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Belgede 14, EVLUL1991 DEU (sayfa 24-28)

Gürültü faktörü ve VSWR'a göre çizdirilen maksimum Kazanç

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É importante considerarmos as características prévias dos licenciados, uma vez que essas têm importância sobre as aprendizagens e seu desenvolvimento na atuação profissional. Procurando conhecer melhor quem são esses alunos e de que maneira está se compondo a sua formação, enfatizamos as seguintes perguntas: qual a sua escolarização? Qual a sua ocupação profissional? Onde trabalha? Desde que idade trabalha? Por que trabalha? E por fim, por que escolheu ser professor? A partir das respostas, pretendemos chegar a uma prévia conclusão de quem são os alunos da Licenciatura em Matemática.

Iniciamos com a trajetória escolar do aluno antes do ensino superior.

GRÁFICO 8. A escolarização dos alunos licenciandos

Fonte: Dados da pesquisa coletados do questionário aplicado aos alunos do curso de Matemática da UEPA.

No que tange à formação que antecedeu o Ensino Superior, três dos futuros professores sempre estudaram em escola pública e quatro sempre estudaram em escola particular, três iniciaram em escola pública e mudaram para

escola particular e quatro fizeram o inverso, iniciaram em escola particular e em seguida migraram para escola pública.

Os dados mostram que a vida social e econômica da família dos alunos pesquisados pode influenciar diretamente na opção escolar. A maioria é formada por filhos de pais de classe baixa e média, o que justifica dez licenciandos estudarem boa parte de sua vida na escola pública. Outra consequência associada a jovens de classe baixa e média é a opção por estudar no turno noturno, pois assim podem associar a vida profissional com os estudos. A opção por trabalhar começa ainda na adolescência, perpassa pela juventude e chega à vida adulta.

Os dados abaixo indicam que o número maior de alunos estudou no período noturno.

GRÁFICO 9. A quantidade de alunos que estudaram no ensino noturno

Fonte: Dados da pesquisa coletados do questionário aplicado aos alunos do curso de Matemática da UEPA.

Dos discentes pesquisados, onze já estudaram no ensino noturno, o que evidencia certo conhecimento sobre a clientela que opta por estudar a noite, como os alunos da EJA. Apenas três nunca estudaram a noite.

A preocupação dessa indagação é conhecer os motivos que levam os jovens a buscarem o turno noturno, o que pode ser um dado satisfatório para dizer que esses futuros professores têm um conhecimento prévio sobre as características básicas de um aluno da EJA. Mas o que leva um aluno a estudar à noite?

Nesse estudo, a justificativa em optar pelo período noturno é uma necessidade, nem sempre é uma escolha. Os jovens e adultos em estudo são provenientes das classes menos favorecidas, precisam estudar e trabalhar para abonar o sustento da família ou investir em seus estudos. Assim, a alternativa é concorrer a uma vaga em um turno que possibilite conciliar estudo e trabalho.

Milhares de alunos do Ensino Superior noturno mergulham nessa realidade. Esses estudantes, para poderem se profissionalizar, financiar os estudos e contribuir com a família, sem ter que optar entre o emprego e o sonho de ter uma qualificação profissional através de diploma de nível superior, sacrificam-se ainda mais para conseguir a desejada formatura. Então, além do cansaço do dia, somado, muitas vezes, à má alimentação e ao estresse diário, o estudo torna-se uma atividade muito árdua.

Como já destacamos anteriormente, a situação financeira familiar pode ter impulsionado o aluno a procurar precocemente uma atividade profissional. Essa trajetória profissional, o motivo que o levou a trabalhar e o período da vida em que necessitou ter um emprego são fatores importantes em nossa busca para caracterizarmos esse futuro professor.

A relação entre estudo e trabalho é uma realidade presente dentre os alunos que ingressaram no curso de Licenciatura em Matemática, pois 13 entrevistados declararam estar trabalhando. Esse dado é bastante significativo ao considerarmos as relações com o mundo do trabalho no período em que cursam o ensino superior. Também é um dado preocupante, pois como lidar com esses alunos que tem um tempo ínfimo para estudar?

Vale salientarmos que há inúmeros problemas que intervêm na vida acadêmica, tais como dificuldade de aprendizagem, dificuldade em raciocínio lógico-matemático, dificuldades em assuntos básicos de Matemática, dificuldades em leitura e escrita. Esses empecilhos geram baixo rendimento e, para alguns formadores, são fontes constantes de preocupação. Essas dificuldades, somadas a outras que caracterizam a vida do trabalhador que frequenta o curso superior noturno, como cansaço e a necessidade de conciliar vida pessoal, trabalho e estudo, acarretam um tempo mínimo de dedicação aos estudos.

Para Possani (2007), o tempo do trabalho é considerado pelos alunos trabalhadores o mais importante, pois dependem dele para sobreviver e dar sustento aos que dele dependem financeiramente. Essa relação entre estudo e trabalho também diferencia o comportamento desses alunos em relação ao tempo de dedicação às disciplinas do curso, pois, conforme dados obtidos, a maioria dos discentes não tem tempo para se dedicar aos estudos fora do horário de aula. O tempo disponível são as poucas horas que sobram nos finais de semana.

Aliada a esse tempo deixado para o estudo fora da sala de aula está outra dificuldade para alguns: aqueles que são casados. A relação entre estudo e família se torna ainda mais difícil, pois, durante a semana, eles não têm tempo para a realização de afazeres caseiros nem tempo para dedicação ao convívio familiar, devido às atividades que exercem durante o dia e às aulas que frequentam durante a noite.

A próxima preocupação foi saber qual a função que exerce cada um desses discentes. Será que as atividades profissionais estão ligadas à escolha pela docência?

Vale ressaltarmos que são consideradas somente as respostas dos 13 alunos que afirmaram ter uma atividade profissional.

O gráfico e a tabela abaixo nos mostram as diversas áreas em que os alunos de licenciatura estão inseridos no mercado de trabalho.

GRÁFICO 10. Atividades profissionais dos licenciandos

Suas atuações no mercado de trabalho se alastram nas mais diversas atividades profissionais, sendo que nove alunos já exercem a função de docente, um como professor das séries iniciais, dois como professores de Matemática e um como professor de Informática. Seis discentes trabalham indiretamente como professores, senso chamados alunos-professores leigos, ou seja, os alunos que ministram aulas particulares e os licenciandos que são monitores na instituição. Desse modo, já exercem a docência sem ter o diploma de Licenciatura Plena em Matemática.

Três dos alunos exercem uma atividade profissional que não possui relação com a docência. É o caso do aluno que trabalha como técnico em eletrônica e de uma das alunas que é funcionária pública e exerce a função de secretária, na Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará.

Mesmo considerando o número significativo de licenciandos já envolvidos com a docência, podemos destacar a oportunidade de trocas de saberes que tais experiências profissionais podem proporcionar nesse momento de formação inicial.

Outro aspecto revelado pelos dados refere-se à entrada no mundo do trabalho pelos jovens, o que ocorre cada vez mais cedo. Podemos indicar que a defasagem da renda familiar e a busca pela independência financeira são aspectos já mostrados por outros estudos e justificam essa iniciação com pouca idade.

GRÁFICO 11. Dados referentes a idade de entrada no mercado de trabalho

Dados estatísticos revelam que o trabalho, hoje, faz parte da maioria da vida dos jovens estudantes brasileiros, podendo evidenciar que os alunos pesquisados estão imersos no mundo do trabalho desde cedo. O resultado mostra que dez alunos começaram antes mesmo de completar a maioridade, ou seja, entre 11 e 20 anos de idade, o que nos leva a afirmar que iniciaram sua vida profissional ainda na adolescência. Apenas três iniciaram no mundo do trabalho na fase adulta.

Podemos perceber que os fatores estudo e trabalho não são atividades excludentes. Pelo contrário, o estudante que trabalha é uma realidade cada vez mais presente entre os jovens das instituições de Ensino Superior no Brasil.

GRÁFICO 12. Motivos pela inserção no mercado de trabalho

Fonte: Dados da pesquisa coletados do questionário aplicado aos alunos do curso de Matemática da UEPA.

Os dados coletados nos mostram que seis jovens trabalham para complementar a renda familiar, sendo que cinco precisam trabalhar para se tornarem independentes e dois trabalham por outros motivos, tais como crescimento profissional ou porque todo o seu ganho, ou parte dele, serve para financiar os estudos. Porém, essa precocidade traz como consequência principal a conjugação dos estudos com o trabalho.

Podemos depreender disso que autonomia e dependência são duas faces da relação do jovem com a família, ou seja, o fato de o jovem trabalhar não significa sua total autonomia em relação à família, nem tampouco sua

independência financeira. Boa parte deles, mesmo trabalhando, continua recebendo ―contribuição‖ familiar. A renda financeira obtida por meio de atividades profissionais ou ocupações esporádicas, e às vezes pouco qualificadas, mas que representam um setor muito dinâmico do mercado de trabalho jovem, é insuficiente e pode funcionar para minimizar os gastos do jovem juntamente com a contribuição da renda familiar.

Na realidade vivida pelos alunos do curso de Matemática da Universidade do Estado do Pará, a relação trabalho e estudo é fato e é necessário um ―novo olhar‖ para alunos com tais características. O aluno precisa saber como conjugar os estudos e trabalho com os outros compromissos ou atividades não profissionais, para não prejudicar seus estudos e, consequentemente, a sua função como professor.

O quadro a seguir refere-se ao interesse pela docência. Para a apresentação dos dados são considerados os catorze alunos que responderam ao questionário.

QUADRO 3. Motivos que levaram os alunos a ser professor de Matemática.

Fonte: Dados da pesquisa coletados do questionário aplicado aos alunos do curso de Matemática da UEPA.

Desses catorze alunos, onze afirmaram que querem ser professor e três deles não querem exercer a docência, pois ou ainda não têm certeza da escolha em ser professor, ou não se identificaram com a área docente. Apesar de a minoria ainda não se identificar com a função de professor, o dado preocupa, pois tal situação pode dificultar a identificação com o curso, atrapalhar o envolvimento nas disciplinas, além de tornar frustrante a formação inicial e prejudicar o desenvolvimento profissional.

Uma análise que podemos depreender dos dados refere-se aos benefícios que a motivação para a docência pode trazer para o futuro profissional desses alunos. Quando à escolha profissional não é consciente e coerente com os interesses pessoais, a profissão pode ser exercida com pouca motivação e, ao longo do percurso profissional, podem surgir situações de desconforto e frustrações que podem paralisar e deprimir o professor, trazendo-lhe inúmeras implicações pessoais e sociais. Ao contrário dos discentes que indicaram querer ser professor, podemos apontar que, quando essa fase da formação vem acompanhada da motivação, a constituição da identidade profissional vai se tornando um aspecto crescente nesse período.

A tríade – vontade de querer ser professor, desejo pela docência e situação econômica dos alunos – pode ter impulsionado o anseio para lecionar ainda na fase de formação. Os dados revelam que onze alunos já lecionam e três ainda não exercem a função de docente. Vale ressaltarmos que apesar de a resposta anterior sobre a opção de ser professor aparentar ser a mesma, os três alunos que responderam não querer ser professor não são os mesmos que aqui responderam que não lecionam. Ou seja, os alunos que ainda não lecionam são os que querem ser professor. Fato esse que preocupa, pois se o aluno não quer ser professor, como se desenvolve sua prática em sala de aula? E a relação com os alunos?

Para darmos continuidade ao processo de conhecer quem é o futuro professor de Matemática, perguntamos o que levou o aluno a optar por um curso de licenciatura. Tal indagação refere-se à identificação pela área de formação e interesse pela docência. As respostas mencionadas foram diversificadas.

GRÁFICO 13. Motivos que levaram o aluno a optar por um curso de licenciatura

Fonte: Dados da pesquisa coletados do questionário aplicado aos alunos do curso de Matemática da UEPA.

Um dos motivos que levam um sujeito a escolher determinado curso está relacionado a querer trabalhar com determinada área. Optamos por analisar as respostas mencionadas acima separadamente.

Identificamos e analisamos os seguintes ―motivos caracterizadores‖ da escolha pelo curso de Licenciatura em Matemática.

 Ter afinidade com o curso

O motivo que leva um sujeito a escolher um determinado curso está interligado ao querer trabalhar com determinada área. Percebemos que uma das razões de escolha dos alunos iniciantes do curso de Licenciatura em Matemática foi a afinidade com o curso. Tal afinidade pode estar atrelada a diferentes situações, por exemplo, aptidão por ciências exatas, como a facilidade com cálculos, ou ainda pode estar relacionada com a vontade de ensinar Matemática, com o gosto por essa área do conhecimento e também com a vontade de aprender sobre ela. Essas razões de escolha do curso superior revelam uma avaliação favorável da opção pela docência, afinidades que se constituem em identidades ligadas à vontade de ser professor de Matemática.

 É uma profissão que pode ajudar a sociedade

Um acadêmico optou pelo curso por compreender que sua formação contribui de alguma maneira com a sociedade.

Entendemos que a questão fundamental da educação é a construção do conhecimento e a formação de cidadãos. Então, os futuros professores de Matemática precisam ser preparados para cumprir essas exigências. Conhecer e dominar o ambiente de aprendizagem ao qual será submetido é o primeiro passo a ser dado no sentido de preparar esses estudantes para a docência. Assim, o processo de desenvolvimento profissional dos professores de Matemática deve ser dinâmico com participação coletiva de aluno/aluno, aluno/professor numa troca constante com o professor e uma interação que os leve à aquisição e à ressignificação de novos saberes.

 Vocação

Observamos que dois alunos admitem ter vocação para atuar na área da docência.

Segundo Assunção (1996), a vocação encontra-se associada a algo pertencente à ordem do místico, relacionada a ―dom‖, a qualidades especiais para a ―missão‖ de ensinar, a doação, enfim, o magistério como sacerdócio. Existe, sem dúvida, no discurso da ―vocação‖, a marca provocada pelos mais diversos entrelaçamentos, entre eles, a estreita relação, historicamente construída, entre religião e educação.

Entendemos também que a vocação está ligada à origem de vida, ao laço familiar, então, verificamos os dados familiares e encontramos que os pais desses discentes são professores das séries iniciais, e talvez tenham influenciado esses alunos na escolha pelo curso, o que pode não revelar vocação, sendo, antes, algo cultural.

 Gosto pela Matemática

O conhecimento numa determinada área e o gosto por ela também pode ser um fator decisivo para a escolha da profissão. Para ensinar uma disciplina, é preciso, primeiramente, dominar os conteúdos. Mas, para ser professor, só isso não é suficiente.

Dos acadêmicos pesquisados, três responderam que escolheram o curso porque gostam de Matemática. Alguns fatores como gostar da disciplina estão condicionados à autoestima elevada e ao bom desempenho do aluno dos primeiros aos últimos anos de estudo antes de ingressar na universidade, o que provavelmente influenciou na escolha pelo curso de Licenciatura em Matemática. A escolha pelo curso exige, primeiramente, afinidade com a matéria, o que não significa gostar de lecionar Matemática, pois o domínio do conteúdo é necessário, mas não é suficiente para dizer que ocorreu uma aprendizagem significativa.

Na UEPA, é comum os alunos escolherem o curso de Licenciatura em Matemática pela facilidade em aprender a disciplina. Mas, ao ingressar, deparam- se com as disciplinas pedagógicas logo no primeiro ano, enquanto, as disciplinas específicas, relacionadas ao cálculo, só serão vistas a partir do segundo ano, com exceção da geometria analítica, pois é a única que compõe a grade curricular no primeiro ano do curso, o que causa certo desconforto nos estudantes, uma vez que anseiam pelas disciplinas de cálculo. É nesse momento que o aluno inicia os questionamentos, as reflexões sobre a opção pelo curso.

Entretanto, para atenuar essa preocupante situação de escolha profissional talvez inconsciente, salientamos que, mesmo não havendo convicção na hora da escolha profissional, é possível desenvolver competências específicas para o desempenho que o trabalho exige após o ingresso da pessoa no curso de Licenciatura em Matemática. Caracteriza-se, assim, com o passar do tempo, o desenvolvimento do processo de identidade com o curso escolhido.

 Gosto por lecionar

Do total de alunos que responderam o questionário, três disseram ter escolhido o curso de Matemática porque gostam de lecionar. Consideramos esse atributo importante, mas não suficiente para exercer a docência, pois gostar de lecionar não significa necessariamente ter domínio da área em que irá atuar.

Sabemos que ―ser professor‖ não pode se restringir ao ensinar, pois sua atuação vai além do espaço da aula e sua capacitação deve permitir uma atuação consciente em todos os espaços educacionais. Há a necessidade de romper com a concepção da escola como um espaço para se ensinar apenas. Temos que passar a enxergar esse espaço como local de produção de conhecimentos e saberes; um local onde identidades individuais e sociais são tecidas, onde se aprende a ser cidadão crítico, participativo e reflexivo para atuar na sociedade.

 Gosto tanto pela disciplina Matemática, quanto pelo ensino

Apenas um aluno disse que escolheu o curso por gostar tanto da disciplina de Matemática quanto de lecionar. Tal motivação é de suma importância na formação da identidade em ser professor, pois a profissão está condicionada não somente por uma ou outra motivação, mas pela junção das duas, características fundamentais para exercer a docência.

 Ausência de outra opção

Outro acadêmico declarou ―não tive outra opção‖ se não optar pelo curso de licenciatura. Observamos, nesse caso, que a opção pela profissão não tenha sido consciente e coerente com os interesses pessoais. O ser professor poderá ser exercido com pouca motivação e, ao longo do desenvolvimento da identidade profissional, poderão surgir situações de desconforto e frustrações que, por seu turno, poderão entorpecer e deprimir o professor, trazendo-lhe inúmeras implicações pessoais e sociais durante a vida acadêmica e profissional.

Sabemos que a escolha profissional não é uma tarefa fácil, por ser uma opção que fazemos retomando os vários dias vividos durante a nossa formação, enquanto sujeitos históricos e culturais, a partir dos encontros e desencontros com nossos interesses e intenções e, também, com os interesses e intenções de outros, o que medeia uma tomada de decisão. Isso fortalece uma tese já esboçada, a de que a escolha dos professores não é fruto apenas de uma opção individual, mas de um conjunto de fatores externos que, aliados às condições subjetivas do sujeito, constituem as circunstâncias de vida, nas quais se desenrolam os momentos de escolha.

Pela análise das informações obtidas nos questionários com os alunos de Licenciatura em Matemática, a escolha de uma profissão é sempre complexa, pois a tomada de decisão é sempre cercada de dúvidas, emoções e influências de diversos aspectos. Todos os motivos expostos acima nos apontam para os acadêmicos que entram nos cursos de Licenciatura em Matemática conhecem muito pouco sobre a realidade da profissão escolhida.

Belgede 14, EVLUL1991 DEU (sayfa 24-28)

Benzer Belgeler