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İÇ BORÇLANMA VE NAKİT GERÇEKLEŞMELERİ

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No que diz respeito à escolha do tempo verbal, Matte Bon (2010b) destaca que o falante dispõe de diversos recursos para falar do passado, entre os quais o PPS e o PPC desempenham um papel fundamental. O autor, também, ressalta que a escolha entre estes depende da perspectiva que o falante queira dar ao enunciado. Sendo assim, reunimos

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concepções, a partir de uma perspectiva gramatical, a respeito dos usos e valores do PPS e do PPC do Espanhol.

Sobre o PPS, conforme Concha Moreno e Eres Fernández (2007), usamos este tempo verbal para: a) organizar os acontecimentos nas narrações; e b) apresentar os acontecimentos em um tempo determinado.

16. “Irrumpieron hace unos años en los supermercados coronando así un gran esfuerzo de producción argentino. Quienes tomaron exitosamente el tema

aplicaron tecnología europea.”13 (CONCHA MORENO e ERES

FERNÁNDEZ, 2007, p. 226)

17. “En un aparte, Perrin explicó algunos secretos. Nos quedamos con ellos toda la

noche.”14 (CONCHA MORENO e ERES FERNÁNDEZ, 2007, p. 226)

Como podemos ver no exemplo 16, os verbos conjugados no PPS organizam as ações dentro da narração, indicando que primeiramente houve uma invasão nos supermercados, posteriormente a aceitação de uma ideia, que culminou na aplicação de tecnologia europeia nos supermercados. No exemplo 17, identificamos o uso do PPS para apresentar um acontecimento, ou seja, a revelação de alguns segredos, feita por Perrin.

Para Castro (1996), o PPS é utilizado para: a) expressar ações terminadas, realizadas em uma unidade de Tempo que o falante considera sem continuação no presente (com marcadores temporais pré-hodiernos: ayer, anteayer, el año pasado etc.); b) referir-se a uma unidade de tempo ou espaço temporal no qual já não está o falante; c) falar de quantidades de Tempo determinadas; d) contar fatos ou ações como algo independente, não como costumes; e) ordenar as ações, quando há várias, ou interrompê-las no seu transcurso; f) dar opinião. Para melhor compreensão, elaboramos os seguintes exemplos15:

18. Ayer mi amiga y yo fuimos al cine. 19. Lloré mucho, cuando mi hija nació.

13 Tradução: “Faz alguns anos invadiram os supermercados, coroando, assim, um grande esforço de produção

argentino. Aqueles que abraçaram a ideia aplicaram tecnologia europeia.” (CONCHA MORENO e ERES FERNÁNDEZ, 2007, p. 226)

14 Tradução: “Num aparte, Perrin contou alguns segredos. Ficamos com eles a noite toda.” (CONCHA

MORENO e ERES FERNÁNDEZ, 2007, p. 226)

15 Tradução: 18) Ontem eu e minha amiga fomos ao cinema; 19) Eu chorei muito, quando a minha filha nasceu;

20) A última Copa do Mundo aconteceu no Brasil, em 2014; 21) Uma vez, eu viajei para Madri para ver o show do meu cantor favorito; 22) Acordei, tomei banho, tomei café da manhã e fui para a escola; 23) Eu também não acreditei que era verdade o que as pessoas tinham falado.

20. El último mundial ocurrió en Brasil, en 2014.

21. Una vez viajé a Madrid para asistir un concierto de mi cantante preferido. 22. Desperté, me duché, desayuné y fui a la escuela.

