• Sonuç bulunamadı

4. ARAŞTIRMA SONUÇLARI VE TARTIŞMA

4.1. Çiçeklenme Süresi (gün)

experimento n˜ao ´e a mesma do sistema Biosemi Systems. O mesmo acontece para os dados de movimentos de objetos, ademais, no experimento foram utilizados apenas um sensor com 2 eletrodos, n˜ao havendo a possibilidade de uma poss´ıvel redu¸c˜ao.

6.3

Classifica¸c˜ao de Objetos

Para a classifica¸c˜ao desses dados foram utilizados 2 indiv´ıduos (2 homens), em que cada est´ımulo captado pelo sensor foi comparado 2 a 2 para cada indiv´ıduo, ou seja, o primeiro est´ımulo na Figura 3.5 (a) foi comparado com os outros 6, em seguida o segundo est´ımulo foi comparado com os outros 4 est´ımulos e assim sucessivamente. Como existem 30 repeti¸c˜oes para cada est´ımulo, a valida¸c˜ao cruzada foi feita da mesma forma como nos dados de est´ımulos visuais e para os dados de epilepsia. Sapsanis et al. (2013) utilizou um classificador linear e alcan¸cou para os dois indiv´ıduos as taxas de acerto de 90,42% e 94,8% respectivamente. O melhor resultado para o primeiro indiv´ıduo utilizando o WFF-SVM foi de 91,22% com P 3l,k, C = 1, n = 20 com a

utiliza¸c˜ao da DMP. Para o segundo indiv´ıduo a taxa m´edia de acerto foi de 96,89% empregando o WFF-SVM com P 3l,k, C = 1, n = 7 com a DMP. ´E importante ressaltar

que o tipo de decis˜ao D utilizada nesse problema, resultou em v´arios casos em que a decis˜ao final foi igual a 0, ou seja, n˜ao ´e feita nenhuma classifica¸c˜ao, com isso, a DMP tamb´em obteve um melhor desempenho nesse problema de classifica¸c˜ao.

Cap´ıtulo 7

Considera¸c˜oes finais

Nesta disserta¸c˜ao estudou-se o classificador WFF-SVM para dados de EEG, e propˆos-se generaliza¸c˜oes, com implementa¸c˜ao computacional para auxiliar pesquisa- dores interessados em utilizar esse classificador. Os resultados encontrados foram bem satisfat´orios, melhorando os que se tinha originalmente conseguido em Coutinho (2010). ´

E importante salientar que, trabalhar com esse tipo de problema n˜ao ´e uma tarefa f´acil, devido `a quantidade enorme de informa¸c˜ao que ´e produzida pelo experimento, como por exemplo, os dados de est´ımulos visuais, considerou-se apenas dados de 1 pessoa para os est´ımulos visuais, resultando-se em mais de 800 mil pontos e o classificador mostrou-se bastante eficiente produzindo uma taxa m´edia de acerto de 95,31% com a utiliza¸c˜ao do sistema de pesos P 3l,k. Em rela¸c˜ao aos dados de epilepsia, embora para

os 3 sistemas de pesos a taxa m´edia de classifica¸c˜ao corretada foi de 100%, com a uti- liza¸c˜ao de P 3l,k obteve-se a maior taxa m´edia de acerto por eletrodo, correspondendo

a 99,62%. Por fim, para o reconhecimento de objetos atrav´es do toque, o classificador com o uso do sistema de pesos P 3l,k tamb´em produziu os melhores resultados, 91,22%

e 96,89% para os dois indiv´ıduos do sexo masculino.

Viu-se tamb´em que, a utiliza¸c˜ao da suaviza¸c˜ao por m´edias m´oveis simples melhorou significativamente a taxa de acerto em torno de 10%, e que n˜ao houve melhoras nos resultando quando o valor de C ´e aumentado, ocasionando um aumento muito grande no custo computacional. Quando C = 1, indica que a soma dos erros tem a mesma importˆancia do que a norma ao quadrado de w na minimiza¸c˜ao da fun¸c˜ao objetivo. Com isso, j´a que a SVM est´a sendo utilizada por frequˆencia, basicamente o algoritmo

65 precisa apenas encontrar o valor de uma constante para separar os dados, e quando ´e atribu´ıdo uma importˆancia maior para a soma dos erros, o custo computacional para encontrar essa constante aumenta bastante, produzindo resultados equivalentes, ent˜ao, usa-se o valor de C = 1 para obter os resultados mais r´apidos. Entretanto, caso existisse uma outra vari´avel al´em das frequˆencias e os valores do periodograma, acrescentada ao problema, muito provavelmente o valor de C dever´a ser grande e a utiliza¸c˜ao de algum outro Kernel que n˜ao seja linear, melhoraria os resultados, pois o problema se tornaria mais complicado.

Prop˜oe-se 2 sistemas de pesos alternativos ao proposto por Coutinho (2010), em que de uma forma geral produziu bons resultados no classificador, al´em de serem bem intuitivos, pois levam em conta a distˆancia e a variabilidade dos grupos, s˜ao de f´acil implementa¸c˜ao e n˜ao h´a necessidade de especificar nenhum parˆametro a priori, como no sistema proposto por Coutinho (2010). Inicialmente foi proposto o sistema de pesos P 2l,k, que no final o seu inverso se tornou um estimador para o ρ, criando um novo

sistema de pesos, que produziu o melhor resultado, uma taxa de acerto de 95,31% para os dados de est´ımulos visuais com o sistema de decis˜ao pela m´edia ponderada (DMP), que foi um pouco maior que a taxa de 94% encontrada por Coutinho (2010). De modo geral, o uso do classificador WFF-SVM com o sistema de pesos P 3l,k produziram as

melhores taxas de acerto para todas as bases de dados testadas. Foi proposto tamb´em, a utiliza¸c˜ao da DMPl que aparentou ser uma medida mais intuitiva, que abre a op¸c˜ao

para a cria¸c˜ao de limiares para a decis˜ao por eletrodo, e com isso, ´e poss´ıvel criar uma regra para aceitar o eletrodo na decis˜ao final para a classifica¸c˜ao de um novo sinal.

