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3. ÇERÇEVE ANLAŞMA İHALESİ MÜNFERİT SÖZLEŞME SONUÇLARININ İLANI
Prova suficiente de que a consumidora desfez o acesso ao site no ato, tão logo tomou conhecimento do preço do negócio. Não teve ciência inequívoca de que, a despeito de haver deixado o curriculum incompleto no local e de se haver desconectado, ainda assim permaneceria como contratante perante a fornecedora.
Igualmente, a prova dos autos revela os contatos por escrito procedidos pela consumidora com a fornecedora e com a instituição bancária, no sentido de cessarem os descontos na conta corrente conjunta dos autores. Ambos os réus desconsideraram a vontade da parte autora, a primeira, sob o argumento de que escoara o prazo legal da desistência (quando é certo que a consumidora jamais teve a intenção de concretizar a contratação), e a segunda por ser parte alheia à contratação. Ocorre que é dever da instituição bancária atender à solicitação do seu correntista, no sentido de fazer cessar os futuros débitos em conta. Quanto à fornecedora do serviço de divulgação de currículos, era-lhe exigida a boa-fé contratual, tendo por não perfectibilizado o contrato e, portanto, por indevida a cobrança.
Sentença que valorou a prova, condenando os réus, solidariamente, à restituição das quantias e ao pagamento de indenização por dano moral, esta fixada em R$ 1.100,00 e que se mostra justa e adequada em face da efetiva desconsideração para com a parte autora, a despeito das várias tentativas por esta levada a efeito para solver o caso a bom termo.
RECURSOS A QUE SE NEGA PROVIMENTO. ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos os autos.
Acordam os Juízes de Direito integrantes da Segunda Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais Cíveis do Estado do Rio Grande do Sul, à unanimidade, em NEGAR PROVIMENTO AOS RECURSOS.
Participaram do julgamento, além da signatária (Presidente), os eminentes Senhores Dra. Maria José Schmitt Sant Anna e Dr. Clóvis Moacyr Mattana Ramos.
Porto Alegre, 10 de janeiro de 2007.
DR.ª MYLENE MARIA MICHEL, Relatora. RELATÓRIO (Oral em Sessão.) VOTOS
Dr.ª Mylene Maria Michel (RELATORA)
Nego provimento aos recursos, confirmando a r. sentença na forma do art. 46, 2ª parte, da Lei nº 9.099/95. Sucumbência pelos recorrentes, com honorários de 20% sobre o valor da condenação. É o voto.
Dra. Maria José Schmitt Sant Anna – De acordo. Dr. Clóvis Moacyr Mattana Ramos – De acordo.
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO
DR.ª MYLENE MARIA MICHEL – Presidente - RI nº 71001074194, Comarca de Porto Alegre: “NEGARAM PROVIMENTO. UNÂNIME”.
Juízo de Origem: 7.JUIZ.ESPECIAL CIVEL REG PETROPOLIS PORTO ALEGRE – Comarca de Porto Alegre150.
Não são poucos os usuários insatisfeitos que se aventuram nos tribunais em busca de serem ressarcidos por não terem conseguido cancelar suas assinaturas em tempo hábil. Em outro caso encontrado novamente o queixoso sequer havia se tornado assinante. Trata-se de Marcelo Corrêa Bastos, jovem advogado paulistano, recém- formado, que requer da juíza Mônica Soares Machado Alves Ferreira, da 1ª Vara do Juizado Especial Cível – Vergueiro – Foro Central Cível, através do processo de Nº 100.08.604179-6, que a Catho, por repetição de indébito cumulada com dano moral seja condenada a pagar o valor de R$ 498,00.
Sua história começou quando, em meados de novembro, algum tempo depois de tomar ciência de que fora aprovado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcelo, que recebia periodicamente diversas mensagens eletrônica do tipo “mala direta”, tentou cadastrar seu currículo no site da Catho, atraído pela promoção que anunciava a gratuidade do cadastro por 7 dias. No decorrer do cadastramento devido à impossibilidade de participar da promoção dos 7 dias gratuitos (pois já havia usufruído dessa mesma promoção num período anterior) e a sua escassa disponibilidade de recursos financeiros naquele momento, ele desistiu de finalizar o cadastro, cancelando a operação que se realizava via internet.