23. Yo tampoco creí que era verdad lo que la gente había hablado.

Em relação ao PPC, segundo Matte Bon (2010b), geralmente, quando se usa este tempo verbal, as ações relatadas vêm acompanhadas por marcadores hodiernos, ou seja, que se referem a períodos temporais inacabados ou definidos em relação ao momento de fala, sendo incompatível com marcadores temporais que remetem a um período temporal acabado. Conforme Matte Bon (2010b), estes são utilizados para fazer referência a distintos momentos no Tempo, no qual o falante dispõe, principalmente, dos grupos que se definem: a) em relação ao momento de fala no qual se produz o enunciado; b) em relação ao momento passado, presente ou futuro do que se está falando (este pode coincidir ou não com o momento do enunciado); e c) por si mesmo um momento (como por exemplo: instantaneidade).

De acordo com Gutiérrez Araus (1997), as características que definem o PPC no subsistema verbal das formas passadas são: a) passado continuativo com resultado no presente – os resultados da ação passada ainda perduram no momento de enunciação; b) ante presente – refere-se a um Tempo passado anterior ao Tempo atual onde a ação está centrada pelo falante a um plano atual; e c) passado para enfatizar uma forma narrativa de passado – é posto pelo falante para dar maior ênfase e emoção a uma ação passada concluída.

Para Concha Moreno e Eres Fernández (2007), usamos o PPC para: a) indicar que a ação da qual se fala inclui o presente do falante; b) construir expressões de Tempo com os marcadores temporais hodiernos (este/esta/estos/estas (este año, esta semana, este siglo), hoy, hasta ahora, nunca y alguna vez); c) referir-se a um futuro antecipado ou ações passadas ou/e consequências vigentes no presente; d) aproximar narrativamente os fatos, através do valor de atualidade.

Na concepção de Matte Bon (2010a), entre os tempos do passado da Língua Espanhola, o PPS é o mais marcado pela problemática temporal, pois está extremamente relacionado com o passado em relação ao momento da enunciação, e é utilizado para informar sobre fatos passados (contar os fatos em si, sem criar nenhuma perspectiva específica). O PPC, por sua vez, quando é empregado, não é do interesse do enunciador contar o fato ao que se refere em si, pois a ação passada pode constituir uma explicação da situação descrita no presente do indicativo ou continuar sendo relevante em dita situação.

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Partindo do contraste entre o PPS e o PPC apresentado por Matte Bon (2010a), como na subseção anterior, nesta também classificamos o Pretérito Perfeito com base na teoria de Reichenbach. Ao contrário do Pretérito Perfeito do Português, consideramos para esse estudo uma classificação distinta entre a forma simples e a forma composta, baseando- nos no estudo de Oliveira (2007). Sendo assim, adotamos a denominação proposta pela autora conforme quadro abaixo, que classifica o PPS como [MR, ME - MF], isto é, o Momento do Evento é simultâneo ao Momento de Referência e anterior ao Momento de Fala; e o PPC como [ME – MF, MR], ou seja, o Momento do Evento é anterior ao Momento de Fala, que coincide com o Momento de Referência.

Quadro 7 – Os dois pretéritos no Espanhol (Adaptação da análise de Reichenbach)

Fonte: Oliveira (2007, p.23)

De acordo com Cartagena (1999), tanto o PPS quanto o PPC indicam anterioridade em relação ao momento de fala. Entretanto, a forma simples a indica em relação ao momento de fala, enquanto a composta a insere dentro da zona temporal do presente. Para Gutiérrez Araus (1997), o PPC, no que se refere à temporalidade, faz parte de um plano atual, em contrapartida, o PPS é uma forma absoluta do passado, ou seja, não tem relação com o presente. Vejamos os exemplos16 que elaboramos, para ilustrar esta questão:

24. Esta semana he ido a la playa. 25. En la semana pasada fui a la playa.

No exemplo 24, a ação de ir à praia faz parte do presente, porque a zona temporal em que se insere “esta semana” ainda não acabou. No entanto, no exemplo 25, a ação de ir à

praia não tem relação nenhuma com o presente, pois a zona temporal em que se insere “a semana passada”, já foi finalizada.

