve nenhum

s ocorrências nesta o no momento em o com os seus pais. depois de ter tido

você tem filho você edo, paranóia, tudo. stantaneamente, ao ado, dos meus pais. ão está entendendo.

174 As devidas substituições estão relatadas abaixo. Entretanto, a última ocorrência

é a narração de um discurso direto entre Fernanda e sua mãe. Por isto ela não será contemplada aqui. Vejamos:

a. Depois que alguém tem filho, alguém bandeia pro lado dos seus pais. Alguém passa a entender... Tudo que alguém jovem diz... Alguém passa a ter...

b. Depois que eu tenho filho, eu bandeio pro lado dos meus pais. Eu passo a entender... Tudo que eu jovem digo... Eu passo a ter...

c. Depois que ela/ele tem filho, ela/ele bandeia pro lados dos pais. Ela/ele passa a entender... Tudo que ela/ele jovem diz... Ela/ele passa a ter... d. Depois que a gente tem filho, a gente bandeia pro lados dos pais. A gente

passa a entender... Tudo que a gente jovem diz... A gente passa a ter... e. Depois que nós temos filho, nós bandeamos pro lados dos pais. Nós

passamos a entender... Tudo que nós jovens dizemos... Nós passamos a ter...

f. Depois que as pessoas têm filho, as pessoas bandeiam pro lados dos pais. As pessoas passam a entender... Tudo que as pessoas jovens dizem... As pessoas passam a ter...

g. Depois que elas/eles têm filho, elas/eles bandeiam pro lados dos pais elas/eles passam a entender... Tudo que elas/eles jovens dizem... elas/eles passam a ter...

O começo deste fragmento mostra um arranjo perspéctico altamente subjetivo. A narração é feita na primeira pessoa. Logo em seguida, ela usa o dêitico você. Ela, no entanto, narra sua opinião diante das mudanças de postura diante dos seus próprios

175 pais, após ter tido seu filho. Mas sua narrativa parece se referir a como as pessoas, em

geral, reagem após o parto. A perspectiva é mais abstrata, e, portanto, três opções estariam salientadas no escopo referenciativo. A primeira delas seria a auto- referenciação. Fernanda pode estar fazendo uma referência a si mesma, como é mostrado em (b). As opções (d) e (f) são as mais abstratas, pois fazem referência a um grupo de pessoas que inclui a Fernanda (a gente) mostrada na opção (d) e às pessoas de um modo geral, mostrado em (f). A opção (a), apesar de mostrar um alto grau de esquematicidade, causa certo estranhamento. Este alguém é consideravelmente vago e rompe com a coerência textual. A falta de coerência também acontece se considerarmos a acepção referente a terceira pessoa do singular, mostrada na opção (c). Algo semelhante ocorre quando substituímos você pela acepção nós. Esse nós se mostra vago e pouco coerente com o discurso de Fernanda. O estranhamento se dá quando pensamos que não há nenhuma ancoragem fórica. Poderíamos pensar em um nós que faz referência à Fernanda e ao seu marido, ou à “nós mulheres”. Mas faltam coesão e coerência textual. Já a opção elas/eles é totalmente descartável, pois seu baixo grau de esquematicidade impede que se estabeleça um processo de referenciação no texto narrado.

Existe, assim, a possibilidade da emergência da faceta egocêntrica, da faceta interlocutória exclusiva e da faceta projetada (no plural). Esta indefinição pode ser esclarecida com a análise gestual. Possivelmente, teremos evidências da direção de um apontamento (se ele ocorre) ou de algum gesto com características icônicas ou metafóricas.

A estrutura TAM nos mostra algumas recorrências interessantes. Vejamos a tabela 12 que mostra os detalhes dessa estrutura:

Tabe

OCORRÊNCIA TEMPO

“Você tem filho” Presen “Você bandeia” Presen “Você passa a

entender”

Presen

“Você diz” Presen

“Você passa a ter” Presen

Podemos ver, tanto presente foi o tempo verbal foi projetada de forma m proximidade está alinhada a narradas de modo que a re pelo conceptualizador. Não segundo fragmento analisad

Figura 92 O tempo pres

Quanto ao aspecto ocorrência apresentou o ver

0 1 2 3 4 5 PRESENT

Tabela 12: TAM da 2ª entrevista – Excerto 2.

MPO ASPECTO MODO

esente Durativo Indica

esente Pontual Indica

esente Pontual Indica

esente Pontual Indica

esente Pontual Indica

anto na tabela 12, quanto no gráfico da Figu rbal de todas as ocorrências. Isto indica que a ce a muito próxima ao ambiente discursivo i da ao fato de haver uma auto-referenciação. a realidade fosse produzida como algo verdade

Não houve registros nas formas pretérita e lisado.

92: O tempo verbal da 2ª entrevista, 2º excerto. presente foi o único nas ocorrências deste fragmento.

cto verbal, houve mais ocorrências pontuais verbo de aspecto durativo. Veja a Figura 93:

ENTE PASSADO FUTURO

TEMPO

176 ODO dicativo dicativo dicativo dicativo dicativo Figura 92, que o a cena conceptual vo imediato. Esta . As ações foram adeiro, conhecido a e futura, neste

Figura 93 Houve ma

O modo indicativo houve nenhum enunciado Figura 94.

Figura O único m

7.4.3O

TERCEIRO EXCERTO

Benzer Belgeler