No dia seguinte à tentativa frustrada de cadastramento do currículo, a Catho entrou em contato por telefone para saber o motivo da desistência da finalização do cadastro. Marcelo informou que não finalizara o cadastro devido à impossibilidade de participar da promoção dos 7 dias gratuitos. A funcionária com quem falava ao telefone o informou que havia, sim, a possibilidade dele participar novamente da P7DG caso ele tivesse interesse em se tornar assinante. Marcelo, que na realidade estava interessado em se tornar assinante caso constatasse durante o período de gratuidade que os serviços oferecidos pela AGEON eram mesmo sérios e eficientes, e por não lhe restar outra opção diante do temor de permanecer desempregado, manifestou que havia a possibilidade do interesse em se tornar assinante. A
150 Disponível em: <http://www.tj.rs.gov.br/site_php/consulta/download/exibe_documento.php?codigo=14948& ano=2007>.
funcionária disse então que ativaria a P7DG e enviaria por e-mail o login e senha de acesso, para que Marcelo pudesse ter acesso ao site da Catho. E usufruir dos seus serviços e benefícios. Contudo, Marcelo não recebeu e-mail nenhum, não foi informado de login ou senha, mas ficou surpreso ao se deparar com um débito automático não autorizado em sua conta corrente. Em seu requerimento Marcelo raciocina: “A Catho não conseguiu enviar uma simples mensagem, mas não teve nenhuma dificuldade em realizar o débito automático em minha conta corrente”. O débito automático, na quantia de R$ 59,00, ocorreu no dia 29/11/ 2007 e não foi autorizado por Marcelo. Diz ainda o autor do processo: “Inclusive, antes de me ‘transformarem’ em assinante, os emails abundavam, eram anúncios e mais anúncios de oportunidades, porém, depois de inadvertidamente me tornar assinante não recebi mais mensagens”. E se dirige à juíza:
Ora, Excelência, o próprio método de participação da promoção é, no mínimo, suspeito. O assinante deve se cadastrar, fornecer todos os seus dados, inclusive bancário, e antes de completar uma semana de fruição dos “serviços” ele deve cancelar o cadastro, sob pena de ser considerado assinante e ter que pagar pelo serviço. À primeira vista, pode não parecer tão injusto ou suspeito, não fosse a facilidade de se cadastrar e a dificuldade de cancelar o cadastro. Enquanto o cadastro ocorre em poucas “páginas”, o cancelamento, cujo o “link” não é muito fácil de se encontrado, ocorre em diversas etapas, restando dúvidas sobre a sua efetividade151. Em 21/12/2007, ao saber a razão do débito automático em sua conta corrente Marcelo entrou em contato com a Catho, primeiro através do site da AGEON, em seguida por telefone, e explicou o ocorrido. Prometeram-lhe alguma resposta em três dias úteis, o que não ocorreu.
No dia 02/01/2008 ele voltou a entrar em contato com a Catho que negou a disposição para ressarcir a quantia indevidamente debitada em sua conta corrente. Marcelo ficou revoltado:
Não bastasse a dificuldade em conseguir seu primeiro emprego, toda a ansiedade que envolve essa fase da vida, as expectativas, as inseguranças, ele ainda se deparou com uma empresa que, com a promessa de facilitar a busca por um emprego, queria obter vantagens financeiras indevidamente. Não me resta outra alternativa senão a procurar a Justiça e entrar com uma ação, mesmo porque tenho a consciência tranqüila: antes de recorrer ao judiciário, na crença de que se tratava de uma empresa séria estava seguro de que o mau entendido seria corrigido, mas não me
151 Disponível em: <http://esaj.tj.sp.gov.br/esaj/cpo>. Em seguida, digitar o nº do processo: 100.08.604179-6. Como este é um processo digitalizado basta clicar no link que aparece no processo para ver a íntegra do requerimento.
deram resposta alguma e quando ele contatei novamente a empresa, fiquei ciente de sua indisposição em reparar o dano a mim causado152.
Para Marcelo, o dano causado não foi somente material. Ele, que deseja exercer sua profissão com dignidade e ética, se sentiu extremamente inseguro e frustrado ao perceber que, na ânsia por conseguir um emprego, tendo estudado tanto o Direito, antes de iniciar o exercício de sua profissão já fora lesado, pois fora ingênuo ao informar dados bancários a uma empresa que acreditava ser idônea.
