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Firavun ’un Korkusu

Belgede Kur'an-ı Kerim'de havf ve haşyet (sayfa 126-139)

KUR’AN’DA GEÇEN PEYGAMBER, SALİH, ZALİM KORKULARINA ÖRNEKLER

D. ZÂLİMLERİN KORKULARI 1 Şeytan’ın Korkusu

F. 4. Firavun ’un Korkusu

Para compreendermos Engels dentro dos marcos relativamente consolidados da teoria marxista é necessário estabelecermos, antes, um diálogo com a tradição crítica em torno dos textos de Marx, onde é possível constatar uma forma recorrente de divisão entre os autores, obrigando o leitor a manter uma maior atenção. Isso explica em parte porque, apesar da grande quantidade de textos deixados por Engels, se tornaram cada vez mais escassas as monografias e os estudos teóricos a seu respeito. Deste modo, a interpretação dos textos de Friedrich Engels defronta-se com uma dificuldade herdada das diferentes tradições de leitura das obras de Marx e Engels, que deixaram alguns obstáculos para se estabelecer com rigor as rupturas e continuidades entre as reflexões de ambos os autores durante os diversos períodos de sua produção intelectual.

Para muitos leitores da obra de Marx e Engels, a formulação de uma divisão nítida entre ambos pode parecer despropositada, especialmente se considerarmos a tradição enraizada no conhecimento produzido pelos herdeiros do comunismo e do socialismo revolucionário em nosso século. Esta tradição nos apresentou a imagem de uma sólida unidade entre Marx e Engels, sempre como dois músicos de mesma habilidade e preciosismo, porém cumprindo distintos papéis, com a imagem de Engels no papel de “segundo violino” (e a Marx o de solista), tornando os autores inseparáveis teórica, política e metodologicamente, ao executarem um mesmo “concerto.”

E, de fato, abarcar o conjunto dos textos de Marx e Engels a partir da concepção de sua separação é um procedimento que não se revela tão simples. Se refletirmos sobre situações como a escrita conjunta de obras, ou ainda se pensarmos sobre a caracterização de cada texto segundo a ideia de uma obra dentro de um processo de formação particular, caracterizado segundo um critério cronológico de escritura, resultaria em termos apenas a representação de uma experiência, mas não o conhecimento necessário para interpretar os textos e os diálogos que eles estabelecem.

Por outro lado, também é possível apontar eventos que provocariam rupturas como, para Engels, a morte de Marx, ou para Marx, o início da produção solitária d’O Capital, quando os autores se separaram em locais de atuação, permanência e produção por uma série de razões. Ou ainda, esta particularização do processo de escrita que pode ser aprofundada a partir do pressuposto presente desde o início da produção teórica de ambos os autores, caracterizada por traços presentes na composição dos textos (ilustrados por cartas e diferenciações de estilo ou aspectos teóricos presentes nestas cartas) que representariam diferenças que chegariam até mesmo, na posição em questão da capacidade intelectual de Engels ser capaz de interpretar os problemas trazidos por Marx.

Entre as abordagens apresentadas, este trabalho conclui pela necessidade de distinguir a produção de ambos os autores, especialmente quanto aos textos relativos ao tema da guerra. O que resulta não em uma ótica geralmente adotada que transferiria exclusivamente para Engels aspectos considerados críticos no marxismo. Mas em encontrar as formas como Engels lidou teoricamente com os desafios apresentados em seu tempo a partir de um referencial teórico dentro do campo marxista. No entanto, a abordagem dos textos de Engels envolve não apenas reconhecer a os elementos que compõe um repertório crítico específico em relação à obra de Marx que podem ser, ora comuns, ora distintas como duas sombras projetadas em uma parede, mas também quanto aos termos desta distinção, os objetos que tratam e os pressupostos e objetivos da crítica.

Crítica esta que não pode avançar sem confrontar-se com alguns dos elementos básicos que contestam a interpretação e a história da recepção de Engels como um autor relevante teoricamente dentro do marxismo. Lugar que reivindicamos, caso seja possível tratar de aspectos teóricos particulares fora da sombra de Marx, seja em termos do reconhecimento ou de uma crítica rigorosa dos termos em que se coloca este debate. No entanto, é necessário reconhecer neste processo o modo como se relacionavam teoricamente Marx e Engels, não como conjunto uníssono, mas como um trabalho reflexivo sobre as questões políticas apresentadas em seu tempo e segundo uma ferramenta teórica com muitos pontos em comum.

De modo semelhante, ao criticar a forma como é defendida uma cisão radical entre Marx e Engels, Thompson acreditava que a postura de distinguir os dois autores, exorcizando Engels, refletiu pressupostos comuns, tanto do marxismo como doutrina de Estado, quanto na postura frente ao marxismo reivindicado como modelo crítico inspirado principalmente no jovem Lukács. Para Thompson, contraditoriamente, esta forma de abordagem seria ligada ao

pressuposto de uma separação entre a teoria que reivindica a libertação dos trabalhadores e os sujeitos dessa mesma teoria,97 criando uma relação “anterior e independente da autodescoberta do movimento operário” em relação aos sujeitos políticos desta teoria. Segundo Thompson, esta concepção teria como pressuposto uma ênfase “no peso inelutável dos modos ideológicos de dominação que destrói qualquer espaço para a iniciativa ou criatividade da massa do povo - uma dominação da qual só uma minoria esclarecida de intelectuais se pode libertar.” 98

As premissas desta concepção, situadas em limites criados pelos próprios autores, refletiria uma crítica inspirada no problema político e teórico das consequências do fascismo não antecipadas pelo marxismo, mas vista sob um prisma de determinação mais psicológica e inconsciente que política, o que, para Thompson, conduziria a conclusões mais pessimistas ou autoritárias,99 como o do pressuposto da anulação dos trabalhadores como sujeitos políticos, como nas análises que focam na ideia de massa ou multidão, de tal modo que se justificaria o distanciamento do intelectual em relação à prática política.

Na verdade, o proletariado (ideal) pode, nesta ou naquela conjuntura crítica, passar subitamente, como uma falha geológica, a uma postura revolucionária, quando estará pronto a receber os serviços da Teoria. Até lá, para que o incômodo de tentar comunicar - educar, agitar e organizar - quando a razão é impotente para penetrar a névoa da "ideologia"?100

Para além destas formas de autocrítica do socialismo, haveria para Thompson uma abordagem distinta representada pelos teóricos políticos socialistas ou marxistas não ortodoxos que sairiam para além de sua “casca ideológica de passividade,” de tal modo que a postura teórica refletisse a política. Thompson,101 que podemos interpretar ele mesmo como representante desta visão, define esta forma de abordagem da teoria marxista do seguinte modo:

97 “Dessa forma, uma crítica "revolucionária" e "marxista" que não acredita na comunicação e que tem apenas um correlato político fictício e que, além do mais, revela que todos os males sociais são insolúveis dentro do capitalismo, termina como "a casca ideológica da passividade,” na qual a necessidade proclamada da "revolução" se transforma numa licença para um afastamento intelectual.” (THOMPSON, E. P. A Miséria da

Teoria. Ou um planetário de erros: uma crítica ao pensamento de Althusser. Rio de Janeiro: Zahar, 1981, p. 205-

6) O que resultaria para o autor, citando em numa mudança do sentido entre teoria e prática, muitas vezes pensada como defesa desta mesma realidade

98 THOMPSON, E. P. Idem, p. 205-6.

99 "A teoria marxista (...) pode se tornar uma falsa consciência, se, em lugar de ser usada para a investigação metódica da realidade através da teoria e da prática, for mal-usada como uma defesa contra essa mesma realidade (...) Os que desejam privar o marxismo de seu poder crítico e subversivo, e transformá-lo numa doutrina afirmativa, geralmente se entrincheiram atrás de uma série de lugares-comuns que, em sua abstração, são tão irrefutáveis quanto destituídos de resultados.” (Idem, p. 206)

