• Sonuç bulunamadı

Ao traçarmos nossos objetivos de pesquisa, procuramos focar nosso olhar e nossa percepção para o cerne dessas intenções, porém, no transcorrer do caminho investigatório, percebemos que novas indagações foram surgindo, as quais podem suscitar outras propostas de pesquisa, também na área da Educação. Então, uma outra pesquisa que pode ser realizada é investigar o jornal escolar sob a ótica dos educadores e dos gestores da mesma instituição estudada, ou seja, procurar entender como eles veem essa prática de letramento e como colaboram para essa concretização.

Outra indagação que poderia ser respondida através de uma nova pesquisa seria compreender por que projetos autorais de escrita, tais quais o jornal escolar, não são valorizados o quanto deveriam dentro do ambiente educacional. Nesse contexto, o objetivo

seria entender os motivos que colocam tais práticas letradas como secundárias no ensino de escrita. Mesmo que hipóteses a respeito tenham sido percebidas no nosso processo investigatório, a pesquisa buscaria dados mais concretos e uma reflexão mais aprofundada sobre o tema em questão.

Por fim, uma outra investigação pertinente seria continuar a análise dos três exemplares divulgados pelos estudantes do CJ uma vez que alguns gêneros que os compõem não foram analisados nesta dissertação. Escolhemos, conforme amplamente divulgado neste texto, analisar somente os gêneros discursivos/textuais que se repetiram nas três edições veiculadas. Dessa forma, alguns não foram contemplados por nossa pesquisa neste momento, podendo, portanto, configurar uma pesquisa futura.

Neste momento, finalizamos a escrita desta dissertação com a satisfação de termos colaborado para ampliar pesquisas na área educacional, mais estritamente quanto à linguagem escrita na escola. Tal assunto é de extrema importância para o desenvolvimento de estudantes pensantes e atuantes no mundo contemporâneo. A seguir, apresentamos a lista das referências, com todos os autores que embasaram o nosso pensamento acadêmico.

REFERÊNCIAS

ANTUNES, I. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.

ANTUNES, I. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. ARAÚJO, S. D. Práticas de Letramento Escolar dos Professores de Jandaíra – RN. 2015. 158f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Educação). Instituto de Educação, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa, 2015.

ASSIS, R. Mídia e educação. In: VIVARTA, Veet (Coord.). Infância e Consumo: estudos no campo da comunicação. Brasília, DF: ANDI; Instituto Alana, 2009, p. 119-132.

BAKHTIN, M. M. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 261-306.

BAKHTIN, M. M. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997, p. 279-326.

BALTAR, M. Letramentos e gêneros textuais midiático-escolares. Letras, Santa Maria, v. 20, n. 40, p. 177–190, jan./jun. 2010.

BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. BARBIER, R. Pesquisa-ação na instituição educativa. Tradução de Estela dos Santos Abreu e Maria Wanda Maul de Andrade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.

BAZERMAN, C. Atos de fala, gêneros textuais e sistemas de atividades: como os textos organizam atividades e pessoas. In: DIONÍSIO, Ângela Paiva; HOFFNAGEL, Judith

Chambliss. (Org.) Gêneros textuais, tipificação e interação. São Paulo: Cortez, 2005, p 19- 46.

BEZERRA, B. G. Gêneros no contexto brasileiro: questões [meta]teóricas e conceituais. São Paulo: Parábola Editorial, 2017.

BEZERRA, M. A.; DIONÍSIO, Â. P.; MACHADO, A. R. Gêneros Textuais e Ensino. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2003.

BIASI-RODRIGUES, B. A diversidade de gêneros textuais no ensino: um novo modismo?

Revista Perspectiva, Florianópolis, v. 20, n. 01, p.49-64, jan./jun. 2002.

BOM Jardim, Granja Lisboa e Passaré são os bairros de Fortaleza com maior evasão escolar.

Cetv-2 edição, Fortaleza, 24 agosto 2017. Disponível em: <http://g1.globo.com/ceara/cetv-

2dicao/videos/6102091>. Acesso em: 17 fev. 2018.