Aproveitando e exercitando seus conhecimentos como advogado, Marcelo citou as leis que, segundo ele, lhe davam razão: a Lei 8.078/90, artigo 42, parágrafo único, que reza: “O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável” 153.
De acordo com seus argumentos, obviamente, o caso em tela não era de erro justificável, mesmo porque a AGEON teve oportunidade de reparar o erro e não o fez. Segundo Miguel Reale, há no ordenamento jurídico artigos-chaves, isto é, normas que dão sentido a outras normas e que servem de diretrizes para todo o sistema. Dentre essas normas está o Artigo 113 do Código Civil onde se lê: “[...] os negócios jurídicos dever ser interpretados conforme a boa-fé!”154 A respeito da boa-fé diz Carlos Roberto Gonçalves, especialista no assunto:
No Código de Defesa do Consumidor, a boa-fé é tratada como princípio a ser seguido para a harmonização dos interesses dos participantes da relação de consumo (art. 4º, III) e como critério para definição da abusividade das cláusulas (art.52, IV) são nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: (...) estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada,ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade155.
Para Marcelo, a AGEON não parece ter a boa-fé como parâmetro para a celebração de seus contratos, principalmente com relação aos que usufruem da promoção dos 7 dias gratuitos, já que, caso o consumidor se esqueça de cancelar a assinatura dentro dos 7 dias a cobrança é realizada automaticamente. No seu caso não foi isso que aconteceu porque ele sequer celebrou de fato o contrato tendo
152 Id. Ibid. 153 Id. Ibid.
154 Disponível em: <http://www.miguelreale.com.br/artigos/artchave.htm>.
155 Disponível em: <http://esaj.tj.sp.gov.br/esaj/cpo>. Em seguida, digitar o nº do processo: 100.08.604179-6. Como este é um processo digitalizado basta clicar no link que aparece no processo para ver a íntegra do requerimento.
simplesmente manifestado a possibilidade de celebrá-lo, o que em nenhuma hipótese deveria vinculá-lo. E Marcelo torna a citar a “letra da Lei”:
De acordo com o artigo 186 do Código Civil: “aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, viola direito e causa dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”. O Código de Defesa do Consumidor, no que se refere aos direitos básicos do consumidor em seu artigo 6º, VI, garante: “a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos” 156.
E continua com seu requerimento:
Diante do exposto, requer o autor a cumulação do pedido de repetição de indébito com indenização por danos morais caracterizados pelos fatos narrados. Sobre dano moral a Egrégia Corte do Superior Tribunal de Justiça entende que: “Ementa: Dano moral puro. Caracterização. Sobrevindo em razão de ato ilícito, perturbação na relação psíquicas, na tranqüilidade, nos entendimentos e nos afetos de uma pessoa, configura-se o dano moral, passível de indenização. (STJ, Min. Barros Monteiro, T. 04, REsp 0008758, decisão 18/02/92, DJ 06/04/1998, P. 04499)” 157.
Ao finalizar seu pedido de indenização por danos gerais Marcelo acrescenta: É evidente que ao sofrer a expropriação de uma quantia não autorizada de minha conta corrente me senti extremamente irritado, inseguro, desprotegido, pois não forneci a senha que acreditava ser necessária para movimentação de minha conta. Além disso não me sinto seguro em fornecer novamente qualquer informação via internet, por temer que ocorra novamente algo semelhante158.
E então faz seu pedido formal:
FIG URA 13. Petição inicial de Marcelo Corrêa contra a Catho feita ao TJ-SP.
Fonte: http:/ / esaj.tj.sp.gov.br/ esaj/ cpo.
“Hum... Curioso...”, rumina Odisseu, “Marcelo advoga em causa própria, seu advogado é ele mesmo. Tão jovem e já é advogado de si”. Odisseu se interessou pela
156 Id. Ibid. 157 Id. Ibid.
seqüência do caso e pretende, no tempo certo, ir em busca do processo pendente que pode se resolver na audiência de conciliação marcada para 15/05/2008, às 16h. É esperar para ver... E Odisseu esperou. Recentemente o processo foi resolvido. Eis o resultado:
A Empresa Ré CATHO ONLINE LTDA, pagará ao requerente Marcelo Correa Bastos a quantia de R$ 300,00 (Trezentos Reais ) em 02 parcelas sendo a 1ª parcela na data de 01/07/2008 e a 2ª parcela na data 01/08/2008. Os pagamentos serão feitos mediante deposito na conta corrente nº 0003196-8 Agencia 3044 Banco Bradesco S/A, e o comprovante de deposito bancário servirá como recibo de pagamento O inadimplemento de uma das parcelas implicará no vencimento antecipado das demais e acréscimo de multa de 10% sobre o valor ainda devido. Havendo homologação do presente acordo, as partes desde logo se dão por intimadas. E, por estarem em perfeito acordo, assinam o presente termo. NADA MAIS, lido e achado conforme vai devidamente assinado.
São Paulo, 20 de junho de 2008. Conciliador(a): Gerson Feitosa do Vale Marcelo Correa Bastos
CATHO ONLINE.
Nosso amigo internauta continua suas pesquisas. Já no processo de Nº 583.00.2007.101664-6/000000-000 José Rodrigues de Souza pede ao tribunal que compelisse a Catho a cessar os descontos em seu cartão de crédito, no valor de R$ 41,00 mensais, a rescisão do contrato e indenização por danos materiais no valor de R$ 492,00 e por danos morais, R$ 10.000,00. Seu argumento é que em 05/09/2005 fez a assinatura da Catho em nome de sua filha por um prazo de três meses após o qual os descontos continuaram. A Catho, por sua vez, alega que a renovação de seus contratos se dá automaticamente cabendo ao usuário solicitar o cancelamento, atitude que, segundo a AGEON, José Rodrigues não tomou. A Catho negou que José a tenha contatado, seja por telefone ou por e-mail. Nega a prática abusiva e “impugna o pleito de pagamento de indenização”. A juíza Adriana Sachsida Garcia não vê ilegalidade no fato de ser a renovação do contrato efetivada automaticamente e acrescenta:
A medida bem atende aos interesses do consumidor que, aderindo ao contrato, teria a comodidade de receber os serviços contratados, com a respectiva cobrança na fatura do cartão de crédito, sem que houvesse necessidade de se preocupar com a renovação do contrato ao término de cada período. Imprescindível apenas que disso estivesse bem alertado o consumidor, de modo claro e incólume de dúvidas, de tal arte que pudesse exercer opção com plena confiança. Este requisito está bem preenchido, pois vieram com a contestação documentos com as mensagens do sítio eletrônico para o consumidor, bem demonstrando que não há margem para dúvidas: se o consumidor quiser cancelar o contrato deve manifestar vontade neste sentido. A prática, por si só considerada, é perfeitamente legal. Todavia, uma vez manifestado pelo consumidor o interesse em romper o pactuado, sua vontade haveria de ser respeitada, não importando a forma como manifestada, por telefone ou
correspondência eletrônica, ou escrita, etc. Então, impõe-se a ilação de que seria do autor o ônus da prova do fato de ter pedido o cancelamento, o que não ocorreu. Anoto que aqui não se cogita de exigir da ré a prova do fato negativo e tampouco vislumbro presente qualquer das hipóteses do artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor, a autorizar a inversão do ônus da prova. Deveria o autor, por qualquer forma, comprovar que tinha feito o pleito de cancelamento, o que não ocorreu. E se é assim, outro desate não cabe que o julgamento de improcedência do pedido, descabida a indenização por não se vislumbrar culpa ou qualquer ilegalidade na conduta da ré. Ante o exposto e o mais que dos autos consta, JULGO IMPROCEDENTE o pedido e extingo o processo com análise de mérito, o que faço com fundamento no artigo 269, inciso I, do Código de Processo Civil. Condeno o autor no pagamento das verbas oriundas de sua sucumbência, com honorária que fixo em 10% sobre o valor da causa, devidamente atualizado, nos termos do que preceitua o artigo 20, § 3º, do diploma legal mencionado. Todavia, a execução de tais verbas fica sobrestada, por ser o autor beneficiário da gratuidade da justiça, em obediência à norma do artigo 12 da Lei 1060/50. P.R.I. São Paulo, 31 de janeiro de 2008. Adriana Sachsida Garcia Juíza de Direito Certifico e dou fé que o valor da causa atualizado é de R$ 11.032,93, e o do preparo R$ 220,66. O valor do porte de remessa é de R$ 20,96159.
O senso comum não concorda com a excelentíssima juíza Adriana. No HT Fórum160 usuários indignados com os procedimentos da Catho não poupam as palavras.
FIG URA 14. Tópico Zona Livre do Fórum HT.
Fonte: http:/ / www.htforum.com/ vb/ showthread.php?p= 619745.
Quem está por trás do apelido “puma conversível” é Jefferson, 37 anos, morador de Curitiba. Eis sua denúncia, ou como ele mesmo chama, desabafo:
Pois é senhores, acabo de ser mais uma vítma da CATHO... uma agência virtual de empregos. Em busca de uma recolocação no mercado após perder meu emprego em junho do ano passado, optei por me cadastrar nessa arapuca afim de obter um novo trabalho. Pois bem, fiz um plano trimestral, no qual seria ainda bonificado com o dobro da vigência. Fiz meu pagamento via cartão de crédito, o que foi uma enorme besteira que fiz na vida! Findo o prazo do contrato, nao tive o menor interesse na sua renovação, pois não obtive qualquer retorno com o serviço. Dinheiro jogado fora! E não é que ao ver minha fatura do cartão de crédito deste mÊs foi lançada automáticamente a renovação? Lá estava uma nova cobrança.. imediatamente entrei em contato com os ladrões e simplesmente me dizem que não só não irão estornar essa cobrnça, como irei ainda ter que pagar até o mês de abril. É mole? Já não prestam um serviço esperado e cobram caro por isso. Renovam sem a autorização e ainda mesmo após o pedido do cancelamento irão me cobrar mais duaz parcelas. Coloco aqui este desabafo para que outros não venham a cair nessa arapuca. Cuidado com essas agências de emprego. Jamais forneçam seus números de cartões
159 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Judicial - 1ª instância - capital São Paulo, Ano I - Edição 172, Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008. p.538-9.
160 O Fórum HT (Home Theater) nasceu a partir de duas premissas iniciais: o responsável pelo fórum queria oferecer um ambiente para colegas do antigo fórum da revista HT. O FHT cresceu para muito além de suas expectativas e hoje possui uma zona livre onde qualquer assunto pode ser tratado. Disponível em: http://www.htforum.com/vb/showthread.php?p=619745.
a esses ladrões. Se ainda assm optarem por estes serviços, efetuem o pagamento por boleto, pois pelo menos assim nao irão ser roubados mais de uma vez!161
Entre os comentários recebidos pelo post de Jefferson está o de Vinicius Sacchi: “Eu sei que é um comentário meio batido, mas é real: ‘Como as pessoas gostam de se aproveitar do momento em que elas estão em dificuldade para tirar proveito e (pouco) dinheiro que elas ainda tem...’”162. No meu entender, alguns comentários realmente
fazem sentido, como os de Francisco e o de Paulo Artur, último a postar no tópico: Coincidentemente, tb tenho assinatura da Catho(que é trimestral) e até hoje, nada de concreto com relaçao a colocação. Se tive umas 3 entrevistas, foi muito. Também estou desempregado quase o mesmo tempo que você. Mesmo tendo bastante experiência na area de Recursos Humanos (quase 30 anos), estou tendo muita dificuldade para ingressar no mercado de trabalho. Apesar de estar vendo este tópico somente hoje, já havia me decidido a desligar-me da Catho. Outro serviço que eles oferecem, é a da elaboração do currículo. O mais interessante é que este serviço tb é pago. Ora, se o profissional está desempregado, como então arcar com mais essa despesa??163
Penso que caberia uma grande reportagem a nível nacional, capa de revistas renomadas, etc. Todo o país tomar conhecimento dessa “indústria” do desemprego. Se alguém tem acesso as grandes redes de tv/jornais poderia ao menos tentar alguém para pesquisar, se passar por um desempregado, gravar, etc,etc...164
Luiz Soldani, Gabriel e Gerrit são mais enfáticos, agressivos, até mesmo desagradáveis, mas, quem sabe, tenham lá suas razões:
Meu amigo caiu nessa faz um mês. Um nojo de empresa mesmo. Abraços.165 Isso que eu chamo de ganhar dinheiro fácil com a dificuldade alheia e a falência do país! Cadê o Ministério Público? Alguém tem que cair de pau em cima dessa gente!166
A minha esposa já ficou cadastrada um tempão no Catho, e nunca teve nenhum retorno. Conseguia empregos pelas agências locais com escritório na região, mas pelo Catho nunca. A unica coisa que ela recebia de Catho é um caminhão de e-mails