1.5. KADIN YOKSULLUĞU- YOKSULLUĞUN KADINLAŞMASI
1.5.1. Kadın Yoksulluğunu Etkileyen Faktörler
Se a sua empresa não lhe oferece uma ferramenta fácil de usar para capturar notas, listas e itens de calendário, use um serviço grátis da Web como o Backpack (backpac- kit.com). Com ele você vai poder administrar seu tempo adicionando encontros e entrevis- tas num calendário e, ao mesmo tempo, vai poder administrar uma lista do que fazer. Você pode acessá-lo de qualquer lugar, via Web, e até compartilhar os dados com outras pes- soas em sua redação. Um sistema eletrônico como este é melhor do que o papel porque é fácil editar e modificar listas, mudar a ordem de prioridades, guardar seus itens de calen- dário e listas como um arquivo.
Se você puder, use um banco de dados: No Ventura County Star, Howard Owens construiu
um banco de dados para fontes de notícias e o disponibilizou para que todos os repórte- res pudessem compartilhar os dados na Web. “Toda fonte de informação era guardada lá e ficava accessível a toda a redação”, disse Owens.
Muitas redações instalaram bancos de dados similares, mas não em número suficiente. O ideal é que um banco de dados seja capaz de guardar o nome da fonte, os dados do contato, informação de background e o nome do arquivo, bem como a localização de uma foto tipo 3x4, caso exista. Deve poder guardar também informação pessoal como data de aniversário (para se conhecer a idade), nome da esposa, filhos, título profissional e entidades às quais está ligado.
Mais exemplos: Para outros tipos de arquivos de dados que podem ser úteis
para a elaboração de material jornalístico acesse o htpp://powerreporting.com/files/index.html.
As participações em instituições do tipo escola, empresa ou agências associativas podem ser guardadas numa planilha diferente para serem acessadas rapidamente e relacionadas à ficha principal da fonte de informação jornalística. Assim, qualquer um na redação pode procurar pelo nome, especialidade ou órgão a que pertence.
Na medida em que mais jornalistas se digitalizam, está cada vez mais fácil compartilhar informação. Derek Willis do Washington Post, escreveu no primeiro de uma série de artigos publicados em seu blog, humildemente chamado de Consertando o Jornalismo: “Você poderia imaginar um negócio baseado na informação que permitisse a seus empre- gados construir muros em torno da informação? Você pode imaginar isso acontecendo hoje?” (Leia a série completa no www.thescoop.org/thefix.)
Pense em toda a informação que circula dentro das empresas de notícias todos os dias. Agora, pense no quanto ela é pouco accessível àqueles que trabalham lá, ou ainda mais importante, ao público que gostaria de acessá-la. Esse é um problema a ser enfrentado pelas empresas jornalísticas. E precisa ser resolvido agora. Você pode começar armazenan- do sua informação eletronicamente e lançar mão de instrumentos de compartilhamento de dados como páginas wiki para uso interno e bancos de dados compartilhados.
Fazer um calendário de eventos deve ser o ponto de partida em sua redação. Se os seus funcionários ainda têm o hábito de inserir cada evento como um documento Word, você tem um problema. Se você tiver um banco de dados, basta dar um enter, para acessar infor- mações como local, endereço e telefone, reduzindo em muito sua carga de trabalho (e a chance de erros de digitação).
Há muitas outras oportunidades para criar bancos de dados em setores da informação onde se gasta anualmente muito esforço para guardar dados e documentos que não podem ser acessados pelo público do jornal ou audiência de TV. Aqui estão algumas poucas áreas de informação onde nós estamos arquivando (ou planejando arquivar) material em banco de dados, em Tacoma:
•Listas de acampamentos de verão.
•Campos para treinamento esportivo.
•Listas de restaurantes e cinemas.
•Estatísticas de nascimentos, mortes, divórcios.
•Empresas jornalísticas, empregos e promoções.
•Caminhada da semana.
Capítulo 4: Novos métodos de reportagem
Cada um desses conteúdos foi pesquisado pela equipe de redação durante anos, até déca- das. Nós podemos maximizar o valor dos dados fornecendo-os para nossa audiência dentro de um formato de banco de dados, ao mesmo tempo que simplificamos nossa operação e reduzimos a quantidade de entradas de dados que fazemos.
Você pode usar um banco de dados numa cobertura jornalística? Sim, pode. Muitos jor-
nais adotaram o “formato alternativo de narrativa jornalística” para coberturas básicas, onde a reportagem ou artigo é dividida em partes de leitura fácil e tituladas com expres- sões do tipo “O que aconteceu”, “O que significa” ou “Próximos Passos”. O Oregonian, em Portland, padronizou a edição de textos e o sistema de cobertura jornalística por meio de pequenos textos de atualização colocados dentro de quadros nas páginas do jornal. Este novo formato de notícia, com etiquetas como “O Que Está em Questão”. “Atualize-se”, “Próximos Passos” e “Saiba Mais” indicam que os dados estão sendo publicados em forma- tos consistentes e que podem ser facilmente transformados num banco de dados. Pense na cobertura de uma reunião do Conselho Municipal ou do Conselho Escolar de sua cidade. Se você tiver um banco de dados com registros pertinentes (data da reunião, itens mais importantes da agenda com um pequeno sumário, os votos e até um campo para aná- lise), você pode usar este material para produzir um artigo
alternativo para a edição impressa do jornal. Na versão onli- ne, o público (e os repórteres do jornal) poderia recuperar e selecionar os dados de reuniões anteriores.