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II. ÖĞRENCİ HAREKETLİLİĞİ - STUDENT MOBILITY (SM)

10. Çevirimiçi Dil Desteği (OLS)

10.2. Çevirimiçi Dil Sınavları ve Kurslarına Katılım

Os componentes de um produto são importantes determinantes de decisão de compra. Eles precisam ser bem operados para poder melhor adequar-se ao mercado. Na presente pesquisa são tratados os seguintes componentes do produto: marca, embalagem e qualidade.

Vale ressaltar que a marca, diferentemente da embalagem e da qualidade, não se encontra nesta pesquisa, porém é retratada para ilustrar o Mercado, objeto deste estudo.

A marca é um importante elemento de diferenciação. Ela serve para identificar os produtos e para proteção dos fabricantes ou dos distribuidores. Os consumidores associam à marca uma série de atributos do produto que obtêm através de informações ou de experiência anterior à compra.

Segundo Las Casas (2005, p. 169), “a marca é um nome, termo, sinal, símbolo ou desenho que serve para identificação dos produtos ou linha de produtos.”

Para Dias (2006, In: LIMEIRA, p. 109), “marca é uma letra, uma palavra, um símbolo ou qualquer combinação desses elementos, adotada para identificar produtos e serviços de um fornecedor específico.”

Os nomes de marca ajudam os consumidores a identificar produtos que lhe possam trazer benefícios. As marcas também dizem ao comprador algo sobre a qualidade do produto. Consumidores que freqüentemente compram a mesma marca sabem que vão receber as mesmas características, benefícios e qualidade sempre que a adquirirem. Uma marca bem definida gera lealdade e constitui-se em grande patrimônio.

Segundo Kotler; Armstrong (2004), marcas possuem maior valor patrimonial na proporção em que têm maior fidelidade, conscientização de nome, qualidade percebida, poderosas associações de imagem e outros ativos como patentes.

As marcas podem ser de um fabricante como no caso da Antártica, de um produto, o Guaraná Antártica, de uma linha de produtos que atendem a mesma necessidade do cliente, como a Nestlé, que apresenta várias linhas, dentre elas: biscoitos, chocolates, cereais, ou de um distribuidor que comercializa produtos, como as Casas Bahia.

As marcas podem ser individuais ou de família. As marcas individuais terão produtos com marcas diferentes. Por exemplo: Doriana e Poliflor. As marcas de família terão a mesma marca para diversos produtos. Por exemplo: a Arno usa a

mesma marca para ventiladores, sanduicheiras etc. A vantagem da marca de família é que, pelo princípio da generalização, quando uma marca tem boa qualidade e boa imagem no mercado, fica mais fácil a venda de outros produtos utilizando a mesma marca. Porém, a ocorrência contrária também pode acontecer. Já as marcas individuais possibilitam o desenvolvimento de estratégias independentes e adequadas para diferentes segmentos e maior controle por parte de fabricantes e distribuidores (LAS CASAS, 2005).

Segundo Kotler (2005), o nome da marca deve ser definido levando-se em consideração os seguintes fatores:

- Deve sugerir os benefícios oferecidos pelo produto; - Tem que evidenciar a qualidade do produto;

- Precisa ser positivo, distintivo e fácil de pronunciar e lembrar; - Deve ser coerente com a imagem do produto ou da empresa; - Tem de poder ser registrado legalmente.

A marca que recebe proteção legal é denominada marca registrada. A proteção legal de uma marca é muito importante para a defesa de uma organização.

No Brasil, o registro e a validade jurídica da marca são feitos junto ao Ministério da Indústria e do Comércio através do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Embora o Mercado Central trabalhe com diferentes marcas, o próprio Mercado é a marca. Seus clientes quando compram um produto estão levando para casa uma mercadoria do Mercado.

b) Embalagem

A embalagem tem grande importância na influência de venda dos produtos. Chega-se a falar que a embalagem é um vendedor silencioso de uma organização.

As embalagens bem projetadas podem criar valor de conveniência para os consumidores e valor promocional para os produtores ou distribuidores (KOTLER, 2005).

Segundo Las Casas (2005, p. 171), “a embalagem é o invólucro protetor do produto e serve para facilitar a armazenagem, proteger, facilitar o seu uso, conservar e ajudar a vendê-lo.”

Para Kotler (2005, p. 440), “a embalagem é o conjunto de atividades de projeto e produção do recipiente ou envoltório de um produto.”