Coutinho (2010) cita algumas desvantagens sobre o WFF-SVM, das quais um delas ´e que, o discriminante trata apenas para o caso de classifica¸c˜ao bin´aria, que ´e uma caracter´ıstica prejudicial, j´a que na pr´atica, existem aplica¸c˜oes com mais de 2 grupos; outra desvantagem ´e o fato de que ´e preciso da mesma quantidade de pontos por sinal, pois ap´os a utiliza¸c˜ao do periodograma se teria uma quantidade de pontos diferente e o classificador n˜ao seria adequado.

Por fim, apesar do classificador WFF-SVM ter sido desenvolvido para classifica¸c˜ao de dados de EEG, o classificador tamb´em pode ser utilizado para outros tipos de dados,

7.1 Trabalhos Futuros 66 como em dados de EMG, em que foi apresentada uma aplica¸c˜ao no presente trabalho. Uma condi¸c˜ao necess´aria para a utiliza¸c˜ao do WFF-SVM ´e que os dados sejam em um formato de sinais, como em dados de eletrocardiograma para identificar problemas no cora¸c˜ao e na espectrografia no estudo de substˆancias pelo registro fotogr´afico.

7.1

Trabalhos Futuros

Como sugest˜oes de trabalhos futuros, podemos enumerar: • Incluir limiares para a DMPl

Seria de extrema importˆancia utilizar algum tipo de limiar para a tomada de decis˜ao, pois n˜ao se sabe o qu˜ao distante a DMPl calculada deve estar do valor 0

para indicar uma classifica¸c˜ao.

• Aperfei¸coar o classificador WFF-SVM

Nas fun¸c˜oes criadas (treinamento e classifica¸c˜ao) e utilizadas no presente trabalho, existem alguns loops que tornam o algoritmo um pouco lento, com isso, seria interessante transformar os c´alculos realizados pelo algoritmo na forma matricial para deix´a-lo mais r´apido.

• Aumentar o n´umero de grupos no classificador

O WFF-SVM s´o pode ser aplicado em problemas bin´arios, ou seja, apenas com dois grupos. Com isso, poder-se-ia criar uma generaliza¸c˜ao para que o classi- ficador pudesse aceitar mais de dois grupos para as tarefas de treinamento e classifica¸c˜ao.

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Apˆendice A

Soma de Quadrados

A.1

Demonstra¸c˜ao

Por defini¸c˜ao, a Soma de Quadrados (SQ) ´e dada por,

SQT otal = Nf X i=1 ni X j=1 (yij − y..)2

em que, Nf ´e o n´umero de n´ıveis do fator, ni´e o n´umero de observa¸c˜oes do i-´esimo n´ıvel

de fator, yij ´e a j-´esima observa¸c˜ao do i-´esimo n´ıvel de fator, yi. ´e a m´edia aritm´etica

do i-´esimo n´ıvel de fator e y.. ´e a m´edia aritim´etica de todos os dados (MAGALH ˜AES;

LIMA, 2010).

Somando e subtraindo yi. dentro da SQ, obtˆem-se,

SQT otal = Nf X i=1 ni X j=1 [(yij − yi.) + (yi.− y..)]2 = Nf X i=1 ni X j=1

[(yij − yi.)2+ 2(yij − yi.)(yi.− y..) + (yi.− y..)2]

= Nf X i=1 ni X j=1 (yij− yi.)2+ Nf X i=1 ni X j=1 (yi.− y..)2+ 2 Nf X i=1 ni X j=1 (yij− yi.)(yi.− y..) = SQErros+ SQF ator+ 2 Nf X i=1 ni X j=1 (yij − yi.)(yi.− y..). 71

A.1 Demonstra¸c˜ao 72 Agora, basta mostrar que o produto cruzado no terceiro termo da equa¸c˜ao ´e nulo

Nf X i=1 ni X j=1 (yij − yi.)(yi.− y..) = Nf X i=1 ni X j=1 (yijyi.− yijy..− y2i.+ yi.y..) = Nf X i=1 ni X j=1 yijyi.− Nf X i=1 ni X j=1 yijy..− Nf X i=1 ni X j=1 y2i.+ Nf X i=1 ni X j=1 yi.y.. = Nf X i=1 niy2i.− y.. Nf X i=1 niyi.− Nf X i=1 niy2i.+ y.. Nf X i=1 niyi. = 0 logo, SQT otal = Nf X i=1 ni X j=1 (yij − yi.)2+ Nf X i=1 ni X j=1 (yi.− y..)2.

Apˆendice B

C´alculos para a obten¸c˜ao do

Lagrangeano

B.1

Demostra¸c˜ao

A fun¸c˜ao Lagrangeana primal definida em (2.6) ´e dada por Lp = 1 2||w|| 2 − n X i=1 αi[yi(w′xi+ b) − 1].

Calculando as derivadas parciais em rela¸c˜ao a w e b e as igualando a 0 obt´em-se as seguintes equa¸c˜oes w = n X i=1 αiyixi n X i=1 αiyi = 0.

Com isso, deve-se substituir essas equa¸c˜oes na fun¸c˜ao primal para obter a fun¸c˜ao La- grangeana dual. Antes de fazer as substitui¸c˜oes, observe que ||w||2 =ww2 = ww,

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B.2 Margens Suaves 74

Benzer Belgeler