BONINI, A. Jornal escolar: gêneros e letramento midiático no ensino-aprendizagem de linguagem. Revista Brasileira de Linguística Aplicada. Belo Horizonte, v. 11, n. 1, p. 149- 175, 2011.

BRASIL. Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio: linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília. MEC/SEB, 2008.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros

Curriculares Nacionais – terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental – Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998.

BRITTO, L. P. L. Em terra de surdos-mudos (um estudo sobre as condições de produção de textos escolares). In: GERALDI, João Wanderley. (Org.). O texto na sala de aula. 4. ed. São Paulo: Ática, 2008, p. 117-126.

BRUNVAND, J. H. Encyclopedia of urban legends. New York: W.W. Norton & Company, 2002.

BUCKINGHAM, D. Cultura Digital, Educação Midiática e o Lugar da Escolarização.

Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 35, n. 3, p. 37-58, set/dez, 2010.

BUCKINGHAM, D. Media Education: Literacy, Learning and Contemporary Culture Cambridge: Polity, 2003.

CAMERON, D. Working with spoken discourse. London: Sage Publications. Ltd., 2001. CAPRINO, M. P.; PESSONI, A.; APARÍCIO, A. S. M. Mídia e Educação: A necessidade do Multiletramento. Comunicação & Inovação, São Caetano do Sul, v. 14, n. 26: (13-19) jan- jun, 2013.

CASTANHEIRA, M. L. Letramento escolar. In: FRADE, Isabel Cristina da Silva; VAL, Maria da Graça Costa; BREGUNCI, Maria das Graças de Castro. (Org.). Glossário Ceale: termos de alfabetização, leitura e escrita para educadores. Belo Horizonte: UFMG/Faculdade de Educação, 2014, v., p. 183-184. Disponível em:

<http://www.ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/letramento-escolar>. Acesso em: 16 jul 2018.

CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C. Todos os textos, 7º ano. 5. ed. São Paulo: Atual, 2015.

CHIZZOTI, A. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.

COLLIS, J.; HUSSEY, R. Pesquisa em administração: um guia prático para estudantes de graduação e pós-graduação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.

DÉGH, L. Legend and belief: dialectics of a folklore genre. Bloomington: University of Indiana Press, 2001.

DEVEREUX, G. De la ansiedad al método en las ciencias del comportamiento. México: Siglo Veintiuno, 1977.

DINES, Alberto. O papel do jornal: uma releitura. 4. ed. São Paulo. Summus, 1986.

DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Gêneros e tipos de discurso: considerações psicológicas e ontogenéticas. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004, p. 21-39. Disponível em: <http://archive-ouverte.unige.ch/unige:31458>. FABOS, B. Wrong turn on the information superhighway: Education and the Commercialization of the Internet. New York: Teachers College Press, 2004. FARIA, M. A. Como usar o jornal na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1996.

FARIA, M. A. O jornal na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1989.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 49. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014.

FREIRE, P. A educação na cidade. São Paulo, Cortez, 1991.

FREIRE, P. Educação como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989. GERALDI, J. W. Concepções de linguagem e ensino de português. In: ______ (Org.). O

texto na sala de aula: leitura e produção. Cascavel: Assoeste, 1984. p. 41-49.

GRANJA Lisboa e Granja Portugal estão entre os bairros mais violentos de Fortaleza. Cetv-

1edição, Fortaleza, 23 outubro 2013. Disponível em: <http://g1.globo.com/ceara/cetv-

1dicao/videos/2907855>. Acesso em: 17 fev. 2018.

GREGOLIN, M. R. Nas malhas da mídia: agenciando os gêneros, produzindo sentidos. In: BARONAS, R. L. (Org.). Identidade cultural e linguagem. Cáceres: Unemat Editora; Campinas: Pontes, 2005.

HOUIASS, A.; VILLAR, M. S.; FRANCO, F. M. M. Minidicionário Houiass da língua

portuguesa. 3. ed. rev. e aum. – Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.

IJUIM, J. K. Jornal escolar e vivências humanas: um roteiro de viagem, 2004. Disponível em: <http://www.bocc.ubi.pt>. Acesso em: 21 nov. 2017.

