Edebî Bir Siyer Örneği Olarak Çöle İnen Nur ’un Kaynakları
2. Çöle İnen Nur’un Kaynakları
Descoberto pelo físico francês Edmond Becquerel, em 1839, o efeito FV é caracteri- zado por elétrons serem transferidos entre bandas diferentes (das bandas de valência para bandas de condução) dentro de um mesmo material, promovendo diferença de potencial entre dois elétrodos. Becquerel ficou conhecido pelos seus trabalhos sobre a luminescência e fosforescência e especialmente pela descoberta do efeito FV.
Em 1876, o primeiro dispositivo de estado sólido foi concebido, mas a produção industrial só se iniciou em 1956 focado em empresas de telecomunicações e demais instalações remotas, afastadas das redes de distribuição de energia. Posteriormente, com a corrida espacial dividindo o mundo, o desenvolvimento do segmento de energia solar fotovoltaica teve novo impulso. Para o ambiente espacial em que se demanda fornecimento de energia por longos períodos de tempo, a energia solar apresenta-se como solução ideal até então.
Em 1973, com a crise do petróleo houve renovação e ampliação da energia solar para aplicações terrestres e com isso muitas empresas nos EUA resolveram incluir a produção de energia solar na sua gama de negócios.
Em 1978, a produção industrial ultrapassava 1MWp/ano, com os EUA na liderança, permanecendo nesta posição durante até toda a década de 1990.
No final de 1990, políticas de estímulo à redução da emissão de CO2e impulsionadas
pelo Protocolo de Kyoto impulsionaram Alemanha e Japão no desenvolvimento desse mercado. Em 1998, a produção mundial por ano atingiu o marco de 150MWp com ênfase especial para a produção à base de silício.
produtores mundiais, apresenta um salto na produção decorrente do desenvolvimento do mercado FV no mundo.Em 2009, a China já ocupava a liderança na fabricação de módulos FV.
Mesmo diante dos desenvolvimentos citados, a energia solar FV para produção de energia elétrica ainda é pequeno, apesar de este cenário adquirir recentemente força em virtude de políticas de incentivo, principalmente em países desenvolvidos. Na Europa encontram-se instalados cerca de 74% da produção mundial com destaque para a Alemanha e Itália. Em 2011, a produção de energia elétrica a partir de fontes solar FV representou 5% do total.
Depois da Europa, os maiores mercados consumidores de equipamentos de tecno- logia FV estão no Japão e nos EUA. Em 2012 a potência instalada no mundo atinge 100GWp (sendo 23GWp na Alemanha e 16GWp na Itália). Na China, apesar de haver forte política de incentivo ao uso da tecnologia solar FV, a política mais agressiva está voltada para exportar produtos de fabricação nacional. É importante observar ainda que muitas empresas europeias e norte americanas deslocaram suas fábricas para a Ásia em busca de menores custos de produção (mão de obra asiática qualificada e barata além de incentivos chineses para a implantação de fábricas). O custo das células FV continua sendo a principal barreira à expansão em escala mundial, no entanto a tecnologia tem se tornado cada vez mais competitiva devido a questões inerentes à preservação do meio ambiente e também ao decrescentes custos de fabricação.
Em 2015 e início de 2016, as expectativas de novas reduções nos custos ficaram evidentes em resultados de leilões de energia elétrica, com propostas vencedoras mais baixas do que nunca em locais variados como América Latina, Oriente Médio e Norte da África e Índia. Bangladesh é o maior mercado do mundo para sistemas solares domésticos, porém outros países em desenvolvimento (por exemplo, Quênia, Uganda e Tanzânia na África; China, Índia e Nepal na Ásia; Brasil e Guiana na América Latina) têm apresentado rápida expansão de sistemas renováveis de pequena escala, incluindo mini redes baseadas em energias renováveis, para fornecer eletricidade a pessoas que habitam em locais afastados das redes de distribuição. Houve ainda crescimento significativo de instalações FV na Austrália, Europa, Japão e América do Norte, tanto em nível residencial como industrial. Políticas fiscais, entre elas subsídios, empréstimos e incentivos fiscais, continuaram a ser ferramentas importantes para promover a implantação de novos projetos e o desenvolvimento avançado de tecnologias de energia renovável. Muitos países usam uma combinação dessas políticas para incentivar as energias renováveis no setor elétrico (ZERVOS, 2016).
em relação ao ano anterior (2014), atingindo o marco total de 227GWp, conforme Figura 16 (ZERVOS, 2016).
Figura 16 – Capacidade mundial e adições anuais em energia solar FV
Fonte: Adaptado de (ZERVOS, 2016).
A maior parte da capacidade adicionada foi identificada em China, Japão e Estados Unidos, havendo ainda mercados emergentes contribuindo para o crescimento mundial. Isso decorreu da redução dos custos cada vez mais competitivos da energia solar FV. Percebeu-se ainda que 22 países tinham capacidade suficiente no final de 2015 para atender mais de 1% de sua demanda com destaque para alguns países (por exemplo, Itália 7,8%, Grécia 6,5% e Alemanha 6,4%). Na China o processo total de eletrificação alcançou 100% de conclusão, devido à especial capacidade solar FV offgrid instalada desde 2012. O fortalecimento da cadeia decorre do surgimento de novos mercados e à forte demanda global. Preços baixos recordes em licitações para projetos de energia solar FV foram registrados na América Latina, Oriente Médio e Índia. A geração distribuída de fonte solar FV em telhados continua mais cara do que projetos de grande escala, mas tem seguido trajetórias de otimização de preços e é competitiva com os preços de varejo em muitos locais.
O investimento em energias renováveis tem se voltado cada vez mais para a energia elétrica a partir de fontes solares e eólicas. A energia solar foi uma vez mais o setor líder por grande margem em termos de capital investido em 2015, com investimentos de US$ 161 bilhões (12% a mais em relação a 2014), ou mais de 56% do total de novos investimentos em eletricidade e combustíveis renováveis.