III. BÖLÜM: İŞLETMELERDE BİLGİ YÖNETİMİNDE BİLGİ
III.5. Bilgi Yönetimi Sorumlusu ve Başarı Öyküleri
ALONSO, Ângela M. Idéias em Movimento. A geração de 70 na crise do Brasil Império. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
BANTON, Michael. “A herança intelectual”. In:_____ A Idéia de Raça. Lisboa: Edições 70, 1977.
BENCHIMOL, J. L. Dos Micróbios aos Mosquitos. A febre amarela e a revolução
pasteuriana no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz/Ed. UFRJ,1999.
BOWLER, Peter J. Evolution. The History of an Idea. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 1989.
BRITTO, Nara. Oswaldo Cruz: a construção de um mito na ciência brasileira. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1995.
CARON, Joseph A. “‘Biology’ in the life sciences: a historiographical contribution”. In:
History of Science, 1988.
CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril: cortiços e epidemias na corte imperial. São Paulo: Cia das Letras, 1996.
CHARTIER, Roger. A Ordem dos Livros. Leitores, autores e bibliotecas na Europa entre
os séculos XIV e XVIII. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1998.
COLLICHIO, Terezinha A. F. Miranda Azevedo e o Darwinismo no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
DANTES, Maria Amélia e HAMBURGUER, Amélia Império. “A ciência, os intercâmbios e a história da ciência: reflexões sobre a atividade científica no Brasil’. In: HAMBURGUER, A. I. et al. (orgs.) A Ciência nas Relações Brasil-França (1850-
1950). São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo/ Fapesp, 1996.
DESMOND, A. & MOORE, J. Darwin: a vida de um evolucionista atormentado. São Paulo: Geração Editorial, 2000.
Dicionário Histórico e Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832 – 1930). Capturado em 19 de maio, 2004. Online. Disponível na Internet em http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br.
ELLEGÅRD, Alvar. Darwin and the General Reader: the reception of Darwin’s theory of
evolution in the British periodical press, 1859-1872. Chicago: University of Chicago Press, 1990.
FONSECA, Maria Raquel Gomensoro Fróes. “As ‘Conferências Populares da Glória’: a divulgação do saber científico”. In: História, Ciências, Saúde – Manguinhos. Vol II, nº 3 – nov. 1995 – fev. 1996. pp 135-166.
GLICK, Thomas. “O positivismo brasileiro na sombra do darwinismo: o grupo Idéia Nova em Desterro”. In: A Recepção do Darwinismo no Brasil. DOMINGUES, Heloisa Maria Bertol; SÁ, Magali Romero; GLICK, Thomas (orgs.) Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003.
GONTIJO, Rebeca. “Identidade Nacional e Ensino de História: a diversidade como ‘patrimônio sociocultural’”. Ensino de História: conceito, temáticas e metodologia. ABREU, Martha; SOIHET, Rachel (orgs.). Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003. GOULD, Stephen Jay. A Falsa Medida do Homem. São Paulo: Martins Fontes, 1991. GUALTIERI, Regina Cândida E.“O Evolucionismo na Produção Científica do Museu
Nacional do Rio de Janeiro (1876-1915)”. In: A Recepção do Darwinismo no Brasil. DOMINGUES, Heloisa Maria Bertol; SÁ, Magali Romero; GLICK, Thomas (orgs.) Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003.
_______.Evolucionismo e Ciência no Brasil: museus, pesquisadores e publicações 1870-
1915. Tese de doutorado apresentada ao Departamento de Histór ia da FFLCH da USP, 2001.
HULL, David L. “Darwinism as a historical entity: a historiographic proposal”. In: KOHN, David (ed.). Darwinian Heritage. United Kingdon: University Press, 1985.
LAKATOS, Imre & MUSGRAVE, Alan. A Crítica e o Desenvolvimento do
Conhecimento. São Paulo: Cultrix/EDUSP, 1979.
LEAVITT, Judith Walzer. “’Typhoid Mary’ strikes back. Bacteriological theory and practice in early twentieth-century public health”. Isis, 1992, 83, pp. 608-629.
LIMA, Nísia Trindade & HOCHMAN, Gilberto. “Condenado pela raça, absolvido pela medicina: o Brasil descoberto pelo movimento sanitarista da Primeira República”. In: MAIO, Marcos C. & SANTOS, Ricardo V. Raça, ciência e sociedade. Rio de Janeiro: FIOCRUZ/CCBB, 1996.
MARÍAS, Julián. Historia de la filosofia. Madrid: Editorial Revista de Occidente, 1970. MARTIUS, Karl F. P. Von. “Como se deve escrever a história do Brasil”. In: _______. O
estado de direito entre os autóctones do Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo, USP, 1982, p. 85-107. Transcrito da Revista do Instituto Histórico e Geográfico
Brasileiro, n. 24, jan. de 1845.
MATTOS, Hebe Maria. Escravidão e cidadania no Brasil monárquico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000: (Coleção Descobrindo o Brasil)
MAYR, Ernst. O desenvolvimento do pensamento biológico. Brasília: Editora da UnB, 1998.
______. Populações, espécies e evolução. São Paulo: Companhia Editora Nacional/EDUSP, 1977.
PAPAVERO, Nelson. “Fritz Muller e a comprovação da teoria de Darwin”. A recepção do
darwinismo no Brasil. In: DOMINGUES, Heloisa Maria Bertol; SÁ, Magali Romero; GLICK, Thomas (orgs.) Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003.
PRUNA, Pedro M. Darwinismo y sociedad em Cuba: siglo XIX. Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1989.
RITVO, Lucille B. A influência de Darwin sobre Freud. Um conto de duas ciencias. Rio de Janeiro: Imago Editora,1992.
ROMERO, Silvio. História da literatura brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1949 [1881].
RUIZ, Rosaura e AYALA, Francisco J. El método em las ciencias. Epistemologia e
darwinismo. México: Fondo de Cultura Econômica, 2000.
_____ “El núcleo duro del darwinismo.” In: GLICK, Thomas F., RUIZ, Rosaura y PUIG- SAMPER, Miguel Ángel (ed.). El darwinismo en España y Iberoamérica. Madrid: Ed. Doces Calles, 1999.
SANTOS, Ricardo V. “Mestiçagem, degeneração e a viabilidade de uma nação: debates em antropologia física no Brasil (1870 – 1930)”. In: PENA, Sérgio D. J. Homo brasilis:
aspectos genéticos, lingüísticos históricos e socioantropológicos da formação do povo brasileiro. Ribeirão Preto, SP: FUNPEC-RP, 2002.
SANTOS, Ricardo V. & MAIO, Marcos C. “Injetando sangue no mito da democracia racial? Genética, relações raciais e política no Brasil contemporâneo”. In: PENA, Sérgio D. J. Homo brasilis: aspectos genéticos, lingüísticos históricos e
socioantropológicos da formação do povo brasileiro. Ribeirão Preto, SP: FUNPEC- RP, 2002.
SCHWARCZ, Lilia M. “O espetáculo da miscigenação”. A recepção do darwinismo no
Brasil. DOMINGUES, Heloisa Maria Bertol; SÁ, Magali Romero; GLICK, Thomas (orgs.) Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003.
_______ O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil. 1870 –
SEYFERTH, Giralda. “Construindo a nação: hierarquias raciais e o papel do racismo na política de imigração e colonização”. In: MAIO, Marcos C. & SANTOS, Ricardo V. Raça, ciência e sociedade. Rio de Janeiro: FIOCRUZ/CCBB, 1996.
SOBER, Elliot. Philosophy of biology. Oxford: Oxford University Press, 1993.
STEPAN, Nancy L. “Eugenia no Brasil 1917-1940”. In: HOCHMAN, Gilberto e ARMUS, Diego (orgs.). Cuidar, controlar, curar. Ensaios históricos sobre saúde e doença na
América Latina e Caribe. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2004. (Coleção História e Saúde).
_______. The Idea of Race in Science. Great Britain 1800-1960. Hamdem, CT: Archon Books, 1982.
TODOROV, Tzvetan. “A raça e o racismo”. In: _____ Nós e os outros: a reflexão francesa
sobre a diversidade humana. Vol. 1. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993. TOMES, Nancy. “The private side of public health: sanitary science, domestic hygiene,
and the germ theory: 1870-1900”. Bulletin of the history of medicine, 1990, vol. 64, n. 4, pp. 509-539.
TUCKER, William H. “For a twentieth the coa st: Sir Francis Galton and the orign of eugenics”. In: _______. The science and politics of racial research. Chicago: University of Illinois Press, 1994.
VELHO, G. “Memória, identidade e projeto: uma visão antropológica”. In: Rer. TB, Rio de Janeiro, 95: 119-126, out.- dez., 1988.
VENANCIO, Gisele M. “’Sopros inspiradores’: troca de livros, intercâmbios intelectuais e práticas de correspondências no arquivo privado de Oliveira Vianna”. In: BASTOS, M. H. C.; CUNHA, M. T. e MINGOT, A. C. (orgs.). Destinos das letras. História,
WAIZBORT, Ricardo. “Teoria social e biologia: perspectivas e problemas da introdução do conceito de história nas ciências biológicas”. História, Ciência, Saúde –
Manguinhos. Vol. VIII, nº 3, ps. 633-653, out. – dez. 2001.
_______ “Cento e quarenta anos sem Charles Darwin bastam: sobre variedades, espécies e definições.” PRINCIPIA. Vol. 4, nº 1, ps. 141-184 2000.