Conforme Concha Moreno e Eres Fernández (2007, p. 225, tradução nossa),17 o PPS “expressa um acontecimento terminado em um Tempo também terminado do qual o falante está fora, isto é, não tem relação com o presente.” Já o PPC “expressa um acontecimento passado em um Tempo presente” (CONCHA MORENO e ERES FERNÁNDEZ, 2007, p. 231, tradução nossa)18. Logo, tanto o PPS quanto o PPC fazem referência a fatos acabados, distinguindo-se pela inclusão ou não do falante no momento do evento.

Em poucas linhas, utilizamos o PPC com os advérbios que incluem o momento de fala, referindo-se a um passado que ainda faz parte do presente. Em contrapartida, utilizamos o PPS com os advérbios que excluem o momento de fala, ou seja, que fazem referência a um passado que não faz parte do presente. Vejamos os exemplos19:

26. Hoy he ido al cine. 27. Ayer fui al cine.

Na sentença 26, a ação ocorreu, porém, ainda, resulta no presente, pois o dia ainda não acabou. Já na 27ª, a ação não tem relação com o presente, pois distinto do exemplo anterior, o dia já acabou. Para distinguir o PPS do PPC, Bello (1979) faz a comparação entre as seguintes proposições20:

28. Roma se hizo señora del mundo. (BELLO, 1979, 423)

29. La Inglaterra se ha hecho señora del mar. (BELLO, 1979, 423)

O autor afirma que, na sentença 28, o senhorio de Roma é um fato que já passou. Por outra parte, na 29ª sentença, traz a Inglaterra como soberana dos mares na época em que o autor escreve o enunciado. Ou seja, o senhorio de Inglaterra, distinto do de Roma, estabelece- se no passado, porém prolonga-se até o momento atual.

17 Citação original: “Expresa un acontecimiento terminado en un tiempo también terminado del que está fuera el

hablante. No tiene relación con el presente.” (CONCHA MORENO e ERES FERNÁNDEZ, 2007, p. 225)

18 Citação original: “expresa un acontecimiento del pasado en un tiempo presente.” (CONCHA MORENO e

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Nas palavras de Gómez Torrego (2005, p. 150), a diferença entre o PPC e o PPS “é que os fatos expressados por este último estão fora da zona temporal do falante”. Para exemplificar, o autor utiliza as seguintes afirmações21:

30. “Este año lo hemos pasado mal.” (GÓMEZ TORREGO, 2005, 150) 31. “El año pasado lo pasamos mal.” (GÓMEZ TORREGO, 2005, 150)

Como podemos verificar, na 30ª frase, a ação está situada na mesma zona de Tempo em que se encontra o falante (este ano), enquanto que na 31ª, o falante se encontra em outra zona temporal. Gómez Torrego (2005) ressalta que a relação temporal do falante com a ação pode ser meramente psicológica. Vejamos os exemplos22 a seguir:

32. “Hace tres años que ha muerto mi padre.” (GÓMEZ TORREGO, 2005, 150) 33. “Hace tres años que murió mi padre.” (GÓMEZ TORREGO, 2005, 150) Apesar de o autor utilizar o mesmo marcador temporal (hace tres años) em ambas as frases, pode-se inferir um significado distinto entre elas, pois quando utilizamos o PPC, deduz-se que a ação perdura de alguma forma até o presente do falante, ou seja, a morte do pai ainda é sentida, de forma afetiva, pelo falante.

Para Matte Bon (2010a), geralmente, o PPC não vem acompanhado por marcadores temporais, pois para o enunciador o que interessa é falar das experiências passadas que têm no seu presente o sujeito gramatical (pessoa ou situação). No entanto, quando o PPC vem acompanhado de algum tipo de marcador temporal, dificilmente, serão pré-hodiernos, isto é, remitirão a um passado acabado, visto que se trata de um Tempo do presente. O autor, também, ressalta que podemos encontrar contextos, nos quais o PPC é empregado com marcadores de tempo que se referem a um passado acabado, como por exemplo, em usos dialetais de León, Burgos etc; ou, ainda, quando o marcador temporal é uma informação posterior ao que já foi dito.

