• Sonuç bulunamadı

Metindeki kahramanlar

Belgede SINIF TÜRKÇE5. (sayfa 88-94)

Em Diário Oficial do dia 03 de abril de 1976 se publica a Lei n° 2.102, de 31 de dezembro de 1975 (PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA, 1975), que institui o Código de U a is o,à i teg a teà doà Pla oà Di eto à físi oà doà Mu i ípioà deà Jo oà Pessoa .à Oà p i ei oà pla oà diretor da cidade estipulou a Área de Interesse Histórico e Artístico de João Pessoa, já demonstrando consonância com a Recomendação de Nairobi de 1976, em que se recomenda zonas a serem protegidas de a o doà o à asà o diç esà eà est iç esà espe ífi asà ueà lheà dize à espeito à (RECOMENDAÇÃO DE NAIROBI, 1976). São atribuídos os nomes de área de preservação rigorosa e área de importância ambiental. Esta grande área apresenta limitação de usos de acordo com o zoneamento do plano, onde, para a área de preservação rigorosa, estavam determinadas as seguintes condições:

á t.à à– …

I –Não será permitida a execução de reformas que descaracterizem os exemplares dignos de preservação de arquitetura civil e religiosa conforme discriminação a ser estabelecida por decreto do Prefeito.

II – Os volumes das edificações serão mantidos conservando-se as inclinações, alturas e materiais existentes nas cobertas.

III- As construções novas deverão ter suas cobertas constituídas somente de telhas cerâmicas ou concreto armado.

IV – As construções novas deverão obedecer a um gabarito máximo de 8,00m (oito metros) de altura contados a partir da cota média natural do terreno no alinhamento.

V – Não serão permitidos desmembramento e remembramento de terreno salvo permissão expressa do I.P.H.A.N.

§ 1º - A Prefeitura poderá incentivar a restauração arquitetônica das edificações situadas na área a que se refere o presente artigo.

§ 2º - As quadras que contêm o Convento de São Francisco, o Convento do Carmo e o Convento de São Bento, terão sua taxa de ocupação máxima limitada em 20% (vinte por cento).

Art.265 – Na área de importância ambiental deverão ser obedecidas as seguintes condições.

I – As edificações deverão obedecer a um gabarito máximo de 16,00m (dezesseis metros) de altura contados a partir da cota média natural do terreno no alinhamento.

II – As coberturas só poderão ser executadas em concreto armado ou telhas e i as. (PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA, 1975)

Toda a regulamentação estava muito direcionada ao edifício e sugeria a liberdade de uso da coberta de concreto, e ainda usava-seà oà te oà e e pla esà dig osà deà p ese vaç o .à áà referência que mais se aproxima do espaço público é o item que se refere ao desmembramento e remembramento de terreno.

As normas ordenadoras e disciplinadoras são muito amplas, deixando margem para muitas interpretações. Além disso, vários itens são direcionados para o julgamento e avaliação do IPHAN, que analisariam caso a caso.

Na Sub-seção II, encontra-se as definições dos conceitos de obras de conservação, reparação, reforma, ampliação ou novas construções:

á t.à à – As obras de restauração total ou parcial consistem na consolidação e restauração da estrutura original, remoção dos anexos sem mérito arquitetônico, e realização das adaptações necessárias a uma melhor utilização social, sem restrição da ordenação dos espaços internos.

Art. 269 – As obras de restauração exterior – consistem na restauração da volumetria e fachadas originais sendo permitidas as modificações internas que não se reflitam no exterior compreendendo:

I – Restauração da primitiva fenestração;

II – Substituição de esquadrias, balaustres, revestimentos inautênticos por elementos de desenho, material e cor compatíveis com a época do prédio.

III – Recomposição de telhados primitivos no que se refere ao material, disposição e detalhes, com eliminação de qualquer apêndice inautêntico.

Art. 270 – No caso de quaisquer obras de restauração também estão sujeitos à aprovação do I.P.H.A.N. os revestimentos, cores, textura e tom de paredes pisos e forros, e demais elementos arquitetônicos dos cômodos que se abrem para ruas praças e largos.

Art. 271 – As obras de preservação ambiental – referem-se a edificações sem mérito arquitetônico dentro do conjunto.

§ 1º - Tais obras deverão obedecer a volumetria a ser fixada pelo I.P.H.A.N. sendo que as cores e formas não poderão conflitar com o conjunto.

§ 2º - As construções novas não poderão de forma alguma ser imitações de arquitetura do passado e não poderão reduzir ou impedir a visibilidade originária dos monumentos ou do conjunto.