INEP. Localização Escolar - IDEB. Brasília, 2018. Disponível em:

<http://idebescola.inep.gov.br/ideb/escola/dadosEscola>. Brasília: INEP, 2018. Acesso em: 14 abr. 2018.

INEP. Nota técnica do indicador para mensurar a complexidade da gestão nas escolas a

partir dos dados do censo escolar da educação básica. Brasília: INEP, 2014. Disponível

em: <http://portal.inep.gov.br/indicadores-educacionais>. Acesso em: 14 abr. 2018. KLEIMAN, Angela B. Preciso “ensinar” o letramento? Não basta ensinar a ler e a

escrever? Brasília: Ministério da Educação. Cefiel/IEL; São Paulo: UNICAMP, 2005-2010.

65 p. Coleção Linguagem e letramento em foco: linguagem nas séries iniciais. KLEIMAN, Angela B. O processo de aculturação pela escrita: ensino da forma ou aprendizagem da função? In: KLEIMAN, A. B; SIGNORINI, I. (orgs.). O ensino e a

formação do professor: alfabetização de jovens e adultos. Porto alegre: ARTMED, 2000.

KLEIMAN, Angela B. (Org.). Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 1995.

LEITE, S. A. S.; COLELLO, S. M. G.; ARANTES, V. A. Alfabetização e Letramento: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2010.

LIMA, E. S. Desenvolvimento e aprendizagem na escola: aspectos culturais, neurológicos e psicológicos. São Paulo: GEDH, 1997.

LONG, R. C. The writer´s audience: fact or fiction. In: KIRSCH, G.; ROEN, D.H. (Orgs.). A

LOPES, C. R. Em busca do gênero lenda urbana. Linguagem em (Dis)curso – LemD, Tubarão (SC), v. 8, n. 2, maio/ago. 2008.

LUDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

MACHADO, M. N. M. Entrevista de pesquisa: a interação pesquisador entrevistado. Belo Horizonte: C/Arte, 2002.

MANZINI, E. J. A entrevista na pesquisa social. Didática, São Paulo, v. 26/27, p. 149-158, 1990/1991.

MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONISIO, Ângela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (Org.). Gêneros textuais e

ensino. Rio de Janeiro: Lucena, 2003. p. 20-36.

MARTINS, H. H. T. S. Metodologia qualitativa de pesquisa. Revista Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 30, n. 2, p. 289-300, mai/ago. 2004.

MIRANDA, L. L. Reflexões sobre educação, pós-mídia e produção de subjetividade no contexto escolar. In: MARCONDES, A., FERNANDES, A., ROCHA, M. (Org.). Novos

possíveis no encontro da psicologia com a educação. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007,

p. 185-206.

MORAIS, D. N. U. Sequências didáticas, gêneros do discurso e ensino de escrita autoral: possibilidades (?). In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO, 3., 2014, São Paulo, Universidade de Taubaté. Anais... São Paulo 2014.

MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2001. MUNIZ, K. S. Piadas: conceituação, constituição e práticas, um estudo de um gênero. 2004. 163f. Dissertação (Mestrado) – Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, 2004.

OROZCO, G. G. Professores e meios de comunicação: desafios, estereótipos e pesquisas.

Comunicação & Educação, São Paulo, v. 3, n. 10, 1997.

POSSENTI, S. Indícios de autoria. Perspectiva, v. 20. n. 1, p.105-124, jan./jun. 2002. POSSENTI, S. Discurso e texto: imagem e/de constituição. In: POSSENTI, S. Sobre a

estrutura do discurso. São Paulo: Campinas: IEL/Unicamp, 1981, p. 39-60.

REINALDO, M. A. M. A orientação para produção de texto. In: DIONISIO, P.; BEZERRA. M. A. (Org.). O livro didático de português: múltiplos olhares. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005, p. 89-101.

RENARD, J. B. Rumeurs et légendes urbaines. Paris: PUF, 3e édition, 1999/2006.

