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Çeşitli Yol Durumları İçin Simülasyon Sonuçları…

A abordagem APF-APF propõe que os requisitos funcionais do usuário sejam especificados – obrigatoriamente – em formato de Árvore de pontos de função. A partir dessa especificação, a contagem de pontos de função pode ser feita de forma manual ou automática (com o apoio de uma ferramenta) dispensando em ambos os casos o papel de contador. Também é proposto que a Especificação dos requisitos funcionais do usuário, por meio da Árvore de pontos de função, seja incorporada ao processo tradicional de especificação de requisitos sendo, portanto, realizada por um analista de requisitos.

Por representar os requisitos funcionais do usuário, a Árvore de pontos de função pode ser utilizada para contagem de pontos de função de qualquer tipo de software independente de sua tecnologia, arquitetura e/ou qualquer outro aspecto não relacionado aos requisitos funcionais do usuário. Também não existem restrições para a utilização de APF-APF para softwares, com maior ou menor, complexidade.

O processo padrão para a contagem de pontos de função (ver fluxograma 1) se inicia com a disponibilização da Especificação de requisitos do usuário (não limitada somente a esse artefato), elaborada pelo Analista de requisitos como resultado do Processo de engenharia de requisitos9, para o qual nenhum formato específico é requerido. Este, é usado pelo contador para Extrair as informações necessárias para a contagem de modo que todas as Informações coletadas são usadas para que se possa paralelamente Realizar a contagem de pontos de

função10. A possibilidade dos requisitos funcionais do usuário serem especificados em diferentes formatos via Processo de engenharia de requisitos obriga o contador a interpretar a Especificação de requisitos do usuário para Extrair as informações necessárias à contagem.

Fluxograma 1 – Processo padrão para a contagem de pontos de função

Fonte: Marcos Freitas Junior, 2015

Extrair as informações necessárias (ver fluxograma 2) inicia-se quando, ao Coletar informações da Especificação de requisitos do usuário, o contador verifica se as informações coletadas são adequadas ou não para a contagem. Quando as informações coletadas não permitem que processos elementares e funções de dados impactados no escopo da contagem sejam identificados, o processo é cancelado; caso contrário, é avaliado se as informações coletadas são suficientes para uma contagem detalhada, ou seja, se possibilitam que DERs, ALRs, RLRs e lógicas de processamento sejam identificados. Em caso afirmativo, as informações necessárias são extraídas. Entretanto, existem situações em que a Especificação

de requisitos do usuário não é suficiente, fazendo com que o contador opte por: (i) Adotar premissas que darão subsídio a Realizar a contagem de pontos de função, futuramente ou (ii) Coletar informações adicionais com responsáveis, de modo que todas as informações necessárias estejam disponíveis. Como essa coleta pode ser realizada por diversos meios, como reunião, e-mail, telefone etc., as Informações coletadas podem variar de acordo com o tipo de levantamento realizado. Nesses casos, o resultado gerado pela medição também pode variar, comprometendo diretamente sua confiabilidade.

Diante desse contexto, a abordagem APF-APF propõe a incorporação da macroatividade Elaborar Árvore de pontos de função como um passo adicional ao processo padrão de contagem de pontos de função (conforme etapas apresentadas nos fluxogramas 1 e 2), a ser desempenhado também pelo papel Analista de requisitos. Com a incorporação desse subprocesso, elimina-se a necessidade do papel contador Extrair as informações necessárias à contagem, já que todas as informações estarão concentradas necessariamente em um único artefato – a Árvore de pontos de função. Como consequência, as atividades anteriormente existentes para o papel contador são eliminadas, enquanto as atividades atribuídas ao papel analista de requisitos são ampliadas.

Fluxograma 2 – Subprocesso Extrair as informações necessárias

Fonte: Marcos Freitas Junior, 2015

O processo APF-APF (ver fluxograma 3) inicia-se com a elaboração da Especificação de requisitos do usuário, realizada pelo Analista de requisitos, como resultado do Processo de

engenharia de requisitos, e para a qual nenhum formato específico é requerido. Se os requisitos foram elaborados em formato de Árvore de pontos de função, então ela já pode ser usada diretamente para Realizar a contagem de pontos de função; caso contrário, o Analista de requisitos deve Elaborar Árvore de pontos de função para se prosseguir com a contagem.

Em ambos os casos – abordagem padrão e APF-APF –, os pesos dos papéis de Analista de requisitos e contador são invertidos: enquanto o contador é eliminado, o Analista de requisitos passa a ter mais atividades em APF-APF devido à inclusão de um novo artefato obrigatório no processo de especificação: a Árvore de pontos de função. Como consequência, a importância do Analista de requisitos dentro do processo de medição é maximizada.

Fluxograma 3 – Contagem de pontos de função baseada em Árvore de pontos de função

Fonte: Marcos Freitas Junior, 2015

APF-APF foi projetada visando às seguintes vantagens em relação ao processo padrão para a contagem de pontos de função: (i) oferecer uma técnica para coletar todas as informações necessárias para a contagem de pontos de função, possibilitando que as informações necessárias sejam documentadas desde o Processo de engenharia de requisitos, eliminando possíveis interpretações por parte dos contadores; (ii) documentar as informações necessárias para a contagem de pontos de função de modo centralizado em um único artefato (a Árvore de pontos de função), ao contrário do processo padrão, no qual premissas ou levantamentos adicionais normalmente são documentados de modo descentralizado em e- mails, planilhas de contagem, entre outros; e (iii) documentar as informações em momento apropriado no ciclo de vida do software, quando se está definindo e analisando os requisitos.

Benzer Belgeler