34. ¿Qué hacías ayer en ese coche rojo?

21 Tradução: 30) Passamos este ano mal; 32) Passamos o ano passado mal.

¿No te lo he contado? Me he comprado un coche nuevo… En septiembre. (MATTE BON, 2010a, p. 113)23

Baseando-nos nas considerações de Matte Bon (2010a), compreendemos que, no exemplo acima, o enunciador emprega o PPC acompanhado de um marcador pré-hodierno, porque apesar de falar de uma ação passada, ter comprado para si um carro novo, para ele é um fato importante e atual.

Para Matte Bon (2010a), os marcadores temporais que remetem a unidades de tempo consideradas inacabadas, geralmente, vêm acompanhados do PPC. Entretanto, estes, também, podem vir acompanhados do PPS, já que o enunciador pode considerar as unidades de tempo mais ou menos amplas, de acordo com fatores pragmáticos como o momento e o tema, a intenção etc. Vejamos:

35. “Esta mañana fui al mercado”. (MATTE BON, 2010a, p. 114)24 36. “Esta mañana he ido al mercado”. (MATTE BON, 2010a, p. 114)25

No exemplo 35, o que interessa para o enunciador é contar o fato em si, sendo este considerado distante do momento de fala, isto é, sem relação com o presente ainda que a unidade de tempo não tenha acabado. Já, no exemplo 36, o enunciador relata um fato do seu dia, desta forma, considera uma unidade de tempo mais ampla, a unidade dia. No entanto, se pensarmos a partir de uma perspectiva linguística, a visão de Matte Bon (2010a) é questionável, visto que há estudos linguísticos que mostram que dependendo da região dialetal, o falante pode optar pelo uso frequente da forma simples. Por exemplo, o estudo de Santos (2009) constatou que o PPS e o PPC do Espanhol têm usos distintos em Madri, na Cidade do México e em Buenos Aires. No entanto, as três capitais apresentam o uso predominante do PPS. Já o estudo de Paixão (2011) afirma que o PPC apresenta grandes divergências de uso entre línguas românicas distintas e, ainda, entre variantes dialetais, e sociais, de uma mesma língua.

Na visão de Jara Yupanqui (2013), o PPC é uma forma verbal frequente tanto na Língua Espanhola quanto em outras línguas do mundo, porém pode desaparecer com o Tempo ou continuar mudando. Tal instabilidade é constatada no estudo de Harris (1982), que

23 Tradução: 34) O que você estava fazendo ontem nesse carro vermelho?

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distingue, de forma diacrônica, o valor do PPC nas línguas romances em quatro etapas, sendo elas: 1) para se referir a estados presentes resultantes de ações passadas, nos quais não se incluíam situações passadas recentes ou não; 2) aquisição de relevância presente em contextos específicos; 3) marcação de ações passadas com relevância no presente; e 4) usadas com funções desempenhadas pelo PPS.

Em contrapartida, para Barbosa (2003), o PPC do Espanhol não caiu em desuso, senão passou a ser empregado de forma com distintos usos. A autora associa estes usos ao do Português brasileiro, que expressa Aspecto iterativo e durativo, como mostra a sentença abaixo:

37. - ¿Has escrito a Fulano? - Eso lo hemos discutido muchas veces. (LOPE BLANCH, 1961, p.136)

Nota-se que há uma ideia de repetição por meio do adjunto muchas veces, além disso, subtende-se que a ação de discutir tem uma duração continua. Ainda em relação ao valor do PPC no Espanhol, o estudo de Paixão (2011) sobre o Pretérito Perfeito na variedade mexicana mostra que a forma composta tem o valor experiencial ou resultativo, isto é, tem relevância no presente. Conforme a autora, a princípio, este uso não era típico desta variedade, o que mostra que esta forma verbal foi utilizada em contextos distintos antigamente, instabilidade esta que corrobora a ideia do estudo de Harris (1982).

