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MS 5.-6. YY’DA TRIPOLIS VE SASANI TAHRIBAT

K. Ç: Kaide çapı, M.Ç: Mühür çapı

Já vimos que, em se tratando da questão da proteção, do SATAP, o “de modo a proteger”, ou melhor, do efeito protetivo da tributação interna, ainda temos, na doutrina e na jurisprudência, exaustivas discussões doutrinárias, mormente diante da obscuridade dos critérios adotados até agora pelo OSC da OMC.

Diferente é a situação no que tange ao outro conceito jurídico indeterminado envolvido, o de similaridade ou substitutabilidade. Se por um lado tem sido reiteradamente entendido como devendo ser examinado caso-a-caso, como já visto, o que, a um primeiro exame, implica ausência de critério, por outro, tem sempre sido objeto da sinalização de que o seu norte principal de apreciação deve ser a inserção dos produtos em análise no mercado. Tal análise deve ser sempre empregada na ótica dos consumidores, aspecto que deve ser entendido de forma preponderante às características físicas ou de classificação parte contratante aplicará de outro modo, regulamentações quantitativas internas, de forma a contrariar os princípios estabelecidos no parágrafo 1º.

6. Os dispositivos do parágrafo 5º não se aplicarão a qualquer regulamentação quantitativa interna em vigor, no território de qualquer parte contratante, a 1 de julho de 1939, a 10 de abril de 1947, ou a 24 de março de 1948, à escolha da parte contratante, contanto que qualquer regulamentação dessa natureza, contrária ao que dispõe o parágrafo 5º, não seja modificada em detrimento de importações e seja tratada como se fosse um direito aduaneiro, para efeito de negociação.

7. Nenhuma regulamentação quantitativa interna que se relacione com a mistura, transformação ou utilização de produtos em quantidades ou proporções determinadas será aplicada, de modo a repartir qualquer quantidade, ou proporção dessa natureza entre fontes estrangeiras de suprimento.

8. (a) As disposições desse Artigo não se aplicarão às leis, regulamentos ou exigências que se refiram a aquisições, por órgão governamentais de produtos comprados para atender às necessidades dos poderes públicos e não se destinam à revenda, no comércio, ou à produção de bens para venda no comércio.

b) As disposições deste artigo não impedirão o pagamento de subsídios exclusivamente a produtores nacionais compreendidos os pagamentos a produtores nacionais com recursos provenientes da arrecadação dos impostos ou tributos internos aplicados de conformidade com os dispositivos deste Artigo e de subsídios concedidos sob a forma de compra de produtos nacionais pelos poderes públicos.

9. As partes contratantes reconhecem que as medidas internas para controle de preços máximos embora guardem conformidade com outros dispositivos deste Artigo, podem ocasionar prejuízos aos interesses das partes contratantes que fornecem os produtos importados. As partes contratantes que tomarem tais medidas levarão em conta os interesses das partes contratantes exportadoras, com o fim de evitar o mais possível, esses efeitos perniciosos”.

10. Os dispositivos deste Artigo não impedirão qualquer parte contratante de estabelecer ou manter regulamentações quantitativas internas relativas à exibição de filmes cinematográficos e de atender às exigências do Artigo IV”.

fiscal, entre outras que possam ser empregadas e que já o foram em julgados mais pretéritos.

O GATT, desde a sua fase anterior à OMC, com a edição do Relatório do Grupo de Trabalho sobre Ajustes Fiscais de Fronteira, o que foi corroborado pelos julgamentos posteriores a 1º de janeiro de 1995, dadas as seguidas referências a esse trabalho nas fundamentações de diversos casos, tanto nos Grupos Especiais quanto pelo Órgão de Apelação, apontou que o critério preponderante se baseia em conceitos microeconômicos, com base na preferência dos consumidores.

No caso absolutamente paradigmático, já na fase da OMC, “Japão – Bebidas Alcoólicas II”, determinou-se que o julgador arbitral tem que olhar não para características físicas ou a classificação fiscal das mercadorias, mas para o mercado, pois, afinal de contas, o GATT 1994 é um acordo comercial e a OMC está preocupada com os mercados, já que busca, como já mencionado, assegurar pleno acesso a mercados em condições de igualdade de competitividade a todas as Partes Contratantes130.

Malgrado tal realidade, de parcial estabilidade, há que se tentar dar alguma sistematização aos critérios que têm sido até agora empregados pelos entes julgadores, com o fim de não só entender (ou não) a razoabilidade dos julgados, como também para tentar inserir a aplicabilidade do conceito econômico de efeito protetivo dentro desses critérios, ao menos no que tange ao exame das normas tributárias. Adotar-se-á tal caminho científico, em detrimento a uma análise detalhada dos casos concernentes, não só por conta

130 “(a) "Directly Competitive or Substitutable Products"

If imported and domestic products are not "like products" for the narrow purposes of Article III:2, first sentence, then they are not subject to the strictures of that sentence and there is no inconsistency with the requirements of that sentence. However, depending on their nature, and depending on the competitive conditions in the relevant market, those same products may well be among the broader category of "directly competitive or substitutable products" that fall within the domain of Article III:2, second sentence. How much broader that category of "directly competitive or substitutable products" may be in any given case is a matter for the panel to determine based on all the relevant facts in that case. As with "like products" under the first sentence, the determination of the appropriate range of "directly competitive or substitutable products" under the second sentence must be made on a case-by-case basis.

In this case, the Panel emphasized the need to look not only at such matters as physical characteristics, common end-uses, and tariff classifications, but also at the "market place".53 This seems appropriate. The

GATT 1994 is a commercial agreement, and the WTO is concerned, after all, with markets. It does not seem inappropriate to look at competition in the relevant markets as one among a number of means of identifying the broader category of products that might be described as "directly competitive or substitutable".

Nor does it seem inappropriate to examine elasticity of substitution as one means of examining those relevant markets. The Panel did not say that cross-price elasticity of demand is "the decisive criterion"54 for

determining whether products are "directly competitive or substitutable". The Panel stated the following: In the Panel's view, the decisive criterion in order to determine whether two products are directly competitive or substitutable is whether they have common end-uses, inter alia, as shown by elasticity of substitution.55

We agree. And, we find the Panel's legal analysis of whether the products are "directly competitive or substitutable products" in paragraphs 6.28-6.32 of the Panel Report to be correct” - WT/DS8/AB/R,

da absoluta falta de sistematização dos julgadores na matéria, o que tornaria o relato caso- a-caso exaustivo e muito dependente da subjetividade da linha que se fosse adotar para se elaborar os resumos dos casos, mas também por comodidade didática.

Dentro das diversas classificações de critérios encontráveis na doutrina, é o mais didático o adotado por Henrik Horn e Joseph Weiler (2003, p. 4), separando as metodologias entre objetivas e subjetivas.

3.4.2. Testes objetivos – Teste Diagonal e Teste de Impacto Assimétrico.

Benzer Belgeler