2.3 Yeraltısuyu Kirliliği Çalışmaları
4.1.1 Genel Jeoloji
Para medir o índice de atividade pozolânica da cinza de biomassa de cana-de-açúcar, foram utilizadas as normas da ANBT: NBR 12.653:2012 - Materiais pozolânicos; NBR 5.751:2012 - Materiais pozolânicos: determinação da atividade pozolânica com cal; e NBR 5.752:2012 - Materiais pozolânicos: determinação de atividade pozolânica com cimento Portland - Índice de atividade pozolânica com cimento.
IAP = f cB x100 (0.1)
f cA
Onde:
f cB = resistência média dos corpos-de-prova moldados com pozolana aos 28 dias.
3.2.2 - Ensaio no estado fresco
3.2.2.1 - Massa unitária
Para se medir a massa unitária no estado fresco da argamassa colante, foi utilizada a NBR 13.278: 2005 - Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - determinação da densidade de massa e do teor de ar incorporado.
Para o ensaio, prepara-se a argamassa, que é colocada em um recipiente cilíndrico calibrado, formando três camadas com alturas aproximadamente iguais e, em cada camada, aplicam-se 20 golpes ao longo do perímetro da argamassa, com a espátula na posição vertical. Após o golpeamento de cada camada, efetuam-se três quedas do recipiente com altura de aproximadamente 3 cm, não devendo ficar vazios entre a argamassa e a parede do recipiente. Logo após, pesa-se e registra-se a massa do molde com argamassa.
Densidade da massa:
d = mc - mv x1000 (0.2)
V r
Onde:
mc = massa do recipiente cilíndrico contendo a argamassa de ensaio, em gramas;
mv = massa do recipiente cilíndrico vazio, em gramas;
V r = volume do recipiente cilíndrico, em centímetros cúbicos;
3.2.2.2 - Tempo em aberto
Para se medir o tempo em aberto da argamassa colante, foi utilizada a NBR 14.081-3:2012 - Argamassa colante industrializada para assentamento de placas cerâmicas - parte 3: Determinação do tempo em aberto, quando assentada em paredes e pisos pelo método da camada fina, utilizando carga estática.
Para a execução do ensaio, prepara-se a argamassa, que é estendida na direção longitudinal sobre o substrato-padrão e, no final dessa operação, aciona-se o cronômetro. Após transcorrido o tempo em aberto, posicionam-se dez placas cerâmicas, carrega-se cada placa com peso padrão durante 30 s. Após 28 dias, executa-se o ensaio de
arrancamento por tração manual, com carga uniforme, a uma velocidade de 250 N/s até a ruptura, quando se registra a carga máxima alcançada.
Calculada a tensão de ruptura ft pelafórmula;
ft = T (0.3)
A Onde:
ft = tensão de ruptura, arredondada a segunda casa decimal, expressa em MegaPascal (MPa);
T = força de ruptura, expressa em newtons (N);
A= área da placa cerâmica, expressa em milímetros quadrados (mm2), considerada igual a 2.500 mm2;
O valor obtido deve ser comparado com 0,5 Mpa. Se o valor obtido for igual ou superior a 0,5 Mpa, o tempo em aberto da argamassa ensaiada é igual ou superior ao tempo executado no ensaio.
3.2.2.3 - Deslizamento
Para se medir o deslizamento da argamassa colante, foi utilizada a NBR 14.081-5: 2012 - Argamassas colantes industrializadas para assentamento de placas
cerâmicas - parte 5: Determinação do deslizamento, quando assentada em paredes, pelo método da camada fina.
Para a realização do ensaio, deve-se prender uma régua metálica na borda do substrato-padrão, com a ajuda de um dispositivo de fixação, colocando-se uma fita adesiva sobre o substrato, de modo que a sua aresta fique rente à régua. Aplica-se a argamassa e, com a desempenadeira dentada, formam-se os cordões perpendiculares à régua, aplicam-se três placas cerâmicas sobre os filetes da argamassa, retira-se a fita adesiva e imediatamente posicionam-se dois espaçadores para cada placa cerâmica com aproximadamente 25 mm encostados na régua. Retiram-se os espaçadores e fazem-se medidas iniciais com um
Após essa operação, coloca-se o substrato-padrão na posição vertical durante 20 min, retornando-o à posição horizontal e fazendo-se a leitura final nos pontos em que foram colocados os espaçadores.