RIBAS JÚNIOR., F. B. Educação e protagonismo juvenil. In: PRATTEIN Consultoria em

Desenvolvimento Social [Sitio], São Paulo 2004. Disponível em:

ROJO, R. H. R.; BARBOSA, J. P. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros

discursivos. São Paulo: Parábola Editorial, 2015.

ROSA, J. G. Grande sertão: veredas. 19. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

SCHON, D. Formar professores como profissionais reflexivos. In: NÓVOA, A. (Coord.). Os

professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992, p. 77-91.

SMOLKA, A. L. B. A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo. 8. ed. São Paulo: Cortez; Campinas: Editora da UNICAMP, 1999.

SNYDER, I. The Literacy Wars: why teaching children to read and write is a battleground in Australia. Sydney: Allen & Unwin, 2008.

SOARES, M. B. Letramento: um tema em três gêneros. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2014.

SOARES, M. B. Alfabetização e letramento. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2008.

SOARES, M. B. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Revista Brasileira de

Educação, Minas Gerais, n. 25, p. 5-17, jan. /abr., 2004.

SOARES, M. B. Letramento e escolarização. In: RIBEIRO, Vera Masagão (Org.).

Letramento no Brasil: reflexões a partir do INAF 2001. São Paulo, Global: Ação Educativa

Assessoria, Pesquisa e Informação: Instituto Paulo Montenegro, 2003, p. 89-113.

STREET, B.; STREET, J. A escolarização do letramento. In: STREET, Brian. Letramentos

sociais: abordagens críticas do letramento no desenvolvimento, na etnografia e na educação.

Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola Editorial, 2014, p. 121-144.

STREET, B.; STREET, J. Eventos de letramento e práticas de letramento: teoria e prática nos novos estudos do letramento. In: MAGALHÃES, Izabel. (Org.). Discursos e práticas de

letramento: pesquisa etnográfica e formação de professores. São Paulo: Mercado de Letras,

2012, p. 69-92.

STREET, B.; STREET, J. Literacy in theory and practice. Cambridge: Cambridge University Press, 1984.

TEIXEIRA, M. C.; ANGELO, C. M. P. O gênero jornalístico charge no letramento escolar.

In: WESTPHALEN, Frederico. Revista Língua & Literatura R. Língua & Literatura, Rio

Grande do Sul, v. 12, n. 19, p. 89-107, Dez. 2010.

VIEIRA, M. L.; COSTA VAL, M. G. Produção de textos escritos: caderno do professor. Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG, 2005.

VYGOTSKY, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

VYGOTSKY, L. S. O desenvolvimento psicológico na infância. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

ZANCHETT,S. A. Relatos e reflexões sobre o jornal escolar dentro do Programa Mais Educa ção. In: CONGRESSO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO NA REGIÃO CENTRO-

OESTE, 17., 2015, Dourados, Mato Grosso do Sul. Anais... Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, MS, 2015.

APÊNDICES

APÊNDICE A – MODELO DE ENTREVISTA SEMIESTRUTURADA

DIRECIONADO AO PRESIDENTE E À SECRETÁRIA TEMPORÁRIA DO CJ

1. Por que você participa do Clube do Jornal?

2. Qual a importância do jornal na sua escola? Fale um pouco sobre isso, por favor. 3. Quais são as suas funções na elaboração do jornal? O que você costuma fazer?

4. Você elabora notícias para o jornal? Quais são os assuntos que você geralmente usa para produzir essas notícias?

5. Quem costuma ler os jornais da escola?

6. Como o grupo do Clube do Jornal se organiza para elaborar cada edição? Existe divisão de trabalho? Como?

7. Como você avalia a sua participação no jornal, ou seja, o que esse projeto proporciona para você enquanto estudante?

8. Que motivos levam você a escrever para o jornal escolar?

9. Que diferenças você aponta entre escrever para o jornal e escrever em outras situações, inclusive na escola?

10. Quais são as maiores dificuldades para manter o jornal funcionando na escola? 11. Quais são as maiores vantagens de manter o jornal funcionando na escola? 12. Expresse sua opinião sobre aspectos positivos e negativos do jornal na escola? 13. Quais são os desafios que vocês enfrentam para concretizar cada edição do jornal? 14. Quais são os planos do grupo para o futuro quanto ao jornal da escola?

APÊNDICE B – MODELO DE ENTREVISTA SEMIESTRUTURADA DIRECIONADO AO PRESIDENTE DO CJ

1. Paulo, me explique como funciona o clube do jornal e o clube do correio, por favor?

2. Você me disse que o Clube do Jornal tem as categorias. Você poderia explicar para mim cada categoria, a função, e o que o aluno faz em cada uma, por favor?

3. Os procuradores de informações procuram quais tipos de fatos e acontecimentos geralmente na escola?

APÊNDICE C – INSTRUMENTAL ORIENTADOR PARA ELABORAÇÃO DE CARTAS PESSOAIS DIRECIONADO AOS ESTUDANTES DO CLUBE DO JORNAL

Você faz parte do jornal desta escola!

Com certeza você é a pessoa certa para escrever uma carta a um colega de outra

escola que deseja implantar o jornal no colégio dele. Que orientações você daria a

esse colega, tendo como modelo o jornal da sua escola? Ou seja, conte para ele como

o jornal da sua escola funciona e descreva bastante todos os pontos de que ele

precisa saber:

- o que você faz;

- como está dividido o trabalho entre os componentes;

- alguém da escola orienta e ajuda vocês nessa produção;

- como vocês escolhem os assuntos;

- que textos vocês geralmente colocam em cada edição;

- como são as reuniões;

- vantagens do jornal;

- desvantagens do jornal;

- desafios que já foram enfrentados;

- desafios que serão enfrentados;

- planos para o futuro

APÊNDICE D – MODELO DE TERMO DE ASSENTIMENTO (no caso do menor)

Você está sendo convidado (a) como participante da pesquisa: “A escrita de notícias para o jornal escolar: reflexões sobre o letramento jornalístico de estudantes no ensino fundamental”. Nesse estudo pretendemos refletir sobre o desenvolvimento do letramento jornalístico de estudantes de ensino fundamental a partir da escrita de notícias para o jornal escolar, considerando os usos da língua, as representações de mundo e as audiências que constituem essa produção. O motivo que nos leva a estudar esse assunto é compreender como o letramento jornalístico de estudantes do ensino fundamental é desenvolvido durante uma edição do jornal escolar. Para este estudo adotaremos o (s) seguinte(s) procedimento(s): observação participante, entrevista semiestruturada e análise de amostras de notícias.

Para participar deste estudo, o responsável por você deverá autorizar e assinar um termo de consentimento. Você não terá nenhum custo, nem receberá qualquer vantagem financeira, nem pagamento algum por sua participação. Você será esclarecido (a) em qualquer aspecto que desejar e estará livre para participar ou recusar-se. O responsável por você poderá retirar o consentimento ou interromper a sua participação a qualquer momento. A sua participação é voluntária e a recusa em participar não acarretará qualquer penalidade ou modificação na forma em que você é atendido (a) pelo pesquisador, que irá tratar a sua identidade com padrões profissionais de sigilo. Você não será identificado em nenhuma publicação. Este estudo apresenta risco mínimo, isto é, o mesmo risco existente em atividades rotineiras como conversar, tomar banho, ler etc. Você poderá ficar um pouco constrangido(a) com a presença da pesquisadora nos momentos de produção do jornal, mas a pesquisadora deixará bem claro que sua presença, em nenhum momento, terá a conotação de fiscalização, pelo contrário, a pesquisadora trabalhará com a conscientização de que você pode ficar à vontade e realizar suas atividades no jornal com tranquilidade. Os resultados estarão à sua disposição quando finalizada a pesquisa. Seu nome ou o material que indique sua participação não será liberado sem a permissão do responsável por você. Os dados e instrumentos utilizados na pesquisa ficarão arquivados com a pesquisadora responsável por um período de 5 anos e, após esse tempo, serão destruídos. Este termo de assentimento encontra-se impresso em duas vias, sendo que uma via será arquivada pela pesquisadora responsável, e a outra será fornecida a você.