Por fim, em relação ao PPS e o PPC, pontuamos alguns estudos sobre diversidade linguística inerente a esses tempos verbais no Espanhol e as suas respectivas considerações, no quadro a seguir:

Quadro 8 – Estudos sobre a diversidade linguística do PP do Espanhol

AUTOR CONSIDERAÇÕES

Penny (2004) A alternância entre as formas do PPS e do PPC foi objeto de atenção antes mesmo da aparição da Sociolinguística variacionista, visto que gramáticos e dialetólogos já teciam reflexões a respeito dessa alternância, pontuando as diferenças entre umas regiões e outras. Além disso, a preferência por uma das duas formas, que atuam neste sentido como uma espécie de marcador regional, levou alguns linguistas a concluir que a oposição entre o PPS e o PPC parece neutralizada em algumas variedades da Língua Espanhola. Aleza Izquierdo e

Enguita Utrilla (2010)

Ao contrário do que nos dizem grande parte dos materiais didáticos, existe sim o uso do PPC na América, ainda que a forma simples

seja predominante. Vidal de Battini

(1964)

Na Argentina, o uso do PPC é dominante no Noroeste do país. No restante das regiões argentinas, há a alternância entre a forma composta e a forma simples, porém, o uso do PPS prevalece.

Donni de Mirande

(1992) Exceto nas regiões do norte da Argentina, não se utiliza o PPC para referir-se a um passado com conexão com o presente na língua oral. Os falantes argentinos preferem usar o PPS em quase todo tipo de contexto. Além disso, ressalta que o PPC tem mais frequência no nível culto formal.

Oliveira (2010) Os complementos adverbiais pré-hodiernos (ayer, la semana passada, etc.) favorecem o uso do PPS, enquanto que os hodiernos (hoy, esta mañana, etc.) ao PPC. Entretanto, é possível encontrar, em contexto hodierno, a forma verbal simples.

Oliveira (2007) Tanto em países hispano-americanos como na Espanha há o uso tanto do PPS quanto do PPC, porém este ocorre de forma diferente. O emprego do PPS é mais frequente em todo contexto hispânico. Alcaine (2007) Devido ao contato com o quéchua, falantes de variedades

hispânicas pertencentes ao âmbito andino selecionam o PPS para transmitir uma experiência vivida e o PPC para referir-se a um fato não presenciado, de que não se tem certeza e tampouco pretende o indivíduo comprometer-se com a veracidade da informação

Jara Yupanqui (2013) A partir do contraste da frequência relativa do PPS e do PPC na variedade do espanhol de Lima (1989 e 2013) com a de outras capitais da América latina. Os dados mostram que Lima (1989) tem um padrão mais distante do México e mais próximo do Chile e da Colômbia. Em contrapartida, os dados de Lima (2013) aproximam- se mais do México e tem cerca da metade dos dados Bonaerenses. Dias (2004) Sobre as formas do PPS e do PPC no espanhol mexicano, com base

em estudos anteriores, entende-se que a oposição entre esses tempos verbais é aspectual. Pois, a forma simples expressa um valor perfectivo pontual enquanto a forma composta expressa uma ideia de aspecto durativo ou reiterativo. Sendo assim, o PPC, na variedade mexicana, induz a pensar que as ações acontecem no passado e permanecem no presente. Ademais, baseando-se em Gutiérrez Araus (1997), é possível comparar o uso da forma composta na variedade mexicana com o da variedade espanhola, já que em ambas, o uso do PPC pode se referir a fenômenos passados que perduram no presente.

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Na seção a seguir, discorremos sobre a categoria Aspecto, considerando a sua utilização na Língua Portuguesa e na Língua Espanhola.

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Benzer Belgeler