100 Idem, p.206.

Primeiro, o comunismo libertário, ou um socialismo que seja ao mesmo tempo democrático e revolucionário em seus meios, sua estratégia e objetivos, deve permanecer firme, numa base independente, sobre seus próprios pés, desenvolvendo sua própria crítica teórica e, cada vez mais, suas próprias formas e práticas políticas. Somente com esses pressupostos será possível negociar qualquer "aliança.” E são as emergências a exigirem tal aliança, então ela não se pode fazer dentro dos termos imperativos habituais do comunismo ortodoxo: que as demais diferenças, teóricas e estratégicas, sejam obscurecidas ou silenciadas, no interesse de uma "Esquerda Ampla" (cujos interesses são, por sua vez, em ultima análise os do Partido)102.

No entanto, apesar dos pressupostos do autor, que relacionam uma maior liberdade política a uma maior liberdade teórica que resultaria em uma maior justiça quanto à utilização das ferramentas teóricas em Marx e Engels, não é este o resultado geralmente encontrado nas interpretações teóricas não-ortodoxas. Afinal, ao não se vincular nem a um programa político oficial específico e nem a um programa de pesquisa, isto não resulta em uma reapropriação equânime de Marx e Engels, alterando-se apenas o critério, distinto da condenação althusseriana de Engels, mas que ainda segue como uma forma de dissociação e crítica entre a teoria e a prática. Deste modo, a reconstituição de uma crítica marxista de modo distinto, focada mais na prática que na teoria sobre esta prática (e igualmente no papel entre teóricos e militantes) envolve estender justamente uma crítica mais profunda a ambos os autores, diminuindo a importância do problema de uma especificidade teórica e do estatuto desta especificidade.

Alterando-se os pressupostos de uma determinada práxis, como por exemplo, em João Bernardo, em Para uma teoria do modo de produção comunista (1975) em que contradições postas pela prática política, como conflitos entre classes em uma sociedade em transformação, deveriam conduzir a repensar aspectos da teoria crítica do capitalismo capazes de repensá-las. Assim, surgem importantes teses para pensar a política, como a constatação dos gestores como “classe social” (levando à radicalidade teses que aparecem em autores de modo menos estrutural) o que obrigaria a repensar a teoria crítica do capitalismo, sem abandonar outros pressupostos da teoria de Marx como a mais-valia. No entanto, sua crítica passa a identificar como o aspecto central da organização das “condições gerais de produção” se realiza mais numa organização do processo de produção com consequências políticas diretas para os trabalhadores do que no mercado segundo uma forma livre-concorrencial onde seria formado o preço. Deste modo, similarmente a outros autores como Mário Tronti e nas teses do operaísmo italiano, como aquelas presentes nos Quaderni Rossi e Classe Operaia (1963- 1966) ganha centralidade a luta pela auto-organização dos trabalhadores e o processo político

que se manifesta nas relações sociais de produção, quando concluem que a dinâmica de acumulação capitalista que permite superar as crises depende da reação do capitalismo à formas de luta e auto-organização da classe trabalhadora.

A consideração crítica da teoria marxista, em diversos autores heterodoxos responderia assim a um problema concreto, o das relações de exploração capitalista nos diversos aspectos da vida social - entendidas como um processo político que não se encerra nos portões das fábricas, mas se estende ao consumo, como relação mediada não apenas pela forma mercadoria, mas também às relações sociais em geral. Além disso, estas relações ocorreram em uma sociedade que não caminhou à pauperização como previsto por Marx no Manifesto, desdobrando-se em aspectos não formulados explicitamente em relação ao capitalismo como a cultura e as demais relações sociais que passam a ser reconhecidos como aspectos importantes da dinâmica de acumulação capitalista. A organização capitalista reagiria ao protagonismo das organizações operárias em suas múltiplas formas de resistência coletiva, tornando-se este um motor de modificações tecnológicas que adaptam o constante processo de acumulação por meio da exploração da mais-valia que investe em novas tecnologias que não apenas induzem ao desenvolvimento (que poderia apresentar aspectos positivos), mas também de controle organizando as relações sociais como um todo buscando subordiná-las ao capitalismo.

Apresenta-se assim o imperativo da transformação das estruturas de poder em formas não previstas ou ainda meramente latentes no período em que Marx traçou os aspectos mais gerais da lógica capitalista. Neste sentido, também realizou uma crítica das revoluções do século XIX, vistas como a materialização de estruturas de poder centralizadas e organizadas segundo o tipo de poder coletivo exercido pelos gestores como classe, algo que em Marx, não se exprimira de modo crítico, mas apenas focado no aspecto da organização e modificação das relações sociais de propriedade. Por isso, para João Bernardo, por exemplo, a teoria política de dos movimentos sociais anticapitalistas deveria tentar superar as “ambiguidades,”103

contradições ou conflitos internos dos movimentos anticapitalistas de natureza política ou teórica (em nível ideológico), saltando a níveis mais avançados de organização e coordenação conforme os princípios que defendem, buscando uma maior coerência entre teoria e prática. O movimento anticapitalista guardaria em si tanto a possibilidade da superação do capitalismo,

103 A exposição sobre os prismas da ideia de ambiguidade aparece exclusivamente no livro de João Bernardo Teoria do Modo de Produção Comunista (1975) sendo modificada em obras posteriores como em Economia dos Conflitos Sociais (1991) centrada na análise da economia segundo um modelo de mais valia em forma distinta de Marx.

quanto a possibilidade de superação das contradições presentes do capitalismo em uma nova fase de organização constituindo a possibilidade de uma nova classe dominante (não apenas como grupo político, ou mesmo mais a frente de um “inimigo oculto” contra o qual o movimento anticapitalista sempre deveria estar preparado.

Como podemos notar esta abordagem certamente difere tanto daquela apoiada em um corpo teórico coeso (como doutrina de estado), quanto da relação entre teoria e prática, ou mesmo em uma suposta necessidade da defesa de Marx e Engels como uma ferramenta teórica exclusiva e imutável (sob o qual pesava a defesa da imagem pública de Marx, Engels e seus seguidores dos regimes comunistas e partidos comunistas oficiais), pois a crítica ao capitalismo não pouparia ninguém, nem os supostos pais fundadores do “comunismo científico,” já que a própria teoria crítica avançaria para além das formulações de seus pais fundadores. O que resulta em que o procedimento adotado em relação à obra de cada um dos autores passa a prescindir da transferência da crítica ao marxismo especificamente a Engels poupando Marx, pois tanto Marx quanto Engels seriam postos em escrutínio conjuntamente, como forma de realizar uma autocrítica da tradição socialista a partir de seus referenciais teóricos. 104

Esta leitura caracteriza muito o chamado marxismo heterodoxo,105 tratando-se muito mais de uma postura política de independência política refletida baseada em uma maior autonomia intelectual, que, para afirmar-se, assume uma postura crítica em relação à obra de Marx e Engels inserindo-se no contexto maior da crítica às revoluções socialistas do século XX relativamente inspiradas em Marx e Engels, ao mesmo tempo em que reivindicavam parte dos princípios contidos nestas obras, mas recuperados segundo modos diversos conforme fossem considerados como portadores de uma potencialidade crítica favorável à luta dos movimentos sociais anticapitalistas ou não.

Por um lado, haveria algo semelhante entre os alinhados às obras de Marx e Engels

104 Um exemplo avançado é o de Simone Weil na primeira metade do século XX, que pode ser acompanhada nos escritos Opressão e Liberdade e mesmo os então jovens ex-trotskistas Cornelius Castoriadis e Claude Leford, presentes nos artigos da revista Socialisme ou Barbarie (presentes nas compilações Socialismo ou Barbárie nos escritos compilados como O que é Burocracia de Claude Leford). Não é preciso dizer que o fulcro desta análise e autocrítica à Marx e Engels é igualmente a crítica à União Soviética, transferida e atualizada de modo pertinente, mas nem sempre de modo justificável na obra dos autores, quanto ao contexto e a relação entre o período em que a teoria foi produzida e a posteridade que a refletiu.

