4. EŞDEĞER LİNEERLEŞTİRME İÇİN GELİŞTİRİLMİŞ İŞLEMLER
4.3. Çözüm İşlemler
13. E disse:
ouvi agora casa de Davi:
um pouco vos parece cansardes os homens?
Eis que! quereis fatigar também a meu Elohim?
14. Assim mesmo dará Adonai ele mesmo para vós um sinal: Eis a jovem mulher está grávida
e dará a luz um filho
e chamará seu nome Imanuel 15. Coalhada e mel ele comerá para saber rejeitar o mal
e escolher o bem.
A partir da sub-unidade de 13-15 ocorre a profecia propriamente dita, Alonso Shöckel e Sicre Diaz descrevem o seguinte: “14-15. O oráculo tem a forma de outros oráculos de anunciação: Gn 16,11s: Ismael; Jz 13,7: Sansão; Mt 1,20; Lc 1,13s.30s: João e Jesus”.136 Da mesma maneira, este oráculo (13- 15) aponta para o nascimento de alguém que viria restabelecer a justiça no meio do povo.
A fórmula profética
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ouvi tem um destinatário, a saber, a casa de Davi, esta mesma casa que no v. 17 é prometida a ruína. Esta que até então não confiou em Javé com a recusa do sinal. O que antes era uma ordem para pedir agora torna-se imperativo passivo que é ouvi. Não resta nada ao rei neste momento, a não ser ouvir a palavra de Javé. A chance de haver salvação foi desconstruída pela recusa do rei em pedir o sinal. O uso da preposiçãoan"
agora, indica a ênfase, urgência da exortação da parte de Javé.136
O verbo
hal
fatigar, cansar, aparece no hifil, o que indica que a ação é causada ou motivada por uma terceira pessoa. Neste caso, a casa de Davi, e aqueles que nela se encontravam, foi motivo de cansaço para as pessoas. Possivelmente, se refira aos atos injustos cometidos pelo rei e por aqueles que não observavam o direito e a justiça. Eles haviam cansado os mais fracos, ou ainda o exército, uma vez que na guerra quem sofre são os soldados, órfãos e viúvas, e estavam cansando agora a Javé. Esse cansaço provinha da falsa religiosidade do rei ao recusar o sinal.O imperfeito do verbo
hal
na segunda frase, v. 13b, aponta para o fato de que Javé ainda não havia se cansado do rei. Ao que parece, a frase destaca o fim da tolerância frente a inconstância do rei. O que antes era chamado de^yh,l{a/
teu Elohim (v. 11), no segundo, aparece comoyh'l{a/
meu Elohim (v 13). Dessa forma, o profeta mostra as conseqüências da ação de Acaz, a saber, Javé não mais era aquele que estava ao lado do rei, ou quem sabe da casa de Davi, antes do profeta e quem como ele estava. Que, ao que tudo indica, são os seus discípulos (8,11-20).Mesmo com a recusa de Acaz, o próprio Senhor,
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Adonai, haveria de dar o sinal. Neste verso (14), o profeta se refere a Javé como meu Senhor, destituindo por completo a ação de dele em favor da casa de Davi. Ainda que o rei não confiasse em Javé, este se compromete com a salvação daqueles que nele confiam e são enfraquecidos pela sociedade.Quanto a
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jovem grávida,137 ela é uma prova bastante clara para Acaz. Contudo, ainda demonstra o anúncio do sinal, a jovem está grávida no perfeito, e dará a luz imperfeito, e chamará imperfeito, isto é, o sinal, que é a criança propriamente dita, ainda está por vir, a saber, o Imanuel. Ele já foi137
Quanto as discussões acerca deste termo
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fora apresentado as variantes do texto que apontam para a diferença apresentada na LXX que traduziu a palavra por párthenos e muitos/as exegetas apreciam e a tomam em suas tradução, ou seja, traduzem o termo por virgem.concebido, é o que mostra o perfeito desta frase, e ainda há de nascer, como salienta o verbo dará a luz e chamará no imperfeito.
A este respeito
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jovem grávida, Croatto salienta que “é provável que a mulher grávida seja a rainha-mãe e o filho anunciado o futuro rei Ezequias”.138 Entretanto, não há consenso sobre quem ela seja, uma vez que a referência à ela se dá apenas neste texto, e ainda, não apresentam seu nome. Sobre as possibilidades de quem seja esta jovem, Schwantes, citando Wolff, destaca o seguinte:Isaías estaria se referindo à esposa de Acaz, isto é, à mãe de Ezequias. Isaías estaria indicando para alguma dama da corte. Isaías estaria se referindo à sua própria esposa. A ‘jovem mulher’ seria figura para uma coletividade: a comunidade, Sião o povo, etc. A ‘jovem mulher’ seria uma figura da mitologia, a mãe da criança divina.139
O que se apresenta no texto como fato é a o uso do artigo
h
que aponta para a mulher que estava presente ao diálogo entre o profeta e o rei. Não se tratava de uma mulher, mas a mulher. O artigo define que ela está próxima naquele momento. O que se pode inferir que havia uma proximidade da mesma com um dos personagens deste diálogo.O sinal é personificado no símbolo do Imanuel, conosco-está-Deus, ou conosco-Deus. Este termo é a junção entre a preposição ím, com, mais o pronome pessoal nu, nós, e o nome de Deus El. Juntando estas três palavras, em hebraico, temos o nome próprio Imanuel. Este, mais do que indicar alguém propriamente, denota a presença de Deus junto a ele, o profeta. Se for considerada que o profeta refere-se a ele seus discípulos (cf. 8,11-20), certamente a presença de Javé estava fora da corte, e, conseqüentemente, da
138
CROATTO, J. Severino. Isaías vol 1: 1-39. São Paulo/Petrópolis: Imprensa Metodista/ Sinodal/Vozes, 1989. p. 65.
139
WOLFF, Hans Walter. Frieden ohne Ende. p. 32, citado por SCHWANTES, Milton. Ouvi casa de Davi, estudos exegéticos em Isaías 7,10-17. p. 7.
“casa de Davi”. Esta suposição parece plausível, uma vez que quando há o anúncio do Imanuel rompe-se a aliança feita com a casa de Davi, a qual será verificada com maior propriedade em seqüência no v. 17.
A criança que nascerá representa o novo momento, uma nova percepção da caminhada do povo. Esta criança é símbolo da esperança frente aquela situação de guerra e das alianças entre os inimigos do rei.
Como se pode perceber, o sinal oferecido é o contraponto dos acontecimentos daquele momento. Uma vez que criança não combina com instrumentos bélicos. Ao escolher o sinal de uma criança, Javé/Isaías pretende mostrar que ainda há uma saída.
Outro fator importante é que a criança simboliza uma nova ordem. Essa tipologia messiânica apresentada na forma de uma criança é contrária a esperada pelo povo de Jerusalém, ou seja, uma criança não representa o término imediato da guerra, ou de atos injustos, pois ela mesma não tem como realizar alguma ação. Contudo, a criança aponta para o futuro que no presente se personifica na confiança que deve ter o rei e o povo. O Imanuel, portanto, surge como sinal de esperança e destituição do rei.
15. Coalhada e mel ele comerá para saber rejeitar o mal e escolher o bem.
No v. 15 há a identificação do alimento da criança coalhada e mel. Este alimento lembra a tradição, segundo a qual Canaã era a terra que mana leite e mel (Ex 3,8). E ainda, esta comida será o alimento da criança para que saiba rejeitar o mal e escolher o bem. Segundo a tradição bíblica, o mel era uma valiosa moeda de troca nas transações internacionais (Gn 43.11.), porque não havia açúcar. Já o leite, apresenta outro fator comercial, que são os pastores criadores de animais que produziam leite.140
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Nesta perspectiva estes alimentos apontam para a era da salvação. Entretanto, esta alternativa é controvertida. Schwantes postula que este verso “reforça a compreensão do nome Imanuel como símbolo de salvação”, isto porque coalhada e mel são alimentos de salvação (Is
O texto não esclarece o motivo de tais alimentos, mas, ao que tudo indica, são alimentos que têm um aspecto positivo, pois a finalidade é para a criança escolher o bem.