BÖLÜM 5: ENTEGRASYON
5.7. Konrad Adenauer Vakfı, Alman Türk Vakfı ve Türkiye Gazeteciler Cemiyeti
O desempenho do método foi avaliado com teste de recuperação de Glifosato e AMPA concomitantemente com cada grupo de análises efetuadas. Para esse acompanhamento foram utilizados grãos de soja de um dos tratamentos (soja RR/herbicida convencional + soja convencional/herbicida convencional), que foram fortificados com 1,0 mg/kg de Glifosato e AMPA. O limite de quantificação do método analítico para grãos de soja foi de 0,05 mg/Kg. As concentrações de Glifosato e de AMPA foram calculadas interpolando as respostas, em altura de pico, obtidas nos cromatogramas dos extratos das amostras em curvas de calibração obtidas com soluções dos padrões de Glifosato e AMPA, com pureza de 99,8 e 99,5 %, respectivamente.
Os LMRs são estabelecidos com base em dados sobre os níveis dos resíduos que resultam do uso de praguicidas de acordo com as Boas Práticas Agrícolas e de informações sobre a sua natureza. Esses resíduos dependem de dois fatores: da deposição inicial do praguicida e da velocidade de desaparecimento do mesmo e de seus metabólitos.
As coletas de amostras das áreas de monitoramento usadas para avaliar os resíduos de Glifosato e AMPA em grãos de soja foram realizadas entre fevereiro e abril de cada ano, quando os grãos se apresentavam em estágio propício à colheita.
69
análises de resíduos de Glifosato e do seu metabólito AMPA (mg/kg) em grãos de soja nas três coletas.
Em todas as coletas tanto as concentrações de Glifosato quanto de AMPA foram maiores no tratamento com soja RR e Herbicida RR, sobressaindo-se dos demais resultados. De qualquer forma, os resultados indicam que os resíduos
detectados, tanto para o Glifosato quanto ao AMPA encontram-se em
concentrações inferiores as preconizadas como Limite Máximo de Resíduo (LMR) legalmente permitido ou reconhecido como aceitável para a soja, 10,0 mg/Kg. 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6
SLG LON RON SHG BAR
[Glifosato] ‐ SRR/HRR [Glifosato] ‐ SRR/HCV + SCV/HCV [AMPA] ‐ SRR/HRR [AMPA] ‐ SRR/HCV + SCV/HCV Áreas Monitoradas Co n c. (mg/ kg)
Soja Roundup®Ready e herbicida convencional (SRR/HCV); Soja Roundup®Ready e herbicida Roundup®Ready (SRR/HRR) e soja convencional e herbicida convencional (SCV/HCV).
São Luis Gonzaga (SLG); Londrina (LON); Rondonópolis (RON); Santa Helena de Goiás (SHG) e Barretos (BAR).
Figura 9. Resíduos de Glifosato e do seu metabólito AMPA (mg/kg) em grãos
70 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6
SLG LON RON SHG BAR
[Glifosato] ‐ SRR/HRR [Glifosato] ‐ SRR/HCV + SCV/HCV [AMPA] ‐ SRR/HRR [AMPA] ‐ SRR/HCV + SCV/HCV Áreas Monitoradas Conc . (mg/kg)
Soja Roundup®Ready e herbicida convencional (SRR/HCV); Soja Roundup®Ready e herbicida Roundup®Ready (SRR/HRR) e soja convencional e herbicida convencional (SCV/HCV).
São Luis Gonzaga (SLG); Londrina (LON); Rondonópolis (RON); Santa Helena de Goiás (SHG) e Barretos (BAR).
Figura 10. Resíduos de Glifosato e do seu metabólito AMPA (mg/kg) em grãos
de soja da 2ª coleta da dados.
0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7
SLG LON RON SHG BAR
[Glifosato] ‐ SRR/HRR [Glifosato] ‐ SRR/HCV + SCV/HCV [AMPA] ‐ SRR/HRR [AMPA] ‐ SRR/HCV + SCV/HCV Áreas Monitoradas Co n c. (mg/kg)
Soja Roundup®Ready e herbicida convencional (SRR/HCV); Soja Roundup®Ready e herbicida Roundup®Ready (SRR/HRR) e soja convencional e herbicida convencional (SCV/HCV).
São Luis Gonzaga (SLG); Londrina (LON); Rondonópolis (RON); Santa Helena de Goiás (SHG) e Barretos (BAR).
Figura 11. Resíduos de Glifosato e do seu metabólito AMPA (mg/kg) em grãos
71 6. DISCUSSÃO
O Glifosato apresenta baixa toxicidade para a saúde humana e ao meio ambiente quando comparado com outros praguicidas. De acordo com os princípios elaborados por Paracelso, pai da Toxicologia, se não houver exposição à substância, mesmo tóxica, não constituirá risco, apesar do seu potencial de periculosidade inerente. Um indivíduo em contato diário está mais exposto do que indivíduos de ambientes urbanos, estando assim, mais propício ao risco de eventual intoxicação, dependendo é claro, dos equipamentos de proteção individual utilizados, modo de aplicação, frequência de exposição a uma mesma substância, cuidados básicos necessários para preservar a integridade da saúde e a interação da dose e substância com o organismo.