Calcular o deslizamento L pelafórmula:
L = (Lf – Li) (0.4)
6 Onde:
ft = tensão de ruptura, arredondada a segunda casa decimal, expressa em MegaPascal (MPa);
T= força de ruptura, expressa em newtons (N);
A= área da placa cerâmica, expressa em milímetros quadrados (mm2), considerada igual a 2.500
mm2.
3.2.2.4– Reologia
Para se avaliar o comportamento reológico da argamassa colante no seu comportamento reológico, foram utilizados os ensaios de Flow Table e o ensaio do Squeeze- Flow, tendo em vista que as argamassas são aplicadas no seu estado fresco. Esses ensaios se tornam importantes para a análise do comportamento dessa argamassa durante sua aplicação.
3.2.2.4.1 – Flow Table
Para se avaliar o índice de consistência da argamassa colante no ensaio de Flow Table, foi utilizada a NBR 13.276:2005 - Argamassas de assentamento e revestimento de parede e tetos - preparo da mistura e determinação do índice de consistência.
Para a execução do ensaio, prepara-se a argamassa e enche-se o molde tronco-cônico com três camadas, aplicando-se, em cada uma delas, 15, 10 e 5 golpes respectivamente com um soquete; retira-se o molde e aplicam-se 30 golpes na mesa de consistência em 30 s; no final dessa operação, medem-se, com paquímetro, três medidas de diâmetros do espalhamento da argamassa sobre mesa de consistência. Logo, o índice de
Figura 3.2: Ensaio de Flow Table
3.2.2.4.2 – Squeeze-Flow
Para se avaliar o comportamento reológico da argamassa colante no ensaio de Squeeze-Flow, foi utilizado a NBR 15.839:2010 - Argamassas de assentamento e revestimento de parede e tetos - caracterização reológica pelo método Squeeze-flow.
O ensaio é executado em amostras de 10 mm de altura e 101 mm de diâmetro e realizado 15 minutos após a colocação da água, sendo executado com velocidade de compressão da prensa de 0,1 mm/s, conforme figura 3.3.
Figura 3.2: Ensaio de Squeeze Flow
Durante o ensaio, é plotado um gráfico força aplicada versus deslocamento da amostra inicial.
3.2.3 - Ensaio no estado endurecido 3.2.3.1 - Massa unitária
Foram realizados ensaios da massa unitária da argamassa colante no estado endurecido, pegando-se a massa de argamassa e dividindo-a pelo seu volume.
3.2.3.2 - Resistência à tração na flexão e resistência à compressão axial
Para avaliar a resistência à compressão e à tração na flexão da argamassa colante no estado endurecido, foi utilizada a NBR 13.279:2005 - Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - determinação da resistência à tração na flexão e à compressão.
As moldagens dos corpos de prova foram feitas em moldes prismáticos, compostos por três compartimentos, que utilizam três corpos de prova de uma só vez, com seção transversal de 40 mm x 40 mm x 160 mm de comprimento, sendo utilizada mesa de adensamento por queda, aplicando-se 30 quedas com a mesa por camada e espalhando-se a argamassa em duas camadas, com a ajuda do nivelador de camadas, até preencher o molde; em seguida, utilizando-se uma régua metálica, rasa-se o molde, retirando-se o material excedente das formas.
Os corpos-de-prova devem permanecer (48 ± 24) h nos moldes, com temperatura do ar de (23 ± 2)º C e umidade relativa do ar de (60 ± 5) % e, depois, devem ser desmoldados e mantidos na mesma condição até a sua ruptura.
Os corpos de prova foram colocados na prensa e a eles foi aplicada uma carga de (50 ± 10) N/s até sua ruptura. A resistência à tração (Rf) é calculada segundo a equação:
Rf = 1,5. Ft .L em MPa, (0.5)
403 Onde:
L = distância entre os suportes em mm, igual a 100 mm; Ft= força de tração em newtons.
