1. PAMUK / POLYESTER KARIŞIMLARINI BOYAMA
1.3. Boyama Yöntemleri
1.3.2. Çektirme Yöntemine Boyama
primeira metade do século XIX, o Brasil vinha deixando a educação de lado, através da descentralização do ensino e com o repasse das responsabilidades para as cidades e províncias, sendo que tal fato só veio a modificar-se um pouco após a Constituição Imperial de 1824, ao estabelecer a instrução primária gratuita como um direito constitucional.
Segundo Ari de Andrade (2008, p.74) nos anos subseqüentes, houve a publicação de duas leis nacionais voltadas para o ensino nacional: a de 11 de agosto de 1827 e da de número 16, de 12 de agosto de 1834, as quais tratavam da organização das escolas primárias, por parte de cada província e o ensino superior como exclusivo do Poder Central, demonstrando indícios de um debate político educacional travado no campo constitucional, reflexos das contradições da realidade social brasileira.
Percebemos conforme Ari de Andrade in BEZERRA et al. (2008) ainda que a Sociedade Brasileira ainda não focava o ensino básico, foi apenas após uma suposta discussão alimentada pela retórica internacional, advinda dos grandes centros industriais europeus e norte-americanos, de que uma nação que pretendesse acompanhar o ritmo do progresso mundial, não poderia ficar estanque a um frágil modelo de ensino, como era no caso do Brasil, uma vez que ele ao descentralizar o ensino não tinha controle sobre sua qualidade.
Só a partir de 1834 com o Ato Adicional é que os governantes provinciais começaram a serem cobrados pelo Poder Central acerca da responsabilidade do ensino primário, ou primeiras letras como eram conhecidas. Assim, houve uma reforma nos projetos de intervenção educacional em todas as províncias. No Ceará foi na gestão de José Martiniano de Alencar (1834-1837) ; com a chamada Reforma Alencar, que buscava a organização da estrutura funcional da escola de primeiras letras no contexto cearense, sendo fomentada num conjunto compostos de leis e documentos publicados pelo governo visando dinamizar o processo de escolaridade da população cearense, acompanhado da introdução do método de ensino mútuo, da organização do calendário e horário escolar, da introdução de novos programas de disciplinas, definindo as matérias por série de acordo com a idade das crianças, da definição de um piso salarial e da necessidade de qualificação de mestres leigos através da criação provisória de uma Escola Normal em Fortaleza.
No intuito de demonstrar a relevância de tal fato social em relação à educação verificou-se na primeira metade do século XIX, que no intervalo de apenas três anos na Província do Ceará, houve a publicação de 15 leis, juntamente com a publicação de 77 documentos oficiais dos quais
Provincial e pela Tesouraria Provincial, todos relacionados, direta ou indiretamente, com a questão do ensino local.
Com o tempo percebeu-se a escassez de docentes e a fragilidade das práticas pedagógicas, levando o Governo a recomendar aos presidentes provinciais a implantação do Método de Lancaster, de Ensino Mútuo no processo de ensino-aprendizagem das crianças. Segundo Almeida (1989 apud Ari de ANDRADE in BEZERRA et al, 2008, p. 76) o Método de Lancaster consiste na participação de alunos que melhor se destacassem nas lições para ensinar os mais atrasados nos estudos, obedecendo e seguindo uma hierarquia própria da organização.
Antes da Reforma Alencar, igualmente ao que ocorria com outras províncias, o Ceará não contava com nenhuma organização elementar de escola, a não ser algumas escolas isoladas de primeiras letras, tanto na capital quanto em vilas e cidades do interior que eram orientadas conforme os caprichos dos mestres-escolas. Além do mais, o Ato Adicional de 1834 determinava que cada província era responsável pela organização das escolas de primeiras letras às suas expensas; a partir desse contexto surgiam alguns problemas, visto que algumas províncias não contavam com recursos suficientes, tanto para financiamento, quanto para manutenção de novos prédios e no caso do Ceará e de algumas províncias do Nordeste havia as questões das contradições climáticas, que contava com secas periódicas fazendo o respaldo financeiro cair constantemente.
4:Educação E Outras Variáveis Sociais
Será que a educação reflete em outros indicadores sócios-econômicos como nos índices de criminalidade, emprego ,saúde ,renda, entre outros?
Conforme Beeby (1967), ao serem criados os primeiros planos de desenvolvimento a longo prazo, notou-se como muitos países, principalmente na América Latina, Ásia e África, estavam tão atrasados em seus sistemas escolares, a tal ponto, de a educação se transformar numa espécie de oportunidade de vida melhor, como se a educação fosse uma perspectiva de melhorar os outros indicadores sócios-econômicos.
Schultz (1973) destaca que o investimento em educação formal desenvolve habilidades e conhecimentos objetivando o aumento da produtividade com ganho de habilidades cognitivas e, quanto maior o aumento da produtividade, maior será a renda que essa pessoa receberá e melhor será sua posição social desde que suponha-se, que aumento de produtividade implicará em aumento de renda. É assim que, de certa forma, a educação influi no nível de renda de uma população.
Um outro fator de suma importância por ser ele um tanto complementar à educação, é a saúde. Bruno (2001) afirma que educar é prevenir, pois só com a prevenção é que se pode até diminuir gastos com tratamentos às vezes dispendiosos, certas doenças como a AIDS e outras DST, por exemplo, poderia ocasionalmente serem amenizadas com uma educação sexual adequada nas escolas como forma de prevenção uma vez que possivelmente levaria a menos casos de AIDS o que acarretaria numa melhor distribuição de prioridades por parte do Sistema de Saúde. Entretanto deve haver a compreensão que a educação sexual não é apenas da escola, mas também da família visto de ser ela o ponto fundamental para o entendimento do mundo em si para muitos jovens.
Outras doenças também em certo ponto poderia até serem erradicadas como a dengue, cólera, disenteria,tifo entre outras que poderiam ser combatidas com informações apropriadas. Mas no entanto analisando por outro lado, não é apenas sair informando a população em si, deve haver também uma mudança de hábitos. Pois empiricamente notamos que apesar de várias campanhas, por exemplo, nos diversos meios de comunicações de combate à dengue, ela sempre aparece com
Antunes et al. (2009, p. 29) afirma que
´´Educação e saúde são dimensões indissociáveis na realidade social concreta. São condições prioritárias na elaboração e na implementação de políticas públicas comprometidas com a construção de uma sociedade democrática, justa e igualitária(...)essas instâncias, ainda que sejam vistas como áreas essenciais da ação social, geralmente têm sindo consideradas como independentes ou, na melhor das hipóteses, como correlatas``.
A partir de tais questionamentos é que não podemos separar a educação da saúde e vice- versa, como nota-se atualmente. Sendo assim, devemos considerar de certa forma a educação como um complemento à saúde. Uma vez que ao sermos instruídos da maneira correta certamente buscaremos maneiras de melhorarmos nossas condições de bem-estar com o meio em que vivemos; e uma das principais transformações certamente será na saúde, na forma de prevenção, na qual há repasses de conhecimentos no intuito de uma qualidade de vida melhor.
No intuito de demonstrar a importância da educação aliada à saúde, toma-se o exemplo a seguir, a variável mortalidade infantil, que de acordo com o IPECE (2010) é a relação entre o número de óbitos de crianças menores de um ano e o número de nascidos vivos.
No gráfico abaixo nos deparamos com as taxas de mortalidade infantil do Brasil, Nordeste e Ceará seguidamente nos anos de 1998, 2006, 2007, 2008 e 2009. Ao repararmos o gráfico, notamos como a taxa de mortalidade infantil ainda é bastante alta em todas as áreas geográficas analisadas, mas vem mostrando uma trajetória consistente de redução ao longo do tempo.
De acordo com IPECE (2010, p.40):
´´essa trajetória pode ser reflexo tanto da melhoria de condições socioeconômicas da população nos últimos anos, bem como efeito de politicas específicas que acabaram reduzindo os óbitos das crianças até um ano de vida, tais como as políticas de saúde preventiva, saneamento básico e de educação.``
GRÁFICO 1: Taxa de Mortalidade Infantil (por 1.000 nascidos vivos)
FONTE: IBGE (1998,2006 à 2009)
A partir de tais aspectos notamos a importância da educação relacionar-se com a saúde, visto que a longo prazo políticas públicas relacionadas à educação certamente melhorarão os índices de saúde em geral.
Através do gráfico notamos como a mortalidade tanto no Nordeste como no Ceará são enormes, se comparadas ao Brasil, mesmo com a drástica queda do final da década de 90 aos próximos dez anos, ficando a certo ponto equivalentes. No Nordeste e no Ceará morrem em média quase dez crianças a mais. Apesar desse número ter melhorado bastante em dez anos, onde antes morriam quase vinte a mais.
Essas melhorias são vistas em virtude de seu elevado tempo, pois como indica o IPECE (2010, p.41)
´´Vale salientar que as melhorias do indicador em questão pode ser mais bem visualizadas em um intervalo de tempo maior, haja vista que maiores transformações nas condições de vida dos indivíduos demoram a acontecer, pois dependem de uma série de fatores tais como crescimento econômico, melhor distribuição de renda e da continuidade, aprofundamento e maior efetividade das políticas públicas, sejam elas de saúde, econômicas, de educação ou de saneamento básico.´´
Assim, dessa forma vemos como coisas que consideramos às vezes sem muita importância e até de certa forma banalizada por alguns políticos pelo simples fato de não terem efeito imediato
BRASIL NORDESTE CEARÁ
0 10 20 30 40 50 60 70
em si demoram um certo período de tempo para notarmos as melhorias em questão. Portanto, fatores como educação, saúde, políticas econômicas, saneamento básico, distribuição de renda são fatores que deveriam ser contínuos, aprofundados e serem melhor efetivados nas políticas públicas.
Numa tentativa de demonstrar como a educação é relevante perante às rendas das pessoas, analisaremos a seguinte tabela e seu referido gráfico relatado pelo IPECE para o fator renda do trabalhador (em Reais) no Ceará no ano de 2009.
TABELA 3: Renda Média por Anos de Estudo (CEARÁ 2009)
FONTE: PNAD 2009
No gráfico a seguir, notamos melhor que o nível de educação dos trabalhadores refletem diretamente em sua renda, pois com o estudo em questão enxergamos que no geral quanto mais anos de estudo, maior será seu salário e, conseqüentemente, maior sua renda.
Renda Média do Trabalho Número de Anos de Estudo
218,0 0 238,3 1 267,2 2 253,3 3 309,6 4 357,1 5 328,2 6 311,1 7 439,3 8 396,4 9 509,7 10 685,3 11 1025,8 12 1169,9 13 1685,8 14 2604,1 15
FONTE : PNAD 2009
Conforme o IPECE (2010) :
´´Os redimentos do trabalho possuem uma relação estreita com o nível de educação dos trabalhadores. É bastante razoável esperar que trabalhadores com níveis de escolaridade mais elevados obtenham melhores cargos e maiores salários``.
Situação esta comprovada pelo gráfico acima visto.
No gráfico é possível observar que o retorno da educação é maior para anos adicionais de estudos, principalmente após 12 anos de estudos, ou seja, após a conclusão do Ensino Médio. Dessa forma a Educação seria um passo fundamental no desenvolvimento sócio-econômico de áreas mais pobres como as Regiões Norte e Nordeste, principalmente em suas zonas rurais.
A partir de tais observações começamos a pensar: Porque será que não se busca os estudos como forma de melhorar de vida? Será que há uma maneira mais rápida de melhorar de vida? Será que existem empecilhos para uma melhor qualidade de vida? Se existe qual será a melhor maneira de solucionarmos?
Talvez hoje em dia alguns fortes empecilhos à educação sejam as drogas e a violência, tanto dentro como fora das escolas. Mas o que vem a ser o contexto de violência no aspecto da escola?