105 Segundo denominação que consideramos feliz de Maurício Tragtenberg na introdução do livro Marxismo Heterodoxo, que introduz as obras de Herman Gorter, conselhista, Jan Waclav Makhaiski, revolucionário soviético contrário à separação entre trabalho simples e complexo como forma de divisão de poder e Amadeu Bordiga, rival de Gramsci no Partido Comunista Italiano, autores que ficaram para a história como esquerdistas aos olhos do leninismo. Maurício Tragtenberg. Marxismo Heterodoxo. São Paulo: Brasiliense, 1981.

como doutrinas oficiais de Estado e os teóricos não ortodoxos e críticos do sistema soviético, ao menos em relação à interpretação teórica de Marx e Engels, pensada segundo um juízo sobre o protagonismo de ambos os autores em relação à obra teórica que produziram. Pois, se enfatizavam um papel político legítimo por parte dos autores, estes não separavam a especificidade do aspecto prático em relação ao teórico, especialmente no modo de se abordar os textos, caracterizando-se por uma ausência da necessidade de especificação de um maior papel da teoria em termos de práxis, isto é, uma forma de pensar politicamente em que a teoria influencia é influenciada pela prática política, sustentada por um pressuposto social eminentemente dinâmico, na medida em que os homens poderiam se tornar senhores de sua história, modificando seu destino de modo consciente e coletivo.

A conceptualização do marxismo não-ortodoxo, seria buscada não em uma escolha entre visões balizadas que representassem pressupostos específicos de orientação da ação (entre uma teoria revolucionária e uma reformista), mas uma inovação teórica, especialmente em relação à tradição política herdada que tivesse um efeito prático servindo de instrumento de ação e surpresa que, para isso, se apoiasse em um referencial de análise próprio.

Cabe observar, no entanto, que se essa forma de analise permitiu reconstituir outros sentidos da teoria crítica do capitalismo, não como uma doutrina ou repertório analítico, mas como ferramenta para as lutas anticapitalistas, perde-se no quadro formado pelas análises destes teóricos alguns aspectos relevantes das relações sociais que não são encontrados no repertório marxista de um modo claro. Um destes aspectos, que pode estar preso nas formas de “ambiguidade” ou de “contradições” não superadas nem pela prática e nem pela teoria é o caso, segundo acreditamos, do problema da guerra e das organizações militares. Uma questão marginal na teoria política de modo geral que seria, se pensarmos em sua funcionalidade, apartada do cotidiano dos trabalhadores e opaca na organização capitalista, pois se encontra num lugar muito particular da economia de mercado.

Para investigar a obra dos autores que realizaram algumas das investigações mais profundas sobre o capitalismo no século XIX, certamente passíveis de atualizações e críticas sob o espelho do movimento operário e revolucionário do século XX, é necessário um maior esforço de análise de outros aspectos que podem não ser claros nas interpretações contemporâneas da teoria crítica do capitalismo, mas que, mesmo assim, ainda representam a experiência que poderia resultar senão em uma contribuição teórica relevante, ao menos em elementos para podermos refletir sobre a incidência da guerra na experiência do movimento operário e na teoria anticapitalista, fazendo com que Engels seja um foco notável para esta

investigação.

Se por um lado Engels foi apontado como um dos flancos mais frágeis do marxismo mais desenvolvido, por outro lado, ele permite um dos alicerces mais sólidos, na medida em que o procedimento sempre reiniciado de pensar a teoria marxista a partir do movimento operário envolveu analisar as condições da classe trabalhadora a partir das modificações

Belgede Kur'an-ı Kerim'de havf ve haşyet (sayfa 126-139)

Benzer Belgeler