4. BULGULAR
4.4. Öğrencilerin Beslenme Alışkanlıklarının Değerlendirilmesi
Verifica-se que os ecr˜as, com as mais diversas formas e baseados em v´arios tipos de tecnologias (ver Subsec¸c˜ao 3.7), est˜ao a tornar-se incrementalmente ub´ıquos, mantendo-se como a forma mais efectiva de se criar uma presen¸ca de informa¸c˜ao digital associada ao mundo f´ısico. Caso sejam conjugados com cˆamaras e/ou sensores, podem detectar o meio envolvente e deste modo fazer um cruzamento entre dados do mundo f´ısico e dados do mundo virtual, providenciando informa¸c˜ao contextual de maior utilidade.
Podem-se encontrar duas tendˆencias divergentes no que toca a cen´arios de sistemas de com- puta¸c˜ao com utiliza¸c˜ao de ecr˜as situados e partilhados [18]. Por um lado, existe a corrente
ligada a ecr˜as p´ublicos situados, de preferˆencia grandes com elevadas resolu¸c˜oes, como ´e o caso dos digital bulletin boards e dos kiosks. Existem em v´arias formas e escalas, incluindo ecr˜as de rua (usados preferencialmente em publicidade), ecr˜as de projec¸c˜ao (projectores usados em conferˆencias e institui¸c˜oes de ensino), e pequenos ecr˜as colocados junto a objectos. O uso destes ecr˜as ´e normalmente distribu´ıda no tempo, tendo como via de input (entrada para interac¸c˜ao) uma ´unica modalidade que ´e, regra geral, fisicamente ligada ao ecr˜a (e.g., touchscreens) [18].
Por outro lado, a segunda corrente est´a relacionada com os dispositivos m´oveis, tais como telem´oveis, port´ateis e PDAs. Estes funcionam n˜ao apenas como entrada para interac¸c˜oes com os sistemas, mas tamb´em como ecr˜as.
Os dispositivos m´oveis dispersam o controlo e o acesso pelos diversos utilizadores, apresen- tando um poder computacional limitado e pequenos ecr˜as que prejudicam uma apresenta¸c˜ao mais dinˆamica. J´a os ecr˜as situados partilhados oferecem um maior poder computacional e uma maior resolu¸c˜ao para apresenta¸c˜ao e conjuga¸c˜ao da informa¸c˜ao.
S˜ao os ecr˜as situados que fazem parte de um dos m´odulos elementares da arquitectura pro- posta. Numa primeira aproxima¸c˜ao, pretende-se que a informa¸c˜ao que aumenta um objecto seja apresentada junto ao mesmo, funcionando o ecr˜a como extens˜ao directa do objecto. Deste modo, a ac¸c˜ao de aumentar o objecto torna-se, numa primeira fase, contida, estando depen- dente da aproxima¸c˜ao do utilizador, sendo menos intrusiva e n˜ao obrigando o utilizador a ter uma interac¸c˜ao activa.
De acordo com a sua disponibilidade e modalidade de acesso, os ecr˜as na infra-estrutura podem ser categorizados da seguinte forma [144]:
• P´ublico: O ecr˜a encontra-se num espa¸co p´ublico, sendo visualizado por todos os que acedem ao espa¸co e podendo ser usado por utilizadores registados no sistema.
• Partilhado: O ecr˜a pode ser visualizado/usado por v´arios utilizadores ao mesmo tempo. • Pr´o-activo/Personalizado: O ecr˜a pode reagir aos utilizadores do sistema sem que para
tal seja necess´aria a interac¸c˜ao directa destes. Com a detec¸c˜ao e reconhecimento dos utilizadores o ecr˜a adapta a informa¸c˜ao a ser visualizada.
• Interactivo: Os utilizadores podem interagir com o ecr˜a.
Adicionalmente, apresentam-se alguns pontos referentes a quest˜oes que se relacionam com a utiliza¸c˜ao de ecr˜as, independentemente da tecnologia utilizada. Os pontos s˜ao os seguintes:
• No¸c˜ao do contexto: Para que um sistema ub´ıquo, que utilize ecr˜as, funcione bem ter´a que saber onde se encontra o utilizador e, em determinados casos, qual a sua actividade.
Assim sendo, a utiliza¸c˜ao, seja no ambiente ou nos pr´oprios ecr˜as, de tecnologias com capacidade sensorial constitui a melhor solu¸c˜ao para obter dados sobre o contexto. Podem ser utilizados sistemas tipo projector-cˆamara orient´avel, placas de sensores ou RFID, entre outros.
• Privacidade: Esta quest˜ao ser´a, porventura, a mais delicada. Com a utiliza¸c˜ao de ecr˜as que se pretendem p´ublicos, existe a possibilidade de informa¸c˜ao considerada sens´ıvel ficar vis´ıvel para v´arios utilizadores. Existem factores sociais, como o embara¸co em p´ublico, que limitam os utilizadores [19]. Se o utilizador n˜ao tem controlo em rela¸c˜ao ao dispositivo de visualiza¸c˜ao, pode acontecer que o ecr˜a usado seja o errado no momento errado. Conse- quentemente, a no¸c˜ao do contexto torna-se essencial para a determina¸c˜ao da informa¸c˜ao a ser apresentada. Haver´a sistemas ou aplica¸c˜oes em que o utilizador ter´a que controlar a informa¸c˜ao e o ecr˜a a utilizar.
• Multi-interface multi-utilizador: Para um utilizador, dependendo da aplica¸c˜ao, a informa- ¸c˜ao poder´a deixar de estar concentrada num ´unico ecr˜a, podendo encontrar-se distribu´ıda pelo ambiente. O facto de poderem existir grandes ecr˜as permite um outro tipo de trabalho colaborativo com v´arios utilizadores a interagirem com a mesma superf´ıcie de visualiza- ¸c˜ao, ou, simultaneamente, com a mesma aplica¸c˜ao, mas atrav´es de v´arios ecr˜as. Torna-se evidente que tenham que surgir novas abordagens no desenho das interfaces.
• Suporte aplicacional efectivo: Ser´a necess´ario que se adopte um novo conceito no desen- volvimento de aplica¸c˜oes, uma vez que a interface de um utilizador com o sistema pode encontrar-se distribu´ıda por v´arios ecr˜as. As aplica¸c˜oes devem determinar que ecr˜as se en- contram dispon´ıveis e a localiza¸c˜ao dos utilizadores relativamente aos ecr˜as, entre outras condicionantes que estar˜ao dependentes do tipo de sistema a implementar.
• No¸c˜ao de propriet´ario: Apesar de na maior parte dos ambientes um utilizador n˜ao neces- sitar de ser ”propriet´ario” de um dos ecr˜as, poder˜ao existir aplica¸c˜oes que obriguem a tal, nem que seja por breves instantes. Caso dois utilizadores se aproximam de um ecr˜a onde deve aparecer informa¸c˜ao personalizada, como poder˜ao ser resolvidos certos conflitos de disputa? Deve a disputa ser mediada em fun¸c˜ao dum tempo limite de uso ou da proximi- dade? Estas e outras quest˜oes colocam-se quando ecr˜as, e principalmente grandes ecr˜as, s˜ao utilizados enquanto recursos partilhados num ambiente de Ubicomp.