Eu, __________________________________________________, portador (a) do documento de Identidade ____________________, fui informado (a) dos objetivos do presente estudo de maneira clara e detalhada e esclareci minhas dúvidas. Sei que a qualquer

momento poderei solicitar novas informações, e o meu responsável poderá modificar a decisão de participar, se assim o desejar. Tendo o consentimento do meu responsável já assinado, declaro que concordo em participar desse estudo. Recebi uma via deste Termo de Assentimento e me foi dada a oportunidade de ler e esclarecer as minhas dúvidas.

Fortaleza/CE, ___/____/_____.

____________________________________ Assinatura do(a) menor

___________________________________ Assinatura do (a) pesquisador (a)

Endereço da responsável pela pesquisa:

Nome: Giselle Bezerra Mesquita Dutra

Instituição: Universidade Federal do Ceará - FACED

Endereço: Rua Valdery Uchoa, Nº 01, Benfica, Fortaleza- CE

ATENÇÃO: Se você tiver alguma consideração ou dúvida, sobre a sua participação na

pesquisa, entre em contato com o Comitê de Ética em Pesquisa da UFC/PROPESQ – Rua Coronel Nunes de Melo, 1000 - Rodolfo Teófilo, fone: 3366-8344/46. (Horário: 08:00-12:00 horas de segunda a sexta-feira).

O CEP/UFC/PROPESQ é a instância da Universidade Federal do Ceará responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas as pesquisas envolvendo seres humanos.

APÊNDICE E – MODELO DE TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE)

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE)

Você está sendo solicitado pela pesquisadora Giselle Bezerra Mesquita Dutra a autorizar a participação do seu(sua) filho(a) como participante de uma pesquisa. Você não deve autorizar contra a sua vontade. Leia atentamente as informações abaixo e faça qualquer pergunta que desejar, para que todos os procedimentos desta pesquisa sejam esclarecidos.

A pesquisa tem como título: “A escrita de notícias para o jornal escolar: reflexões

sobre o letramento jornalístico de estudantes no ensino fundamental”. Nesse estudo pretendemos refletir sobre o desenvolvimento do letramento jornalístico de estudantes de

ensino fundamental a partir da escrita de notícias para o jornal escolar, considerando os usos da língua, as representações de mundo e as audiências que constituem essa produção. O motivo que nos leva a estudar esse assunto é compreender como o letramento

jornalístico de estudantes do ensino fundamental é desenvolvido durante uma edição do jornal escolar. O benefício da pesquisa consiste, portanto, em valorizar a escrita dos estudantes para o jornal escolar, sendo importante para a área da educação na perspectiva do desenvolvimento da linguagem escrita. Para este estudo adotaremos o(s) seguinte(s) procedimento(s): observação participante, entrevista semiestruturada e análise de amostras de notícias. Quanto à observação, a pesquisadora observará os momentos em que seu(sua) filho(a) participa da produção do jornal, fazendo anotações pertinentes em um diário de campo. Haverá registro fotográfico dos momentos mais relevantes através de um aparelho celular. A respeito da entrevista, a pesquisadora fará algumas perguntas ao seu(sua) filho(a) sobre a participação dele(a) na elaboração do jornal através de um gravador de voz em aparelho celular; e essas entrevistas durarão aproximadamente 30 minutos. Sobre a análise dos textos do jornal, a pesquisadora receberá um jornal concluído para observar como se desenvolve o letramento jornalístico, quanto ao uso da língua, às representações de mundo e à audiência. Você não terá nenhum custo, nem receberá qualquer vantagem financeira, nem pagamento algum para que seu(sua) filho(a) participe da pesquisa. Você será esclarecido (a) em qualquer aspecto que desejar e estará livre para autorizar a participação do seu(sua) filho(a) ou recusar. Você poderá retirar o consentimento ou interromper a participação do seu(sua) filho(a) a qualquer momento. A participação é voluntária e a recusa em participar não acarretará qualquer penalidade ou modificação na forma em que seu(sua) filho(a) é atendido(a) pelo pesquisador,

que irá tratar a identidade dos envolvidos com padrões profissionais de sigilo. Você nem

Benzer Belgeler