2. Çalışmada Takip Edilen Yöntem
2.2. Anlam İlişkileri
2.2.2. Kelimeler Arası Anlam İlişkileri
2.2.2.4. Çok Anlamlılık
O Grupo auxiliou na criação de uma associação formada pelos produtores da região. A associação em questão é a ASCANA - Associação dos Plantadores de Cana do Médio Tietê. Esta entidade oferece suporte aos fornecedores em suas atividades e no relacionamento com o Grupo, além de representar esses produtores perante outras usinas. A ASCANA tem 100% dos contratos de parceria agrícola com o Grupo e agrega 500 associados com áreas de parceria em módulos de 50 a 580 mil toneladas.
Além disso, o Grupo junto aos parceiros agrícolas viabiliza a utilização da torta de filtro e da vinhaça, subprodutos do processamento, para ferti-irrigação da cultura, além da parceria com um laboratório entomológico para controle biológico de pragas. Além de auxiliar na viabilização de recursos financeiros para expansão e renovação de canaviais, provenientes de uma linha diferenciada junto ao BNDES e Bancos Privados.
Os parceiros agrícolas do Grupo foram escolhidos entre ex-funcionários, colaboradores e fornecedores que provaram competência, confiança e transparência no cultivo
da cana e no trato com a empresa.
No entanto, nem toda a cana fornecida para o Grupo é oriunda dos parceiros. Uma pequena parte vem de fornecedores independentes. Para esses produtores, o Grupo, através da Cia. Agrícola, está em fase de implantação de uma nova modalidade de parceria: o modelo Parceiro da Terra. Este novo modelo se destina aos fornecedores de cana que na maior parte dos casos são os pequenos produtores, que atualmente ofertam cerca de 300 mil toneladas de cana das 9 milhões de toneladas processadas anualmente pelo Grupo. Esses produtores geralmente possuem uma disponibilidade inferior de capital e estrutura que acabam por impactar negativamente na viabilidade da atividade. Em alguns casos, esses fornecedores acabam por comprometer as condições de trabalho da mão-de-obra utilizada em suas áreas, prejudicando o desenvolvimento da atividade e acarretando em riscos trabalhistas que podem ser vinculados ao Grupo.
Para a adesão ao modelo Parceiro da Terra, a companhia agrícola propôs ao pequeno fornecedor a compra da soqueira da cana existente em sua área, considerando-se os estágios de corte que a cultura se encontra. Para tanto, com a anuência do produtor agrícola, é realizado uma avaliação técnica, apurando-se o quanto a lavoura irá produzir até a fase de renovação do canavial.
Em posse desses dados técnicos, a companhia agrícola calcula o valor futuro da produção da lavoura, propõe a compra do canavial com pagamento à vista e um contrato de parceria com o pequeno fornecedor. Portanto, trata-se de uma forma de capitalização imediata do produtor de maneira a financiar a sua permanência no negócio.
A partir da aceitação de compra da lavoura, o fornecedor passa a ser considerado um parceiro da companhia agrícola e continua a participar do negócio. Este contrato de parceria é diferente do celebrado entre o Grupo e os parceiros agrícolas, mas próximo a um contrato de arrendamento. Ao invés de remunerar o proprietário da terra por um valor fixo de toneladas de cana por hectare (X ton/ha), o Grupo o remunera com um pequeno percentual sobre a produção da cana em sua área. Os contratos de Parceria da Terra vigoram por prazos médios de 12 a 18 anos, e quanto maior o tempo de duração da parceria, maior será o percentual de participação do Parceiro da Terra no negócio.
Portanto, com a adesão ao Modelo Parceiro da Terra, o fornecedor não sai do “negócio cana” e continua a possuir um volume anual de cana entregue em seu nome; inclusive permanecendo como membro da Associação dos Plantadores de Cana do Médio do Tietê (ASCANA), usufruindo de todos os suportes e benefícios oferecidos pela mesma.
cumprimento de todas as exigências trabalhistas e sócio-ambientais que envolvem o processo produtivo da cana. O programa Parceiros da Terra teve seu início em 2008, e o objetivo é de que todos os produtores independentes passem a ter sua área gerida pelos parceiros agrícolas.
O Grupo têm tomado algumas ações relacionadas a preservação ambiental face a necessidade de eliminação gradativa da queima da cana-de-açúcar. As três usinas do Grupo já assinaram o Protocolo Agroambiental proposto pelo Governo de São Paulo e pela UNICA, sendo que uma das unidades foi a pioneira no Brasil a assinar o compromisso. A perspectiva é a de inclusão dos parceiros e fornecedores de cana também nesse acordo.
Enquanto este objetivo não é alcançado, a realização da queima ocorre somente das 20h às 6h, a uma distância mínima de 1.000 metros do perímetro urbano e com umidade relativa do ar acima de 20%, conforme orientação da CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, ligada à Secretaria do Meio Ambiente do governo de São Paulo.
Junto a isto, o Grupo institui a reserva de uma ala de escape para garantir a sobrevivência da fauna nativa da região no momento da queima de cana e mantém equipes especializadas de vigilância, adequadamente treinadas e equipadas para o controle do fogo.
Com a tendência de mecanização da lavoura de cana por razões ambientais e seu impacto social, o Grupo e seus parceiros e fornecedores de cana-de-açúcar estão capacitando e oferecendo oportunidades para que os cortadores de cana se preparem para se tornar tratoristas, motoristas ou profissionais da área industrial.
O Grupo apresenta a seus parceiros e fornecedores o que ela chama de um manual de “Compromissos de Conduta e Desempenho”, de maneira a traduzir em palavras as ações que o Grupo julga serem necessários para assegurar que toda cana-de-açúcar que chega às usinas tenha sido produzida de forma sustentável, respeitando o meio ambiente, os colaboradores e todas as legislações pertinentes. Hoje, esse documento serve de referência para a atuação dos novos parceiros agrícolas, sendo que o eventual não cumprimento dos quesitos de responsabilidade socioambiental pode levar à rescisão do contrato.
O Grupo também possui convênios firmados com entidades de pesquisa, como o CTC (Centro de Tecnologia Canavieira), UFSCAR e Canavialis, para a obtenção de variedades melhoradas. Desta maneira, o Grupo busca constantemente o aperfeiçoamento da produção e conseqüentemente incremento na produtividade dos parceiros agrícolas.
Nesse sentido, os parceiros agrícolas assinam um documento no qual se comprometem a guiar o seu empreendimento dentro dos princípios sócio-ambientais estabelecidos pelas cláusulas, termos e condições do manual de conduta e desempenho.
Agrícolas avaliam as práticas e cumprimento dos compromissos assumidos, cujos resultados são compartilhados como reconhecimento de boas práticas e/ou correção de conduta e desempenho incompatíveis. O resultado esperado com todo esse processo é um plantel de parceiros atuando de maneira profissional e livre de irregularidades.
De acordo com uma pesquisa encomendada pelo próprio Grupo em 2007, os parceiros vêm o modelo utilizado por eles como um exemplo de sucesso. Em termos de relacionamento com as usinas, 79% dos parceiros agrícolas entrevistados se disseram satisfeitos. Tal índice era de 58% no ano de 2005.