É possível encontrar na literatura os valores de ingestão diária aceitável permitida e limite máximo permitido para diversos praguicidas, porém, quanto ao limite máximo de resíduo deste praguicida no solo, não encontramos nada estabelecido pelas agências regulamentadoras, apenas os dados anteriormente citados pelo INCHEM. Além do mais, na monografia brasileira do ingrediente ativo não consta os limites máximos de resíduos para o AMPA, o principal metabólito do Glifosato. Sendo assim, no presente trabalho, foram usados como referência, os limites de Glifosato permitidos para a cultura da soja, cultura escolhida para avaliação devido à sua produção em grande escala no Brasil, para assim, usarmos como parâmetro para avaliar o comportamento do AMPA tanto em solo como nos grãos de soja.
Até o momento não foi identificado se seria necessário estabelecer limites para o AMPA, uma vez que a literatura destaca a semelhança de suas características com o Glifosato. Por outro lado, existem controvérsias de que o AMPA seja mais persistente que o Glifosato e que tenha sido encontrado em níveis mais elevados tanto nas amostras de solo como nos grãos. De qualquer
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forma, vale lembrar que todas as concentrações estão dentro dos limites permitidos para a cultura analisada.
De acordo com o relatório da FAO, “Pesticides residues in food” (1997), o AMPA possui uma estrutura química muito semelhante a do glifosato e não tem uso comercial. Apesar de no passado o AMPA ter sido omitido da definição de resíduo quanto à recomendação para o LMR, após o aparecimento das culturas geneticamente modificadas tolerantes ao glifosato, este metabólito mostrou ser o principal resíduo encontrado em concentrações superiores as do glifosato. Diante disso, o AMPA foi avaliado quanto a sua toxicidade e
determinou-se uma DL50 de 8300 mg/kg, NOAEL de 400 mg/kg de peso
corporal por dia e ingestão diária aceitável para os seres humanos considerando a soma de glifosato e AMPA entre 0-0,3 mg/kg. Uma vez que o AMPA não induz irritação dérmica ou ocular em coelhos e apresenta baixa toxicidade, sendo considerado toxicologicamente semelhante ao glifosato, foi descartada a necessidade de se criar uma base de dados completa e exclusiva para o AMPA.
Sendo assim, pode-se entender que se o produto for utilizado de acordo com as recomendações da bula, com os equipamentos individuais de proteção requeridos, com as doses aprovadas pelos órgãos registrantes e respeitando a rotação de cultura e/ou ingrediente ativo, dificilmente o produto acarretará algum dano ambiental ou a saúde humana. Até mesmo porque, com base no LMR da soja, podemos ser mais restritivos usando como base de comparação as amostras analisadas também para o solo, ou seja, não causam riscos ao meio ambiente e a saúde humana, visto que todas se encontram em níveis inferiores a 10 mg/Kg.
As maiores concentrações de AMPA e/ou Glifosato foram observadas nas áreas com temperaturas mais elevadas, em especial no tratamento com soja RR/herbicida RR. Assim, recomenda-se que seja avaliada em profundidade a
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interferência da temperatura de determinadas regiões de plantio no acúmulo do herbicida no solo e nos grãos da soja.
A avaliação do risco é um processo sistemátivo através do qual o perigo
da substância, a exposição e o risco são identificados e quantificados. Neste presente trabalho, levantamos o perigo da substância de acordo e o seu respectivo risco, de acordo com a sua disposição no solo e em grãos de soja, porém, não correlacionamos com a exposição seja a saúde como ao meio ambiente. De qualquer forma, diversas publicações afirmam que se o glifosato for utilizado de forma adequado, não haverá risco, ou melhor, não haverá efeitos adversos significativos.
74 7. CONCLUSÃO:
Com base nos dados obtidos, referentes à avaliação da presença de resíduos de Glifosato e ácido aminometilfosfônico (AMPA) em grãos de soja e em amostras de solo, pode-se concluir que:
a) As amostras dos tratamentos de soja Roundup Ready/herbicida Roundup Ready apresentaram concentrações de Glifosato e AMPA superiores às amostras dos outros tratamentos, talvez pelo fato de ter duas aplicações, sendo a pré e pós-emergente;
b) As concentrações de AMPA prevaleceram mais altas que as concentrações de Glifosato em todas as amostras de solo, conforme já esperado pelo fato do metabólito ser mais persistente;
c) Apesar das diferentes concentrações de Glifosato e AMPA entre os tratamentos, todas as amostras tanto de solo quanto grãos de soja, apresentaram concentrações de Glifosato e AMPA muito baixas;
d) As áreas com temperaturas mais elevadas resultaram em concentrações de Glifosato e AMPA maiores que as demais áreas;
e) A área de Rondonópolis apresentou as maiores concentrações de glifosato tanto no solo quanto nos grãos de soja quando comparado com as outras áreas analisadas;
f) Com base nos resultados obtidos, as amostras analisadas oriundas do tratamento de glifosato em soja são passíveis de baixo risco a saúde humana,
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visto que todas se encontram abaixo de 10 mg/Kg.
g) Se utilizado de maneira correta, seguindo as instruções da bula, o Glifosato não atingirá o Limite Máximo Permitido.
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