6. UYGULAMADA KULLANILAN KAVRAMLAR
6.3 Örgütsel davranış değişkenleri
6.3.1 Örgütsel iletişim
Camuçatto, Daniel. Arquivo pessoal, 2014
Primeiro lugar analisarei o antigo templo, e posteriormente discorrerei sobre o novo templo, acrescentando elementos que mudaram pela vinda desse novo templo.
A IMPD em Vila Alpina é parecida arquitetonicamente com as diversas Igrejas Mundiais do Poder de Deus espalhadas pelo país, basicamente tem um formato
retangular, com o púlpito no fundo da igreja, suas portas são de aço e não tem qualquer tipo de pintura e identificação. A identificação fica por conta de adesivos colados na porta de vidro que dá para a igreja, ou para os banners com a imagem do apóstolo Valdemiro.
Ao entrar na igreja pode-se perceber uma velha pintura azul e branco precisando de retoques, com o branco já amarelando, essas cores já são características da IMPD simulando, no coletivo social, o habitat de Deus. Nota-se também a existência de espaços sem reboco, ou mesmo no cimento puro, o chão da igreja, também não está em boas condições, focos de umidade, lâmpadas queimadas dão um tom de um lugar mau cuidado, a pergunta que se segue é se a igreja não tem condições de fazer a manutenção regular do templo, ou se é apenas uma má organização por parte da liderança local.
Observa-se também que a igreja possui duas alas de cadeiras de plástico com forros personalizados da IMPD em Vila Alpina, novamente os tons azuis e brancos se repetem, o número de cadeiras é de trezentas pessoas, embora nenhuma vez em minhas visitas tenha visto o espaço lotado com as trezentas pessoas.
Não havia nenhum tipo de janelas nas paredes, para circulação de ar eram usados ventiladores brancos, eles estavam instalados nas paredes três de cada lado, como eles eram de uso doméstico com um volume maior de pessoas os ventiladores não conseguiam, de forma bem-sucedida, fazer o ar circular. Ainda na parte da frente da igreja, ao lado do púlpito, ficava uma porta, ali as pessoas não tinham acesso, era a cozinha, existia geladeira, fogão armário, uma pequena despensa, era destinado ao uso do pastor, sua família os obreiros. Na parte do fundo ficavam os banheiros, separados entre mulheres e homens, eram grandes com duas divisórias de vaso sanitário, dois mictórios, e duas pias, papel para enxugar a mãos e avisos para não sujar o banheiro pois era pecado, havia um aviso para usar somente duas folhas para secar a mão porque a igreja estava cortando custos e quem pagava por tudo aquilo era os dízimos e ofertas dos irmãos da igreja.
No púlpito, dois metros acima do nível do chão, existe um painel mostrando uma imagem com águas e arvores, em seu centro uma grande mesa com um vidro cheio de azeite, algumas flores num vaso, e um pano branco sobre a mesa. Na frente do púlpito as pessoas colocam fotos de parentes, casas, roupas próprias ou de outras pessoas, com a finalidades do pastor e dos obreiros orarem sobre esses objetos. Perto do púlpito na parte de baixo, existia uma mesa com CDs, DVDs, livros e outros objetos que são
entregues aos visitantes pela primeira vez, ou ofertados mediante a uma quantia de oferta para ajudar no pagamento do aluguel.
Não existe qualquer recurso de músicas como instrumentos, todas as músicas tocadas durante as reuniões são reproduzidas em um computador ligado nas caixas de som da igreja ao lado do altar, o pastor tem a função de conduzir as músicas e escolhe- las para tocarem no culto, sem qualquer auxilio de Datashow ou retroprojetor, comumente usados nas igrejas, as músicas são escolhidas durante o culto, o pastor simplesmente seleciona as músicas em uma lista do computador.
A baixo podemos perceber um simples esquema da estrutura da igreja:
É interessante notar que o templo da IMPD em Vila Alpina é unidirecional, logo sua utilização está vinculada somente ao ato cúltico, não existe nenhuma outra ocasião em que a igreja é utilizada, festas, casamentos, palestras, cursos, reuniões, não são nem sequer mencionados, essas interações sociais não existem na vida eclesial da IMPDVA.
Sem a utilização do espaço da igreja para outros fins o senso comunitário tende a enfraquecer-se, em geral o enfoque dado nos cultos é sempre sobre espiritualidade e vida privada, poucas vezes a noção de igreja e comunidade foi mencionado, também não há nenhum ambiente que possibilite um convívio mais íntimo, ou que estimule o
diálogo, entre os membros da IMPD, é natural as pessoas que frequentam a igreja saírem ao final do culto sem nenhum tipo de interação intrapessoal.
Mesmo que não haja uma interação entre os sequazes, a classe obreira da IMPDVA goza do privilégio de acesso a lugares como copa e cozinha, lá eles podem comer e ter um momento para conversar, além disso, ainda contam com um espaço de cursos direcionados para eles e ficam após os cultos para arrumar o templo e ouvir a orientação do pastor para os próximos cultos, em geral, eles são mais próximos e convivem mais uns com os outros.
3.7.2. Novo Templo, Antigos Elementos.
Com os constantes atrasos e o aumento do aluguel, ficou inviável a permanência da igreja no mesmo local, o pastor MN, em conversa informal, revelou-me que essa era uma orientação do bispo, eles precisavam sair do espaço até fevereiro de 2014. A mudança aconteceu antes que o previsto, janeiro de 2014, o templo muda para a mesma rua Costa Barros, no mesmo lugar, mas agora no n°296, ao lado da Igreja Universal do Reino de Deus. Onde, antigamente funcionava uma loja de acessórios.
Em termos de espaço é notável que a novo templo é menor, herdando diversos elementos da antiga igreja como, as cadeiras, o púlpito, o altar, o painel, os equipamentos de som, etc. a diferença está no cuidado do espaço, agora as paredes apresentam tintura nova, nenhum tipo de mofo ou ponto descascando, não há desbotamentos visíveis, além do aspecto interno, foi trabalhado a fachada da igreja, trocando as portas de vidro por novas, banners com a imagem do apóstolo Valdemiro e placas e faixas na igreja.
Ao analisar o novo espaço, não existe novidade em sua essência, apenas mudanças estéticas, a igreja é ainda usada somente para finalidades cúlticas, não há nenhum espaço de socialização entre a membresia, em suma, o novo local é muito parecido com o anterior, só não é exatamente igual devido ao tamanho reduzido e a disposição dos banheiros que agora ficam na frente, no lado direito do púlpito.
Se não houve mudanças significativas em relação ao uso espacial, ao menos pudermos corroborar com a tese que apresenta-nos o espaço como uma construção social (ABUMANSSUR, 2004:70), a percepção do espaço como ambiente diferenciado, ou exclusivo para cultos, por parte da membresia, ou mesmo sem o apoio da liderança
religiosa é um habito adquirido, subjetivado, no qual mantêm-se uma relação de reverencia, santificando o espaço e a quem nele domina.
3.8. Etnografia da Igreja Mundial do Poder de Deus em Vila Alpina.
A fim de demostrar o que é um culto típico da IMPDVA considero ser a sexta- feira a reunião ideal para isso, embora os cultos aos domingos de manhã tenham uma maior quantidade de pessoas, é na sexta feira que a maioria dos membros frequentes da igreja se reúnem, em relação as demais reuniões da semana é o culto com maior apelo, tanto sobre as práticas espirituais de curas e milagres, carro chefe das Igrejas Mundiais, quanto nas práticas de consumo de quinquilharias religiosas.
Em um dia normal chego na IMPDVA as 19hs00, trinta minutos antes do culto dar início, a igreja, embora não possua um estacionamento, muitas pessoas estacionam seus carros dentro do templo, entre as cadeiras e o banheiro, há espaço para 10 carros, e um lugar especial para o carro pastoral. Mesmo de carro, e com lugares a disposição, percebi que os membros que tinham veículos não estacionavam seus carros na igreja, apenas alguns obreiros e membros que possuíam motos, que ocupam bem menos espaço.
Ao entrar na igreja sou recebido por um obreiro que me dá as boas-vindas, pergunta como tenho passado e me dá uma toalhinha com as inscrições da igreja e um copo de água, esse objeto pode variar dependendo do dia, ou mesmo da temática do culto, houve momentos em que recebi um pedaço de peixe frito, algemas feitas de cartolina, pão, e muitos outros objetos dependendo da dinâmica do culto.
Ainda com meia hora para começar o culto quase não há pessoas na igreja, em minha primeira contagem existiam dez pessoas, contanto com a presença dos obreiros. Normalmente as pessoas que chegam a igreja tem uma das três reações, oram em voz baixa ou em silencio, conversam, principalmente se estão acompanhadas, leem a bíblia, muito embora essa atitude seja mais rara de se ver, pois a maioria não carrega a bíblia.
Os obreiros circulam entre os bancos conversando com as pessoas, é comum ver pessoas chegarem mais cedo para pedir oração para os obreiros/as, ou mesmo colocar fotografias, peças de roupas, chaves de casas e carros, carteiras de trabalho, no púlpito, as orações feira pelos obreiros/as são rápidas, não duram mais que um minuto, e é
sempre por algo especifico, mesmo quando os membros pedem orações pela vida delas, os obreiros/as pedem para que eles especifiquem o pedido.
Aos poucos as pessoas vão chegando na igreja, muitas mulheres, algumas acompanhadas de crianças, poucos homens, e quase nenhum jovem, suas vestimentas são simples, calça jeans e camiseta, algumas mulheres usam saias, alguns homens as vezes vão de camisa, mas em geral a roupa padrão é jeans e camiseta, nenhuma roupa é chamativa, todos procuram estar com roupas neutras sem nenhuma marca de grife ou algo do tipo.
Aos obreiros/as é reservado uniformes, calça preta ou azul escuro, camisa branca ou azul, gravata vermelha para os homens e lenço vermelho para as mulheres e sapato preto, obreiros/as que vem diretamente do trabalho, vestem-se rápido, na maioria das vezes não conversam com ninguém sem o uniforme, muitos já comparecem as reuniões com o uniforme, ao serem questionados sobre o uso dos uniformes eles responderam que “ é motivo de orgulho”, a maioria possui mais que dois conjuntos de uniformes em suas palavras “o uniforme é o reconhecimento que somos obreiros, sem ele somos pessoas comuns”(obreira 8).
As 19hs28 o pastor aparece da cozinha e começa a conversar com as pessoas, ele faz brincadeiras, conta piadas e provoca um clima de descontração. As 19hs28 o pastor coloca uma música instrumental baixa e as pessoas começam a ficar em silencio, algumas baixam a cabeça, aquelas que estavam orando de joelhos sentam nas cadeiras e os obreiros/as que circulavam entre as pessoas posicionam-se no corredor ou na frente perto do púlpito.
O culto tem início as 19hs40 minutos, com cerca de 35 pessoas, até o final do culto esse número sobe para 42 em média, o pastor vai até a mesa do notebook muda a música, mas ainda é instrumental, e com a voz empostada começa a orar, o conteúdo da oração é sua petição e abnegação diante de Deus, de não ser merecedor de estar ali, faz referência ao seu “passado pecador” e insiste não ser digno de conduzir o culto, mas reconhece que ele está ali somente pela graça e misericórdia de Deus, e que se Deus levantou-o para ser pastor e o “tirou do lamaçal de lama” que Deus podia usá-lo poderosamente para realizar milagres.
Em meio as orações pastorais o grupo fecha os olhos, pessoas gritam “amém” outros “gloria a Deus e “misericórdia”, pela sugestão pastoral há um clima de contrição, algumas pessoas choram, outras balbuciam frases, mas ninguém fica aquém ao clamor e oração feita pelo pastor.
Logo após a oração o pastor MN diz “eu tenho um leão dentro de mim, e hoje quero passar esse leão o rei da natureza para vocês, vocês confiam em mim? Acreditam no meu ministério? Acreditam que sou um verdadeiro servo de Deus?” Para todas as perguntas feitas pelo pastor MN as pessoas diziam “amém”, com uma resposta de confirmação e apoio, ele pede para que as pessoas formem uma fila para que pudesse abraça-los, enquanto um dos obreiros coloca uma música sobre força e confiança, as pessoas formam um fila e vão ao encontro do pastor, ele as abraça e unge suas cabeças.
Após abraçar a última pessoa da fila o pastor diz “vamos louvar” e coloca uma música de autoria do compositor e cantor Regis Danese “faz um milagre em mim”, em seguida o pastor coloca uma música do grupo Trazendo a Arca que se chama “Marca da Promessa”, o pastor escolhe uma terceira música, agora da pastora Ludmila Ferber “Sonhos de Deus”.
É interessante notar que todas as músicas fazem referência a curas e milagres, o pastor acompanha a música cantando junto, e muitas vezes, usa palavras ou frases de efeito da canção antecipando e dando destaque a frase, contribuindo para que as pessoas cantem com mais animo, é bastante comum o pastor MN pedir para as pessoas realizarem ações no intervalo das canções, seja repedir uma frase, que pode ser da música ou não, mas sempre é uma frase de efeito, ou algum gesto, como bater palmas para Jesus, levantar a mão bem alto, etc.
Os fiéis da igreja geralmente fecham os olhos, levantam as mãos para cima, batem palmas e repetem todas as ações pedidas pelo pastor, mesmo aquelas pessoas com uma clara dificuldade de ficar em pé por longos períodos permanece em pé durante as músicas. Diferente dos fiéis da igreja, os obreiros/as permanecem de olhos abertos durante todas as músicas, eles também circulam pela igreja, entre as cadeiras e oram aleatoriamente pelas pessoas, colocando a mão em suas cabeças, costas, ombros, olhos, boca, etc. existe, ao que parece uma orientação de cada obreiro/as somente orar com pessoas do mesmo sexo. Ao contrário dos fiéis os obreiros sabem as músicas de cor e cantam em voz alta, mesmo aquelas canções que o pastor toca pela primeira vez nos cultos, demostrando que há um preparo dos obreiros/as sobre as músicas tocadas.
Com o termino da música o pastor MN começa a orar, mas agora pedindo a Deus que expulse toda a enfermidade e “sorte de doenças”, ele pede para que cada pessoa coloque uma das mãos no lugar enfermo, e as pessoas que não tem enfermidade coloque uma das mãos no coração, com a outra pede para que levantemos “bem alto” o
copinho com água que recebemos na entrada46. O pastor MN volta a orar, mas dessa vez o enfoque está no copinho com água, ele pede para Deus ungir, abençoar, consagrar esse copo com água, e mais uma vez faz menção de exortação de demônios e curas pela fé dele e dos fiéis, pede também pelas famílias das pessoas que estão presentes e intercede pelas fotografias, chaves de casas e carros e peças de roupas que estão sobre o altar. Para finalizar a oração o pastor e todas as pessoas colocam suas mãos na cabeça e repetem “sai” três vezes, movimentando com as mãos para traz da cabeça, o ritual termina em uníssono “sai e não volte nunca mais”.
A rotina normal do culto estabelece que o pastor comece a pregar, mas também pode ocorrer um testemunho de algum membro ou obreiro/a, ao contrário do esperado, a IMPDVA não dedica muito tempo para os testemunhos, como acontece com a igreja sede e nos programas televisivos do líder Valdemiro, dessa maneira os testemunhos são esporádicos tendo mais espaço nas reuniões vespertinas.
É interessante notar que, embora o “carro chefe” da IMPD seja os testemunhos públicos de curas e milagres, na igreja em Vila Alpina, esse tipo de narrativa é bem pequeno, somente em dois cultos foi possível observar testemunhos de pessoas que declararam curas milagrosas. Na maioria das vezes, os cultos que o pastor convida a testemunhar, os relatos de cura são de: dores de cabeça, dores nas costas e pernas, mudanças de empregos, cirurgias bem sucedidas, ou seja, testemunhos quase corriqueiros em ambientes eclesiais.
O pastor MN abre a bíblia e pede para as pessoas abrirem no texto de Isaias 43.1-14, enquanto isso reconto o número de pessoas no local, dessa vez há 8 obreiros/as, 4 crianças, 17 homens e 22 mulheres, apenas duas adolescentes com cerca de 14 a 16 anos. No total de 53 pessoas.
A maioria das pessoas não trazem a bíblia, os obreiros/as distribuem algumas para que os fiéis possam acompanhar o pastor na leitura bíblica, o pastor lê de forma pausada e emposta a voz, em determinados momentos ele para a leitura, e interage com as pessoas “vocês estão entendo do texto?”, repete a pergunta três vezes durante a leitura.
Após a leitura o pastor começa a ler novamente versículo por versículo e vaguear pelas palavras, percebe-se que não existe um roteiro programado sobre a
46 Esse ritual dependendo do dia da semana, da temática do culto, ou mesmo daquilo que é entregue na
entrada pode variar, mas o comum é usar os itens recebidos após três cânticos, o pesquisador já presenciou algumas variações do mesmo rito como: peixe frito, mel, sal, corrente de papel, etc. embora diferentes todos representavam a libertação do mal, a cura sobrenatural e a prosperidade financeira.
pregação, nem tampouco um estudo mais aprofundado do texto, para preencher as lacunas o pastor conta histórias de vida dele e do apóstolo Valdemiro, a mensagem em si tem vários tons, começa com foco em animo, sobre como Deus não permitirá nada toca-lo pois você é filho Dele, passa por âmbitos familiares como o cuidado com o marido, arrumar a casa e cuidar das crianças, fala-se das boas práticas que a pessoa cristã precisa ter no trabalho.
Em determinado momento da mensagem, o pastor pergunta quem é migrante, muitas pessoas levantaram a mão, a maioria, ele diz ser filho de migrante e portanto migrante também, ele então bate o pé no chão e diz “quem construiu São Paulo fomos nós, São Paulo é nossa, Deus quer que tomemos posse de todas as coisas, inclusive de São Paulo”, os presentes respondem amém, batem palma e vibram, indicando sua aprovação e concordância com a pregação pastoral.
Com a mensagem concluída o pastor pergunta “posso pedir seu dizimo?”, nesse momento os obreiros começam a bater palmas e excitar a congregação fazer o mesmo, o pastor MN fala sobre como tem sido difícil pagar o aluguel de vinte e dois mil reais, afirma que muitas pessoas tem lutado contra ele e contra a igreja, mas “em nome de Jesus vamos vencer”, o pastor segue dizendo que com sua vinda a igreja, ela tem economizado em água, luz e telefone, mas isso não basta, por isso a necessidade da contribuição dos fiéis.
Ainda sobre os dízimos o pastor alega que eles precisam ajudar o programa do apóstolo, mas que em primeiro lugar vem os carnes da própria igreja, chega a citar o texto bíblico “primeiros os da família da fé”. O pastor continua, apresentando uma toalha de rosto com a mão dele e de sua esposa pintada (lembra muito as toalhas que as crianças de 1° serie fazem para suas mães), ele afirma que como servo de Deus sua mão simboliza a mão de Deus, bem diferente da oração feita por ele no começo do culto, sendo assim quando as pessoas limparem suas mãos, seu rosto, sua casa “estarão invocando a benção de Deus na sua casa”, ele oferece as toalhas “gratuitamente”, mas pede para aqueles/as que pegarem contribuíram com um valor mínimo de trinta reais, em pouco tempo todas as toalhas se esgotam.
O pastor MN pede para que as pessoas segurem suas ofertas e dízimos na mão, ou mesmo aqueles/as pessoas que não trouxeram nada ergam as mãos para cima, os obreiros ficam perfilados na frente com as sacolinhas, envelopes de dízimos, cds, dvds, e diversos outros produtos, apenas dois obreiros ficam na porta, o pastor chama uma
obreira para orar sobre os dízimos e ofertas, ao final da oração as pessoas formam uma fila para entregarem seus dízimos enquanto o pastor coloca uma música para tocar.
Quanto todos já estão sentados o pastor MN troca a música pela mesma do começo do culto, mas dessa vez mais baixo ainda. Ele se despede e diz “digam tchau