Para a resistência à compressão axial, utilizamos as metades dos corpos-de- prova do ensaio de flexão. Os corpos-de-prova foram colocados na prensa e a eles foi aplicada uma carga de (500 ± 50) N/s até sua ruptura. A resistência à compressão axial (Rc)
é calculada segundo a equação:
Rc = Fc em MPa (0.6)
1.600 Onde:
Fc = carga máxima aplicada, em newtons.
3.2.3.3 – Aderência
Para avaliar a resistência de aderência à tração da argamassa colante, foi utilizada a NBR 14.081-4:2012 - Argamassa colante industrializada para assentamento de placas cerâmicas parte 4: Determinação da resistência de aderência à tração apara assentamento e revestimento de paredes e tetos - Determinação da resistência à tração na flexão e à compressão. Para esse ensaio, foi utilizado substrato-padrão, conforme solicita a referida NBR.
A argamassa colante foi preparada conforme a NBR 14.081-2:2012. Após 5 minutos da preparação, são colocadas as placas cerâmicas sobre os cordões da argamassa estendida sobre o substrato-padrão e, sobre cada placa cerâmica, coloca-se uma massa- padrão com cerca de 2 Kg de massa, durante 30 segundos; após a retirada da massa-padrão, o conjunto contendo o substrato-padrão deve permanecer no mínimo 24 horas na posição horizontal; logo após esse período, deve ser colocado na posição vertical para ser submetido às condições de cura.
Para as argamassas estudadas, foi utilizada a cura normal, a cura com imersão em água e a cura em estufa, conforme orientação descrita na NBR-14.081-1:2012.
Na cura normal, o conjunto com substrato, argamassa e cerâmica deve ser submetido, durante 28 dias, às condições ambientais de laboratório, com temperatura do ar de (23 ± 2)º C, umidade relativa do ar de (60 ± 2) % e velocidade de vento máxima de 0,15 m/s. Nas 72 h que antecedem o ensaio de arranchamento, deve-se colar, em cada placa
Na cura com imersão em água, o conjunto com substrato, argamassa e cerâmica deve ser submetido, durante 7 dias, às condições ambientais de laboratório, com temperatura do ar de (23 ± 2)º C, umidade relativa do ar de (60 ± 2) % e velocidade de vento máxima de 0,15 m/s. Em seguida, o conjunto deve ser imerso em água a (23 ± 2)º C e permanecer durante 20 dias. 72 h antes do ensaio de arranchamento, coloca-se também, em cada cerâmica, uma peça metálica de arranchamento; após a peça e o adesivo estarem bem fixos, o conjunto deve ser imerso em água novamente.
Na cura com aquecimento em estufa, o conjunto deve ser submetido, durante 14 dias, às condições ambientais de laboratório descritas na ABNT NBR 14081-2. Em seguida, o conjunto deve ser colocado em uma estufa, a uma temperatura de (70 ± 2) °C. Decorridos 14 dias, deve-se retirar o conjunto da estufa, deixa-lo esfriar e realizar a colagem das peças metálicas nas placas cerâmicas, de maneira que suas superfícies fiquem sobrepostas. O ensaio de arrancamento, realizado no 28º dia do posicionamento das placas cerâmicas, deve ser iniciado no máximo em 4 h, a partir do momento em que o conjunto foi retirado da estufa. Deve ser utilizado um adesivo com tempo de enrijecimento inferior ao início do arrancamento.
O ensaio deve ser feito por tração manual, aplicando-se a carga a uma velocidade uniforme de (250 ± 50) N/s até a ruptura, devendo ser registrada a carga máxima em N. A tensão de ruptura (ft) de cada placa cerâmica é calculada mediante a seguinte
equação:
ft = T em MPa (0.7)
A Onde:
ft = tensão de ruptura, arredondada a segunda casa decimal, expressa em MegaPascal
(MPa);
T = força de ruptura, expressa em newtons (N);
A= área da placa cerâmica, expressa em milímetros quadrados (mm2), considerada igual a 2.500 mm2.
Na figura 3.4, podemos observar o equipamento para o ensaio de ruptura à tração e o substrato-padrão para o ensaio de aderência.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES