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Çalışmada Kullanılan Etki Kategorisi Hesaplama Metodu – CML 2001

4. YÖNTEM

4.2. Çalışmada Kullanılan OpenLCA Programı

4.2.2. Çalışmada Kullanılan Etki Kategorisi Hesaplama Metodu – CML 2001

2.7.1.1 Metodologia de BECKER et al. (1997)

Esta metodologia foi proposta a fim de compatibilizar os procedimentos para execução do Zoneamento Ecológico-Econômico dos estados da Amazônia Legal. Consiste na elaboração de três cartas, sendo duas temáticas (vulnerabilidade natural e potencial social) e uma carta síntese de subsídio à gestão do território baseada nos níveis de sustentabilidade e na legislação vigente.

A carta de Vulnerabilidade Natural é elaborada a partir de informações adquiridas em Imagens de Satélite sensor TM/Landsat, geologia, geomorfologia e solos. As informações obtidas são associadas a fim de caracterizar cada uma das unidades, considerando a relação entre os processos de morfogênese e de pedogênese.

Para a carta temática de Potencialidade Social são levados em consideração dados socioeconômicos como sistema viário, divisão territorial, censos demográficos, população agrícola, áreas de lavra, entre outros. São preparados os planos de informações complementares, constituindo um banco de dados socioeconômicos georreferenciado para a avaliação da potencialidade social das unidades territoriais.

Por fim, faz-se uma avaliação dos graus de sustentabilidade do meio a partir do relacionamento entre as cartas de vulnerabilidade natural e de potencialidade social das unidades territoriais definindo, assim, os níveis de sustentabilidade de uso do território. Elabora-se um plano de informações com as áreas protegidas por lei de uso restrito para subsidiar o planejamento final. Faz-se uma sobreposição do plano de informação dos níveis de sustentabilidade com a legislação atual de ordenamento do uso do território, classificando-as segundo o esquema da Figura 2.1.

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Figura 2.1 Esquema de Classificação da Carta Síntese. Fonte: (Becker e Egler, 1997).

As unidades territoriais podem ser agrupadas em áreas produtivas (consolidadas ou de expansão), em áreas críticas (conservação, recuperação) e em áreas institucionais (preservação permanente, uso restrito e controlado, interesse estratégico).

2.7.1.2 Metodologia de ZUQUETTE (1987)

A carta de zoneamento ambiental, proposta por ZUQUETTE (1987) corresponde a uma cartografia geotécnica, referindo-se à avaliação do contexto global das potencialidades do meio físico.

Para a obtenção da carta de zoneamento ambiental faz-se necessário analisar documentos cartográficos preliminares, os quais são divididos em quatro grupos:

Æ Documentos Fundamentais Básicos – mapa de substrato rochoso, mapa de

qualidade das águas, mapa de landforms, (formas de relevo, geomorfologia), mapa de bacias hidrográficas, mapa de documentação, etc.;

Æ Cartas Fundamentais de Síntese – mapa de condições geológico-geotécnicas, etc; Æ Cartas Derivadas ou Interpretativas - carta de potencial ao escoamento superficial,

carta de potencial ao movimento de massa, carta de zona de recarga de aqüífero, carta para disposição de rejeitos e resíduos, etc;

Æ Cartas Analíticas Básicas – carta de probabilidade de ocorrência de eventos

naturais, carta de possibilidade de ocorrer eventos perigosos, etc.

Uma observação importante considerada por ZUQUETTE (1987), é que se deve admitir um critério rigoroso na seleção dos atributos a serem considerados e suas respectivas

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classificações, as quais devem atender diretamente às solicitações do trabalho. Isso é possível por meio da hierarquização de cada componente para o detalhamento da região. A priorização adequada dos atributos pode proporcionar uma maior confiabilidade na caracterização dos problemas de determinada área, possibilitando a exclusão de alguns atributos do meio físico, seja em função de sua pouca expressão ou pela impossibilidade de obtenção dos dados ou ainda pela sua confiabilidade.

2.7.1.3 Metodologia de BEDÊ et al. (2000) – Mapeamento de Biótopos

Este mapeamento consiste no registro cartográfico de parcelas da paisagem sob uma abordagem abrangente e integrada, considerando aspectos dos meios físico, biótico e antrópico na forma de um mosaico de tipologias (tipos de biótopos), que caracterizam uma superfície sob o ponto de vista ambiental. No mapeamento de biótopos é realizado o desmembramento de uma determinada superfície de estudos em unidades cartográficas menores (biótopos) de uso e estrutura ambiental semelhantes, descrevendo-se detalhadamente suas características. Enfim, o mapeamento de biótopos tem a sua base na identificação de zonas homogêneas com relação aos aspectos dos meios físico e biótico e dos usos antrópicos do solo, isto é, ele gera, a partir dessa integração, um novo plano de caracterização ambiental, que é o biótopo (BEDÊ et al., 2000).

Segundo BEDÊ et al., (2000), das numerosas metodologias aplicadas ao mapeamento de biótopos, destacam-se três categorias: mapeamento seletivo, que abrange somente biótopos considerados relevantes, passíveis de proteção ou potencialidades para obter este status. Isso pressupõe a existência de um esquema de avaliação através do qual a relevância de um tipo de biótopo possa ser previamente reconhecida; mapeamento representativo, em que são analisadas superfícies amostrais consideradas representativas de cada tipo de biótopo. Os resultados das análises são extrapolados para superfícies com estrutura semelhante. Processos de avaliação e decisão com relação à relevância são feitos em etapas posteriores aos levantamentos; e mapeamento integral, que não é limitado a superfícies amostrais selecionadas. Trata-se de um inventário das características ambientais dos biótopos de toda a superfície em estudo. Este procedimento é ideal para áreas não muito extensas.

A base metodológica do mapeamento de biótopos pode ser resumida em três fases de trabalho, com seus respectivos pontos chaves: trabalhos preliminares, no qual são

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realizadas a delimitação da área de estudos, a coletânea dos dados e as fundamentações preexistentes; levantamentos, que incluem mapeamentos das áreas de estudo, com delimitação dos tipos de biótopos existentes, escolha das superfícies amostrais e realização dos levantamentos; e elaboração dos dados, que inclui interpretação, avaliação dos dados, valoração dos tipos de biótopos, definição dos objetivos do planejamento e das medidas de intervenção e de execução e de controle da eficiência.

Uma das vantagens do método é sua aceitação internacional. Como exemplo, o governo alemão transformou o método em política de governo como forma de padronização dos levantamentos ambientais. Esse fato pode favorecer a atração de recursos estrangeiros, considerando esta uma metodologia já consagrada em outros países. Outra vantagem seria a possibilidade para inserção de novos parâmetros e dados, através de cartas temáticas atualizadas compatíveis com a metodologia.

Benzer Belgeler