A embalagem apresenta várias funções, como proteger o produto e preservar sua qualidade durante a vida útil, despertar a atenção do cliente, comunicar os benefícios e atributos do produto, cuidar da imagem desejada para o produto e atender aos requisitos legais. Ela pode gerar outros benefícios adicionais com o seu reaproveitamento como as embalagens de geléia que podem ser utilizadas posteriormente como copo.

Para DIAS (In: LIMEIRA, 2006, p. 111), “além de proteger o produto, a embalagem deve contribuir para o fortalecimento da imagem da marca, além de agir como ‘comercial relâmpago’, atraindo, informando, criando confiança e despertando desejo de compra.”

A embalagem de um produto, assim como a marca, pode influenciar a decisão de compra do consumidor.

O uso de embalagem é diferenciado segundo seus objetivos. Seu formato deve permitir fácil armazenagem e facilidade para o carregamento. O tamanho é definido pelo índice de uso do produto.

A embalagem dos bens que podem ter a marca aplicada nos próprios produtos ou que os consumidores possam ter acesso não precisa ter muito cuidado promocional. Por exemplo: máquinas de lavar e televisores não precisam ter embalagem desenhada com apelo aos consumidores. Já produtos que não podem ser

experimentados têm a embalagem desenhada para que os compradores possam ter uma idéia melhor do produto.

O rótulo pode ser uma simples etiqueta presa ao produto ou um projeto gráfico elaborado, que faça parte da embalagem. Ele é a parte da embalagem que traz informações acerca do produto e deve conter a marca nominal ou símbolo, nome e endereço dos distribuidores, composição, tamanho e usos recomendados. Alguns rótulos contêm receitas ou outras informações adicionais (LAS CASAS, 2005).

A informação é um dever do fornecedor e um direito do consumidor. É uma exigência legal do Código de Defesa do Consumidor.

Segundo Las Casas (2005), no desenvolvimento de uma embalagem devem ser levados em consideração os seguintes aspectos:

- A embalagem deve influenciar o consumidor à compra;

- A embalagem deve ser desenvolvida para ser usada depois de vazia, quando possível;

- A embalagem deve ser de fácil reconhecimento pelo consumidor; - Considerar as embalagens de produtos similares;

- Quanto representa no custo final do produto.

Ao tomar decisões sobre embalagens, a organização deve ter também em mente preocupações ambientais. Ela deve definir estratégias que atendam as necessidades e desejos dos consumidores, seus objetivos e os interesses da sociedade.

A embalagem foi um dos fatores do produto investigado no Mercado Central de Fortaleza, tanto com turistas compradores nacionais quanto com estrangeiros.

A qualidade é um importante atributo para a venda de produtos e serviços, sendo determinada a partir da visão e da sensibilidade dos consumidores, pois são eles que julgam se um produto atende a um determinado propósito.

Segundo McCarthy (1997, p. 149), “na perspectiva do marketing, qualidade significa a habilidade de um produto satisfazer às necessidades ou às exigências de um consumidor.”

Conforme Pride; Ferrell (2001, p. 214), “a qualidade se refere às características reais de um produto que permitem que ele funcione como o esperado na satisfação das necessidades dos consumidores.”

Para Rocha; Christensen (1999, p. 890), “em suas últimas conseqüências, qualidade é aquilo que o consumidor acha que é.”

Aquilo que as empresas julgam ser qualidade e o que os consumidores consideram como tal podem ser coisas bastante diferentes. O entendimento do que é qualidade do produto para o cliente pode ajudar as empresas a introduzirem modificações e melhorias de qualidade em seus produtos.

Distintos consumidores terão significado e sensibilidade diferente à qualidade. A satisfação do cliente é importantíssima na definição da estratégia de qualidade de uma empresa, pois ela é vista como o propósito maior da organização e como a única forma através da qual poderá sobreviver a longo prazo.

Segundo Kotler; Armstrong (2004, p. 211), “além da simples redução dos defeitos em produtos, a meta definitiva da qualidade total é aprimorar a satisfação e o valor para o cliente.”

Para uma empresa obter melhoria substancial de qualidade é necessário o pleno envolvimento e comprometimento de seus gerentes e funcionários, já que a concepção de qualidade estende-se à empresa como um todo e é uma das mais importantes ferramentas de posicionamento de que uma organização dispõe, pois cria valor e satisfação para os clientes.

A pesquisa realizada no Mercado Central de Fortaleza também constatou a percepção dos turistas compradores quanto à qualidade dos produtos lá ofertados.

Benzer Belgeler