Art. 272 – As obras de construção com reduzida taxa de ocupação são construções novas, que por se situarem no raio de influência de visibilidade de monumento ou conjuntos arquitetônicos, terão sua taxa de ocupação reduzida a critério do I.P.H.A.N. e da Prefeitura.

Art. 273 – As obras sujeitas apenas a limitação de gabarito, são obras novas que terão somente seu gabarito em altura controlado conforme as prescrições desta Lei. (PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA, 1975)

O conceito de restauração abordado pode ser considerado divergente do conceito atual, inclusive do encontrado na Carta de Veneza de 196445, remetendo ainda aos conceitos de Viollet-le-Duc. Permitia se completa à aà o igi alidade à doà e à at av sà daà iaç oà deà ele e tosà o patíveis àsu stitui doàosài aut ti os.àH àu aàp ofus oàdeàele e tosàdeà a tasàpat i o iaisàdeà várias épocas, inclusive a Carta de Atenas onde proíbe as imitações de arquiteturas do passado.

A área de preservação rigorosa (Figura 28) corresponde a aproximadamente 44,9 Ha e não inclui áreas historicamente importantes como o Largo de São Frei Pedro Gonçalves e as Praças João Pessoa e Venâncio Neiva; estas nem sequer foram incluídas na área de importância ambiental. O Parque Solon de Lucena é segmentado e apresentou-se inserido apenas parcialmente na área de importância ambiental. A linha tracejada em vermelho destaca a área de preservação rigorosa e os cubos em vermelho são os bens tombados pelo IPHAN que se encontram na área do mapa. Além da Capela da Graça e da Ruína de Almagre, foi excluído de qualquer proteção nesse perímetro a Fonte do Tambiá.

45 á tigoà °à- A restauração é uma operação que deve ter caráter excepcional. Tem por objetivo conservar e

revelar os valores estéticos e históricos do monumento e fundamenta-se no respeito ao material original e aos documentos autênticos. Termina onde começa a hipótese; no plano das reconstituições conjeturais, todo trabalho complementar reconhecido como indispensável por razões estéticas ou técnicas destacar-se-á da composição arquitetônica e deverá ostentar a marca do nosso tempo. A restauração será sempre precedida e acompanhada de um estudo arqueológico e histórico do monumento.

… à

Artigo11° - As contribuições válidas de todas as épocas para a edificação do monumento devem ser respeitadas, visto que a unidade de estilo não é a finalidade a alcançar no curso de uma restauração, a exibição de uma etapa subjacente só se justifica em circunstâncias excepcionais e quando o que se elimina é de pouco interesse e o material que é revelado é de grande valor histórico, arqueológico, ou estético, e seu estado de conservação é considerado satisfatório. O julgamento do valor dos elementos em causa e a decisão quanto ao que pode ser eliminado não podem depender somente do autor do projeto.

Artigo 12° - Os elementos destinados a substituir as partes faltantes devem integrar-se harmoniosamente ao conjunto, distinguindo-se , todavia, das partes originais a fim de que a restauração não falsifique o documento deàa teààeàdeàhist ia. à Cá‘TáàDEàVENE)á,à

Figura 28 – Mapa de delimitação da área de preservação rigorosa e ambiental do Plano Diretor do Município de João Pessoa. (Prefeitura Municipal de João Pessoa, 1976)

Observa-se a valorização atribuída ao conjunto franciscano que ocupa aproximadamente 40% da área de preservação rigorosa e, no restante, se apresentam os outros bens tombados pelo Iphan, que por conseqüência estão inseridos nas primeiras ruas da cidade. Paradoxalmente dois trechos de transformações urbanas importantes estão inseridos na área de preservação rigorosa: as vias expressas Miguel Couto e Cardoso Vieira. A primeira alterou pela segunda vez os elementos urbanos da cidade com a abertura do viaduto e da Praça Vidal de Negreiros com a alça de acesso à Rua Duque de Caxias. A segunda cortou três quadras consolidadas desde o século XIX e lançou uma superestrutura sobre a Rua da Areia.

A área de preservação ambiental é mais ampla com aproximadamente 130, 7ha, mas exclui áreas importantes como as Praças Venâncio Neiva e João Pessoa, o Porto do Capim, as Praças Álvaro Machado e Napoleão Laureano.

P

Poorrttoo ddoo ccaappiimm P

Prraaççaa ÁÁllvvaarroo MMaacchhaaddoo P

Prraaççaa NNaappoolleeããoo

P

Prraaççaa JJooããoo PePessssooaa e e V Veennâânncciioo NNeeiivvaa F Foonnttee dodo T Taammbbiiáá

3- IPHAEP

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DO ESTADO DA

Belgede SINIF TÜRKÇE5. (sayfa 88-94)