Conforme Abramovay e Rua (2003, p. 21) :
A percepção da violência no meio escolar muda de acordo com o olhar pelo qual esse meio
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 0 500 1000 1500 2000 2500 3000
GRÁFICO 2: Renda Média por Anos de Estudo (CEARÁ 2009)
Renda Média do Trabalho Número de Anos de Estudo
especialmente por parte dos professores contra os alunos (punições e castigos corporais). Na literatura contemporânea, sociólogos, antropólogos, psicólogos e outros especialistas privilegiam a análise da violência praticadas entre alunos ou de alunos contra a propriedade (vandalismo, por exemplo) e, em menor proporção, de alunos contra professores e de professores contra alunos.
Com tal idéia em questão percebemos a educação como uma espécie de interação entre os seres atuantes em uma escola e entre ela e os seres, nem que seja de uma forma maléfica. Mas tal afirmação sofre de uma reflexão mais ampla, visto do ponto de vista do que vem na verdade ser violência e quais as suas causas.
Conforme Charlot e Émin (1997 apud ABRAMOVAY, 2003, P. 21) a ênfase de cada estudo depende daquilo que é definido como violência.
referem-se à dificuldade em definir violência escolar, não somente porque esta remente aos ´´fenômenos heterogêneos, difíceis de delimitar e ordenar``, mas, também, porque ela desestrutura representações sociais que têm valor fundador, por exemplo, a idéia de infância (associada à idéia de inocência) e a de escola (compreendida como refúgio de paz).
Ainda segundo o autor um outro fator que dificulta a compreensão e a análise da violência – em particular da violência escolar – é o fato de que não existe consenso sobre o significado de violência.
Dessa maneira devemos ter em mente ao pensamos em violência escolar, não apenas aquelas idéias relacionadas às lesões aos próximos ou a danos causados as propriedades, mas também a idéia de que a violência escolar pode ser uma manifestação mental referente ao aspecto emocional da pessoa em si.
Como visto anteriormente que a educação pode ser considerada como uma forma de melhorar de vida, ou mesmo uma nação seria de fundamental importância um ambiente escolar harmônico, onde todos vivessem em segurança, assim a violência escolar seria uma forma de impedimento em busca de uma Sociedade mais justa.
Um outro fator que às vezes é atrelado com a violência é a criminalidade, tema esse que se constitui num dos graves problemas da sociedade brasileira e é hoje um dos temas mais debatidos quando se discute políticas sociais; Loureiro (2007, p.3) afirma em seu artigo no site do IPECE, disponível em <htpp:www2.ipece.gov.br/12_livro.pdf> com acesso em 03 de junho de 2011 :
Apesar dessas discussões, não se chegou a um consenso da melhor forma de atacar esse grave problema social. Por um lado há os que sugerem que o crime deva ser combatido com ênfase na repressão policial, já outros argumentam que o comportamento criminal é um fenômeno oriundo principalmente das condições econômicas e sociais adversas experimentadas por parte considerável da população. Dentro desse debate, diferentes áreas do conhecimento têm surgido com ideias e estudos sobre o crime e seus determinantes, assim como as melhores formas de combater este problema.
Então a partir de tais argumentos passamos a pensar da seguinte maneira: segundo alguns, para resolver a criminalidade seria necessário principalmente a repressão policial, mas aí vem um questionamento será que a polícia é preparada para abordar o cidadão? Ou ela será como uma espécie de mola propulsora para gerar mais violência por exemplo. Já outros afirmam que a criminalidade é um fenômeno advindo principalmente das condições econômicas e sociais diferentes por qual cada um passa; assim dessa forma uma busca por ´´uma vida melhor``ou mais igualitária poderia de certa forma representar numa menor criminalidade. Pois como foi visto antes por Littlejohn (1976) com as desigualdades sociais começam a aparecer os privilégios de uns sobre outros.
E uma das formas de se combater a criminalidade, se não a primordial é com a educação de qualidade, certo de que os fatores que levam alguns jovens, futuros cidadãos, a abandonarem as escolas são bastantes diversificados, sendo entre os principais a falta de renda por exemplo, fazendo-os entrarem mais cedo no mercado de trabalho tornando-os menos qualificados, e como visto antes que com menos gente qualificada, haverá um grande número de sub-empregos, acarretando em favelização, prostituição, criminalidade, ou seja, numa sociedade desigual, que em alguns casos leva ao uso das drogas como forma de mascarar uma ´´vida difícil``, e esse problema atravessa os muros das escolas. Assim, as drogas passam a ser um dos principais fatores externos de desistência, de evasão escolar e do baixo redimento acadêmico dos alunos.
Como citado anteriormente a escola pode ser vista, pelos alunos e pela Sociedade, como um meio de obtenção de um maior capital social, humano e cultural, a tal ponto de a educação passar a ser considerada como uma forma de melhorar de vida, principalmente nos países em desenvolvimento. Entretanto, conforme Castro e Abramovay (2002) para que a escola continue exercendo sua função e seja capaz de propor ações concretas na resolução dos conflitos que se dão no seu ambiente, os quais refletem problemas internos e externos a ela, tais como a presença, a venda e o consumo de drogas, é necessário que ela seja capaz de lidar com novos valores e novas ideias que surgem com as constantes transformações sociais.
boa educação não deixa sequelas em sua maneira de se passar a História de um País, diferentemente no Brasil, onde até o passado do trabalho escravo remete a preconceitos até hoje em dia. Como afirma Cardoso (2010, p.49) :
´´Sugiro que a escravidão deixou marcas muito profundas no imaginário e nas práticas sociais posteriores, operando como uma espécie de lastro, do qual as gerações sucessivas tiveram grande dificuldade de se livrar.``
Assim vemos que as interrelações entre os seres de uma sociedade é de certa forma cultural, uma vez que até certos hábitos antigos atravessam o tempo e permanecem até hoje.
Uma maneira de ´´melhorar as vidas das pessoas`` pode ser com a educação profissional e tecnológica como forma de inserir a população num mercado de trabalho, sobre o qual a desenvolverá cultura e socialmente. Pois segundo Sousa et al (2011, p. 35):
´´a educação profissional contribui para o desenvolvimento à medida que dá suporte à formação de jovens competitivos, eficientes e produtivos, capazes de elevar os padrões atuais de inovação tecnológica do país.``
Daí percebemos a importância da educação profissional, uma vez que ela eleva os padrões de inovação tecnológica em um país, e visto que isso fora uma das chaves do desenvolvimento de alguns países ditos hoje como desenvolvidos como o Japão e a Coréia do Sul. Assim dessa maneira, Sousa et al (2011) tenta relacionar dominação com a desigualdade social afirmando que uma educação desveladora dos determinantes econômicos, políticos, sociais, culturais de degradação socioambiental é na verdade uma educação que considera os fundamentos científicos e tecnológicos do trabalho.
Então ao pensarmos em educação profissional temos de ter em mente que a educação por um lado não deve ser apenas feita em função das ´´chances de emprego``ou voltadas para elas, como geralmente é feito com a educação profissional, pois na prática sempre vemos, por exemplo, uma área turística com cursos voltados ao turismo, ou uma área agrícola com cursos voltadas à agricultura ou ao solo. Enquanto que na verdade deveriam ser focadas na realização profissional de cada ser. Pois conforme FREITAS in SOUSA ET AL (2012, P. 251):
´´o papel da educação não é meramente adaptativo ao desemprego, porque a educação é reflexão e ação, é produção de conhecimento, todavia, também é regulação.``
formalidade para um diploma, antes de tudo a educação profissional deve ser uma forma de inserção no mercado de trabalho e ela deve ser continua como maneira de aperfeiçoamento no dia- a-dia no trabalho e uma maneira de se buscar melhoria na qualidade de vida de uma pessoa.
5: CONCLUSÃO
Assim conclui-se que desigualdade social e pobreza, apesar de serem termos intrigantes e até certo ponto serem de uma enorme semelhança para alguns, devemos destacar que é de fundamental importância tentarmos resolver ou ao menos amenizar as desigualdades sociais, uma vez que, são elas que traz-nos bem-estar, visto que, é possível combater a pobreza sem, no entanto, haver bem-estar.
Então na verdade devemos buscar o desenvolvimento econômico sem deixar de lado o crescimento econômico, porque esse sim é que muda as vidas das pessoas, e um dos passos